Urbano

O Eterno Sedutor




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Autoria: Eduardo M. Raposo

Sinopse:

Homenagear Urbano é celebrar o Alentejo, a multiplicidade de cores com que “pintou” a terra, o povo, a alma e a história alentejanas, ajudando a levar o nome do Alentejo ainda mais longe. Homenagear Urbano é celebrar um dos escritores mais marcantes do século XX português. É recordar e louvar a sua imensurável herança cultural nas mais variadas vertentes; como ficcionista, cronista, ensaísta, crítico literário, poeta, jornalista e professor. Homenagear Urbano é celebrar o homem e sobretudo o lutador que desde os negros tempos do fascismo ousou arriscar a sua vida em busca do bem comum; da Liberdade, da Justiça e da Igualdade. Um homem que após a Libertadora Madrugada de Abril, e movido por um profundo sentimento de abnegação, se despojou da sua riqueza pessoal em nome dos ideais que sempre defendeu, entregando o seu latifúndio a quem o trabalhava. Coerên¬cia que, de resto, o acompanhou até ao último suspiro. [da Abertura]

Índice:

Abertura

Prefácio – O Nosso Urbano

Introdução – Urbano, o menino luminoso

Cronologia biográfica ilustrada

Anos 20 - 30 – A meninice

Anos 40 – A juventude e a Faculdade de Letras

Anos 50 – França, Delgado, o início do jornalismo e da vida literária

Anos 60 – As prisões e o reconhecimento internacional

Anos 70 – O fim da ditadura

Anos 80 – O Doutoramento e a presidência da APE

Anos 90 – Ana Maria, a cátedra e a jubilação

Anos 2000 - 2014 – O Prémio Vida Literária e António Urbano

Depoimentos
Carta para o Urbano
Ana e António

Urbano – O encontro com o Professor
Ana Pereira Neto
André Gago
Eduardo M. Raposo

Urbano Tavares Rodrigues (1923) – Montemor-o-Novo 25/5/2013
Sedutor, libertino e comunista
António Melo
Carlos do Carmo

Urbano
Hélder Costa

Urbano Tavares Rodrigues e o Alentejo
João de Melo

Ficções numa rua verdadeira
João Morales

Urbano: Uma Carta de Afecto
José Jorge Letria

Uma poética do lugar: a Índia segundo Urbano Tavares Rodrigues
Maria Graciete Besse

Querido Urbano
Mário de Carvalho

Urbano Tavares Rodrigues – Um Escritor Completo
Miguel Real

A Fêmea Terra e o Amante Urbano
Possidónio Cachapa

Bibliografia seleccionada do autor

Bibliografia e fontes


O AUTOR:

Eduardo M. Raposo nasceu na Funcheira, Ourique, em 1962. É Doutor em História da Cultura e das Mentalidades Contemporâneas, pela FCSH/ UNL. É jornalista, investigador, dirigente associativo e activista da Cultura e do Alentejo. Foi vice-presidente da Casa do Alentejo, fundador e presidente do Centro de Estudos Documentais do Alentejo – CEDA. Nesta qualidade, coordenou colóquios internacionais e prémios literários; organizou Jornadas Literárias (Montemor-o-Novo) e organizou homenagens, entre outras, a Federico García Lorca, Adriano Correia de Oliveira, Almutamide e Urbano Tavares Rodrigues. É autor de diversos espectáculos musicais. Foi director da revista Alma Alentejana e é, desde a sua fundação em 2001, director da revista Memória Alentejana. Tem vindo a estudar a importância da poesia na música portuguesa: cantores de intervenção e, numa perspectiva diacrónica, a nossa poesia lírica desde os poetas luso-árabes (séc. XI) à nova música portuguesa.

Detalhes:

Ano: 2014
Capa: capa mole
Tipo: Livro
N. páginas: 250
Formato: 23x16
ISBN: 978-989-689-465-8
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