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	<title>Arqueologia &#8211; Edições Colibri</title>
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	<title>Arqueologia &#8211; Edições Colibri</title>
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	<item>
		<title>Arqueologia, Património e Museus.  Meio século de intervenção cívica e cultural</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Manuel]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Sep 2024 19:14:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[«Neste volume condensam-se textos de intervenção cívica e cultural - dimensão em que Luís Raposo se afigura ser único, pela longevidade e regularidade em que o fez, e faz, com espírito crítico e total independência em relação a todos os poderes e grupos. Textos pessoais, mas profundamente conectados com o movimento associativo dos sectores envolvidos, de que o autor é reconhecido dinamizador. Textos dotados de acutilância que repetidamente indispôs políticos, altos dirigentes e até alguns dos seus pares… mas textos de enorme, de atordoante coerência. Três grandes domínios compõem este percurso de vida: Arqueologia, Património e Museus. A soma dos três dá lugar a algo que a todos transcende e faz a singularidade deste volume: um fresco de época, construído ao sabor das vagas que agitam a vida pública, um panorama indispensável a todos os que se interessem por cultura e ciência ou, mais amplamente, aos que almejam melhor compreender a história recente do nosso País e da sua inserção na Europa e no Mundo.»
<i>Fernando Mão de Ferro</i>

«Sou e sempre fui um defensor de um Estado forte, regulador do bem comum, combatendo o engano do chamado <i>liberalismo</i> político, herdeiro do sistema oitocentista de baronetes. Dito isto, considero também que a verdadeira democracia só existe quando as pessoas, individualmente consideradas e em grupo de interesses comuns, ou seja, as pessoas feitas cidadãos e as associações que constituam, tomam em mãos as suas causas, actuando de forma totalmente independente do Estado e sobretudo do seu aparelho, controlado pelos Governos e pelas lógicas da subserviência para garantia de lugares. Por isso, também na área do património cultural, entendo que a <i>idade adulta</i> só existirá quando tivermos pessoas livres no pensamento, na palavra e na acção. Às vezes, a condição de cidadão militante da causa patrimonial, máxime de dirigente associativo, conduz a ter de prescindir, ou simplesmente retirar do expectável como projecto de vida, o desempenho de cargos oficiais, a frequência de salões sociais e o benefício das mordomais que de ambos decorrem. Paciência. É a vida. E a vida é tanto mais bela quanto mais livremente a vivermos.»
<i>A Idade Adulta do Património</i>, <i>Público, 6.9.2021</i>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Luís Raposo, arqueólogo, especialista em Pré-História Antiga (Paleolítico). Presidente do ICOM Europa (Aliança Regional Europeia do Conselho Internacional de Museus), desde 2016, e antigo Presidente da Comissão Nacional Portuguesa do ICOM (2009-2014). Dinamizador do Movimento Associativo da Arqueologia, Museus e Património Cultural. Promotor e membro do secretariado permanente da Plataforma pelo Património Cultural (PP-Cult). Responsável do Sector de Investigação no Museu Nacional de Arqueologia, Lisboa, Portugal (desde 2013) e antigo Diretor (1996-2012). Vice-Presidente da Associação dos Arqueólogos Portugueses (desde 2014) e antigo Presidente da Associação Profissional de Arqueólogos (1998-2000). Professor do Ensino Preparatório e Secundário (1975 a 1985). Professor Convidado da Universidade de Lisboa, Faculdade de Letras, Departamento de História (2005-2014), do Instituto Politécnico de Tomar (1999-2005) e da Universidade Lusíada (1985-1991). Membro do Conselho Editorial de diversas revistas científicas, em Portugal e no estrangeiro. Orientador de estudos de pós-graduação de bolseiros de investigação. Membro de júris de mestrado e doutoramento em universidades portuguesas e estrangeiras. Autor ou coautor de manuais universitários e obras de síntese nos domínios da Arqueologia, da História e da Museologia. Autor de numerosa bibliografia sobre a Pré-História, Arqueologia e Museologia, publicada em monografias e revistas da especialidade nacionais e estrangeiras.</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>O Vale do Lima e as Terras de Geraz &#8211; Património Arqueológico, Paisagem e Turismo</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/vale-do-lima-e-as-terras-de-geraz-o/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 01:29:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A autora apresenta-nos um estudo sobre <i>O Vale do Lima e as Terras de Geraz: Património Arqueológico, Paisagem e Turismo</i>, no qual identifica e interpreta os processos de evolução do território, numa perspetiva diacrónica desde da Pré-História Recente até à Romanização. Analisa a importância da distribuição da população pelo território e os seus impactos nas mudanças a nível paisagístico e patrimonial permitindo-nos entendê-las como um produto social gradualmente construído nos respetivos espaços de vida. [do Prefácio].

Número de páginas: 246]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Autora: Ana Paula Rocha</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Recintos Megalíticos do Ocidente do Alentejo Central</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/recintos-megaliticos-do-ocidente-do-alentejo-central/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 01:18:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="layoutArea">
<div class="column">

Este estudo trata da arquitectura dos recintos megalíticos e menires associados, na parte ocidental do Alentejo Central. Com base nos dados arqueológicos disponíveis, é analisada a organização espacial dos monumentos e o modo em que aqueles se relacionam com a paisagem e o tempo cíclico, estabelecendo ligações visuais com elementos distintivos do relevo e alinhamentos para o nascente ou poente do Sol e da Lua, em momentos conspícuos dos respectivos ciclos. As evidências sugerem uma ideologia, expressa na arquitectura megalítica, que relaciona o espaço e o tempo de forma característica, com semelhanças, em diversos aspectos, com o que se verifica em outros monumentos pré-históricos da Europa atlântica. Tendo em conta os estudos recentes que propõem uma cronologia do Neolítico antigo/médio para os recintos megalíticos e a maior parte dos menires de Évora, Montemor-o-Novo, Mora e Reguengos de Monsaraz, estes dados são considerados no contexto mais vasto da transição entre o Mesolítico e o Neolítico, no centro e sul de Portugal, como manifestações de um processo que, supostamente, terá implicado transformações no simbolismo e nos preceitos de organização espacial das comunidades que o viveram.

&#160;

</div>
</div>
<strong>Nº Páginas: </strong> 130

&#160;

</div>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="layoutArea">
<div class="column">

Este estudo trata da arquitectura dos recintos megalíticos e menires associados, na parte ocidental do Alentejo Central. Com base nos dados arqueológicos disponíveis, é analisada a organização espacial dos monumentos e o modo em que aqueles se relacionam com a paisagem e o tempo cíclico, estabelecendo ligações visuais com elementos distintivos do relevo e alinhamentos para o nascente ou poente do Sol e da Lua, em momentos conspícuos dos respectivos ciclos. As evidências sugerem uma ideologia, expressa na arquitectura megalítica, que relaciona o espaço e o tempo de forma característica, com semelhanças, em diversos aspectos, com o que se verifica em outros monumentos pré-históricos da Europa atlântica. Tendo em conta os estudos recentes que propõem uma cronologia do Neolítico antigo/médio para os recintos megalíticos e a maior parte dos menires de Évora, Montemor-o-Novo, Mora e Reguengos de Monsaraz, estes dados são considerados no contexto mais vasto da transição entre o Mesolítico e o Neolítico, no centro e sul de Portugal, como manifestações de um processo que, supostamente, terá implicado transformações no simbolismo e nos preceitos de organização espacial das comunidades que o viveram.

&#160;

</div>
</div>
<strong>Nº Páginas: </strong> 130

&#160;

</div>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O Menhir da Meada (Castelo de Vide)</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/o-menhir-da-meada-castelo-de-vide/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 01:08:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="layoutArea">
<div class="column">

O Menhir da Meada, no concelho de Castelo de Vide, é hoje considerado o maior da Península Ibérica (7,52 m) e o mais antigo monumento megalítico do mundo. A amostra de carvão recolhida na base do seu alvéolo, submetido à datação por radiocarbono, forneceu a data, em anos calendário 5010 a 4810 cal BC.

A sua expressiva forma fálica e a denotada glande, delimitada pelo prepúcio marcado com um relevo que rodeia a extremidade superior deste monumento, conferem-lhe, claramente, atributos evocativos à fertilidade. Estes singulares monumentos parecem resultar de práticas rituais que se prendem com uma tentativa de repor nos solos agrícolas a fertilidade que foram perdendo com a sua exploração continuada por comunidades que ainda desconheciam a prática do pousio.

Fraturado há milhares de anos encontrava-se, até 1993, seccionado em duas porções, mas sob as instruções do muito saber de experiência feito do Mestre Canteiro Manuel Graxinha, no dia 25 de setembro desse ano, depois de aturado estudo arqueológico foi possível devolver ao Menhir da Meada a imponência que tinha há 7000 anos.

Neste livro, trinta anos passados sobre a re-ereção do Menhir da Meada, tenta-se contextualiza-lo no universo megalítico em que se insere, face aos novos conhecimentos científicos e reporta-se em texto e sobretudo em imagens, para memória futura, a operação radical, nunca anteriormente experimentada, de colagem e colocação na vertical de um monólito de granito que ultrapassa as 15 toneladas.

A grandiosidade deste monumento surpreende-nos pelo esforço necessário para a sua extração, transporte, tratamento das superfícies e ereção por parte das comunidades que aqui viveram há mais de 7000 anos, acreditando, provavelmente, que com o seu esforço conseguiram repor a fertilidade dos solos, dos quais já em muito dependiam.

Classificado como Monumento Nacional, o mais antigo monumento megalítico do mundo é hoje visitado por milhares de investigadores e turistas que querem conhecer o mais extraordinário monumento à virilidade.

</div>
</div>
</div>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="section">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<p>Jorge de Oliveira diz-se natural de Santo António das Areias, Marvão, embora tenha nascido em Portalegre, a 15 de agosto de 1956. Desde criança que começou a perscrutar e por vezes a esburacar sítios arqueológicos nas imediações da sua aldeia. Perseguindo sempre o seu sonho de infância é hoje Professor Catedrático de Arqueologia na Universidade de Évora. Autor de mais de 400 títulos científicos, divididos em livros, artigos e comunicações em congressos, dedicou toda a sua vida ao ensino e ao estudo, sobretudo das comunidades neolíticas que se fixaram no seu Alentejo envolvente da Serra de S. Mamede. Por vicissitudes várias fez algumas incursões noutros períodos históricos tendo investigado em áreas como a Arqueologia Judaica, a Arqueologia Militar, a Etno- arqueologia, ou mesmo iniciado o estudo e salvamento da Cidade Romana de Ammaia, sendo um dos fundadores da Fundação Ammaia, que suporta esse projeto. Criou e é diretor do Museu Municipal de Marvão e da Revista Cultural do Concelho de Marvão, Ibn Maruán.</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Nordeste Alentejano – Etnografia, Literatura, Oralidades, Arqueologia e História – Montalvão, Póvoa e Meadas e Castelo de Vide</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/nordeste-alentejano-etnografia-literatura-oralidades-arqueologia-e-historia-montalvao-povoa-e-meadas-e-castelo-de-vide/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 01:07:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Desde a sua fundação em 2010, a Associação Cultural Vamos à Vila, com sede em Montalvão, c. de Nisa, em pleno nordeste alentejano, concretizou numerosos projectos de reconhecida importância para a salvaguarda e divulgação do património material e imaterial desta região, entre os quais um workshop sobre Recolhas de Literatura Oral e Tradicional, as comemorações dos 500 anos de Foral de Montalvão, do Dia dos Castelos e do Dia dos Moinhos e o Colóquio sobre a Arte Chocalheira.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Autores:<br />
José Pedro Martins Barata, nascido nos finais do século XIX, primou pela curiosidade intelectual que o levou a interessar-se por áreas distintas da sua formação académica. Tendo enveredado pela carreira militar, da qual se reformou com o posto de Coronel tirocinado, cursou igualmente Medicina Veterinária, foi agraciado com o Grau de Cavaleiro da Ordem Militar de Avis e mais tarde com o de Comendador.</p>
<p>Foi membro do Instituto Português de Arqueologia, História e Etnografia e sócio efetivo da Sociedade de Geografia de Lisboa. Martins Barata dedicou-se à recolha e ao estudo de variadas matérias (Etnografia, Literatura Oral Tradicional, Linguística, Arqueologia e História), de que resultaram os artigos reunidos na obra <i>Nordeste Alentejano</i>.</p>
<p>Ana Maria Paiva Morão, a atual Presidente da Associação Cultural de Montalvão Vamos à Vila, encarregou-se da pesquisa, organização e coordenação de obra de José Pedro Martins Barata, reunindo num volume os artigos que o ilustre alentejano publicou nos anos 50, 60 e 70 do séc. XX, sobre temas como Etnografia, Literatura Oral Tradicional, Linguística, Arqueologia e História e que se encontravam dispersos em edições de já difícil acesso ao grande público.</p>
<p>É Doutorada em Estudos Literários/Literatura Oral e Tradicional, pela Universidade de Lisboa, investigadora do CLEPUL /Grupo de Investigação de Tradições Populares Portuguesas e docente no Curso de Pós-Graduação em Património Cultural Imaterial da Universidade Lusófona. Faz parte das Direções da Associação de Peregrinos Via Lusitana e da Associação Portuguesa para a Salvaguarda do Património Cultural Imaterial.</p>
<p>Número de páginas: 290</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Introdução ao Estudo da Pedra Lascada</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/introducao-ao-estudo-da-pedra-lascada/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 00:55:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Embora levados a cabo nas universidades portuguesas desde há muito - seja integrado em disciplinas mais generalistas, seja como disciplina autónoma -, os estudos de pedra lascada têm recorrido unicamente a manuais redigidos em língua estrangeira. Com efeito, são poucos os trabalhos publicados em Portugal que contenham introduções a estes estudos e que se apresentem, simultaneamente, com um enquadramento teórico-metodológico e com o objectivo declarado de fornecer ensinamentos práticos. (…)]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Editores da obra:<br />
Juan Francisco Gibaja e António Faustino Carvalho</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Memórias das Pedras Talhas &#8211; Fragmentos na vida de um arqueólogo acidental</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/memorias-das-pedras-talhas-fragmentos-na-vida-de-um-arqueologo-acidental/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Mar 2024 21:49:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Escrita ao sabor da pena, com um estilo rápido, próprio do suporte onde encontrou leitores pela primeira vez (o blogue <em>Memórias das Pedras Talhas</em> que o autor alimentou durante alguns anos e que rapidamente se tornou leitura obrigatória para quem gosta do tema), a obra não tem pretensões de sistematização. Encontra precisamente o seu gatilho na fragmentação dos temas, motivados com frequência por episódios do quotidiano, artigos de jornal tomadas públicas de posição, comentários em blogues ou outros acasos. Tudo é pretexto para o autor produzir uma reflexão, compilando elementos do seu impressionante arquivo pessoal com uma não menos impressionante memória, capaz de recapitular com precisão elefantina eventos e actos ocorridos décadas antes.

&#160;

[do Prefácio de GONÇALO PEREIRA ROSA]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>António Carlos Silva nasceu em Carvalhal d&#8217;Aroeira, Torres Novas, no ano de 1952. Durante a frequência da licenciatura em História, na Faculdade de Letras de Lisboa (1970-1975), colaborou ativamente no levantamento da Arte Rupestre do Vale do Tejo, em Vila Velha de Ródão, circunstância que despoletou o seu interesse pela Arqueologia Pré-histórica. Colmatando a ausência, à época, de formação académica nesta disciplina, participou como voluntário em escavações em Portugal, Espanha e França e ainda nos anos 70, integrou projetos de investigação de sítios paleolíticos do Ródão, como Vilas Ruivas, Monte do Famaco e Foz do Enxarrique. Após curta passagem pelo Ensino Secundário (1974-1980) transitou como arqueólogo para os quadros do Ministério da Cultura, onde exerceu diferentes funções e cargos, em Lisboa (Museu Nacional de Arqueologia e IPPC) e Évora, a partir de 1988 (Serviço Regional de Arqueologia do Sul, Direção Regional do IPPAR e Direção Regional de Cultura).</p>
<p>No Alentejo, a par da atividade de gestão patrimonial, dirigiu na Gruta do Escoural trabalhos de investigação (1989-1991) e de valorização (2009-2011), realizou escavações no Castro dos Ratinhos (Moura, 2004-2007), concebeu e coordenou o mega-projeto de salvamento arqueológico do Alqueva, entre 1996 e 2002. Publicou dezenas de artigos e vários livros, como A Linguagem das Coisas, com Luis Raposo (Europa-América, 1996), Salvamento Arqueológico no Guadiana (EDIA, 1999), O Castro dos Ratinhos, com Luis Berrocal-Rangel (MNA, 2010), Escoural, uma gruta pré-histórica no Alentejo (DRCA, 2011).</p>
<p>Aposentou-se no final de 2017, residindo há mais de um quarto de século em Guadalupe, não muito longe das “Pedras Talhas” dos Almendres.</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Pessoas, Objectos e Sentimentos &#8211; Ensaios e reflexões sobre a construção social do património</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/pessoas-objectos-e-sentimentos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Sep 2015 01:12:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Ele (autor e livro) procura ver claro sobre as questões do património, percebendo como elas são historicamente situadas, politicamente engajadas, socialmente construídas, quer dizer, constituem uma imensa nebulosa ideológica de muitos matizes. O património, quando é fácil de encantar os menos preparados (como serão as "maravilhas do mundo e da natureza") vende bem; quando está enraizado (seja por que razão for) na memória e na nostalgia das gentes (como o pequeno fontanário de aldeia, ou a árvore centenária à sombra da qual mil histórias se contaram), lá se vai aguentando, melhor ou pior, pelo esforço popular. // [Vítor Oliveira Jorge] // Gonçalo de Carvalho Amaro, en este libro, da cuenta de un patrimonio como un problema complejo de abordar, un concepto que ha evolucionado en el tiempo desde la visión monumentalista hacia el patrimonio cultural y que debe ser trabajado en equipo desde una visión interdisciplinar. [Elvira Pérez Villalón]

Número de páginas: 170]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Gonçalo de Carvalho Amaro – Lisboa (1981) é licenciado em História variante de Arqueologia pela Universidade Nova de Lisboa e doutor em Arqueologia pela Universidad Autónoma de Madrid. No âmbito da sua formação realizou ainda um pós-doutoramento em Património Cultural pela Pontificia Universidad Catolica de Chile. Viveu três anos em Espanha e quatro no Chile, participou em várias escavações e projetos de investigação em Arqueologia, na Península Ibérica, e trabalhou com comunidades Mapuche e Rapanui no Chile. Colaborou com o Consejo de Monumentos Nacionales no Chile e foi professor nas Universidades de San Estanislao de Kostica, Gabriela Mistral e Pontificia Universidad Catolica de Chile. Tem várias publicações sobre Arqueologia, cultura material e património. Atualmente trabalha na Direcção de Cultura da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa e é professor convidado na Pontificia Universidad Catolica de Chile.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Arqueologia do Norte Alentejano</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/arqueologia-do-norte-alentejano/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Manuel]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Jul 2011 18:12:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A presente edição das actas constitui de certo modo um marco histórico, pois nunca foi realizado um balanço tão completo e exaustivo da arqueologia deste distrito. Quase todos os concelhos estão representados com comunicações e/ou posters, e em alguns casos temos textos de interesse supra-concelhio, ou mesmo de alcance nacional. Permite conhecer as dinâmicas da investigação científica e os projectos de divulgação mais genérica. (…)
O património arqueológico do distrito de Portalegre é reconhecidamente um dos valores de maior interesse e potencial desta região. As suas potencialidades turísticas, pedagógicas, ambientais, científicas e económicas têm sido subaproveitadas. (…)
Com a publicação das actas das 3.as Jornadas de Arqueologia do Norte Alentejano o concelho de Fronteira assume o seu papel de promotor da investigação e divulgação do património local e regional. (…) publicamos agora este volume, cujo interesse transcende, em muito, o nosso concelho e mesmo o nosso distrito.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Editores da obra:<br />
André Carneiro, Leonor Rocha, Paula Morgado e Jorge de Oliveira.</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>As Cerâmicas Áticas do Castelo de Castro Marim &#8211; No quadro das exportações gregas para a Península Ibérica</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/as-ceramicas-aticas-do-castelo-de-castro-marim-no-quadro-das-exportacoes-gregas-para-a-peninsula-iberica/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Manuel]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Apr 1997 15:25:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Este livro regista o estudo sobre a cerâmica ática aparecida nas escavações que a autora dirigiu, materiais que enquadra no conceito mais vasto dos conhecidos e espectaculares achados das províncias espanholas de Andaluzia e Extremadura. Perseverança e rigor metodológico na descrição dos objectos e na discussão dos elementos obtidos, são uma constante nesta obra.

Número de páginas: 212]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Autora: Ana Margarida Arruda é Investigadora da Universidade de Lisboa e Professora da Faculdade de Letras de Lisboa.<br />
A sua investigação foca-se, sobretudo, em temas relacionados com os colonialismos antigos e nos meios indígenas em que estes atuaram. Neste contexto, tem desenvolvido estudos acerca da presença fenícia no território português, através da análise de espólios, estruturas e sítios, debruçando-se sobre a forma como esta formatou a Idade do Ferro do Extremo Ocidente. Outros temas, como a cerâmica grega e os processos de romanização têm também sido alvo de trabalhos da sua investigação.<br />
Tem cerca de 300 títulos publicados, entre livros (quatro), artigos em revistas nacionais e internacionais, capítulos de livros, portugueses e estrangeiros, e contribuições em Atas de Congressos.<br />
Dirigiu sete dissertações de doutoramento (estando outras três em curso) e 35 de mestrado, tendo participado em várias provas académicas como membro do júri em Universidades Portuguesas (Lisboa e Coimbra), espanholas (Complutense de Madrid, Autónoma de Madrid, Pompeu Fabra de Barcelona, Sevilha, Cádis) e Francesa (Universidade de Pau).<br />
Foi investigadora principal em dois projetos competitivos financiados pela FCT e dirigiu outros apoiados pelo Ministério da Cultura e por câmaras municipais. É investigadora de três projetos espanhóis e consultora científica de outros três.</p>
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