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	<title>Biografias &#8211; Edições Colibri</title>
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	<title>Biografias &#8211; Edições Colibri</title>
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	<item>
		<title>Silves ou a Insustentável Essência da Arte – Bernardo Marques e Maria Keil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Manuel]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Dec 2025 18:36:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="layoutArea">
<div class="column">

Aqui se inicia a coleção "Silves – Memória Futura", que nasce como um espaço de investigação, reflexão e partilha sobre as diversas dimensões da experiência humana neste lugar singular, isto é, o seu património, a sua história, a sua cultura, os modos de vida, as expressões artísticas, sociais e económicas, que fazem de Silves uma paisagem viva, em permanente diálogo entre o passado e o porvir. Esta coleção procurará dar corpo a múltiplas visões e perspetivas, num compromisso com o rigor científico, a preservação da memória e a valorização de Silves como espaço de património, conhecimento e identidade. Que este seja o início de um percurso fecundo, ao serviço da cultura e da memória coletiva de todos os que amam esta cidade.

Comecemos, então, a nossa viagem.

***

Esta investigação busca explorar a complexa relação entre as memórias da infância e a Arte, exemplificando-a através da obra de Bernardo Marques e de Maria Keil, cujas origens e contextos culturais influenciaram profundamente suas produções criativas. Mesmo após partirem, Silves permaneceu neles como um imaginário afetivo, que influenciou a maneira como viram e interpretaram o mundo. A sua memória estava fortemente associada ao espaço físico e aos elementos sensoriais que ele contém. Um cheiro, um som ou uma textura evocavam neles memórias profundamente enraizadas. Para estes artistas, essas memórias tornaram-se matéria-prima para a sua criação artística.

Em suma, este livro é uma viagem pelo legado destes dois mestres silvenses, explorando as suas obras, o seu impacto e o seu lugar na história da Arte portuguesa e a sua ligação ao seu berço emocional, Silves.

[Maria João Raminhos Duarte]

</div>
</div>
</div>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Autora: Maria João Raminhos Duarte, Doutorada em História pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, tem um vasto currículo, com bibliografia, artigos publicados e conferências no âmbito da História local e regional algarvia contemporânea, nomeadamente sobre os industriais conserveiros, o movimento operário corticeiro e conserveiro, o regionalismo algarvio, a instituição do Estado Novo, a oposição ao Estado Novo, a comunidade judaica do Algarve, o seu êxodo e relevância no Holocausto, os movimentos femininos, a educação e assistência e a implantação do regime democrático. Faz parte do Grupo “Usos do Passado”, da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, e é formadora acreditada pelo Conselho Científico-Pedagógico da Formação Contínua da Universidade do Minho. É Presidente do Instituto José Tengarrinha, Associação Cívica.</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>José Régio e Luís Amaro – Correspondência (1943-1969)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Helena Gil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Sep 2024 16:22:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Esta correspondência mostra como se organiza a bibliograﬁa de José Régio em dois períodos: 1943-1946, 1953-1969. A interlocução com a Portugália Editora faz-se, sobretudo, através de Luís Amaro, a quem remete 331 missivas (incluindo telegramas). A admiração deste pelo Poeta vira dedicação não só editorial, mas retrato de duas almas em crescentes conﬁdências. Anotações dispersas iluminam outros autores e avivam o quadro literário da época. No «silêncio perfeito» que o poeta deseja, generoso, elegante, sabem as ﬁguras maiores das nossas letras, e os lusóﬁlos, quanto devem a Francisco Luís Amaro, durante mais de setenta anos. José Régio seria o seu principal correspondente.
<p style="text-align: center">* * *</p>
<p style="text-align: right">13/06/1969</p>
QUERIDO AMIGO:

Escrevo-lhe de Vila do Conde, aonde vim passar uma semana porque arranjei boleia e amanhã regresso a Portalegre. Não sei por quanto tempo. Devido a terem, ﬁnalmente, principiado as obras deﬁnitivas na minha “Casa-Museu” de Portalegre, vivo agora entre aquela cidade (“...Portalegre, cidade / Do Alto Alentejo”...) e a minha vila natal. Isto me traz mais ocupado que nunca, e justiﬁca a demora em lhe reenviar as provas das Três Peças.

&#160;
<p style="text-align: right">11 set.º 1969</p>
MEU QUERIDO AMIGO:

[…] Hoje tenho a satisfação de lhe enviar o primeiro exemplar da Biografia (um dos seus melhores livros, quanto a mim). Falta só a cinta, de que ontem vi uma prova – a 2.ª, pois a 1.ª viera na minha ausência e fôra alterada nos tipos –, com a frase do Pessoa: “Considero José Régio, em todos os sentidos, <em>primus inter pares</em>.”

&#160;

<strong>Nº Páginas: </strong> 764

<strong>Capa:</strong>  mole (16x23)]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>ERNESTO José RODRIGUES (Torre de Dona Chama, 1956) é poeta, ﬁccionista, dramaturgo, cronista, diarista, crítico, ensaísta, editor literário, antologiador, tradutor de húngaro. Aposentado da Universidade de Lisboa, eis últimos títulos: romances – <em>Uma Bondade Perfeita</em>, 2016 (Prémio PEN Clube); <em>Um Passado Imprevisível</em>, 2018; <em>A Terceira Margem</em>, 2021; <em>Liliputine</em>, 2023; <em>O Bom Governo</em>, 2024; contos e novelas – <em>Cruzeiro Literário</em>; 2024; poesia – <em>Perseu</em>, 2020; teatro – <em>Teatro</em>, 2021; ensaio – <em>Literatura Europeia e das Américas</em>, 2019; <em>Mágico Folhetim. Literatura e Jornalismo em Portugal / Crónica Jornalística. Século XIX</em>; <em>Hungarica; Cultura Literária Oitocentista</em>, 2022; <em>«A Queda Dum Anjo» e Novas Páginas Camilianas</em>; <em>Ensaios de Cultura</em>, 2023.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>“Adeus por Hoje…” Cartas de Luzia para Fernanda de Castro e António Ferro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Helena Gil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Sep 2024 16:01:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A maioria das cartas de Luísa para Maria Fernanda revela quase tanto da autora como da destinatária [...].

Quando Luísa da vida se libertou, Maria Fernanda tinha 44 anos, viveria ainda outros 50 sem nunca esquecer a amiga [...]. São suas estas palavras: «Não, Luísa não morreu. Luísa Grande fez mais uma vez as malas e mais uma vez partiu. Para onde? Para um país secreto, misterioso, que é a pátria das almas, e onde um dia, levada pela mesma corrente impetuosa do tempo, irei procurá-la para matar esta grande, dolorosa, saudade e, mais uma vez, com ela, falar da vida, amar a vida, gloriﬁcar a vida.»

Sim, eram diferentes, não muito, mas, sim, diferentes. Mas iguais em tudo o que no mais fundo de si mesmas as deﬁnia, a sensibilidade, a entrega, o lirismo e a capacidade de amar.
<p style="text-align: right">[Mafalda Ferro – FUNDAÇÃO ANTÓNIO QUADROS]</p>
&#160;
<p style="text-align: center">* * *</p>
&#160;

Diz a Fernanda que o outono é menos triste em Portugal. Mas roubar a tristeza ao outono é roubar-lhe o seu maior encanto... E a respeito da palavra coração ocupar ainda um grande lugar na nossa terra, responder-lhe-ei que dela se abusa terrivelmente, como se abusa de todas as palavras.

Há a mania de aﬃcher o sentimentalismo. E eu preﬁro aquele que se cala, que se esconde, que ﬁnge rir, para não chorar. […] E o seu romance? Estou desejando lê-lo, […] – em Lisboa mo dará – Quando? Não sei ainda. Talvez em novembro – Tenho pena de deixar o meu querido Hameau e o meu “douce Monastère”. Mas tenho também muitas saudades do céu de Lisboa, das minhas amigas de Lisboa...

&#160;

E adeus por hoje, senhora Pantera.

Um abraço da sua amiga, Luísa.

&#160;
<p style="text-align: right">(Hameau-Pau, Route de Morlaàs, 9 de outubro de 1928)</p>
&#160;

<strong>Nº Páginas: </strong> 192

<strong>Capa:</strong>  mole (16x23)]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>COORDENADORAS:<br />
</strong></p>
<p>ANA CRISTINA MACHADO TRINDADE – é doutorada em História pela Universidade da Madeira. Dedica-se, sobretudo, ao estudo de temas de História Religiosa. Pertence ao C L E P U L e dedica-se ao estudo de assuntos ligados à história, cultura e literatura madeirenses. É coordenadora executiva do Grande Dicionário Enciclopédico da Madeira.</p>
<p style="text-align: center">* * *</p>
<p>LUÍSA M. ANTUNES PAOLINELLI é doutorada em Literatura Comparada pela Universidade da Madeira e fez a agregação em Estudos Culturais, na Universidade de Aveiro. Docente da Universidade da Madeira, é membro do C L E P U L, da F L U L. Dedica-se ao estudo das literaturas e culturas lusófonas e também à cultura e literatura regionais</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Vultos Tavirenses Dignos de Memória</title>
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		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 01:31:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="layoutArea">
<div class="column">

Se há cidades em Portugal onde a importância histórica não é equivalente à importância que hoje possuem, uma dessas cidades será certamente Tavira – pátria local de diferentes vultos que no seu tempo se destacaram com notoriedade. O presente livro reúne biografias de dezoito, nascidos entre os séculos XIII e XIX, e estabelece-se simultaneamente como homenagem cívica aos conterrâneos Arnaldo Casimiro Anica, David Sequeira, Ofir Renato Chagas e Luís Melo e Horta em reconhecimento da actividade cultural promovida ao longo das últimas décadas. Para além de constituir um novo contributo para o estudo da cidade que o merece, tem também o propósito de motivar reflexões sobre a preservação do seu património – um património único que importa estimar, estudar e promover – panteão que é da comunidade que comemora. Das letras às artes, das armas à política, das ciências à religião, da magistratura à diplomacia, estes são os retratos de tavirenses cuja vida se revelou verdadeiramente digna de memória.

</div>
</div>
</div>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Coordenação da Obra:<br />
Tomás Pinto Bravo<br />
Colaboradores da obra: <span style="font-size: 16px">Serafim da Rocha Cabral – Gonçalo Vidal Palmeira – Miguel Ayres de Campos-Tovar – Óscar Caeiro Pinto – Ana Isabel Buescu – Daniel Santana – Paulo Drumond Braga – Marco Sousa Santos – Cátia Salas Pereira – João Zambujo de Oliveira – António Ribeiro Telles Costa – José Carlos Vilhena Mesquita – Luís Gameiro – Miguel Ângelo Falcão Pereira – Leonardo de Abreu e Lima.</span></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Teixeira de Pascoaes &#8211; Volume 1 As Biografias no Pensamento Português</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/teixeira-de-pascoaes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 01:25:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Dando prossecução ao primeiro volume, atesta-se pelo género literário das biografias, na terceira década do século XX, e, neste caso, pela prosa poética de Teixeira de Pascoaes, a demarcada índole ficcionada e filosófica de um anúncio radical e extraordinário dos princípios teoréticos fundamentais da sua obra. No panorama internacional este género memorialista sempre gozou da ampla difusão e aceitação, bastando evocar o magnum opus de Santo Agostinho, Confissões, relembrar os Essais de Montaigne e restringindo a exegese destacar-se-iam a emergência e difusão das filosofias de Schopenhauer e de Nietzsche; da teoria do inconsciente em Jung e das revisões do positivismo.

Pretende este volume ser lente privilegiada, ainda que complexa, de análise e reflexão sobre a magnitude de Teixeira de Pascoaes, a partir das biografias. Torna-se inobliterável que, no alvorecer do século xx i, a biografia desfruta, entre os géneros discursivos presentes, de um acentuar histórico-antropológico, a que a filosofia e a teoria literária não são estranhas, quer pela reflexão acerca da presença e do uso narratológico de sujeitos individuais, quer pelo poder reflexivo desse imaginário historiográfico e arquetipal que, ainda que não elidindo as barreiras cronológicas, permite atender à conexão necessária entre o ser humano, o mundo e a vida, sem cair em encapsulamentos formais e estranguladores.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Coordenação Geral: Sofia A. Carvalho</p>
<p>Coordenação Científica: Annabela Rita e José Eduardo Franco</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Salgueiro Maia – Das Guerras em Africa à Revolução dos Cravos [5.ª ed.]</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/salgueiro-maia-3-a-edicao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 01:22:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[“Foi há quarenta e dois anos!

Um homem em cima de uma Chaimite. Que interpela o poder que está a cair, enquanto o novo poder tarda em chegar.

Simples. Sem ambições de mando ou de glória.

Que ali está porque sente dever cumprir aquela missão militar, que é também e acima de tudo cívica.

Que não pensa um segundo sequer no simbolismo daquela presença, nem no significado histórico daquele momento.

Que, terminada a missão, regressa ao quartel, para voltar a ser o que era. Com a naturalidade de quem não reclama louros, nem aspira a celebridade.

À sua maneira, Salgueiro Maia deu expressão a um povo e a uma maneira de ser e de viver ao longo dos séculos. (…)

Salgueiro Maia foi o retrato desse povo, que é o que Portugal tem de melhor. (…)

Foi esse povo que fez Portugal. E, nele, os soldados de Portugal. Sem ele e eles os chefes mais ilustres não teriam triunfado, os políticos mais brilhantes não teriam vencido, os empreendedores mais visionários não teriam criado.”

&#160;
<p style="text-align: right">(Do prefácio de Sua Excelência, o Presidente da República,
Prof. Doutor Marcelo Rebelo de Sousa)</p>
<strong>
</strong><span class="s1">Número de páginas: 210</span>

1.ª edição: Março de 2021

2.ª edição: Fevereiro de 2022

3.ª edição: Fevereiro de 2023

4.ª edição: Fevereiro de 2024

5.ª edição: Fevereiro de 2025]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Moisés Cayetano Rosado, o Autor desta obra, tem a particularidade de poder olhar, de forma mais distanciada e desapaixonada, os acontecimentos que narra nesta obra diferentemente de autores portugueses que se têm dedicado aos temas da Descolonização, do 25 de Abril e da acção e personalidade do Capitão Salgueiro Maia.</p>
<p>É um historiador, interventivo e corajoso, na busca da verdade histórica e da defesa e salvaguarda da cultura do seu país, mas também apaixonado pelo seu país vizinho – Portugal – participando na organização de inúmeros eventos literários e culturais.</p>
<p>Nasceu em La Roca de la Sierra (Badajoz, Espanha), em 1951. É licenciado em Filosofia e Ciências da Educação. Mestre em Instrução Primária e tem doutoramento em Geografia e História.</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Padre Diogo Pires Cinza (Séc. XVI XVII)</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/padre-diogo-pires-cinza-sec-xvi-xvii/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 01:10:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O Alentejo e a Luta Clandestina</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/o-alentejo-e-a-luta-clandestina/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 01:07:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="layoutArea">
<div class="column">

Nenhum biógrafo parte para um trabalho deste género sem a esperança de contar com o envolvimento, ou a colaboração, do biografado, na expectativa de recolher as suas memórias, ou se quisermos, a sua interpretação sobre os factos objeto de análise. Como bem escreveu Marly Silva da Motta, professora catedrática especializada em História Oral, longe de ser um obstáculo ao conhecimento, a memória "revela- se um importante meio de acesso a determinadas informações, impossíveis de serem recolhidas em fontes mais rigorosas". Tentei por isso, desde o primeiro momento, estruturar esta biografia com base num conjunto de entrevistas/conversas com António Gervásio, na convicção de que ao contar o seu percurso de vida, e em particular as lutas sociais e políticas em que esteve envolvido, estaria também, em certa medida, a desvendar aspetos significativos do que foi a oposição comunista à ditadura de Salazar e a luta dos trabalhadores rurais por melhores condições de vida. (Luís Godinho)

</div>
</div>
</div>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<p>O autor</p>
<p>Luís Godinho nasceu em 1970, em Arraiolos. Jornalista desde 1988. É diretor do Diário do Alentejo. Trabalhou como correspondente no Alentejo para a SIC, Diário de Notícias, 24 horas e Público. Co-autor do livro António Arnaut – Biografia (2017). Realizador e argumentista de uma dezena de filmes documentários, entre os quais “O Salto” (premiado no Festival Internacional de Curtas-Metragens de Faro), “Aldeia Eterna” (inserido nas comemorações oficiais do centenário do nascimento de Vergílio Ferreira) e “Cartas” (produzido no âmbito dos 250 anos da publicação de Les Lettres Portugaises, cinco cartas de amor escritas por Soror Mariana Alcoforado). Membro da Assesta – Associação de Escritores do Alentejo.</p>
</div>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Música e História &#8211; Estudos de Homenagem a Manuel Carlos Brito</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/musica-e-historia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 01:06:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Este volume pretende assinalar o lugar de destaque que Manuel Carlos de Brito tem ocupado no campo da História da Música, não só em Portugal, a cujo passado musical dedicou a maioria dos seus estudos, como além-fronteiras. ¶ Enquanto musicólogo, Manuel Carlos de Brito adoptou como princípios orientadores a actualização científica, a perspectiva cosmopolita da investigação e a defesa de «um campo unificado da musicologia onde os seus diversos ramos possam colaborar, orientados por uma perspectiva por assim dizer antropológica dos fenómenos musicais». O seu principal campo de investigação abrange a música dos séculos XVII a XIX, particularmente o estudo da ópera em Portugal no século XVIII. À distância, esta abordagem à vida musical em Portugal que põe de parte os preconceitos dogmáticos e procura perspectivas inovadoras solidamente escoradas na documentação constitui um dos maiores contributos de Manuel Carlos de Brito para a disciplina.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Manuel Pedro Ferreira</strong>:<br />
Musicólogo especializado no repertório do Ocidente Europeu da época medieval, Manuel Pedro Ferreira tem publicado não só sobre essa época, como sobre música do Renascimento e do século XX. Em 1995 fundou o grupo Vozes Alfonsinas, que desde então dirige, dedicado especialmente à divulgação, em concerto ou gravação, da música medieval. Paralelamente, é compositor e crítico musical.</p>
<p><strong>Teresa Cascudo</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Mulheres (de) Coragem</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/mulheres-de-coragem/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 01:05:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Dona de uma linguagem cristalina, informada e filosoficamente conhecedora, com densidade mas sem nunca perder o cuidado para com a leitura a que se destina, Maria do Céu Pires capta neste livro esses dois registos - o do horizonte fechado de um passado de mulheres apenas clandestinamente pensadoras e o de um horizonte largo de aparecimento de grandes filósofas contemporâneas.
Depois de Hannah Arendt, de alguma maneira percursora, ela que nem se revia na designação de filósofa, surgem outras pensadoras maiores, sem tutelas mais ou menos disfarçadas, que Maria do Céu Pires nos apresenta - Sheila Benhabib, Martha Nussbaum, Adela Cortina. Com estas pensadoras, este é também um livro que pensa o nosso tempo, com uma esplêndida capacidade de fazer perguntas que nos dizem respeito, por isso mobilizadoras, e que conduzem o leitor a caminhos de respostas possíveis.
[ANDRÉ BARATA (Universidade da Beira Interior)]

Adela Cortina • Agnes Heller • Christine de Pizan • Clara Zetkin • Emma Goldman • Fernanda Henriques • Hildegarda von Bingen • Hipátia de Alexandria • Maria Coroada • Maria de Lourdes Pintassilgo • Maria Zambrano • Martha Nussbaum • Nancy Fraser • Olympe de Gouges • Rosa Luxemburgo • Seyla Benhabib • Simone Weil • Teresa Forcades • Victoria Camps

Número de Páginas: 170]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Natural de Portalegre, Licenciada em Filosofia (Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa) e Doutorada em Filosofia (Universidade de Évora) com a Dissertação <i>&#8220;Justiça e Cuidado em Adela Cortina – contornos da ética num mundo global&#8221;</i>. Professora no Ensino Secundário e ativista de Direitos Humanos. Tem colaborado em obras coletivas sobre temas de Ética, Direitos Humanos e Questões de Género. Autora das seguintes obras: <i>Pão &amp; Rosas – Exercícios de Cidadania</i> (Edições Colibri, 2012); <i>Ética e Cidadania – um diálogo com Adela Cortina</i> (Edições Colibri, 2015); <i>Mulheres (de) Coragem. Por um mundo mais justo</i> (Colibri, 2018).</p>
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