Cantos do Crepúsculo

(Poesias – Livro III)




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Autoria: Adelino Torres
Temas: Poesia

Sinopse:

A poesia permite¬ lhe [a Adelino Torres] olhar o mundo e a si próprio sem peias nos olhos, sem que, nesses actos de maior liberdade, despreze, por assim dizer, a ciência e o que ela poderá importar de positivo para a condição humana e para o mundo: “Arte, filosofia, ciência / dão forma ao equilíbrio do universo / onde a palavra é a própria criação”, diz nos primeiros versos do poema “Visão”, incluído na presente antologia. O espírito científico é, a par do racionalismo, um tema recorrente na poesia contida nesta e noutras antologias. “A verdade não é um resíduo / do saber esquecido / mas a substância vaga / do saber que não virá / pelos caminhos trémulos / dos deuses domadores de sombras”, escreve num poema dedicado à problemática do terrorismo islamita. O livro está dividido em duas partes, “Cantos do crepúsculo” e “Ironias”. A primeira dá título ao livro, cujos poemas expressam, no seu conjunto, o olhar amadurecido, por vezes amargurado, de alguém que se acha no crepúsculo da vida; é um olhar que incide sobre o que o rodeia, mas também sobre si próprio, no sentido em que dificilmente o íntimo, o eu do sujeito que observa e participa é separável do mundo objectivo, do mundo que lhe é, em princípio, exterior.

Índice:

Prefácio de José Carlos Venâncio

I – CANTOS DO CREPÚSCULO
1 – Partida
2 – Tempos maduros
3 – Manuel de Oliveira cineasta
4 – Conformismo
5 – Inércia
6 – Mistério
7 – Urbanismo
8 – Justiça
9 – Hipertrofia
10 – Visão
11 – Sentido
12 – Computopia
13 – Caos
14 – Agonia
15 – Fim do mundo
16 – Memórias
17 – Descobertas
18 – O “Quinto Império”
19 – Dúvida
20 – Necessidade das coisas simples
21 – Substância
22 – Rumos incertos
23 – Imaginação
24 – Exílio
25 – Definição do universo
26 – Sem bandeira
27 – Rituais parlamentares
28 – Ilhas do Sul
29 – Palavras imóveis
30 – Grão de pó
31 – Nova servidão
32 – Decadência
33 – Ventos do Oriente
34 – Solidão
35 – Caminhada
36 – Velhice
37 – Modernidade
38 – Introspecção
39 – Holocausto
40 – Evolução
41 – O espírito e a matéria
42 – Loucura poética
43 – Traders
44 – Magia
45 – Serenidade
46 – Existência
47 – Vista dos montes da Covilhã
48 – Rodopio
49 – A raiz da palavra
50 – Rwanda
51 – Sonho de uma noite de verão africana
52 – Recordação
53 – Totalidade
54 – Safari
55 – História
56 – Superstição
57 – Diferença
58 – Saber ser
59 – Incerteza
60 – O presente do futuro
61 – Valbom
62 – Viagem
63 – Relativismo
64 – Metafísica ou não
65 – Em busca de definição
66 – Paragem
67 – O dia da morte de José Saramago
68 – Palavra indizível
69 – Mektube islamita
70 – Princípio da razão (in)suficiente
71 – Espírito do mundo
72 – Ciclo
73 – Rotina
74 – Revoluções
75 – Liberdade
76 – Tempos vindouros
77 – Perversão
78 – Descobertas
79 – Suavidade
80 – Saber
81 – Ressentimento
82 – Polémicas mundanas
83 – Tudo é transitório
84 – Pensamento que voa
85 – Desobediência

II – IRONIAS
86 – Confissão
87 – Linguagem de pássaros
88 – Bom senso precisa¬ se
89 –Ideais
90 – La sagesse du «jamais» em lusolês
91 – Perfeição
92 – O império da náusea
93 – Perfeição total
94 – Quantidades mágicas
95 – Rei do desporto
96 – Ultraliberalismo descascado
97 – Homenagem póstuma
98 – Olimpo português
99 – Crise financeira
100 – Os pardais
101 – Penitência
102 – Vaidades

Do mesmo Autor

Detalhes:

Ano: 2010
Capa: capa mole
Tipo: Livro
N. páginas: 132
Formato: 20,5x15
ISBN: 978-989-689-038-4
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