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	<title>Bibliografias &#8211; Edições Colibri</title>
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	<title>Bibliografias &#8211; Edições Colibri</title>
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	<item>
		<title>Os Livreiros de Lisboa nos Séculos XVI e XVII</title>
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		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 01:09:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
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<div class="column">

O tema principal deste livro é a atividade editorial e a venda de livros em Lisboa na segunda metade do século XVI e na primeira metade do século XVII, assim como as redes económicas, nacionais e internacionais, em que os livreiros da cidade se integraram. O mesmo aborda também as organizações profissionais e as estratégias sociais e familiares seguidas por estes homens de negócios para a continuidade das suas firmas e para a sua ascensão na sociedade.

***

A invenção da imprensa de caracteres móveis na Alemanha de Quatrocentos e a sua rápida expansão por todo o continente e pelos domínios e países de influência europeia em todo o mundo, permitiram que o património literário, filosófico, artístico e científico à época existente fosse posto ao alcance de um número muitíssimo maior de indivíduos, parte dos quais passou a refletir sobre ele e a questioná-lo, dando origem a novas conquistas da ciência, originais criações artísticas e mais ousadas formas de pensa- mento. Em tal processo foi crucial o papel dos profissionais da difusão de obras impressas, dos que as custearam, assim como dos que intervieram nas várias fases da sua produção material, os quais constituíram, a partir daí e ao longo de séculos, um pilar funda- mental na estruturação de uma sociedade do conhecimento, base da civilização dos nossos dias.

</div>
</div>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="section">
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<div class="column">
<p>JORGE MANUEL RIOS DA FONSECA é licenciado em História e pós-graduado em Ciências Documentais pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Doutor em Estudos Portugueses pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Investiga- dor integrado do CHAM, da mesma universidade. Autor de doze livros – entre os quais Escravos e senhores na Lisboa quinhentista e Religião e liberdade. Os Negros nas irmandades e confrarias portuguesas – e de uma centena de artigos e capítulos de livros de História Medieval e Moderna, nomeadamente sobre os temas dos Escravos e Negros em Portugal, da História de Lisboa e do Alentejo, da Reforma Manuelina dos Forais e do Associativismo e Assistência. Coordenador de vários livros e de números de revistas. Participante em congressos e colóquios, em alguns como organizador.</p>
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		<item>
		<title>O Maestro António Joaquim Lourenço</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/o-maestro-antonio-joaquim-lourenco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 01:08:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
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<div class="column">

A reconstituição da vida e obra de alguém, através da realização du- ma biografia, é também uma forma de criar ou avivar conhecimento sobre acontecimentos inseridos num determinado contexto sociocultural e interligar

factos por vezes dispersos, que facilmente caem no esquecimento, mas que no seu conjunto foram importantes na construção de uma identidade que ajudou a moldar aquilo que ainda hoje somos ou a que pertencemos.

António Joaquim Lourenço foi o maestro fundador do Coro Regina Coeli de Lisboa tendo contribuído com a sua ação para as mutações que se verificaram no movimento coral português a partir de meados dos anos sessenta e nos anos setenta do século XX, num contexto impulsionado, em parte, pela criação do Coro Gulbenkian e pela dinâmica implementada pela própria Fundação, entre outras institui- ções, na dinamização de grupos corais e na formação de maestros.

***

O Maestro António Joaquim Lourenço marcou profundamente a vida de quem com ele conviveu. A sua personalidade, o caráter, a sua vastíssima cultura, a sua religiosidade, a sua inteligência, a sua amizade, deixaram marcas profundas em todos quantos tiveram a felicidade de com ele percorrer uma parte do caminho.

[MARIA JOÃO LIMA, 2017, Notas de Programa do Concerto dos Maestros, integrado nas comemorações de 50 anos do Coro Regina de Lisboa, realizado na Academia das Ciências de Lisboa no dia 4 de fevereiro]

</div>
</div>
</div>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="section">
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<div class="column">
<p>ANTÓNIO VASSALO LOURENÇO Maestro Titular e Diretor Artístico da Orquestra Filarmonia das Beiras desde 1999 e responsável pelas classes de Coro, Orquestra e Direção da Universidade de Aveiro desde 1997, foi ainda Maestro Assistente da Concert Orchestra da Universidade de Cincin- nati entre 1996 e 1997 e Diretor Artístico e Maestro Titular do Coro Regi- na Coeli de Lisboa entre 1983 e 2008.</p>
<p>Em 1996 terminou o mestrado em Direção de Coro e Orquestra pela Uni- versidade de Cincinnati (EUA), onde também foi Professor Assistente, ten- do concluído o Doutoramento em Direção de Orquestra em 2005. Nesta universidade estudou Orquestração com Samuel Adler, Direção de Coro com Elmar Thomas, Earl Rivers e John Leman e Direção de Orquestra com o Maestro e Compositor Gerhard Samuel e ainda com Christopher Zim- merman, de quem foi Assistente de Direção.</p>
<p>Foi Diretor Artístico do Festival Internacional de Música de Aveiro, entre 2000 e 2004 e, em 2006, criou o Estúdio de Ópera de Centro. Atualmente é também Diretor Artístico do Festival Música em Leiria.</p>
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		<title>O Caderno de Capa Preta</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/o-caderno-de-capa-preta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 01:08:03 +0000</pubDate>
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		<title>Maestro Silva Dionísio (1912-2000)</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/maestro-silva-dionisio-1912-2000/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 01:00:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="layoutArea">
<div class="column">

A presente monografia consiste numa redacção crítica do percurso, obra e pensamento de Manuel da Silva Dionísio, com especial enfoque na sua actividade de maestro, pedagogo, transcritor e promotor. Apresenta igualmente um inventário da sua obra musical (original, arranjos e transcrições), literária e pedagógica. A compreensão das múltiplas vertentes da vida profissional de Silva Dionísio faculta-nos uma visão mais fidedigna e abrangente da realidade das bandas na segunda metade do século XX. Ele é, em particular, uma figura chave para a compreensão do processo de reflorescimento das bandas civis ocorrido após a Revolução Democrática. Espera-se, com a publicação desta obra, trazer a público e despertar o interesse por esta personagem nuclear no contexto da história recente das bandas de música em Portugal.

***

Considerada uma das personalidades mais relevantes e influentes do século XX no âmbito da história da música para sopros em Portugal, Silva Dionísio foi maestro, compositor, promotor, professor e clarinetista. Sob a sua direcção (1960-1973), a Banda da Guarda Nacional Republicana (GNR) atingiu um dos períodos áureos, obtendo o reconhecimento de audiências e, inclusive, dos seus pares em Portugal, Holanda, França, Espanha e Brasil. Pertenceu igualmente aos quadros da FNAT/ INATEL e foi durante a sua passagem por este organismo, que aquele teve a sua fase mais profícua e relevante no contexto do apoio à música amadora, particularmente às filarmónicas.

</div>
</div>
</div>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<p>BRUNO MADUREIRA – Licenciado em Ciências Musicais, mestre em Ensino de Educação Musical (FCSH-NOVA) e doutorando em Estudos Artísticos (FLUC), com uma tese intitulada: Bandas civis no terceiro quartel do século XX: Estudo de Casos com as bandas de quatro concelhos. Investigador no IHC, membro da Banda de Música da Força Aérea e professor no Conservatório d&#8217;Artes de Loures e no Institut o de Ciências Educativas. Apresentou comunicações em Portugal, Espanha, Polónia e Brasil. É autor do capítulo “Music and gender: Women in Portuguese Wind Bands” (Crossing Borders in Gender and Culture, Cambridge Scholars Publishing) e tem artigos publicados nas revistas: Música Hodie e Opus, do Brasil; PSR, do Canadá; Ciencias y Humanidades, da Colômbia; Convergências, RPM, Studia e ERAS, de Portugal. Membro do projecto A Nossa Música, o nosso mundo: associações musicais, bandas filarmónicas e comunidades locais (1880-2018).</p>
</div>
</div>
</div>
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		<item>
		<title>Gramsci &#8211; A Cultura, os Subalternos e a Educação (3.a ed.)</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/gramsci-3-a-edicao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 00:51:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="section">
<div class="layoutArea">
<div class="column">

Gramsci, já universalmente considerado como um autor clássico, foi um homem e um pensador livre. Livre e lúcido, conduzido por uma racionalidade fria e implacável, por um rigor e uma disciplina intelectual verdadeiramente extraordinários. Toda a história da sua vida, a sua prisão nos cárceres fascistas, onde ficou por mais de dez anos, as terríveis provações físicas e morais que suportou até à morte, os confrontos duríssimos com os companheiros de partido, na Itália e na Rússia, o cruel afastamento da mulher e dos filhos, tudo isso é um testemunho da sua extraordinária personalidade e, ao mesmo tempo, da agitada e dramática página da história italiana, que vai do primeiro pós-guerra até à consolidação do fascismo de Mussolini. Gramsci foi libertado em 1937, após um calvário de prisões e graves doenças, que o levaram a morrer em Roma, no dia seguinte ao da sua libertação. Só anos mais tarde, no fim da segunda guerra e com o regresso da Itália à democracia, a sua obra começou a ser trabalhada e publicada.

</div>
</div>
</div>
</div>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="section">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<p>RITA CIOTTA NEVES. Nasceu em Roma, onde se licenciou em Letras na Università La Sapienza, vindo a doutorar-se em História na Universidade <span style="font-size: 16px">Portucalense do Porto. </span><span style="font-size: 16px">Professora de Italiano na Universidade de Coimbra e no Instituto Italiano di Cultura de Lisboa, foi diretora da Licenciatura de Tradução e Escrita Criativa da Universidade Lusófona, e diretora da revista de “Babilónia – </span><span style="font-size: 16px">Revista Lusófona de Línguas, Culturas e Tradução”. </span><span style="font-size: 16px">Publicou, nas Edições Universitárias Lusófonas, “Interculturalidades” e </span><span style="font-size: 16px">“Italo Calvino, Lições de Modernidade”.</span></p>
</div>
</div>
</div>
</div>
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		<item>
		<title>Dona Esther e os Coronéis</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/dona-esther-e-os-coroneis/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 00:42:25 +0000</pubDate>
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