Inquisición Portuguesa y Monarquia Hispânica en Tiempos del perdón general de 1605




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Colaboração com a entidade: CIDHEUS – Universidade de Évora

Sinopse:

No início do reinado de Felipe III (1598-1621, as relações entre a Monarquia Hispânica e a Inquisição Portuguesa entraram numa nova fase caracterizada por constantes desacordos. O conflito provocado pelo perdão geral que os cristãos novos solicitavam foi acompanhado por outros motivos de tensão entre a Coroa e o Santo Ofício. Deste modo, nos cinco anos que mediaram entre 1599 e 1604, sucederam-se quatro inquisidores gerais, a Coroa projectou a reforma do Tribunal e proibiu se em várias ocasiões a celebração de autos de fé. Simultaneamente multiplicaram se as tensões entre a Inquisição e a Santa Sé, em resultado das apelações feitas por alguns cristãos novos ao Sumo Pontífice. Para solucionar o problema da oposição do Santo Ofício às resoluções da monarquia, Felipe III recorreu a um homem de comprovada fidelidade à Casa de Áustria. Tratava se de Pedro de Castilho, bispo de Leiria, que aceitou executar o perdão geral concedido aos cristãos novos. Assim, a partir de 1605 o Santo Ofício, sob o governo de Castilho, iniciou uma etapa de recuperação do seu poder e prestígio. Mediante a submissão aos desígnios da Coroa à colaboração com os ministros mais influentes – o Duque de Lerma, o Marquês de Castelo Rodrigo e o secretário Fernão de Matos – o novo inquisidor geral conseguiu recuperar a confiança do monarca no Santo Ofício, conseguindo substituir a reforma externa da Inquisição, que tinha sido planeada em Valladolid, por uma reforma a partir do interior do próprio Tribunal que culminou com a reorganização do Conselho Geral e a publicação, em 1613, do novo Regime do Santo Ofício.

Índice:

Abreviaturas
Introducción


PRIMERA PARTE
AÑOS DE TRIBULACIÓN (1591-1605)

Capítulo 1: Hacia el perdón general

Capítulo 2: El conflicto de las apelaciones

Capítulo 3: La reforma del Santo Oficio y del fisco inquisitorial

Capítulo 4: La Inquisición huérfana


SEGUNDA PARTE
TIEMPO DE RESTAURACIÓN (1605-1615)

Capítulo 5: La sujeción de los cristãos novos

Capítulo 6: La lucha contra las eregias destes tempos

Capítulo 7: La expansión jurisdiccional

Capítulo 8: La consolidación del tribunal

Capítulo 9: El Regimento de 1613

Conclusión

Fuentes

Bibliografía

Índice onomástico

Detalhes:

Ano: 2010
Capa: capa mole
Tipo: Livro
N. páginas: 236
Formato: 23x16
ISBN: 978-989-689-039-1
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