Cadernos do Endovélico, n.º 1

Caminhos da Identidade




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Coordenação: Ana Paula Fitas
Colaboração com a entidade: Câmara Municipal do Alandroal

Sinopse:

O reconhecimento da importância do espólio recolhido no lugar de S. Miguel da Mota para o património arqueológico local, regional, nacional e transfronteiriço, associado à determinação do Município em consolidar o território concelhio, a partir da promoção da qualidade de vida local e da valorização cultural e turística do seu património material e imaterial, conduziu‐nos ao investimento na análise, no debate e na promoção da visibilidade das problemáticas que dele decorrem e que implicam uma abordagem integrada, plural e interdisciplinar das suas realidades culturais. João Grilo (Presidente da C. M. de Alandroal) Fundou este templo no sítio em que depois se fundou a vila de Terena, duas léguas de Vila Viçosa, entre o sul e o nascente. E foi tão frequentado pelos portugueses que de toda a Lusitânia concorriam ali a oferecer sacrifícios e a cumprir suas romarias. Chamavam a este ídolo na língua antiga Endovélico. Ainda hoje se vê o seu nome em muitas pedras que ficaram do tempo dos romanos que os duques de Bragança mandaram levar de Terena a Vila Viçosa e algumas estão postas no frontispício do templo do convento do meu Pai Santo Agostinho, das quais referirei somente as inscrições de duas, as quais são desta maneira: ENDOVELICO / SACRUM, MARCUS JULIUS / ANIMO LIBENS / VOTUM SOLVIT cuja significação é: ‘Dom consagrado ao Deus Endovélico, Marcus Julius veio com vontade pronta cumprir seu voto’. Pode‐se crer que os mancebos e as donzelas daquele tempo se encomendariam àquele ídolo e lhe faziam alguns votos e a que dariam cumprimento depois de conseguirem o que pediam, como teria acontecido a este Marcus Julius. E assim deixou para memória aquela pedra. Frei Agostinho de Santa Maria (c. 1690)

Índice:

Editorial
João Grilo

ARTIGOS
De Belém a Terras do Endovélico: Recordando José Leite de Vasconcelos nas Vésperas do 155.º Aniversário do seu Nascimento e a sua Acção no Santuário de Endovellicus em S. Miguel da Mota (Alandroal), no Ano em que se Celebra o 120.º Aniversário da Fundação do Museu Nacional de Arqueologia
António Carvalho

Esculturas do Santuário do Endovélico
Luís Jorge Gonçalves

Breve Apontamento sobre a Dimensão Cosmogónica dos Recintos de Fossos da Pré história Recente no Interior Alentejano
António Carlos Valera

A Investigação em Torno do Santuário de S. Miguel da Mota: o Ponto de Situação
Carlos Fabião, Amílcar Guerra e Thomas Schattner

A Região da Serra d’Ossa, na Perspectiva da Arqueologia Pública
Manuel Calado

Antes de Endovélico... a Propósito das Placas de Xisto Gravadas da Anta de Santiago Maior e das Antas da Herdade dos Galvões (Alandroal, Alentejo)
Victor Gonçalves

Gentes de Endovélico: um Primeiro Balanço sobre a Arqueologia da Rocha da Mina
Rui Mataloto e Conceição Roque

A Rocha da Mina e as Terras de Endovélico: Conceito ou Preconceito de Paisagem Sagrada?
Maria João Correia dos Santos

A Necrópole Romana da Rouca (Alandroal, Évora)
Mónica Rolo

Etnologia, Etnografia e Arqueologia – um Itinerário Antropológico para o Desenvolvimento entre a Cultura, o Património e a Museologia
Ana Paula Fitas

O Santuário de Endovélico
Moisés Espírito Santo

Los Museos de la Raya, Vínculos en las Relaciones Culturales Hispano Lusas
Miguel Ángel Vallecillo Teodoro

O Projeto do Centro de Interpretação do Endovélico
João Grilo e Manuel Lapão


RECENSÃO CRÍTICA

“Identidades Incertas – Uma Perspetiva Antropológica da Anomia Identitária” de Armindo dos Santos
Ana Paula Fitas

Detalhes:

Ano: 2013
Capa: capa mole
Tipo: Livro
N. páginas: 226
Formato: 23x16
ISSN: 2183‐055X
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