Roteiros da Memória Urbana – Lisboa

Marcas deixadas por libertários e afins ao longo do século XX




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Sinopse:

No primeiro terço do século XX, Lisboa era, como desde há muito, a maior cidade do país, com o principal volume de força‐de‐trabalho dependente, e também a urbe mais sensível e avançada do ponto de vista cultural. Logicamente, o movimento social atingiu aqui a sua expressão pública mais visível e influente, alicerçado no operariado e num sindicalismo orgulhoso da sua independência e afirmação própria, ao qual as doutrinas anarquistas acrescentavam uma sedutora composição ideológica. Mas também foi um movimento mais diversificado e menos coeso do que em outras regiões do país, acusando mais cedo de que todas os efeitos das grandes mudanças externas, da revolução russa à vitória dos nacionalistas na guerra da vizinha Espanha, do domínio cultural anglo‐americano ao estertor do nosso colonialismo em África. No último quarto de século, com o 25 de Abril de 1974, Lisboa voltou a sentir os tremores revolucionários e viu emergir os “novos movimentos sociais”.

Índice:

Apresentação

Organização, metodologia e fontes

Parte I – Referências e itinerários da memória: 1905, 1925 e circunvizinhanças
Sítios com história
Guia para uma visita
Militantes
Grupos e associações
Sindicatos de trabalhadores
Jornais e revistas

Parte II – Na origem da nossa época: 1975 e proximidades
Locais de referência
Grupos e associações
Jornais e revistas

Fontes e bibliografia sumária

Anexos

Cronologia seleccionada

Militantes e grupos libertários de Lisboa

Tabela de siglas

Índice e proveniência de fotografias

Índice onomástico remissivo

Detalhes:

Ano: 2013
Capa: capa mole
Tipo: Livro
N. páginas: 194
Formato: 16x23
ISBN: 978‐989‐689‐328‐6
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24/08/2017
O BARRANQUENHO - Língua, Cultura e Tradição, da autoria de María Victoria Navas
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