Em Torno do Cinema

Visualizando a Modernidade: narrativas e olhares do ecrã




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Temas: Cinema, Crítica, Ensaio

Sinopse:

Este volume resulta da confluência de várias circunstâncias, profissionais, pedagógicas e passionais. Se bem que já tivéssemos abordado com os nossos alunos a filmografia de Cronenberg, Kubrick, Hitchcock e outros realizadores no âmbito do seminário em Aspectos do Pensamento Contemporâneo elaborado para os primeiro e segundo ciclos da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa desde 2000, bem como a leccionação de um módulo, também realizado na FCT, de Ciência, Tecnologia, Cinema, pertencente a um conjunto de módulos de um curso intercalar designado Ciência, Tecnologia e Sociedade – sendo o cinema uma manifestação da atitude auto‐ ‐reflexiva e projectiva da humanidade a braços com esse enigma aberto que subjaz ao projecto cognitivo da modernidade – foi‐nos dado mais recentemente a oportunidade de organizar um Cine Clube a convite do Director da Biblioteca da FCT/UNL, Professor Doutor José Moura, reunindo uma vez por mês cinéfilos dentre a comunidade circundante, os alunos, o corpo docente e o corpo não‐docente em torno de um filme, de um realizador, de uma narrativa, de um encadeamento de imagens em movimento, i.e., na encruzilhada dos mitos que nos fundam e as histórias que nos comovem: “the common unconscious”, nas palavras de Martin Scorsese.

Índice:

Introdução: Imagens Comunicantes/Palavras Viajantes

Nota

Os Vinte e Quatro Filmes

Metropolis de Fritz Lang (1927): “Do eixo divino/demoníaco às ansiadas cidades do amor”

As vinhas da ira [The Grapes of Wrath] de John Ford (1940): “Visões de queda e ascensão no filme As vinhas da ira de John Ford”

O mundo a seus pés [Citizen Kane] de Orson Welles (1941): “Citizen Ozymandias e/ou Kubla Kane: uma parábola americana”

A estrada [La Strada] de Federico Fellini (1954): “A estrada e mais nada, nada mais do que a estrada, a estrada e o nada, a estrada que não dá nada, o nada que é afinal tudo…”

Gata em telhado de zinco quente [Cat on a Hot Tin Roof] de Richard Brooks (1958): “Em torno de uma família humana (e outros animais afins)”

Bruscamente, no Verão passado [Suddenly, Last Summer] de Joseph L. Mankiewicz (1959): “Canibalizando o cérebro/canibalizando o corpo: lobotomia e desejo em
Bruscamente, no Verão passado de Joseph L. Mankiewicz”

Amor sem barreiras [West Side Story] de Robert Wise e Jerome Robbins, (1961): “Recordando quem e como somos em West Side Story: o cinema como mito e memória”

O Leopardo [Il Gattopardo] de Luchino Visconti (1963): “O tempo é uma hiena; a eternidade é um «gattopardo»”

Os Pássaros [The Birds] de Alfred Hitchcock (1963): “O ecrã como vertigem (de ideias)”

Dr. Estranho Amor [Dr. Strangelove or: How I Learned to Stop Worrying about the War and Love the Bomb]de Stanley Kubrick (1964): «Amor é fogo que arde sem se ver»: “Sexo, humor e bombas em Dr. Estranho Amor [Doctor Strangelove or: How I Learned to Stop Worrying and Love the Bomb]”

Easy Rider [Easy Rider – Sem destino] de Dennis Hopper (1969): “Era uma vez nos anos sessenta na América: o cinema como território imaginativo e mito moderno no filme Easy Rider de Dennis Hopper”

Laranja mecânica [A Clockwork Orange] de Stanley Kubrick (1971): “Entre a sátira e o mito: o filme como reflexão filosófica”

As lágrimas amargas de Petra von Kant [Die Bitteren Tränen der Petra Von Kant] de Rainer Werner Fassbinder (1972): “Mito, casa e desejo no filme As lágrimas amargas de Petra von Kant, ou, Em torno da vida dos manequins”

Voando sobre um ninho de cucos [One Flew over the Cuckoo’s Nest] de Miloš Forman (1975): “O panóptico interior: voando sem asas, vivendo sem grades. Um meta diálogo”

Festival Rocky de Terror [The Rocky Horror Picture Show] de Jim Sharman (1975): “Era uma vez, num castelo, muito longe daqui, uns visitantes do planeta Transsexual da galáxia Transilvânia…”

Taxi Driver de Martin Scorsese (1976): “O sujeito solitário de Deus no filme Taxi Driver de Martin Scorsese

Apocalypse Now de Francis Ford Coppola (1979): “Apocalypse Now, ou a revelação no escuro”

Perigo iminente [Bladerunner] de Ridley Scott (1982): “Ser ou não ser um replicant no mundo de Blade Runner: uma triste ciência do ser para o fim das utopias”

A Mosca [The Fly] de David Cronenberg (1986)/Primeira Incursão: “David Cronenberg’s Mad Scientist in The Fly: Allegories of the «Lab» (1986)”

A Mosca [The Fly] de David Cronenberg (1986)/Segunda Incursão: “Uma poética técnico trágica no filme A Mosca de David Cronenberg”

GATTACA de Andrew Niccol (1997): “Liberdade individual e determinismo genético no filme GATTACA de Andrew Niccol; ou, SER: as transfigurações possíveis da memória”

eXistenZ de David Cronenberg (1999): “Corpos simulados e desejo virtual: subterfúgios do real e do simulacro”

K PAX de Iain Softley (2001): “Ciências e artes do ser sob um céu mudo”

Elephant de Gus van Sant (2003): “Ambivalências do olhar adolescente”

Babel de Alejandro González Iñárritu (2006): “Em torno do filme Babel:

Detalhes:

Ano: 2014
Capa: capa dura
Tipo: Livro
N. páginas: 342 + CD
Formato: 17x24,5
ISBN: 978‐989‐689‐345‐3
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