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	<title>Loja &#8211; Edições Colibri</title>
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	<title>Loja &#8211; Edições Colibri</title>
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		<title>Património Artístico no Alentejo do Mármore &#8211; Escultura ao Romano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Manuel]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 14:06:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O livro "Património Artístico no Alentejo do Mármore − Escultura ao romano", do historiador de arte Francisco Bilou, constitui uma das mais importantes contribuições saídas nos últimos anos no campo desta disciplina e será, sem dúvida, uma obra de referência incontornável para as novas gerações de estudiosos e investigadores. O enfoque realizado sobre a produção artística do mármore extraído das pedreiras do Sul durante o reinado de D. João III não estava feito (pesem pontuais contribuições) e permite agora analisar e avaliar em novos moldes o vasto património lavrado nesse material, segundo um enfoque que parte do olhar micro-artístico para atingir a visão globalizante.
A solidez da metodologia, assente na pesquisa de arquivo, no levantamento de campo, no estudo das obras e no comparativismo técnico-estilístico, não estranha vinda de um autor que nos habituou, em muitos trabalhos anteriores, a seguir com rigor militante esse modus operandi.

[Vitor Serrão (Historiador de Arte, Prof. Catedrático Emérito da Universidade de Lisboa)]

* * *

Os três mestres escultores a trabalhar no território do mármore – Nicolau Chanterene, Francisco Lorete e Pero Gomes – são o bom exemplo dessa prática interdisciplinar, eclética na escala e na matéria, que radica grandemente na competência do desenho e na perícia do entalhe da pedra e da madeira. De resto, esta tríade de artistas, expressando a sua arte no mármore estatuário de Estremoz, matéria, ela própria, sinónimo de romanidade, foi a responsável pelo singular conjunto de obras aqui estudadas, distribuídas pela geografia alentejana do mármore.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Francisco Bilou (Évora, 1960). É licenciado em História, Ramo Património Cultural (1999) e Mestre em Arqueologia &amp; Ambiente (2009), ambos os graus académicos pela Universidade de Évora, e Doutorado em História da Arte pela Universidade de Coimbra (2024).<br />
Depois de uma década ligada ao desenho gráfico e artístico nos quadros técnicos da Câmara Municipal de Évora, passou à carreira de técnico superior (1999) nas áreas da Educação, Património, Cultura e Turismo, exercendo nesta última área o cargo de chefe de divisão entre 2004 e 2010. Foi técnico superior no Museu Nacional Frei Manuel do Cenáculo de 2019 a 2023, onde comissariou a exposição sobre Dordio Gomes, Inéditos de um pintor na Intimidade (CITA, 2021).<br />
É atualmente técnico superior da Câmara Municipal de Évora na área do Património e Cultura e dedica o seu tempo livre à investigação histórica, sobretudo à História da Arte do Renascimento, que concilia com a sua atividade e primeira formação profissional na área da ilustração, desenho artístico e pintura. É autor de vários livros sobre o património cultural alentejano, em particular o de Évora, e publica regularmente artigos científicos em revistas temáticas e generalistas, locais, nacionais e estrangeiras..</p>
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		<title>Outra Dimensão (Poesia)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Manuel]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 17:20:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[COMUNHÃO DE SENTIMENTOS

Duas Almas em pena que desabafam

ao final do dia,

doloroso, como os anteriores…

Anos e anos de tristeza infinita,

camuflada,

para não pesar a entes queridos sofredores!

Angústias reprimidas,

por vezes explodidas,

raivas contidas,

por momentos estoiradas,

lágrimas cometidas,

ocasionalmente,

visíveis…

Duas almas amigas que se encontram,

na partilha do sofrimento…

Ato raro e singelo,

fruto de comunhão de um sentimento

sublime,

que, em uníssono,

une espíritos vagueando

por caminhos não escolhidos,

perdidos…

Número de páginas: 60
1.ª Edição: Abril de 2026]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Autora: Julieta Teixeira Marques de Oliveira nasceu em Lisboa. Licenciou-se em História pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e em História Moderna pela Faculdade de Letras e Filosofia da Universidade de Génova. Depois de leccionar alguns anos em Lisboa, parte para a Itália. Leitora de Língua e Cultura portuguesa na Uni­versidade de Veneza, Pádua e Pavia.</p>
<p>Assinou um contrato de investigação com a Comissão Nacional para as Comemorações dos Descobrimentos Portugueses. Resultou uma exaustiva pesquisa subordinada ao tema Fontes Documentais de Veneza referentes a Portugal, publicada pela Imprensa Na­cional – Casa da Moeda, em Lisboa, 1997.</p>
<p>Em 1995 defendeu com distinção e lou­vor, na Universidade em Lisboa, a sua tese de doutoramento sobre Veneza e Portugal no século XVI: subsídios para a sua história. Tal obra foi publicada pela Imprensa Nacional – Casa da Moeda, em Lisboa no ano 2000.</p>
<p>Autora de vários artigos, recensões e textos. Destacamos, para além dos já citados: La crisi del 1580 e la perdita dell’indipen-denza del Portogallo nei menoscritti della Marciana (Pádua, Universidade de Pádua, 1986); O falso D. Sebastião perante o Senado de Veneza (Annali di Cáfoscari, Veneza, 1988); Padre Antonio Vieira e la storia delle idee culturali e letterarie (Pádua, Universidade de Pádua, 1989); P. José Anchieta, projecção cultural da sua obra; O lúdico e o pragmático no discurso de P. António Vieira (Veneza, 1997), Os Teixeira Lopes – Memórias de uma Família (Lisboa, Edições Colibri, 2004), Ritmos da Alma (Lisboa, Edições Colibri, 2016), Ausências Presenças (Lisboa, Edições Colibri, 2018), Caminhos Paralelos | Cruzados (Lisboa, Edições Colibri, 2021) O Eterno e o Efémero (Lisboa, Edições Colibri, 2023), Entre o Sol e a Neblina (Lisboa, Edições Colibri, 2024), Desconhecido Dentro (Lisboa, Edições Colibri, 2024), Vivências (Lisboa, Edições Colibri, 2024) e Oscilando. Vagas de Tempestade – poesia (Lisboa, Edições Colibri, 2026). Participação nas antologias Mundo(s), n.º 24 (2023), Escrever Camões (2024) e Escrever Fernando Pessoa(s) (2025) e Escrever Bocage (2025), todas das Edições Colibri</p>
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		<title>Oscilando &#8211; Vagas de Tempestade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Manuel]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 17:19:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Alice interrogava-se muitas vezes, durante as suas caminhadas pela cidade, procurando casa e teste­munhando tanta miséria social e humana! Como é que o Estado tinha abandonado, desde que ela se lembra, em criança, um país in­teiro? Lembrava-se que, também, a sua região natal do interior se encontrava em profundo atraso e desprezo, obrigando muitos jo­vens a emigrarem, ou refugiando­-se nas cidades da costa.

Mas Alice via que também aí, nas próprias cidades do litoral, havia muitas dificuldades em ar­ranjar habitação decente, e os sa­lários dos operários eram muito baixos. Grande parte da popula­ção não conseguia viver discre­tamente, chegando ao ponto de não conseguir alimentar suficien­temente a família! As rendas eram altíssimas e não equilibradas com as remunerações recebidas.

Sentia uma grande injustiça social, não compreendendo bem como poderia melhorar a sua situação fa­miliar. Não tinha apoio de ninguém, nem dos pais, nem do marido, nem de outras pessoas que a conheciam. Todos pretendiam apenas que tra­balhasse constantemente, sem re­ceber nada em troca!

Júlia sentia que tinha, também, que perdoar a si própria, por todas as vezes que não seguira conselhos sábios de quem lhe queria bem e por ter, obstinadamente, seguido só os seus sentimentos. Atitude que marcava apenas uma liber­dade pessoal de pensamento, de ação e de personalidade!

Não podia ser visto como ne­gativo, ou como condenável, mas, pelo contrário, como fruto de uma determinação pessoal, bem definida! Seria oportuno sentir, com grande orgulho, o facto de ter transmitido, ao longo da sua vida e nas suas lides profissionais e fa­miliares, uma série de diretrizes formativas, emotivas e humanas, repletas de orientações culturais e de conduta, altamente positivas para as novas gerações! Tudo isto tinha constituído a sua grande mis­são neste planeta.

Mas ter consciência da impor­tância do seu percurso existen­cial, daria a Júlia a serenidade de espírito fundamental para viver a sua ulterior “retirada”?


Número de páginas: 74
1.ª Edição: Abril de 2026]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Autora: Julieta Teixeira Marques de Oliveira nasceu em Lisboa. Licenciou-se em História pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e em História Moderna pela Faculdade de Letras e Filosofia da Universidade de Génova. Depois de leccionar alguns anos em Lisboa, parte para a Itália. Leitora de Língua e Cultura portuguesa na Uni­versidade de Veneza, Pádua e Pavia.</p>
<p>Assinou um contrato de investigação com a Comissão Nacional para as Comemorações dos Descobrimentos Portugueses. Resultou uma exaustiva pesquisa subordinada ao tema Fontes Documentais de Veneza referentes a Portugal, publicada pela Imprensa Na­cional – Casa da Moeda, em Lisboa, 1997.</p>
<p>Em 1995 defendeu com distinção e lou­vor, na Universidade em Lisboa, a sua tese de doutoramento sobre Veneza e Portugal no século XVI: subsídios para a sua história. Tal obra foi publicada pela Imprensa Nacional – Casa da Moeda, em Lisboa no ano 2000.</p>
<p>Autora de vários artigos, recensões e textos. Destacamos, para além dos já citados: La crisi del 1580 e la perdita dell’indipen-denza del Portogallo nei menoscritti della Marciana (Pádua, Universidade de Pádua, 1986); O falso D. Sebastião perante o Senado de Veneza (Annali di Cáfoscari, Veneza, 1988); Padre Antonio Vieira e la storia delle idee culturali e letterarie (Pádua, Universidade de Pádua, 1989); P. José Anchieta, projecção cultural da sua obra; O lúdico e o pragmático no discurso de P. António Vieira (Veneza, 1997), Os Teixeira Lopes – Memórias de uma Família (Lisboa, Edições Colibri, 2004), Ritmos da Alma (Lisboa, Edições Colibri, 2016), Ausências Presenças (Lisboa, Edições Colibri, 2018), Caminhos Paralelos | Cruzados (Lisboa, Edições Colibri, 2021) O Eterno e o Efémero (Lisboa, Edições Colibri, 2023), Entre o Sol e a Neblina (Lisboa, Edições Colibri, 2024), Desconhecido Dentro (Lisboa, Edições Colibri, 2024), Vivências (Lisboa, Edições Colibri, 2024) e Outra Dimensão – poesia (Lisboa, Edições Colibri, 2026). Participação nas antologias Mundo(s), n.º 24 (2023), Escrever Camões (2024) e Escrever Fernando Pessoa(s) (2025) e Escrever Bocage (2025), todas das Edições Colibri.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Oblíqua Luz da Manhã</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Manuel]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 17:18:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Entra!

E descobrirás que um jardim não é feito apenas de terra e semente, mas de camadas de tempo e de propósito. Aqui, o silêncio não é ausência de voz; é a maturação do entendimento.

Cada canteiro que encontrares – do lilás profun­do da sabedoria ao verde resiliente da fortaleza – foi erguido sobre a premissa de que a alma é um território soberano, mas que exige lavoura. Não esperes encontrar aqui a passividade das flores de estufa.

Este é um lugar de raízes que rasgam o solo e de ramos que desafiam o inverno, porque a beleza que aqui reside não é um acaso, mas o resultado de um diálogo constante entre o espírito e a ma­téria. Recorda, antes de percorreres estes versos, que a colheita é a resposta da vida à coragem da mão que planta; pois o horizonte, por mais amplo que seja, só pertence a quem se atreve a caminhar em direção à sua própria luz.

&#160;

* * *

&#160;

Não há fechaduras na terra do nunca,

apenas horizontes que se multiplicam

sob o peso das minhas doze dimensões.

A tecelã dos sonhos sorri.

O fio do seu novelo teceu o mapa

do desdobramento do destino

de onde recebi o meu fragmento da hora azul.

E a minha pele sabe a silêncio.

Sabe a início.

(<em>A Hora Azul-2. Pág.25</em>)

Número de páginas: 60
1.ª Edição: Abril de 2026]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Autora: Maria Manuela Henriques nasceu em Lisboa no ano de 1966.</p>
<p>Formou-se em Gestão de Empresas, embora escreva poesia desde a ado­lescência. Estudou música, canto lí­rico, fotografia e dramaturgia. É uma observadora do invisível. Escreve e fotografa, numa abordagem que mis­tura a observação realista com a sen­sibilidade, para ver e imaginar o que não está presente, mas influencia. No seu percurso criativo, a Natureza não é apenas um tema, mas um mes­tre que dita o ritmo da sua expressão.</p>
<p>&#8220;Oblíqua Luz da Manhã&#8221; é o seu segundo livro de poesia.</p>
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		<title>O Amuleto de Gaudí</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Manuel]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 17:16:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Valerá a pena deixar o país, o lar, para varrer as memórias incómodas?

Carmo Rebelo concluiu que não. As memórias são uma espécie de argamassa que sustém a construção da vida e sempre acompanha os empenhados obreiros.

Mas essa incontornável conclusão acontecia tarde demais, depois de um longo voltear do tempo. Deixou Cascais dias antes de 25 de Dezembro para passar o Natal em Paris, um sonho antigo, sozinha num apartamento em Montmartre. Ao chegar foi sequestrada por dois estranhos pouco depois de tomar banho. E só em lingerie e já inconsciente, foi levada para a parte interdita das catacumbas da cidade.

Horas depois, cambaleando, conseguiu evadir-se até às escadas que subiam para uma rua de outro bairro, nesse dia sem grande movimento. Estava embrulhada numa manta suada, sem documentos de identificação nem modo de comunicar. Perdida...

Viria a recuperar mais tarde, com ajuda de quem lhe dera apoio, a mala de viagem toda esquartejada. Alguém procurava alguma coisa lá dentro.., o quê?

No que restava da mala tocava, por acaso, no vão onde costumava guardar objectos mais preciosos, como uma jóia para usar em ocasiões especiais, ou a PEN com os últimos trabalhos.

Por sorte estavam lá ambas, mas a jóia que levara dessa vez era um Amuleto que teria pertencido a Antoni Gaudi recentemente comprado a um antiquário amigo em Lisboa. É a partir dele que toda a trama se desenrola. A peça tinha sido roubada há anos do Museu da Sagrada Família para ser vendida em Paris e depois de adquirida por um coleccionador, fôra de novo roubada e vendida em Lisboa.

Tratava-se de um colar com cadilhos de afectos e informação preciosa só mais tarde revelados. No fundo do colar havia uma grade que dissimulava uma escada em hélice e terminava num pendente bojudo que continha segredos: sinais que remetiam para as maquetes em gesso no Museu da Sagrada Família. Entre tantas outras deviam ser essas, e só essas, as escolhidas para concluir as obras do Templo segundo o sonho de Gaudí.

Este é coração do romance. O corpo que o envolve é uma constelação de histórias de amor e traição reveladas nos primeiros capítulos, até ao Amor rejeitado de Gaudí por uma Mulher especial e ao das personagens principais, que venceria todas as frustrações. Afinal, a Catedral da Sagrada Família é, também ela, a história da Natureza enlaçada numa coreografia de memórias afectivas, emanadas do sonho obsessivo de Antoni mantidas e replicadas na intemporalidade.

[Maria Helena Ventura]

Número de páginas: 194
1.ª edição: Abril de 2026]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Autora: Maria Helena Ventura nasceu em Coimbra, terra de toda a família materna há gerações. Mantém ainda uma profunda ligação ao Porto, donde o pai era natural, e a Lisboa, para onde veio no final da adolescência.</p>
<p>Fez licenciatura e Mestrado em diferentes áreas das Ciências Sociais na Universidade de Lisboa, apesar de ter &#8220;escolhido&#8221; Filologia Germânica na cidade natal.</p>
<p>Vive há mais de 40 anos no concelho de Cascais. A vinculação à Literatura começou muito cedo. Colaborou na imprensa regional, ganhou um concurso do programa radiofónico Tempo de Juventude (Acontece Poesia) publicou na página literária do jornal República. Ao tempo era director da secção Urbano Tavares Rodrigues, que viria a prefaciar o seu romance Não Te Deixes Morrer.</p>
<p>Foi repórter no vespertino A Capital, deu aulas nos ensinos privado, público e técnico-profissional, fez investigação no Ensino Superior. Participou em cursos de formação de jovens adultos em Cascais e de professores no centro do país. É certificada, na área da Sociologia, pelo Conselho Científico da Formação Contínua.</p>
<p>Tem colaborado em inúmeras antologias poéticas e vários periódicos. Fez ainda alguns prefácios e apresentação de livros.</p>
<p>Há dois estudos sobre títulos seus: uma tese de licenciatura sobre A Musa de Camões e outro sobre parte do romance Afonso o Conquistado: Foi membro da IWA &#8211; Intemational Writers and Artists Association e Sociedade de Geografia de Lisboa, onde chegou a ser vice-presidente da Comissão de Relações Internacionais. Continua a ser membro da Associação Portuguesa de Escritores desde 1983.</p>
<p>É cronista no jornal online Duas Linhas enquanto prossegue a sua vida literária.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Náutica para Náufragos Desafogados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Manuel]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 17:14:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A poética da navegação está atenta aos escolhos causadores de naufrágios. Na alegoria bolinamos entre situações: tempestades, guerras, opressões emocionais, mudanças, lutas ambientais... Somos mais que desafogados sociais a assobiar para o lado; pelo contrário, pretendemos elaborar as difíceis vivências do tempo, evitando que a indiferença corroa a alma.


Número de páginas: 82
1.ª edição: Abril de 2026]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Autor: Carlos Alfredo do Couto Amaral nasceu em Mangualde em 1960.</p>
<p>Publicou poesia: A Sombra dos Momentos Felizes (Edições Coli­bri, 2000); Sereno Fluir das Horas (Edições Colibri, 2004); Desflorar da Flor de Sal (Minerva Editora 2010); Alpinista Descendente (Edi­ções Colibri, 2016).</p>
<p>Teatro: O Meu Fado muito mais do que uma pirosa estória de amor, 2013 (Edição em parceria com José Teixeira e Xico Braga), leva­das à cena pelo GITT.</p>
<p>Romance: Lugar d’Avós (Edições Colibri, 2017); Contos Liliputianos (Edições Colibri, 2022) e o Roman­ce diário: Dias a Menos (Edições Colibri, 2025).</p>
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			</item>
		<item>
		<title>D´aqui e D’acolá – Histórias vividas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Manuel]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 17:08:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Ao folhearmos este novo livro de António Busca, logo nos deparamos com registos do seu percurso de vida, das suas curiosidades e interesses. Fala­‑nos dos amigos, da família, dos muitos lugares que percorreu e visitou, sem nunca esquecer, antes reafirma com orgulho, as suas opções e ideais, o apreço pelos valores da Liberdade e pela Revolução de Abril.

Nesse seu olhar sobre a história e os acontecimentos marcantes do seu tempo refere alguns nomes que se destacaram em momentos determinados do percurso da luta antifascista, bem como as forças políticas que mais contribuíram para o fim do regime opressor e, todas e todos, os que se envolveram e lutaram por um Portugal melhor e diferente.

[José Pedro Soares, do Prefácio]

&#160;

* * *

&#160;

<strong>Era uma vez um País</strong> que em 1926 mergulhou numa imensa penumbra onde permaneceu 48 anos!

<strong>Era uma vez um País</strong>, sem Sol, que não ousava cantar, que mal sabia escrever, não podia pensar, e nada podia dizer!

<strong>Era uma vez um País</strong>, na ponta da Europa situado, alcandorado na noite cuja luz não irrompia!

<strong>Era uma vez um País</strong>, que sem ser sonho existia, era o meu Portugal, adormecido sob a mais cruel ditadura, nunca, jamais, vivida em qualquer outro recanto da Europa ou do Mundo…

<strong>Era uma vez um País</strong>, que adormecido acordou e cantou hinos de Liberdade ao som da Grândola Vila Morena…

[in DEMOCRACIA]


Número de páginas: 240
1.ª Edição: Abril de 2026]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Autor: António Manuel Pacheco Busca nasceu em Castelo de Vide (Alentejo) a 17 de janeiro de 1948.</p>
<p>Fez os estudos liceais no Externato de Nossa Senhora da Penha de Castelo de Vide e no Liceu Nacional de Portalegre.</p>
<p>A par da atividade profissional (trabalhador de Seguros) sempre teve uma grande paixão pela fotografia e pela escrita, dando o seu contributo em várias publicações, nomeadamente nos Jornais Notícias da Minha Terra e Notícias de Castelo de Vide.</p>
<p>Publicou em 2024 um livro de poemas – <strong>TUDO de mim</strong> – um passeio pela vida do autor de 1966 a 2024.</p>
<p>Este seu segundo livro – <strong>D’aqui &amp; D’acolá &#8211; <em>histórias vividas</em></strong> – em prosa, pretende ser um testemunho e um alerta às gerações actuais e futuras, recordando que a IGUALDADE, a FRATERNIDADE e a LIBERDADE não são palavras vãs, mas, tributos que agora disfrutamos porque muita gente lutou e os pagou com a prisão e a vida.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Arronches &#8211; A Terra onde não Chovia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Manuel]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 17:05:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Ao folhear as páginas do livro do meu amigo José Botelheiro, somos convidados a mergulhar numa viagem pelas ruas, pra­ças, esquinas, da nossa vila, onde cada pedra parece guardar memórias de pessoas que, com os seus sonhos moldaram es­tes lugares… Imagino as famílias que ali viveram, trabalhando duro para construir uma comunidade unida com forte sentido de pertença… imagino os risos que ecoaram pelas ruas em tempo de festa e romaria e também lágrimas em busca de um consolo. Imagino as histórias dos encontros, as conversas ao entardecer, as mãos calejadas que ajudaram a erguer as casas e cultivar as terras... fazer história(s)... histórias onde cada personagem, cada lembrança é inspirada nas vidas de pessoas, tecidas com fios de realidade e ficção.

[Daniel Balbino]

* * *

Procurou o autor que se vos apresenta na sua labuta e pesquisa a verificação de factos e elementos decorrentes do seu voluntarismo e amadorismo, da sua escola de vida, da paixão e do prazer de ler e de querer revelar ou partilhar os conhecimentos que porventura assimilou, o de poder deles tirar partido, oferecendo a sua visão, o seu entendimento e ousando expô-los, ainda que de forma aberta, mas pessoal, ficcio­nal e diria que talvez até fantasiosa mas nunca tendenciosa ou desvirtuada destas realidades anunciadas.


Número de páginas: 204
1.ª Edição: Abril de 2026]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Autor: José Botelheiro nasceu em Porto da Espada no ano de 1952. Fez o serviço militar, como voluntário, entrando no ano de 1969, com 16 anos, na Marinha de Guerra Portuguesa.</p>
<p>Trabalha a partir de 1973 nos SUPPA, Pão de Açúcar em Lisboa. Nos pós 25 de Abril abre uma Tabacaria/ Papelaria em Lisboa na Zona de São Bento e colabora, como promotor/comissionista, na divulgação e pro­moção de obras literárias nos “Amigos do Livro“.</p>
<p>Nos princípios dos anos oitenta muda-se para Ar­ronches onde exerce a atividade como gerente/ proprietário, numa mercearia / loja de desporto e artigos de pesca, durante cerca de 20 anos.</p>
<p>A par da sua atividade tem-se envolvido no mundo do associativismo, cooperativo e autárquico, como presidente e cooperante da extinta Cooperativa Tra­balho e Progresso/ Parceria Coop Lisboa.</p>
<p>Foi tesoureiro da Junta de Freguesia de Assun­ção, durante um mandato e deputado municipal, durante vários.</p>
<p>Interveniente e participante na vida local, integrou ainda os órgãos diretivos da Associação dos Bom­beiros Voluntários de Arronches.</p>
<p>No presente, é cronista do &#8220;Notícias de Arronches&#8221; e integra os órgãos sociais do &#8220;Centro de Bem Estar Social de Arronches&#8221;, como Presidente do seu Con­selho Fiscal.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Alentejo e suas Gentes &#8211; Galeria de Retratos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Manuel]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 17:03:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Parece que vai chover... – dizia um, assoman­do-se ao postigo, mal clareava a manhã.

– Não me admiro... – respondia outro que passava, rematando de pronto a conversa.

Nesta austeridade de trato, mais aparente que real, conviviam as gentes alentejanas presentes neste li­vro em povoações espalhadas pela planície, depen­dentes quase só da agricultura e dos gados.

Aí decorria um tempo denso, fechado, repetido ano após ano.

Tempo tão vagaroso que parecia não correr. De ve­rões enormes e invernos de grande crueldade que as populações aceitavam como podiam não esperando ajuda caída do céu.

Muitas histórias, contadas e recontadas, preen­chiam as curtas paragens no trabalho, aproveitadas pelas mulheres mais velhas para descarados apartes que faziam corar o branco das paredes.

* * *

O <em>maltês </em>podia ser mal visto, mas para lá da sua figura maldita, não deixava de ser uma testemunha, talvez a mais misteriosa e controversa, da crueldade a que foi votada a classe camponesa alentejana em período não longínquo. Se, na verdade, abandonou os que lutavam na arena da fome e sozinho se perdeu numa fome mais humilhante, muito injusto seria considerá­‑lo somente como um pária. Apesar de não ter aguentado a pressão a que a maioria dos seus companheiros se viu sujeita, o preço que pagou pela fuga às fileiras foi muito elevado. Nem sempre os <em>malteses </em>foram maus, nem sempre varridos de sentimentos e muitas vezes foram heróicos a enfrentar o desprezo e a solidão.


Número de páginas: 178
1.ª Edição: Abril de 2026]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Autor: João Mário Caldeira</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>A Mulher que Segurava o Sol</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Manuel]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 16:55:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Olhamos, mas nem todos vemos.

Falamos, mas poucos explicamos, transmiti­mos ou elucidamos.

São capacidades indispensáveis para a des­coberta e o laborioso exercício da escrita. Fiat lux.

Quando a escritora se entrega sem inibições, tanto melhor. Recolhemos daí as vantagens adja­centes, por resultar num romance erótico quanto baste, transparente quanto baste, sentimental quanto baste e imprudente quanto baste.

Expõe sem rede a estranheza, a simplicida­de ou complexidade da vida. Mas vida, osci­lando nas situações com diferentes graus de intensidade.

Politicamente incorreta, não praticando o culto da comparação ou mimetismo, tão presen­te nos nossos dias.

Sem lamentações, sem os filtros adequados e com a crueza e irreverência da lucidez, não tratando poeticamente os personagens deste romance por ser uma adepta intransigente de "o seu a seu dono".

[ALFREDO LUZ]

Número de páginas: 136
1.ª Edição: Abril de 2026]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Autora: Virgínia de Sá – Aos doze anos ganha o segundo prémio do &#8220;Diário Popular&#8221; em &#8220;O Natal visto pe­las crianças&#8221;. Durante a década de 80/90, publica regularmente poesia nos jornais &#8220;Ecos de Belém&#8221;, &#8220;Jornal da Amadora&#8221; e &#8220;Jornal Amadora Sintra&#8221; e em diversas an­tologias de poesia, e revistas literárias, como &#8220;Poetas e Trovadores&#8221; e &#8220;Sol XXI&#8221;.</p>
<p>Em 1998, publica, a convite da Uni­versitária Editora, na obra &#8220;100 anos – Federico Garcia Lorca, Homenagem dos Poetas Portugueses&#8221;. Em 1999 volta a pu­blicar, a convite da mesma editora em &#8220;Antologia da Poesia Erótica&#8221;. Reaparece na &#8220;Antologia Poesia Primeira&#8221;, levada a cabo pela Junta de Freguesia de Carnaxi­de e Queijas através da U S C A L, em 2014.</p>
<p>Iniciou-se muito jovem em teatro ama­dor, na Sociedade de Instrução Guilher­me Cossoul. Participou em alguns filmes e várias peças de teatro. Desde 2017, em Palmela, fez parte das Confrarias do Teatro &#8220;o Bando&#8221; em 2022/2023. Também em 2022, participa em Condomínio com o FIAR, em Palmela. Ainda em 2022, junta- -se ao grupo de teatro &#8220;Avozinhas&#8221;, ten­do feito parte do espetáculo &#8220;Até Cair&#8221; em março de 2023. Em 2026 encontra-se a fazer parte do projeto &#8220;CONTA-ME&#8221; com o ator Marcantonio Del Carlo.</p>
<p>Participou em diversas exposições co­letivas de pintura. Na Junta de Fre­guesia da Ajuda, de forma consecutiva, desde 1993 até 1997. Em 1996 na Coope­rativa Militar. Em 1997 na Galeria do Espaço &#8220;GAN&#8221;, na Av. De Berna, em Lisboa. Em 2015, volta a expor coletivamente na Junta de Freguesia de Carnaxide e na Galeria Hair Lab, em Lisboa.</p>
<p>Possuiu durante mais de vinte anos uma papelaria em Lisboa, através da qual or­ganizou paralelamente cursos, <em>workshops </em>e eventos de cariz cultural, ligados ao teatro, psicologia, dança, pintura, lançamento de livros, artesanato, <em>feng shui</em>, astrologia e outros.</p>
<p>Curso de Formação de Formadores, do IEFP, Curso de Gestão e técnicas de Formação, Curso geral de Administração e Comércio, Curso de Contabilidade. Fala além do português, espanhol, francês, holan­dês e Inglês.</p>
<p>Publica em setembro de 2023, o seu pri­meiro romance autobiográfico &#8220;História de Uma Viagem ou Duas ou Talvez Não&#8221;, com a editora Colibri.</p>
<p>Em dezembro de 2023 faz parte da Co­letânea de Poesia da Colibri, &#8220;Livro 24 da coleção MUNDO(S) – Coletânea da Poesia Lusófona 20 Poetas&#8221;, a convite desta editorial. Em junho de 2024, a convite da editora Colibri, faz parte da Coletânea de Poesia &#8220;Escrever Camões, nos quinhentos anos do seu nascimento – 30 autores&#8221;. Em junho de 2025 parti­cipa com outros 29 poetas portugueses na coletânea &#8220;escrever Fernando Pes­soa(s)&#8221; e em 2026 em &#8220;Escrever Florbela Espanca&#8221;, que inclui todos os géneros literários.</p>
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