Sines na Revolução dos Cravos

O Povo em Luta pelos seus Direitos




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Sinopse:

A história da Revolução dos Cravos em Sines é marcada pelo conflito entre o Gabinete da Área de Sines, criado em 19 de junho de 1971, que iria trazer desenvolvimento e progresso a toda a região, mas três anos depois, criara apenas um monstro responsável por expropriações de pequenos proprietários, pela estagnação das obras de construção civil, pela inexistência de esgotos, por danos provocados nos edifícios pelos rebentamentos na pedreira, por falta de habitação e danos à atividade piscatória, e a população que começa a organizar-se formando, logo após o 25 de Abril de 1974, a Comissão de Redenção do Povo de Sines, e depois a Assembleia Popular do Concelho de Sines (em janeiro de 1975) e as comissões de moradores de diversos bairros. ¶ ¶ Em Sines, ao contrário do que aconteceu na maioria do País, as comissões de moradores mantiveram-se ativas muito para além dos anos da Revolução dos Cravos, não como um “poder popular” alternativo, mas com um caráter complementar da atividade da autarquia.

Índice:

Agradecimentos

I. Introdução. A história do povo

II. Sines: um pouco de história
– Cronologia de Sines

III. O grande projeto que iria mudar Sines

IV. O povo em luta pelo direito à cidade
– Nascimento das comissões de moradores em Sines
– As principais causas que mobilizam as comissões de moradores
– O movimento de ocupações de casas
– Poder popular ou «institucionalização do movimento popular»?
– Autarquia e comissões de moradores em Sines: uma relação de colaboração
– Um «inimigo comum»
– As comissões moradores após o período revolucionário
– Cronologia das Comissões de Moradores

Anexo: Entrevistas

Bibliografia e fontes



AUTORES:

Raquel Varela – é historiadora e investigadora do Instituto de História Contemporânea da Universidade Nova de Lisboa, onde coordena o Grupo de História Global do Trabalho e dos Conflitos Sociais, e do Instituto Internacional de História Social, onde coordena o projecto internacional In the Same Boat? Shipbuilding and ship repair workers around the World (1950-2010). É coordenadora do projecto História das Relações Laborais no Mundo Lusófono. ¶¶¶ António Simões do Paço – é investigador do IHC da Universidade Nova de Lisboa. Tem livros e artigos publicados sobre a história da I República, do Estado Novo, do Partido Socialista e do Partido Comunista Português e o processo de integração de Portugal e Espanha nas Comunidades Europeias. Foi editor, coordenador e co-autor de Os Anos de Salazar, uma história do Estado Novo em 30 volumes. É editor executivo da revista académica Workers of the World. ¶¶¶ Luísa Barbosa Pereira – é doutora em Sociologia pelo PPGSA da UFRJ-Brasil. Pesquisadora doutorada integrada vinculada ao Grupo de Estudos do Trabalho e dos Conflitos Sociais do IHC-UNL-Portugal e IISH-Holanda. Docente de Filosofia e Sociologia no CEJOB e CM Paulo Freire-Armação dos Búzios-Brasil. Autora de Justa causa pro patrão (Multifoco, 2012) e Navegar é preciso (Multifoco, 2015).

Detalhes:

Ano: 2017
Capa: capa mole
Tipo: Livro
N. páginas: 130
Formato: 23x16
ISBN: 978-989-689-665-2
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