A Arte de Navegar

na Época dos Descobrimentos




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Sinopse:

Este livro destina-se àqueles que, interessados nas descobertas portuguesas, um dia se interrogaram: Sim, chegámos lá, mas como? E para obterem um mínimo de conhecimentos, para obterem uma resposta a essa interrogação, teriam de consultar muitas obras, cada uma focando uma parte, por vezes pequena, da resposta procurada. A História dos Descobrimentos engloba vários vectores pelos quais pode ser vista. Como história narrativa, a partir das crónicas mais ou menos coevas, têm sido descritos por grandes vultos da nossa cultura histórica os diversos passos com que chegámos até ao outro lado do Mundo. Como história-problema, têm também eminentes historiadores e pensadores especulado sobre as motivações que levaram às descobertas, as políticas subjacentes e outros temas relativos. Sobre temas náuticos não faltam livros, artigos e comunicações, não só de historiadores mas também de distintos oficiais da nossa marinha, dissertando sobre navegação astronómica, seus instrumentos, cartografia, etc. Menos abundantes são os trabalhos sobre o mar, ventos e correntes, e os que há são sob a forma de comunicação a Academias. Todas estas obras, manifestamente académicas, com poucas excepções, desenvolvem-se sobre um tema único, não dando uma visão global das técnicas usadas nas navegações da época, e, mais importante, dirigem-se a um público restrito. Esta obra pretende, precisamente, contribuir para preencher esta lacuna. **************************************************************** O desejo de uma vida melhor levou o Homem, desde sempre, a procurar, fora do seu ambiente próximo, produtos que completassem ou mantivessem os seus hábitos. E com isso foram criados o comércio e a indústria, que originaram a deslocação a terras mais ou menos distantes na procura desses produtos e, em alguns casos, de matérias-primas, que escasseavam onde viviam e eram necessárias para produzir artefactos usados no seu quotidiano. Eram deslocações por terra, em caravanas, mas também por mar, quando este encurtava o caminho ou era a única forma de alcançar essas terras distantes, como foi o caso de ilhas.São conhecidas estas deslocações marítimas desde muito cedo. Na civilização ocidental são conhecidas, na Antiguidade, incursões marítimas de fenícios, gregos, romanos e de outros povos mediterrâneos, realizadas no espaço deste mar, mas também incursões que se estenderam ao mar Báltico e às ilhas Britânicas. Eram feitas em barcos a remos, por vezes com uma vela auxiliar. A costa era a principal referência e era a experiência pessoal que dava a orientação e a técnica usada. Mas também há referências a semelhantes expedições de povos nórdicos e orientais.

Índice:

Preâmbulo
Introdução
1 – Antecedentes medievais
2 – Navegação astronómica
3 – Instrumentação
4 – Cartografia
5 – Navios
6 – Geografia Física do Atlântico – Estudo de ventos e correntes
7 – Guias náuticos, roteiros e livros de marinharia
8 – Epílogo – Do Empirismo à Ciência
Quadro I – Instrumentos de observação do Sol
Quadro II – Cosmógrafos-mores: cronologia e obras
Quadro III – Assuntos científicos tratados na Aula da Esfera
Bibliografia


O AUTOR:

O autor formou-se em engenharia electrotécnica pelo IST em 1957, exercendo seguidamente actividade como projectista em áreas tão diversificadas como redes de distribuição, iluminação pública, instalações industriais e electrificação de grandes edifícios. Em 1969 transitou para a área de manutenção industrial. Finalizou a sua actividade de engenheiro como gestor de projectos e, após a conclusão destes, foi nomeado administrador de uma unidade fabril, actividade em que se reformou.
Simultaneamente, e desde 1962, geriu uma firma de comércio internacional, negócio familiar deixado em herança por seu pai. Exerceu também actividade em profissão liberal e como consultor de diversas empresas.
Após a reforma destas actividades dedicou-se à História, que fora sempre um seu “hobby”, licenciando-se e obtendo o mestrado em “História dos Descobrimentos e Expansão”, com a defesa duma dissertação sobre “A Arte de Navegar de Manoel Pimentel. (As edições de 1690 e 1712)”.

Detalhes:

Ano: 2017
Capa: capa mole
Tipo: Livro
N. páginas: 108
Formato: 23x16
ISBN: 978-989-689-656-0
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