O Milagre das Abelhas

Pela Nossa Saúde




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Autoria: Paula Branco

Sinopse:

O Milagre das Abelhas – pela nossa saúde é uma obra dedicada aos produtos da colmeia, especialmente dirigida ao grande público incluindo os Apicultores e amantes da Natureza. ¶ Com uma linguagem muito acessível e divertida, são colocadas em especial relevo a composição e características farmacológicas do Mel, Propolis, Geleia Real, Veneno da Abelha, Pólen, Pão de Abelha, Cera e Mel no favo, Apis Mellifica Homeopática e Larvaterapia. Os seus benefícios na saúde humana e veterinária são esclarecidos pelas mais recentes descobertas científicas. ¶ São também revelados os aspectos mais fascinantes dos comportamentos das abelhas da espécie Apis mellifera: as suas necessidades nutricionais, a forma como produzem o seu alimento, a colaboração e interajuda indispensáveis ao equilíbrio da colónia e a sua prodigiosa comunicação, usando danças para falar e vôos de debate democrático para tomar decisões importantes. ¶ A exploração da colmeia, metodologias de extracção, processamento e regulação da qualidade dos produtos são outros dos temas abordados. ¶ As colónias de abelhas são sentinelas do ambiente, e as questões ambientais críticas à sua sobrevivência são também discutidas neste livro. ¶ Em suma, com uma personalidade fortemente popular, este livro é um compêndio de informações, de conselhos e saberes aprofundados, que acrescenta ciência à medicina tradicional, sublinhando o valioso papel da Abelha e do Apicultor no ecossistema humano. ********************************************************* Ao escrever mel, o meu cérebro produz imediatamente esta imagem: um líquido viscoso, leve e doirado, que levo à boca numa colher. Os seus sabores subtis e reconfortantes amornam-me a boca. E eu lambo sempre a colher uma e outra vez até a pousar no lava-louça… ¶ Este é o mel do meu cérebro. ¶ E qualquer cérebro adora mel, porque nele está a fonte de energia com que os neurónios trabalham melhor: o açúcar. ¶ (…) ¶ A verdade é que, por detrás desta sua aparente simplicidade, o mel é um produto engenhosamente bioactivo e altamente complexo. ¶ A relação entre as abelhas e as flores, de que o mel resulta, é uma construção da Natureza, fundamentada por princípios de economia e de elevada eficácia.

Índice:

Introdução


PARTE I – INDICAÇÕES GERAIS DOS PRODUTOS
A nossa pequena farmácia
A Geleia Real
O Mel e a Melada
O Propolis
O Pólen
O Veneno da Abelha
A Apipunctura
O Pão de Abelha
A Cera
A Apis Mellifica Homeopática
Larvaterapia
O Ar da Colmeia
Eficácia da aplicação dos Produtos da Colmeia


PARTE II – CONHECER OS PRODUTOS

CAPÍTULO 1 – A GELEIA REAL
O que é a Geleia Real?
Influência da geleia real nas operárias e Rainha
“Leite e Pão para a Classe Operária”
“Dose reforçada para a Realeza”
Propriedades físico-químicas
A Composição da Geleia Real
Calorias
PROTEÍNAS E PÉPTIDOS
Aminoácidos
Enzimas
Lípidos
Minerais e Oligoelementos
Vitaminas
OUTROS COMPOSTOS
PROPRIEDADES MEDICINAIS
Efeitos no aparelho digestivo
Efeito protector do fígado
Efeitos no intestino
Efeito antibiótico
Efeito antifúngico
Efeitos no equilíbrio neuropsíquico
Efeitos nas células sanguíneas
Efeitos no aparelho cardiovascular
Na fadiga física e mental
Efeitos no sistema endócrino
Efeitos na alergia dos fenos
A GELEIA REAL NA SAÚDE
Na Medicina Tradicional Chinesa
Na pediatria
Na Anemia
Na gastrite e úlceras
Na colite
No fígado
Na fadiga física e mental
NAS DOENÇAS CARDIOVASCULARES
Na modulação da tensão arterial
Na aterosclerose
Na distrofia do miocárdio
Na isquémia cardíaca
NO SISTEMA NEUROLÓGICO
Nas Nevrites
NA OSTEOPOROSE
NAS GRIPES E CONSTIPAÇÕES
NO CANCRO
NA DIABETES
NA SEXUALIDADE
Na impotência ou astenia sexual
Nas alterações sexuais associadas à Menopausa
NA SAÚDE DOS OLHOS
NA PELE
Na mucosite provocada pela radioterapia
Nas Alergias
NO LUPUS ERITEMATOSO SISTÉMICO
NO DESPORTO
NA COSMÉTICA
GELEIA REAL FRESCA E LIOFILIZADA
Equivalência das dosagens
VALIDADE E CONSERVAÇÃO
Como tomar a Geleia Real fresca
Doses recomendáveis de Geleia Real Fresca
Doses recomendáveis de Geleia Real Liofilizada
Duração de um tratamento
Contra-Indicações
Adulteração da geleia real
Comercialização
Referências bibliográficas

CAPÍTULO 2 – O MEL
Como definir mel
Tipos de Mel
O néctar das flores
A adaptação mútua entre plantas e abelhas
O cérebro das plantas
Composição do néctar
Transformação do néctar em mel
CARACTERÍSTICAS DO MEL
A acidez é depuradora
O aroma é rico: mais de 600 compostos
A cor
Propriedades higroscópicas do mel
A Fermentação do Mel
A cristalização
A viscosidade
COMPOSIÇÃO DO MEL
A Família de açúcares
Proteínas e aminoácidos
Enzimas
O mel é um produto Simbiótico!
A Microbiota do Mel
Os sais minerais
A electrocondutividade do mel
As vitaminas do mel
Os Antioxidantes do Mel
Determinação do Mel Monofloral e Multifloral
• A predominância de pólenes
• Componentes específicos de alguns méis
• Perfil de açúcares no mel
• A cor, o aroma e o paladar
Méis multiflorais
EM DEFESA DO MEL PORTUGUÊS
O POTENCIAL DE CURA DO MEL
Em várias situações de fadiga
Nos distúrbios do sono
No aparelho gastrointestinal
• Na gastrite e úlcera
• No Intestino
• O mel é um cavalheiro muito selectivo!
• Benefícios do mel com leite ou com Iogurte
O mel como antifúngico
Proteínas antibióticas e antifúngicas
Nas Doenças Cardiovasculares e Hipertensão
No Fígado
Nas infecções virais
No Aparelho Respiratório
Mel rosado para a garganta irritada ou inflamada
Para acalmar a tosse
• Na tosse persistente pós-infecciosa
• Na tosse das crianças
Na gripe e constipação associada à bronquite
Favos de mel para a sinusite
Nas vias urinárias
Nas cãibras
Nos olhos
Em feridas
• Actividade desinfectante do mel
• O aumento da taxa de cura da ferida
Conselhos práticos de aplicação do mel em feridas
Nas queimaduras da pele
Na pele intoxicada ou queimada por radioterapia
Precauções na aplicação de mel em feridas e queimaduras
Pensos de mel medicinal
Outras afecções da pele
Nas dores musculares
Na saúde da boca
O mel na prevenção do cancro
• A crisina
O xarope do Padre Romano
Mel com Sementes de Nigela sativa
O Mel no desporto
Mel bruto e Mel processado
A MELADA
Indicações Terapêuticas da Melada
Propriedades medicinais de alguns méis
Mel com Ervas Aromáticas
Mel com Especiarias
Mel com Açafrão-da-Índia
Mel com Canela
Mel com vinagre de cidra: para perder gordura!
Mel com Óleos Essenciais
Mel com Propolis
O HIDROMEL
O VINAGRE DE MEL
O Mel na Cosmética
Massagem com mel
CONTRA-INDICAÇÕES DO MEL
Nos bebés
Na diabetes
Nos regimes de emagrecimento
Alergias
Litíase urinária e insuficiência renal
Detecção química de um mel de má qualidade
Formas de comercialização
Validade e Conservação
Referências bibliográficas

CAPÍTULO 3 – O PROPOLIS
Em defesa da cidade
Funções do Propolis na Colónia
Características físicas
Como é feito o Propolis
Fontes importantes de recolha
Dados estatísticos da propolização
COMPOSIÇÃO QUÍMICA
Açúcares
Minerais
Gorduras
Vitaminas
Aminoácidos
Fitoesteróis
Terpenos
Ceras
Flavonóides e Ácidos Fenólicos
O Propolis Português
Ácidos fenólicos e Flavonóides no Propolis Português
ACTVIDADES MEDICINAIS DO PROPOLIS
Actividade Antioxidante
Actividade antibacteriana
Actividade antifúngica nas micoses
Actividade antiparasitária
Actividade antiviral
Actividade imunomoduladora
Actividade anti-inflamatória
Na pele
Actividade analgésica
Actividade antitumoral
O PROPOLIS NAS DOENÇAS
No cancro
Na mucosite induzida por radioterapia
No Sistema Circulatório
Nas infecções respiratórias
Na tuberculose e na pneumonia
Na asma
Na rinite alérgica
Inalações com propolis
Nas doenças gastro-intestinais
Na hepatite
Na diabetes
Na homeostase em diabéticos
No colesterol associado à diabetes
Na protecção renal associada à diabetes
Nas infecções ginecológicas
Nas otites
Na ototoxicidade
Na saúde oral
Nas úlceras e aftas da boca
Na desinfecção dos canais dos dentes
Como analgésico e anti-inflamatório oral
Nos olhos
Nos ossos e cartilagens
Nas infecções dos ossos e tecidos moles
Nos problemas da tiróide
No aparelho reprodutor masculino
Nas doenças da Pele
Na doença de Leiner-Moussous
Na psoríase
Na tricofitia
Na hiperqueratose e epidermofitose
Nas doenças das unhas
Na tuberculose da pele
Nas queimaduras, feridas e úlceras
As feridas em pessoas com diabetes
Na queda do cabelo
Em veterinária
Na cosmética
A loção para o rosto
O creme para o rosto
O creme para os olhos
O creme para o corpo
O Propolis é tóxico?
Reacções ao propolis de mascar ou à tintura
Aplicações do Propolis fora da Medicina
Validade e Conservação
Formas de tomar Propolis
Referências bibliográficas

CAPÍTULO 4 – O PÓLEN
Pólen entomófilo e pólen anemófilo
A muralha do pólen
Diversidade genética do pólen
A polinização
Quando as Flores voam para as Abelhas…
A recolha e armazenamento do pólen
A transformação nutricional do pólen
Pólen fresco e Pólen seco
Pólen Dominante, Acessório e Isolado
COMPOSIÇÃO DO PÓLEN
O grau de Acidez
O teor de Água
Os Açúcares
As fibras insolúveis
Valor energético
A Gordura
O ratio das gorduras Omega-6:Omega-3
Fosfolípidos e lecitina
Factores de crescimento
Fitoesteróis e Terpenos
Proteínas
A qualidade biológica das proteínas
Vitaminas
Minerais e Oligoelementos
Enzimas
Polifenóis e capacidade antioxidante
Actividade antimicrobiana
Actividade antifúngica
O PÓLEN NA SAÚDE
Linhas de Força do Pólen
Na Fadiga
Na desintoxicação
Nos distúrbios do fígado e vesícula
No sistema urogenital masculino
Na função sexual e na líbido
Na infertilidade
Nas oscilações do humor: depressão e ansiedade
Na perda de apetite
Nos distúrbios gastrointestinais
Na diarreia
Na úlcera gástrica, na vesícula dilatada e na pancreatite
Na bronquite crónica
No sistema imunitário e prevenção do cancro
Actividade antiestrogénica do pólen
Nos efeitos colaterais da radioterapia
No controle do peso
No sistema cardiovascular
Na anemia e na memória
Na melhoria da visão
Na meia-idade e no envelhecimento
O Pólen e as Alergias
A dessensibilização com o Pólen de Abelha
Em Veterinária
Na Pele
No tratamento de feridas
No desporto
Efeito terapêutico do Pólen Unifloral
Efeito terapêutico do Pólen das Flores
Conservação e Validade
Possíveis contra-indicações
Comercialização
Como tomar pólen
Doses de Pólen
Referências bibliográficas

CAPÍTULO 5 – O VENENO DA ABELHA
A defesa da colónia
As feromonas de alarme
Reacção das operárias à primeira picada
Mecanismo da picada
A produção e variabilidade do veneno
COMPOSIÇÃO DO VENENO DA ABELHA
A Melitina na Farmacologia
A Melitina em nanopartículas no tratamento da SIDA
A Melitina na fibrose do fígado
Efeitos da Fosfolipase A2 na dermatite e psoríase
Efeitos da Adolapina
Efeitos da Apamina
A APITERAPIA NA MEDICINA
Métodos de Apiterapia com picada de abelha
Progressão até às 10 picadas
A técnica de Iorish
A técnica de Kuzmina
As Doses Terapêuticas
A dessensibilização com o veneno de abelha
A INFLAMAÇÃO
INDICAÇÕES DA APITERAPIA
O que é Artrite?
Apiterapia na Osteoartrite
A Artrite Reumatóide
Apiterapia na Artrite Reumatóide
Apiterapia na Artrose
Apiterapia na Gota
Tratamento local nas dores do reumatismo
AS DOENÇAS NEUROLÓGICAS
Apiterapia na Doença de Alzheimer
Apiterapia na Doença de Parkinson
A Esclerose Múltipla
Apiterapia na Esclerose Múltipla
A Esclerose Lateral Amiotrófica
Apiterapia na Esclerose Lateral Amiotrófica
Apiterapia no Cancro
No cancro de mama triplonegativo
No cancro de pele
No cancro do cólon e da próstata
Apitoxina e Melitina como agentes antivirais
Apiterapia contra os diabretes da Diabetes
Apiterapia no Sistema Cardiovascular
Apiterapia nos distúrbios da Pele
Em Feridas
Na Alopécia
Na Psoríase
Em Verrugas
Apiterapia na Oftalmologia
Apiterapia nos distúrbios da mente
A escola russa na Apiterapia
Apiterapia em Portugal
A APIPUNCTURA
Indicações
Mecanismo para silenciar a dor
Apipunctura na Lombalgia
O Ombro Congelado
Apipunctura no Ombro Congelado
Apipunctura na Dor do Ombro após AVC
Apipunctura na Doença de Parkinson
Tratamento da Doença de Parkinson no Ponto VB34
Acupunctura versus Apipunctura na Doença de Parkinson
Apipunctura na Esclerose Múltipla
Apipunctura na Artrite Reumatóide
Ponto Zusanli na dor e inflamação da artrite
Ponto Zusanli na Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA)
Ponto B23 na degeneração da artrite no joelho
Apipunctura e Aquapunctura no ponto VB 34 na artrite inflamatória
Apipunctura no ponto B40 na Dermatite Atópica
Apipunctura na Hiperactividade
Apipunctura nos Pontos E18 e VG1 na Perda de Leite Após Parto
A ALERGIA AO VENENO DE ABELHA
Tipos de reacção à picada das abelhas
Reacção local
Como proceder quando for picado
Reacção sistémica ao veneno da abelha
Intensidade da reacção sistémica
O número de picadas
O risco da reacção alérgica
Os alergénios das abelhas
Testes de alergia
Imunoterapia
Quem deve fazer imunoterapia?
APRESENTAÇÃO DA APITOXINA
CONTRA-INDICAÇÕES DA APITOXINA
Referências bibliográficas

CAPÍTULO 6 – O PÃO DE ABELHA
O Pólen para os humanos
O Pólen para as abelhas
A fermentação láctica
COMPOSIÇÃO DO PÃO DE ABELHA
A microbiota do Pão de Abelha
A importância da biodisponibilidade
Elementos nutricionais
Aminoácidos
Gorduras
Sais Minerais e Oligoelementos
Enzimas
Vitaminas
Fitoquímicos
Carotenóides
Substâncias hormonais
Compostos voláteis
Os Compostos Fenólicos
INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS
Na Anemia
Nas doenças cardiovasculares
Nas infecções
Actividade antitumoral
Nas doenças do fígado
Nos problemas digestivos e na colite
Nas úlceras do estômago e duodeno
Efeito Desintoxicante e Estimulante do Sistema Imunitário
Na dieta de emagrecimento
Disfunção da tiróide
Na Menopausa
Nas cólicas menstruais e na amenorreia
Na Osteopenia e Osteoporose
No raquitismo
Nas funções cerebrais
Nas doenças neurodegenerativas
No Desporto
Receita caseira de “pão de abelha”
O futuro do Pão de Abelha
Conservação e Validade
Referências bibliográficas

CAPÍTULO 7 – A CERA
Processo de produção da cera
Primeiro o alimento, depois a mobília!
A cera: o cartão de cidadão da colónia
O instinto para construir favos
Características dos favos
Transmissão das vibrações
Propriedades sensoriais da cera
Propriedades físicas e químicas
Composição
Variedades de Cera
Aplicações da cera
Propriedades terapêuticas
Branqueamento químico da Cera
Como branquear a cera em casa
Como armazenar a cera
Falsificação da cera
Referências Bibliográficas

CAPÍTULO 8 – A APIS MELLIFICA HOMEOPÁTICA
Princípios da Homeopatia
A Personalidade da Apis mellifica
Tintura-Mãe
Composição
As diluições homeopáticas
Preparação das diluições
Formas de apresentação
O que trata a Apis mellifica?
A dor de picada e o ardor
Picadas de insectos e Urticária
Dores no baixo ventre e ovários
Dificuldades respiratórias
Tensão no abdómen (peritoneu)
Nas doenças otorrinolaringológicas
Edema nas articulações
Panarício, furúnculos e abcessos
Infecções do tracto urinário
Posologia
Como tomar Apis mellifica
Precauções e Contra-Indicações
Referências Bibliográficas

CAPÍTULO 9 – A LARVATERAPIA
A criação de larvas
Sabor e Confecção de Larvas
Composição das Larvas
Actividade biofisiológica das larvas
Indicações da Larvaterapia
Alergias
Validade e Conservação
Regulação da criação de larvas
Medidas de Higiene
Toxicidade
Referências bibliográficas

CAPÍTULO 10 – TRATAMENTOS INTEGRADOS
Os 7 Mandamentos dos Produtos da Colmeia
Os produtos mais aconselháveis caso a caso
Indicações gerais das doses
Os produtos da colmeia em Pediatria
Terapia com o Ar da Colmeia
Indicações
A Massagem com mel
Referências bibliográficas


PARTE III – A COLMEIA

CAPÍTULO 11 – UMA COLÓNIA DE ABELHAS
O que vemos numa colmeia
As Funções da Rainha
Podem tratar-me por Vossa Alteza!
O Ninho
O ovo
A larva
Alocação dos recursos alimentares nas larvas
A Ninfa ou Pupa
A emergência
Os alvéolos e favos
A Arquitectura da Colmeia
Operárias: somos pau pra toda a obra!!!
Distâncias do Forrageamento
Produção de Mel e Pólen da Colónia
As necessidades da Colónia
A autoregulação da Colónia
O zangado Zângão!
Longevidade média das abelhas
O que não vemos numa colmeia
As bolas de fogo
Importância dos alvéolos vazios
A higiene da Colmeia
Xiuuu... 'tou a dormir!
A Enxameação e a Febre de Enxameação

CAPÍTULO 12 – A DANÇA DAS PALAVRAS
A necessidade de comunicar
A dança pelo petisco
O circuito em “8”
A que distância está o local?
Qual é a direção do local?
A dança em círculo
Tu danças o tango, eu prefiro o bolero, mas a gente entende-se!
A dança pela casa
A eleição da melhor casa!
O quórum
A casa ideal
A dança para enxamear
Danças para re-enxamear
Ah, maldita cocaína...!

CAPÍTULO 13 – FEROMONAS & COMPANHIA
O que são Feromonas
As Feromonas da Rainha
As feromonas do Ninho
As Feromonas do Zângão
As feromonas das Operárias
Informações detalhadas sobre as Feromonas
Referências bibliográficas da Parte III


PARTE IV – NA ROTA DA GENÉTICA

CAPÍTULO 14 – A REPRODUÇÃO À LUZ DA GENÉTICA
Conceitos básicos da genética
Cromossomas e ADN
O Gene e o Genoma
Células diplóides e células haplóides
A transformação da célula sexual e a meiose
Os cromossomas sexuais
Alelos
A sexualidade nas abelhas
Fémeas diplóides e machos haplóides
A Determinação do Sexo na Colónia
A Genética do Zângão
A genética das Operárias
A afinidade genética das operárias com a Progenitora
Descendentes viáveis e inviáveis na colónia
A substância do canibalismo
Os alvéolos vazios
Os zângãos e a viabilidade dos descendentes
A colónia é um eterno feminino
Zângão: 16 cromossomas com um par de asas?
As Super-Irmãs na colónia
Funções de alguns genes na Abelha Melífera
Os genes do olfacto
Os genes do gosto
Os genes da desintoxicação
Os genes da imunidade
A Força Imunitária nas três Castas
Os genes das proteínas da Geleia real

CAPÍTULO 15 – DEPOIS DA ABELHA ANCESTRAL…
A abelha ancestral
As abelhas Bombus terrestris
As abelhas Apis
As Meliponíneas
A abelha assassina
Referências bibliográficas da Parte IV


PARTE V – A APICULTURA

CAPÍTULO 16 – AS DORES DE CABEÇA DO APICULTOR
A Enxameação: sinais e sintomas
Por que motivo enxameiam?
O instinto para a preservação da espécie
Excesso de indivíduos na colónia
Factores ambientais
A Substância da Rainha
Rainhas fracas

CAPÍTULO 17 – A EXPLORAÇÃO DA COLMEIA
A alimentação artificial
A transumância
Criação de Rainhas
Cruzamento de rainhas
O bem-estar das Colónias
O Local do apiário
O acesso
As pastagens
Proximidade da água
Temperatura local e exposição aos elementos
Riscos de contaminações
Posicionamento das colmeias
Perímetros de Segurança na instalação das colmeias
A EXTRAÇÃO DOS PRODUTOS
COMO SE FABRICA A GELEIA REAL
Regulação da geleia real
COMO SE FABRICA O MEL
Regulação da qualidade do Mel
COMO SE FABRICA O PROPOLIS
Relevância dos solventes dos extractos do propolis
Qualidade padrão do Propolis
COMO SE FABRICA O PÓLEN
O padrão mundial de pólen de abelha
Critérios macroscópicos e microscópicos
Segurança microbiológica
Limites de tolerância para Microrganismos
Áreas de pastagem das abelhas
Características Organolépticas
Composição nutricional
A rotulagem dos produtos
Condições de Armazenamento
COMO SE FABRICA A APITOXINA
O Caça-Veneno
COMO SE FABRICA A CERA DE ABELHA
Avaliação da qualidade da cera

CAPÍTULO 18 – O COLAPSO DAS COLMEIAS
Tudo começou nos Estados Unidos
Casa arrombada, trancas à porta!
Dados da mortalidade das abelhas
Causas para o Colapso das Colmeias
O risco dos organismos geneticamente modificados
As ameaças às abelhas na União Europeia
As ameaças às abelhas em Portugal
Infecções das colónias por microrganismos
Predadores: a Vespa velutina
A falta de floração no final do verão
Grande concentração de colónias nas áreas de floração
Os pesticidas na agricultura
A Gutação é um novo risco?

CAPÍTULO 19 – E SE NÓS AJUDARMOS AS ABELHAS?
Referências bibliográficas da Parte V
Conclusão
Contactos de interesse


AUTORA:

Paula Branco é licenciada em Estudos Ingleses e Alemães pela Faculdade de Letras de Lisboa. Tem o curso de Naturologia (Escola Superior de Biologia e Saúde), pós-graduação em Osteopatia (Universidade Lusíada de Lisboa) e formações suplementares em Radiologia e Neuroimagiologia (Universidade Nova de Lisboa) e em Clínica Psicanalítica (Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias de Lisboa). Acreditada pelo Ministério da Saúde, presta consultas de Naturologia em Lisboa, desde 2006. ¶¶ É autora das seguintes obras: Os Segredos de Cura das Abelhas, Noni e Menopausa e Andropausa.

Detalhes:

Ano: 2018
Capa: capa mole
Tipo: Livro
N. páginas: 602
Formato: 24x17
ISBN: 978-989-689-767-3
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