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	<title>Autobiografia &#8211; Edições Colibri</title>
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	<title>Autobiografia &#8211; Edições Colibri</title>
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		<title>Vivenciando as Ondas do Perigo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Manuel]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Dec 2025 02:24:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<div class="page" title="Page 1">
<div class="layoutArea">
<div class="column">

Entre a lucidez e o desassossego a autora escreve a vida como quem a atravessa com espanto, ternura e uma coragem silenciosa.
Nas páginas deste segundo livro o amor não é consolo, mas caminho, o exílio não é distância, mas descoberta. Uma narrativa de rara integridade e beleza, onde a palavra se torna gesto de liberdade.

***

Do palco europeu à inquietação tropical do Brasil dos anos oitenta, esta é a travessia de uma mulher entre mundos e ideais.
O olhar que observa, sente e transforma o real em consciência e o quotidiano em matéria de poesia.

</div>
</div>
</div>
Número de páginas: 256

</div>
</div>
</div>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Autora: <span style="font-size: 16px">Caterina Gramocha (pseud.)</span></p>
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		<title>O Eco da Imaginação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Manuel]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 May 2025 13:42:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="layoutArea">
<div class="column">

Os textos publicados neste livro são na sua maioria ficcionais não reflectindo, portanto, situações directamente passadas com o autor. Em todo o caso, alguns dos textos foram inspirados pelo que terá ficado guardado no seu sub consciente, muito naturalmente. Passado a texto, adicionadas essas memórias e experiências com episódios, pormenores, até eventuais desejos cumpridos ou não no seu passado, acabaram por dar corpo à imaginação criativa que todos os textos acabam por reflectir.

O objectivo da sua publicação foi, essencialmente, partilhar com os amigos e leitores situações carregadas do possível bom humor que o autor acredita ser in- dispensável quer à vida quer, em particular, à boa saúde mental, tão necessária nos tempos que se vivem por todo o Planeta.

Também, como se tornou hábito dizer, alguns episódios reflectem o clima social actual, e cumprem o objectivo de ficarem para memória futura.
Na sua grande maioria, os textos foram escritos logo muito cedo, em cada manhã, ou muito tarde, de noite. E foram uma forma de defesa própria e partilhada com muitos amigos em situações de maiores constrangimentos e ansiedade, próprias de quem a vida vive com intensidade e muito voltado para os outros.

O autor sempre viveu em ambiente rural na cidade de Viseu, numa quinta situada por trás da antiga Estação dos Caminhos de Ferro, que infelizmente já só existe parcialmente, há alguns anos. A via férrea foi e deveria continuar a ser, como ficou escrito num dos vários textos aqui publicados, um instrumento indispensável ao desenvolvimento das regiões interiores e à mobilidade das populações. Por tudo isto, o autor libertou o seu pensamento e imaginação de quaisquer amarras ou condicionantes do que actualmente pode ser considerado o “politicamente correcto” e terá ido rebuscar nas suas memórias actuais e nas mais longínquas de jovem ou menino situações ou conversas que tivesse presenciado ou ouvido e que agora, vindo-lhe de novo ao espírito, constituem muito do conteúdo deste livro.

São textos, contos, memórias, hábitos e costumes escritos com humor que acre- dita saudável, para que não se percam no dissolver das espumas em que acabam por se transformar os nossos saberes, culturas, tradições e recordações mas fazem parte integrante do nosso património genético.

</div>
</div>
</div>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="section">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<p>Carlos Alberto Pereira Martins nasceu em Viseu a 24 de Setembro de 1951. Frequentou a Escola da Avenida, o Liceu Nacional de Viseu, e é licenciado em Finanças pelo Instituto Superior de Ciências Económicas e Financeiras, ISCEF.<br />
Foi Membro do CESE, Comité Económico e Social Europeu, em Bruxelas de 2006 a 2015, onde foi Vice-Presidente das Relações Externas, membro da Comissão de Transportes e Comunicações e dos Comités de Acompanhamento da UE-India, UE-China e integrou várias missões de acompanhamento UE-Rússia e UE-Ucrania. Foi Conselheiro do CES, Conselho Económico e Social português, durante vários mandatos, Presidente da Comissão Executiva do Conselho Nacional das Ordens Profissionais e do Conselho Nacional das Profissões Liberais.</p>
<p>Foi economista da Direcção Financeira do Banco de Fomento Nacional de 1972 até 1987 e aí estudou e implementou um instrumento inovador no Mercado de Capitais depois do encerramento das Bolsas de Valores em 1974, as Obrigações de Caixa BFN. Frequentou vários cursos e estágios duradouros no âmbito da OCDE e nas Bolsas de Valores do Rio de Janeiro, Bilbao, Paris, a Bovespa de São Paulo, London Stock Exchange e Barcelona.</p>
<p>Foi Director Coordenador Financeiro e Internacional do Montepio Geral de 1987 a 2016, tendo desempenhado diversas funções de Administrador de empresas financeiras do Grupo Montepio. [Desempenhou muitas outras funções, de vários âmbitos, e em diferentes períodos, nomeadamente,] foi Vice-Presidente da MAG, Presidente do Conselho Fiscal e Disciplinar e Presidente da Mesa da Assembleia Geral do Clube de Futebol “Os Belenenses” bem com Presidente da MAG da sua SAD por vários mandatos. É actualmente um dos membros vitalícios do Conselho Geral do CF “Os Belenenses”.</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
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		<title>Vivenciando Abril</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Manuel]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jan 2025 18:56:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="layoutArea">
<div class="column">

Jovem mulher lisboeta conhece jovem brasileiro de Minas Gerais, docente em faculdade de Lisboa. A seu pedido conta-lhe do 25 de Abril, do que era nascer e crescer mulher anos 50 e 60, do séc. XX, sob regime salazarista, de acontecimentos censurados que presenciara e da importância que tiveram na sua formação de adulta, ausências em Torino e Londres, democracias derrubando certezas de regras rígidas a que sempre havia obedecido.

***

Abril, revolução exemplar de força a erradicar sem violência um regime político, altera profundamente a vida de todo um povo implementando a democracia. Vivenciando a liberdade apaixonada cativa-a nele a vontade de mudar o mundo, colabora no apoio que dá a exilados e decide ir-lhe ao encontro no Brasil deixando Lisboa. Como bagagem riscos e incertezas.

***

Sensação indescritível a de me entregar confiante à descoberta da parte desconhecida de mim, que as circunstâncias haviam obrigado a que mantivesse ignorada. O prazer de poder despir-me de preconceitos para me revelar inteira. Contava-lhe de uma educação conforme a um regime totalitário, que mais do que não reconhecer direitos específicos ao género feminino, era fundada na característica exigência do estafado estereótipo de menina bem-comportada.

***

Encaminhámo-nos, pelo longo corredor, para os nossos aposentos. Sentia-me leve, bem-disposta e em amigável despedida, jocosa estendi o rosto. Um átomo de hesitação, causado pela minha atitude inesperada e João Pedro correspondeu com um beijo na face. De uma meiguice inequivocamente reveladora, aquele beijo que se quisera inocente, indiciava algo que não se restringia à sua curiosidade sobre a revolução de Abril.


<span class="s1">*Promoção 25 de Abril</span>

</div>
</div>
</div>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Autora: <span style="font-size: 16px">Caterina Gramocha </span><span style="font-size: 16px">(pseud.)</span></p>
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		<title>Seiva – poemas reunidos (1978-2023)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Helena Gil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 May 2024 10:53:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[De uma mensagem de Pedro Tamen (Fevereiro de 2002): «Recebi o seu manuscrito e ao princípio nem liguei o nome à pessoa [...] e só ontem, depois de ler [...] identifiquei o autor, que não imaginava a escrever poesia [...].

Ora a verdade é que o seu livro me impressionou muito, deixando-me ao mesmo tempo bastante intrigado. É que há nele — imagine! — uma originalidade fundamental, básica, que lhe vem precisamente [...] de não parecer original. A sua poesia tem um relento de «traduzido de...» que cria no leitor um <em>dépaysement</em> que o desorienta [...] Porque, apesar de usar tantas vezes formas tradicionais e portuguesíssimas, como que as desconchava, as desconstrói, as torna procuradas e não achadas [...] uma inesperadíssima sabedoria».

&#160;
<p style="text-align: center">* * *</p>
&#160;

Deixo aqui, à mão plantadas, &#124; suando seiva, lançando cheiro, &#124; ideias avulsas, ritmadas, &#124; que o dia-a-dia semeou; &#124; florescidas, arrumadas &#124; sem prévio plano, ou pose &#124; que as arranque do seu canteiro.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>MANUEL PEDRO FERREIRA estudou no Conservatório Nacional (Flauta transversal), na Escola Superior de Belas-Artes de Lisboa (Arquitectura) e na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (Filosofia) antes de se doutorar em Musicologia na Universidade de Princeton. O impacto nacional e internacional da sua investigação no âmbito da música medieval elevou-o à cátedra de Musicologia Histórica na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Paralelamente tem-se apresentado em palco com o grupo Vozes Alfonsinas, que fundou em 1995 e com o qual gravou oito discos; tem também composto música vocal e de câmara e colaborado na imprensa enquanto crítico musical. Mais discreta tem sido a sua relação com a literatura; este livro reúne, pela primeira vez, com exclusão das traduções, o fundamental da sua produção poética, que surge assumidamente vinculada à circunstância pessoal, familiar e social.</p>
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		<item>
		<title>Plutão, a BD e eu – uma autobiografia aos quadradinhos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Helena Gil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 May 2024 14:16:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[“Eu sou eu e a minha circunstância e, se não a salvo a ela, não me salvo a mim”, escreveu Ortega y Gasset no introito da obra Meditaciones del Quijote, em 1914. “O papel do escritor, ao mesmo tempo, não está separado dos deve­res difíceis. Por definição, ele não se pode colocar, hoje, ao serviço daqueles que fazem a história: ele está ao serviço daqueles que a sofrem”. Albert Camus disse isto quando agradeceu em Estocolmo o Nobel da Literatura de 1957.
Paulo Freire, em Extensão ou comunicação (1977) afirmou: “A história é feita pelos homens, ao mesmo tempo em que nela se vão fazendo também”.
Assumi e colei todos estes princípios, que sempre me pareceram coeren­tes. Senti-me ao serviço dos que sofrem a história procurando fazê-la, e fazendo-me, através da tentativa de me salvar e à minha circunstância.
Nasci em Portalegre cidade do Alto Alentejo cercada de serras, ventos, penhascos, oliveiras e sobreiros, há quase noventa anos.
As histórias aos quadradinhos entraram em mim desde que me conheço e aprendi a ler tanto no imperativo livro único de então como no livre jornaleco ilustrado Diabrete. Depois, pouco a pouco, elas tornaram-se-me uma das mais decisivas circunstâncias da vida.
Se deliberadamente inseri o relato no mundo ficcional da banda desenha­da não o fiz por evasão mas como suporte fundamental. Acredito que esta modalidade comunicacional pontuou com tal frequência e intensidade a minha vida que a sua influência não pode ser escamoteada.
Quanto à “embalagem” astrológica em que envolvi o relato direi que corres­ponde ao estilo romanesco intencionalmente criado como que se de uma história aos quadradinhos se tratasse…
Escrito no refúgio da quase ilha que é Peniche, quase no fim do ano de dois mil e vinte e três, com a pandemia quase em paz e o mundo quase em guerra.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>António Miguel  Martinó de Azevedo Coutinho, natural de Portalegre (1935), residente em Peniche desde 2012.<br />
Professor (1953-1991) nos Ensinos Primário, Preparató­rio, Médio e Superior Politécnico. Dedicou-se à formação, a projectos pedagógicos inovadores, ao multimédia, ao digital e à Banda Desenhada.<br />
Vereador da Câmara Municipal de Portalegre (1960-1963).<br />
Autor de diversas obras pedagógicas e didácticas, histó­ricas e biográficas, com 12 títulos publicados (1967 a 2023).<br />
Formado em Comunicação Educativa pela Académie de Bordeaux, França (Bordeaux 1977 e Périgueux 1981).<br />
Encarregado da Opération ICAV (Iniciation à la Culture Audiovisuelle) em Portugal – Delegação do Centre Régional de Documentation Pédago­gique de Bordeaux (1977).<br />
Medalha de Ouro da Fédération Internationale de l’Art Photographique (1987), como realizador de diaporamas.<br />
Coordenador da Comissão Executiva do Festival Internacional Ambiente – Encontros de Imagem e Som do Norte Alentejano (entre 1998 e 2007).<br />
Cidadão Honorário da cidade de Portalegre RN, no Rio Grande do Norte – Brasil (2011).<br />
Administrador do blog Largo dos Correios (desde 2012).<br />
Medalha de Mérito Municipal – Grau Ouro, da Câmara Municipal de Portalegre (2015).<br />
Presidente da Mesa da Assembleia Geral do Clu­be Português de Banda Desenhada (desde 2020).<br />
Troféu Sénior de Honra – Corrida das Fogueiras – Câmara Municipal de Peniche (2023).</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Um Ranger na Guerra Colonial – Guiné Bissau 1973-1974 – Memórias de GABU</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/um-ranger-na-guerra-colonial-2-a-ed/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 01:29:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="layoutArea">
<div class="column">

A guerra colonial (1961/75) terá sido possivelmente o acontecimento mais marcante da sociedade portuguesa do Séc. XX. Foi-o, pelo menos, para a nossa geração, a minha e a do José Saúde. Estamos a falar de mais de um milhão de combatentes, portugueses, mas também guineenses, angolanos e moçambicanos (que estiveram de um lado e do outro da “barricada”). O seu desfecho levou não só à restauração da democracia em Portugal, com o 25 de Abril de 1974, mas também ao desmantelamento dum império colonial que verdadeiramente nunca chegou a sê-lo, e ao nascimento de novos estados lusófonos, a começar pela Guiné-Bissau, mais de cento e cinquenta anos depois da independência do Brasil (em 1822).

Em contrapartida, não creio que Portugal, meio século depois, tenha feito ainda o balanço (global) de uma guerra que, contrariamente a outras no passado (por ex., invasões napoleónicas e guerras civis no Séc. XIX), se passou a muitos milhares de quilómetros de distância da Pátria, na África tropical. Portugal nunca fez o luto da guerra colonial (ou está agora a fazê-lo, lenta, tardia e patologicamente).
[Luís Graça – fundador e editor do blogue ‘luís graça &#38; camaradas da guiné’]

***

Falava-se da Guiné como o diabo foge da cruz. A guerra naquela província do Ultramar era terrível. Traçavam-se cenários mórbidos. A rapaziada comentava e a mensagem passava de boca em boca. Mas o destino contemplou-me e eu, tal como grande parte dos rapazes desses tempos, não fugi a esse fim. Fui e voltei tal como parti, restando resquícios de histórias que contemporizam o meu calendário de vida.
Camaradas houve, e foram muitos, que já não usufruem, infelizmente, do prazer de partilhar momentos de convívio e narrar as suas histórias de vida. Uns, morreram em combate na densidade de um mato cerrado; outros, faleceram numa emboscada; outros, encontraram a morte em ataques aos quartéis; outros, fecharam definitivamente os olhos em famigerados rebentamentos de minas anticarro e antipessoal e, ainda, há aqueles que morreram em momentos de pura infelicidade. Desastres com viaturas militares ou armas de fogo, carimbaram o seu derradeiro fim. [José Saúde]


<span class="s1">*Promoção 25 de Abril</span>

</div>
</div>
</div>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<p>José Saúde nasceu em Aldeia Nova de São Bento no dia 23 de novembro de 1950, todavia, o seu registo oficial de nascimento reporta-se a 23 de janeiro de 1951. Desportivamente, iniciou a sua carreira futebolística no Despertar Sporting Clube e aos 16 anos ingressou no Sporting Clube de Portugal. Como jogador sénior representou o Desportivo de Beja, o FC Serpa e em 1974 foi um dos grandes impulsionadores do futebol de competição na Aldeia Nova de São Bento ao reativar a atividade no Clube Atlético Aldenovense.</p>
<p>Iniciou-se no jornalismo com o jornal desportivo “O ÁS”, em Beja, sendo, a partir de 2000, seu diretor e assumindo também o comando do pelouro desportivo da Rádio Voz da Planície durante 11 anos. A nível nacional foi colaborador do jornal “A BOLA” e no JN &#8211; Jornal de Notícias na área desportiva.</p>
<p>Em 2006 estreou-se na TV Beja (televisão por internet), sendo responsável pela área desportiva e em agosto de 2008 integrou o Departamento Desportivo do Diário do Alentejo, órgão no qual se mantém como colaborador.<br />
Em maio de 2009 foi galardoado pela Câmara Municipal de Beja com o Diploma de Medalhas e Insígnias Municipais – Mérito Grau “Prata” – e em junho de 2015 foi distinguido com o Diploma de Sócio Honorário da Associação de Futebol de Beja.</p>
</div>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Memórias de um Prisioneiro</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/memorias-de-um-prisioneiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 01:02:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Memórias de um Desertor &#8211; De Aljustrel a Bruxelas via Penamacor</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/memorias-de-um-desertor/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 01:02:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="layoutArea">
<div class="column">

Esta obra de Sérgio Palma Brito é um singular testemunho de memória, importante. Um contributo para a história da nossa terra durante os anos da ditadura impressivo. Também um olhar curioso sobre a nossa imigração política e o exílio. Sempre na primeira pessoa do singular mas sem egocentrismo. Sobre um percurso pessoal rico. Que começa com a infância, e juventude, em Aljustrel. Onde desperta, como nos conta de forma saborosa, a sua consciência social, solidária. Raiz depois da sua militância política no PCP. Corajosa e audaz como não poderia deixar de ser durante esses anos de chumbo. (...)

Incorporado pela PIDE na Companhia Disciplinar de Penamacor, de onde depois desertará, o relato memória de Sérgio Palma Brito coloca, para além do fascinante interesse de algumas histórias contadas, questões sobre as quais importa reflectir. E também sobre as quais faltam outros testemunhos reflexões. A ver, a colaboração entre militares e órgãos repressivos da ditadura nomeadamente a PIDE. E a questão da deserção de uma guerra colonial, estúpida, injusta, criminosa. A deserção que é então, faço questão de o sublinhar, um acto de grande coragem e audácia. Por maioria de razão de Penamacor.

[João Barroso Soares]

<span class="s1">*Promoção 25 de Abril</span>

</div>
</div>
</div>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="section">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<p>Sérgio Palma Brito nasce em Aljustrel em 1944. Em 1961, adere ao Parti- do Comunista e é caloiro do IST. Eleito dirigente associativo na AEIST, é expulso do IST em 1964 e denunciado à PIDE. Incorporado na 1.a Companhia Disciplinar em 1965, deserta e exila-se na Bélgica. Aí estuda e faz carreira a que renuncia para voltar a Portugal (1977). É gestor de empresas de turismo até ser Diretor Geral da Confederação de Turismo. Entre outros, é autor de Notas Sobre a Evolução do Viajar e Formação do Turismo, Território e Turismo no Algarve, Direção Geral do Turismo – Contributos para a sua história e Albufeira – Formação e futuro do turismo (a publicar em 2020).</p>
<p>É Comendador da Ordem do Mérito Agrícola, Comercial e Industrial (Classe de Mérito Comercial) e Medalha de Mérito Turístico (Grau Prata).</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Memórias de um Estrangeirado &#8211; Seguidas de Dany le Rouge ou o meu Maio 68 e o meu 25 de Abril</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/memorias-de-um-estrangeirado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 01:02:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA["(…) Significativamente, quer <i>Memórias</i>, quer as duas referências que se lhe seguem - <i>Dany le Rouge ou o meu Maio 68 e O meu 25 de Abril</i> - estão enredadas em instituições escolares, portuguesas e estrangeiras, em cujo circuito se processa uma boa parte da vida de João Medina e de sua Família. Este professor universitário que, na qualidade de aluno e de docente, pisou o solo de múltiplas escolas, lembra essa experiência, não como um privilegiado espaço de desenvolvimento cultural, mas, quase sempre de cáustico ânimo, como instituição onde a cultura, se algum dia aí penetrou, acabou por se estiolar, perpetuando-se camufladamente em solenes títulos e em reputadas individualidades.
O testemunho de João Medina, sobre a instituição escolar, designadamente a de nível superior, alerta, quase sempre de forma indirecta, não só para articulação da crise da escola com a da cultura como também para prioridade desta sobre aquela, sendo por isso legítimo concluir que a reclamada reforma da escola, sentida nos nossos dias, carecerá de consistência, se não for preparada por uma profunda reflexão sobre a cultura, que não existe no interior da escola, uma vez que a esta se tem pedido a transmissão de um dessorado saber, não uma acção cultural vivificante. É tempo de os reformadores das nossas escolas, os quais aliás abundam, produzidos pelas frequentes alternâncias políticas, olharem para os diagnósticos de muitos dos nossos escritores, particularmente dos que apelam à dinâmica cultural."
[do Prefácio de Joaquim Cerqueira Gonçalves, OFM]

Número de páginas: 196]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O autor, João Medina, é Professor catedrático de História na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa; nasceu em Moçambique em 1939; licenciou-se em Filosofia na Universidade de Lisboa; doutorou-se em em Sociologia na Universidade de Estrasburgo, tendo ensinado na Universidade de Aix-en-Provence (França). Em Portugal foi Diretor-Geral no Ministério da Comunicação Social (1975-1977); desde 1988 é professor catedrático de História na faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Ensinou ainda nas universidades de Colónia (Alemanha), Pisa (Itália), São Paulo (Brasil) e nos Estados Unidos. Tendo realizado um vasto percurso como conferencista, colaborador e cronista em vários países em todo o mundo.</p>
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		<title>Argumentos de Egas Moniz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 00:08:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[As estórias que aqui se contam são baseadas em episódios recentes e atuais, podendo afirmar-se que este livro encerra muitas incógnitas. É uma constante da vida, que nos leva a apreciar o desenvolvimento primitivo do homem, a chegada do avião supersónico, a exploração do espaço lunar, o aperfeiçoamento dos computadores, a magia dos telefones inteligentes e os carros eléctricos. Enfim, serão estórias que, em qualquer momento, podem ser completadas ou corrigidas pelos leitores, capazes de contribuir para a construção de um futuro risonho.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
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<div class="column">
<p>César Gomes nasceu em Escalhão e reside no Porto onde exerce a profissão de médico.<br />
Em Lisboa foi responsável pelo Serviço de Medicina I, no Hospital de Santo António dos Capuchos, e Monitor da Escola de Enfermagem Artur Ravara, cargos que deixou em 1954 e foi para Angola. Licenciou- se em Medicina e Cirurgia, na Faculdade de Medicina do Porto, em 1969. Em Angola trabalhou como enfermeiro-chefe do Hospital Central da Boa Entrada na CADA e, em Luanda, já como médico, foi assistente da Faculdade de Medicina. Fez a especialidade de Medicina Interna no Hospital Universitário de Luanda e, em 1975, teve de regressar a Portugal, como retornado, onde fez a especialidade de Gastrenterologia. Diferenciou-se em Laparoscopia com o Prof. Marti Vicente, no Serviço do Prof. Francisco Villardel, em Barcelona. Na Fundação Calouste Gulbenkian fez o Curso de Ultrassonografia Digestiva. No Hospital Geral de Santo António especializou-se em Proctologia com o Dr. Amílcar Mascarenhas Saraiva. Desempenhou o cargo de Assistente da Faculdade de Medicina do Porto durante 15 anos. Participou na criação do Serviço de Gastrenterologia do Hospital de S. João, no Porto, e fez parte do 1.o quadro da Especialidade, onde exerceu as funções de Gastrenterologista graduado em Chefe de Serviço. Fundou ali as Unidades de Laparoscopia e Proctologia.</p>
<p>Foi co-fundador da Sociedade Portuguesa de Proctologia. Criou as Jornadas de Medicina Gastrenterológica a Sul do Douro, de que foi seu presidente durante 10 anos. Tem publicações em revistas de Portugal, Espanha, EUA e Noruega. Proferiu palestras sobre temas médicos no Brasil, Espanha, Itália, Checoslováquia e Polónia. Publicou os livros: “Via Sacra e Meditação”, “Raia Molhada”, “Ontem, Futuro de Amanhã” e “ANGOLA, o 4 de Fevereiro de 1961”.</p>
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