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	<title>Loja &#8211; Edições Colibri</title>
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	<title>Loja &#8211; Edições Colibri</title>
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		<title>Se Tu me Am@sses&#8230; Segunda temporada e Outros textos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Manuel]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 May 2026 19:06:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
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<div class="column">

“Se Tu me Am@sses... Segunda Temporada” reencena a queixa da primeira temporada, reiterando que não amamos o suficiente ou verdadeiramente quando não vemos a outra pessoa em sua humanidade. A peça é uma carta poética e pedagógica de um novo amor digital, uma mescla de amor líquido e sólido. Como uma espécie de manifesto do amor cyborg: um amor sem fronteiras; sem gêneros binários e fixos; sem medo da conexão; contra a violência e a indiferença; contra a falta de cuidado; contra a não aceitação das dores, das feridas, dos desejos e dos defeitos (não só qualidades) de quem dizemos amar.

[Cecília MacDowell Santos] ***

“@s Professor@s têm sempre razão” é o espetáculo de estreia de um grupo de Stand Up Comédia, formado por quatro jovens, que se intitulam CARETAS.PT. Na qualidade de estudantes, abordam te- mas e problemas ligados à Escola e à Educação em geral. Os espetáculos funcionam como uma assembleia geral de alun@s, em que todas e todos têm o seu “lugar de fala”, numa escola que se quer democraticamente participativa e criativa.

[Teresa Henriques]

</div>
</div>
</div>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="section">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<p>Teresa Henriques é diretora artística do Teatro Improviso de Intervenção. Doutora em Ciências da Educação pela Universidade Nova de Lisboa e Mestra em Educação Artística – Especialização em Teatro, pela Universidade do Algarve. O seu trabalho foca-se na desconstrução de identidades discriminatórias e na democratização da escola através das artes, tendo como referência as metodologias do Teatro do Oprimido (Augusto Boal) e os Jogos de Improvisação de Viola Spolin, a partir de uma perspetiva interseccional. Atualmente, também dirige o AlF@ Coletivo de Teatro e o Grupo Stand Up Caretas.pt do AEJBV, em São Brás de Alportel. Entre outras publicações, é coautora da obra Teatro Improviso de Intervenção: Nove dramaturgias para consumo sustentável (Coleção Cruza- mentos, vol. 3, Edições Colibri, 2023).</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
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		<item>
		<title>Ucrânia – Variações de uma Guerra Inacabada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Manuel]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 14:52:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Nos tempos em que assistimos na Europa ao início de uma cer­ta «caça às bruxas» com tiques de macartismo, esta publicação é uma contribuição singela para a promoção de um debate plural e democrático de que as socie­dades europeias não se podem arredar, e em que têm urgente­mente de se envolver, antes que seja tarde. (...)

Procurei neste livro fazer uma leitura alternativa àquela que é veiculada pela «Comunicação Estratégica» onde o espaço para o debate é cada vez mais exí­guo. Em última análise, temos em mente o caminho perigoso que percorremos diariamente, onde passou a prevalecer o medo de ter opinião, onde o pensamento diferente significa frequen­temente banir, excluir, margina­lizar, segregar, onde se esvai a coragem de dizer o que alguém não gosta que seja ouvido, por­que pode ter consequências pes­soais, no emprego, na carreira...

* * *

«(…) Quando a Rússia invadiu a Ucrânia há quase três anos, o presidente Joe Biden esta­beleceu três objetivos para a resposta dos EUA. A vitória da Ucrânia nunca esteve en­tre eles.»

[Eric Green, <em>Time</em>, 19/01/2025]

«…A razão pela qual não os fornecemos [<em>ATACMS</em>] deve­-se ao facto de (…) os Estados Unidos não disporem de um <em>stock </em>suficiente destes equi­pamentos para satisfazer as nossas necessidades básicas de dissuasão.»

[Jake Sullivan, <em>Harvard Kennedy School, </em>15/04/2025]

Número de páginas: 382
1.ª edição: Maio de 2026]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Carlos Branco é Major-General do Exército na situação de reserva. Entre outras funções, foi observador militar da ONU no conflito da ex-Jugoslávia, entre agosto de 1994 e fevereiro de 1996. Ainda nesse ano, ao serviço da OSCE, desempenhou as funções de monitor eleitoral nas primeiras eleições realizadas na Bósnia após os acordos de Dayton. Ao serviço da ONU exerceu ainda funções na Divisão Militar do Secretariado da ONU, em Nova Iorque, para as quais foi selecionado, onde nas funções de Peacekeeping Affairs Officer foi desk officer das missões da ONU no Médio Oriente (Israel, Líbano, Síria e Iraque/Kuwait).</p>
<p>Foi igualmente selecionado para as funções de porta-voz do Comandante da Força da OTAN no Afeganistão; assim como para Diretor da Divisão de Cooperação e Segurança Regional do Estado-Maior Militar Internacional da OTAN, em Bruxelas, onde foi responsável pelo planeamento estratégico da cooperação militar da OTAN com os seus parceiros.</p>
<p>Foi também Subdiretor do Instituto de Defesa Nacional e do Instituto de Estudos Superiores Militares. Presentemente é investigador integrado na Universidade Autónoma de Lisboa onde lidera um projeto no âmbito das técnicas e métodos da Resolução de Conflitos.</p>
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		<title>Três Novelas de Guiomar Torresão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Manuel]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 May 2026 13:59:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="layoutArea">
<div class="column">

Uma alma de mulher é o romance que marca o início da carreira de Guiomar Torresão enquanto ficcionista. Publicado inicialmente no jornal A Voz Feminina, marco do proto-feminismo português, a obra seria republicada em livro em 1869. Tendo como protagonista uma mulher, e caracterizando-se como o relato autobiográfico da sua jovem vida, este romance aproveita vários tropos do Romantismo para lhes dar uma inflexão pouco convencional ao retratar uma amizade entre mulheres marcada pela linguagem e imagética romântica. A este seguiram-se outros textos, hoje esquecidos pela crítica e pelo público, que nos apresentam uma visão feminina da sociedade oitocentista e das suas dinâmicas de poder e opressão.

O presente volume contém a republicação, ao fim de mais de cem anos, de apenas três dessas estórias, na esperança de que, como eu, outros vejam nelas uma voz essencial à compreensão da literatura e da cultura portuguesas.

</div>
</div>
</div>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="section">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<p>Guiomar Torresão (1844-1898) foi uma escritora e jornalista portuguesa que tem sido sobretudo lembrada pela fundação do periódico Almanaque das Senhoras (1871) e que se destacou como uma das poucas mulheres da sua época a alcançar a emancipação financeira. A sua actuação no meio intelectual português teve início com publicações sobre a emancipação da mulher no periódico A Voz Feminina (1868-69), onde publicou também em folhetins o seu primeiro romance, que viria, em 1869, a ser editado em livro – Uma alma de mulher. No decurso da sua carreira, Torresão fez uso de estratégias que lhe permitiram captar a atenção do público e, senão a aceitação, pelo menos a tolerância da maior parte da elite intelectual do país. Foi forte defensora da instrução feminina e um exemplo de perseverança na luta pela igualdade de oportunidades no mundo das letras.</p>
<p>Prólogo e edição: Mónica Ganhão é doutorada em Estudos Portugueses e Românicos pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, no âmbito do qual escreveu a tese “Mulheres entre homens: dinâmicas de género na narrativa portuguesa oitocentista”. Tem desenvolvido investigação na área de Estudos Portugueses e de Estudos sobre as Mulheres, focando-se na edição e análise de literatura de autoria feminina do século XIX. Presentemente colabora com três centros de investigação: o Centro de Estudos Clássicos e o Centro de Estudos Comparatistas da FLUL e o IELT da FCSH-NOVA. Trabalha como professora de Português Língua Estrangeira no Instituto de Cultura e Língua Portuguesa, também na FLUL.         (mon.ganhao@gmail. com)</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
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		<title>Ruas de Silêncio e Penitência – A procissão do Ecce Homo da Misericórdia de Braga</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Manuel]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 May 2026 13:54:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="layoutArea">
<div class="column">

O estudo da procissão do Ecce Homo da Misericórdia de Braga na longa duração permitiu efetuar uma abordagem consistente e ter uma perceção do fenómeno que se torna inexistente quando a dimensão temporal é mais limitada.

Este livro sublinha a composição da procissão ao longo dos séculos, permitindo conhecer muitos aspetos completamente inovadores. Traçamos grandes quadros e descemos ao micro, dando a conhecer os fogaréus, os ingredientes das suas refeições e dos penitentes, mas também a iluminação da igreja e do itinerário que recebia a procissão. A lenha, as canhotas, os alguidares onde estas eram posicionadas, os fogaréus e os materiais colocados para os fazer arder são aspetos que só um estudo micro e prolongado no tempo permite avaliar e compreender. E o mesmo se refira quanto aos homens da segurança, à música, aos penitentes, ao andor, às bandeiras, às ruas, aos anjinhos, à presença do clero e à meteorologia, ou seja, a todos os elementos que integravam a procissão e a tornavam dinâmica e próxima dos fiéis. Apresentamos também rostos de vários dos seus intervenientes, quer na condição de benfeitores, quer na condição de pobres.

Esta procissão apresenta hoje uma vitalidade crescente, atraindo um público que procura na cidade e nas suas manifestações religiosas e culturais da semana santa novas vivências, desafiando um tempo diferente que tenta associar a fidelidade à ancestralidade com as exigências dos nossos dias.

</div>
</div>
</div>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Autora: Maria Marta Lobo de Araújo é Professora Catedrática no Departamento de História da Universidade do Minho e investigadora do Lab2PT. É ainda membro da Academia Portuguesa da História e Curadora do Centro Interpretativo das Memórias da Misericórdia da Misericórdia de Braga.</p>
<div class="page" title="Page 1">
<div class="section">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<p>Publicou muitos artigos em revistas especializadas e indexadas e é autora de vários livros e capítulos de livros. Recebeu prémios e ou homenagens de índole académica e cívica.<br />
A sua atividade científica tem reconhecimento internacional, tendo realizado comunicações em congressos, seminários, colóquios e conferências, em distintas universidades portuguesas e estrangeiras de vários continentes. Possui uma forte ligação à comunidade local com quem mantém uma permanente colaboração.</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Uma Questão de Honra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Manuel]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 May 2026 13:46:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="layoutArea">
<div class="column">

Este livro é o corolário de uma investigação realizada por mim durante cerca de 20 anos aos abusos, ilegalidades e injustiças cometidas pelo Exército durante o regime fascista entre 1970 e 1974 e durante o regime democrático de 2006 a 2026. Só pessoas de convicções fortes e com reconhecida coragem moral que lutaram contra o regime ditatorial antes do 25 de abril de 1974 e pós 25 de abril pelos seus direitos de cidadania e em defesa da sua honra e dignidade conseguem efetuar um exaustivo e difícil trabalho de investigação durante tantos anos. E para não o tornar monótono só com a descrição deste malfadado processo, resolvi completar o livro com outros temas que eu acho também importantes e vem complementar a informação transmitida no meu 1o livro. Informação também ela fruto de investigação, também documentada, que enriquecem esta obra, nomeadamente os capítulos dos meus antepassados, Os Pupilos do Exército e a Descolonização de Angola da qual fui igualmente protagonista. Os homens mudam, as ações praticadas responsabilizam as pessoas que estavam no poder, mas as instituições não, essas continuarão a existir ao longo dos séculos como até hoje, mas os danos produzidos que marcaram e afetaram as pessoas, esses permanecerão para sempre.

***

Durante o período de 1982 a 1993, colocado no DGMT em Linda-a-Velha, fui escolhido para acompanhar diversos projetos e fabricos de equipamentos de comunicações para as Transmissões do Exército. Em 1993 fui promovido a Major e sou nomeado para a missão da ONU em Moçambique, enquadrando o Batalhão de Transmissões N.o 4. Em 1999 fui promovido a Tenente- coronel. De 2001 até 2007 até à minha passagem à reserva desempenhei as seguintes funções: Diretor do DGMT (Depósito Geral de Transmissões), Inspetor da DST (Direção dos Serviços de Transmissões), Subchefe dos Serviços de Transporte do Comando da Logística do Exército e Chefe do Gabinete de Auditoria Técnica e de Qualidade da DCSI (Direção de Comunicações e Sistemas de Informação). Na reserva e reforma desempenhei funções de Secretário-geral da AOFA. É autor do livro Memórias de um Combatente, Antes e depois do 25 de Abril de 1974, lançado para comemorar o cinquentenário desta data histórica para o povo português.

Número de páginas: 432
1.ª Edição: Maio de 2026

</div>
</div>
</div>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="section">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<p>João Pedro Quintela Leitão, filho de João Pedro Quintela Leitão e de Maria dos Anjos Quintela Leitão, nasceu no Fundão em 17 de março de 1948. Casado com Ida Quintela Leitão, pai de Pedro Quintela e Bruno Quintela e avô de Bernardo Quintela, Francisco Quintela, Rúben Quintela e Mara Quintela. Antigo aluno dos Pupilos de o Exército (1960-67), foi incorporado no Exército como 2.o Sargento e passados 18 meses, janeiro de 1969 embarcava para Angola para a 1.a Comissão por imposição. Regressado em 17 de fevereiro de 1971 é promovido a 1.o Sargento em junho do mesmo ano. Entre 1970 e 1974, desenvolvi uma luta para passar à disponibilidade. Vendo os meus 8 requerimentos indeferidos fui obrigado a fazer mais uma comissão em Angola em 1975. De 1978 a 1980 frequentei o ISM e sou promovido a Alferes em 1980, a Tenente em 1981 e a Capitão em 1984.</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
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		<title>Tratado da Cidade de Portalegre</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Manuel]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 May 2026 13:40:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="layoutArea">
<div class="column">

O nosso tratadista começa a obra referindo as origens de Portalegre e do seu nome – porto alegre e também por vezes porto triste; depois, sobre a cidade e arredores, refere o sistema de abastecimento de água, os seus bispos e conventos, mas também a descrição das obras da Sé: artistas que nela trabalharam, tesouros e benfeitores – e mesmo a proveniência dos riquíssimos paramentos que terão sido comprados a ladrões que os trouxeram de Inglaterra.

Mais curiosos apontamentos nos dá ainda o nosso escritor: a disputa havida entre os frades franciscanos e os jesuítas por causa de uma imagem de S. Francisco colocada na porta de Alegrete, tendo sido o bispo D. Diogo Correia atacado a varapaus por mulheres que viviam no corro; a guerra travada entre as gentes de Portalegre e as gentes do Crato, por causa dos bois que pastavam onde não deviam; o perdão dado a uma mulher adúltera, já subindo à forca; ou as grandes festas com touradas, procissões, canas e luminárias que houve na cidade, por ocasião do nascimento do príncipe, filho de Filipe III.

Número de páginas: 154
1.ª edição: Maio de 2026

</div>
</div>
</div>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<p>Autor: Diogo Pereira Sotto Maior, nascido de boa família em meados do século XVI, na freguesia de Alegrete, no monte dos Muachos, passou os primeiros anos em Portalegre, em cuja Sé foi “minino de coro”. Terá estudado em Alcalá, ou Salamanca. Regressado a tempo inteiro à região que o viu nascer e crescer, começou a sua atividade pastoral no monte dos Galegos, em Marvão, e rumou à cidade servindo a Sé, onde ocupou os cargos de maior confiança e donde nunca mais se afastou.</p>
<div class="page" title="Page 1">
<div class="section">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<p>Algures, debaixo do respetivo lajeado, está sepultado. Acompanhou os primeiros bispos da diocese. É precisamente a pedido de D. Rodrigo da Cunha, que o padre Diogo Sotto Maior dá volta aos seus cadernos e cartapácios para redigir “o livro” a que chamou Tratado da cidade de Portalegre.</p>
<p>Introdução e notas: Leonel Cardoso Martins nasceu no concelho de Proença-a-Nova em 1938 e morreu em Portalegre em 2020, cidade que o acolheu e que considerava como sua. Licenciou-se em Filologia Clássica pela Universidade de Coimbra, depois de estudos como seminarista em Alcains.</p>
<p>Professor no Externato Diogo Mendes de Vasconcelos, em Alter do Chão, na Figueira da Foz e na escola Secundária Nuno Álvares, em Castelo Branco. Em Portalegre, exerceu no Colégio de Santo António, na Secundária Mouzinho da Silveira, no Magistério Primário e na Escola Superior de Educação. Professor de Português e de Literatura Portuguesa, era fluente em Latim, Grego e Português antigo. Foi ainda professor de Pedagogia.</p>
<p>Casado com a também professora Maria de Lurdes Cordas Marmelo Cardoso Martins, tiveram três filhos: Isabel, Rui e Margarida, aos quais quiseram passar o amor pelo Alentejo, o respeito pela cultura local e pelo trabalho.<br />
Destacou-se por um firme empenhamento cívico e social, integrou várias instituições, entre as quais a Associação de Solidariedade Social dos Professores.</p>
<p>A edição anotada do Tratado da cidade de Portalegre (1.a edição na Imprensa Nacional Casa da Moeda, 1984) tomou-lhe longos meses de estudo e de escrita, com base no manuscrito original de Diogo Pereira Sotto Mayor (1619).</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
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		<title>25 de Novembro de 1975 – Testemunhos do Povo Fardado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Manuel]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 May 2026 19:46:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="layoutArea">
<div class="column">

O livro inclui os testemunhos de atores representativos do “Povo Português”, ou seja, os jovens militares que, cumprindo o Serviço Militar Obrigatório (SMO), participaram nas operações mais significativas do 25 de Novembro de 1975. Fazendo parte de diferentes unidades, vencedoras e vencidas, apresentam a sua visão dos acontecimentos, com uma linguagem muito simples e pouco politizada. São militares que serviram nas Forças Armadas portuguesas e que estiveram envolvidos no 25 de Novembro de 1975 em dois dos mais significativos episódios: a ocupação das Bases Aéreas (BA) e do Comando da Região Aérea n.o 1 em Monsanto, por parte dos Paraquedistas; e a detenção do comando do Regimento de Polícia Militar (RPM) por parte dos Comandos, que daria origem à morte de três militares.

“Esta obra constitui, assim, mais uma fonte primária para a consolidação do estudo do 25 de Novembro de 1975, e um contributo para 'reconhecer e celebrar, de forma plural e inclusiva, a coragem dos que, num tempo conturbado e incerto, asseguraram a legalidade democrática, a proteção das liberdades fundamentais e a salvaguarda da paz civil em Portugal'.”

Número de páginas: 230
1.ª Edição: Maio de 2026

</div>
</div>
</div>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Coordenação da obra:</p>
<div class="page" title="Page 1">
<div class="section">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<p>João Vieira Borges – É Major-General do Exército, presidente da Comissão Portuguesa de História Militar, Vice-Presidente da Comissão Internacional de História Militar e membro da Comissão para as Comemorações do 50.º aniversário do 25 de Novembro de 1975.</p>
<p>Da sua longa carreira militar destaca-se o comando de unidades durante mais de treze anos, designadamente do Regimento de Artilharia Antiaérea (2006-2008) e da Academia Militar (2016-2020).<br />
Doutorado em “Ciência Política” e mestre em “Estratégia” e em “Ciências Militares – Artilharia” é comentador nos órgãos de comunicação social na modalidade de serviço público, autor e co-autor de 30 livros e mais de 215 artigos.</p>
<p>***</p>
<p>Andreia Sofia da Silva – É licenciada em Jornalismo pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, mestre em História Contemporânea pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa e aluna de doutoramento na mesma área e instituição de ensino. É jornalista no diário Hoje Macau. Na área da investigação académica, tem-se dedicado sobretudo à História de Macau do século XX, com incidência no período do Estado Novo. Viveu em Macau entre os anos de 2011 e 2019.</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
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		<item>
		<title>escrever FLORBELA ESPANCA – 41 autores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Manuel]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 May 2026 19:40:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="layoutArea">
<div class="column">

Bem sabemos que os grandes criadores e visionários (em qualquer área literária/criativa/artística, bem como do Conhecimento em geral) não morrem nunca, pois a sua passagem/experiência por esta reencarnação, o seu legado literário e humanístico, bem como a sua mensagem essencial, irão permanecer para sempre e desafiar, “orientar” e inspirar as futuras gerações. Florbela Espanca foi visionária, tão telúrica quanto metafísica, também algo “celestial”, tão sombria quanto luminosa, tão... Foi uma mulher muito à frente do seu tempo, que ousou pensar e viver “fora da caixa”, tendo contribuído para a mudança que se impunha e desejava, ajudando a construir um novo paradigma que nos continua a surpreender a vários níveis (cultural, artístico, social, erótico, político, axiológico, religioso...). A mundividência de Florbela, revelada no seu extraordinário legado literário, continua a surpreender-nos. Aqui vos apresentamos uma mulher diferente, com vários interesses (e não propriamente os mais típicos e supostamente esperados pelas mulheres do seu tempo), caprichos, gostos..., que procurava todos os dias satisfazer as suas várias paixões e a sua imensa curiosidade pela vida, a fim da compreensão da “condição humana”, aplicando a “dialética da Alma” e assim lutando nas várias batalhas internas e externas como “guerreira do Amor e da Paixão”.

ÂNGELO RODRIGUES
Excerto do texto “Avulsas Impressões” (Coordenador e, talvez, aprendiz de Sentido e/ou crítico literário; fevereiro de 2026)

Número de páginas: 436

</div>
</div>
</div>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Coordenação literária: Ângelo Rodrigues<br />
Autores: <span style="font-size: 16px">Acácio Costa, Amilton Conté, Ana Brandão, Ana Maria Oliveira, Antónia Amaral,  António Busca, António C. Guerreiro, António Mota, António Ramalho, Beatriz Rosário, Carla Lopes, Carlos Guerra Vicente, Charles Saint Wells, Cidália Fernandes, Constantino Morais, Egídio Piteira Santos, Galvão-Lucas, Graça Santos, Isabel Melo, </span><span style="font-size: 16px">Jacinto Cristo Esperança, Joaquim Cândido de Gouvêa, Joaquim Coelho, Jorge de Matos, José Catalão, José Moreno, Julieta Teixeira Marques de Oliveira, Manuela Henriques, Manuela Vaz de Carvalho, Marcia Agrau, Marco Caldeira, Margarida Chagas Lopes, Maria de Fátima Rocheta Bastos, Maria Flor do Prado, Maria Romão, Palmira Clara, Paulo Nascimento Guerra, Rosa Luizári, Sara Paiva, Sérgio Fonseca, Teresa Taveira e Virgínia de Sá.</span></p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Territórios Inquietantes. O medo na Literatura  e nas Artes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Manuel]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 May 2026 19:31:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[No vasto espectro da constelação emocional, e instituindo-se como uma das emoções basilares da condição humana de acordo com a taxonomia proposta por William James, o medo manifesta-se, pela palavra ou pelo silêncio, de forma transparente ou camuflada, através de reacções e fobias invariavelmente reveladoras de uma alma inquieta e perturbada. Do ponto de vista cultural, a sua incursão por territórios artísticos diferenciados, da literatura ao cinema e outras artes, consubstancia-se em múltiplas representações diegéticas e visuais que enfatizam e problematizam a sua natureza polimórfica, e onde se projectam os receios que, consciente ou inconscientemente, assombram as paisagens do Ser e do Sentir. Esta edição reúne as comunicações apresentadas no 2.º Seminário Internacional Literatura e Emoções “Territórios Inquietantes: O Medo na Literatura e nas Artes”, que decorreu na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, nos dias 15 e 16 de Abril de 2024, inserido no grupo MORPHE do CEComp, da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.

* * *

No caso particular deste breve estudo, focar-nos-emos nas representações literárias do medo. Entendido como um estado afetivo suscitado pela consciência do perigo ou que, ao contrário, suscita essa consciência, medo é sinónimo de temor, receio, ansiedade irracional ou fundamentada e, mesmo sendo um fenómeno que releva da psicologia, o medo, individual ou coletivo, motiva diálogos interdisciplinares com outros domínios do saber, tais como a antropologia, a filosofia, a história, a sociologia e, natu­ralmente, a arte ou a literatura.

[SARA REIS DA SILVA ‒ Universidade do Minho]

Número de páginas: 126
1.ª edição: Maio de 2026]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Organização da obra:</p>
<p>M. FRANCISCA B. B. DE ALVARENGA Francisca de Alvarenga é membro em formação e bolseira do CEComp. O seu doutoramento foca-se nas assombrações femininas na literatura e no cinema de terror desde o século XIX até à contemporaneidade. O mestrado (Aarhus, Dinamarca) incidiu na representação e recepção da bissexualidade em <em>Call Me By Your Name</em>.</p>
<p>GERD HAMMER (PhD, Philipps-Universität Marburg / Alemanha, 1989) é professor do Departmento de Estudos Germanísticos (Faculdade de Letras, Universidade de Lisboa). É membro do CEComp como parte do projecto <em>Aesthetics of Memory and Emotions</em>.</p>
<p>LUÍS CARDOSO (PhD, Universidade de Coimbra, 2007) é professor do Departamento de Ciências da Linguagem e da Comunicação da Escola Superior de Educação e Ciências Sociais do Instituto Politécnico de Portalegre e é investigador do CEComp.</p>
<p>TERESA MENDES (PhD, Universidade de Lisboa, 2009) é professora do Departamento de Ciências da Linguagem e da Comunicação da Escola Superior de Educação e Ciências Sociais do Instituto Politécnico de Portalegre e é investigadora do CEComp.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Provérbios Santomenses – Véssu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Manuel]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 May 2026 19:25:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="layoutArea">
<div class="column">

A utilização dos provérbios na comunicação afigura-se como um recurso que contribui para a coesão social, na medida em que o reconhecimento mútuo das afinidades existentes no seio da comunidade e o sentimento de pertença ao grupo facilitam a convivência entre os falantes (...) por reconhecerem que partilham a mesma identidade, resultante de experiências de vida em comum, a partir das quais se tiraram ilações, estabeleceram-se valores e normas de conduta relacionados com as inúmeras situações da vida individual, interpessoal e comunitária, com outros elementos da natureza, com o Universo, com Deus e, quiçá, com outras entidades, tornando-se, assim, fontes de sabedoria, veículos de expressão do saber tradicional, contribuindo para a formação da identidade do ser santomense.

[DO PREFÁCIO]

***

Caldeados ao longo dos tempos e transmitidos oralmente, de geração em geração, os provérbios constituem um verdadeiro repositório da cultura de São Tomé e Príncipe, sendo, também, reflexo do modo de ser e estar, crenças e valores que enformam a sociedade santomense, em suma, refletem as idiossincrasias dos santomenses.

[DO PREFÁCIO]

Número de páginas: 72

1.ª edição: Maio de 2026

</div>
</div>
</div>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="section">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<p>Albertino Homem dos Santos Sequeira Bragança nasceu em 1944, em São Tomé e Príncipe. Foi Funcionário da Companhia de Seguros “Garantia Funchalense”, em Lisboa; Técnico da Divisão de Estatística do Ministério do Trabalho e Previdência Social, igualmente em Lisboa; Professor, Presidente da Comissão Diretiva e Diretor no Liceu Técnico de S. Tomé. Mais tarde veio a desempenhar, entre muitos outros, os cargos de Diretor do Gabinete de Estudos e Pesquisas Pedagógicas do Ministério de Educação e Cultura; Delegado santomense ao “Acordo Ortográfico de Língua Portuguesa” na Academia Brasileira de Letras (Rio de Janeiro) e na Academia de Ciências de Lisboa; Ministro da Educação e Cultura e Desporto; Embaixador de Boa Vontade da CPLP; Chefe da Missão de Observação da CPLP às Eleições Presidenciais na Guiné-Bissau; Embaixador Santomense na Disponibilidade, etc.</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
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