Salvador barquinha d’Oiro




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Autoria: Albertino Calamote

Sinopse:

A nossa terra é um pouco como a nossa mãe. Ela é, para nós, a melhor e a mais bonita do mundo. Adoramos a sua «asa» protectora, a sua companhia, e conhecemos todas as rugas do seu rosto e todas as alterações do seu semblante. Olhando-a, contaminam-nos o seu riso e as suas lágrimas, a sua alegria e a sua tristeza, o seu desvelo e a sua ansiedade. A saudade corrói-nos sempre que delas nos afastamos, mas rejubilamos quando regressamos ao seu seio, mesmo que seja, apenas, em visita breve. Não há como a nossa mãe, como não há como a nossa terra: ambas colhem de nós um amor incondicional. O salvadorense não é diferente de qualquer outro povo, quando põe a sua terra natal nas alturas. Nem isso é questão que altere com os tempos ou com as gerações. Atribuído ao nosso ilustre conterrâneo José Candeias da Silva (1887-1959), o célebre verso bem pode ser uma representação imemorial do apego e do carinho à terra-berço: Castelo Branco é vila, Penamacor é cidade. Salvador, barquinha d’oiro Onde embarca a mocidade.

Detalhes:

Ano: 2009
Capa: capa mole
Tipo: Livro
N. páginas: 310
Formato: 23x16
ISBN: 978-972-772-878-7
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