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	<title>Ciências Sociais &#8211; Edições Colibri</title>
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	<title>Ciências Sociais &#8211; Edições Colibri</title>
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	<item>
		<title>Assédio Sexual em Espaço Público em Portugal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Manuel]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Jul 2025 08:58:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="layoutArea">
<div class="column">

"O assédio sexual em espaço público é um crime marcado por uma fraca participação às autoridades. Recentemente, tem vindo a desenvolver-se a hipótese que tal poderá derivar de uma falta de confiança das mulheres no trabalho das forças policiais. Mas será esta falta de confiança fundamentada? Será que, de facto, quando confrontada com uma queixa num país que dispõe de uma lei que criminaliza o ocorrido, a polícia, tendencialmente, “nada faria”? E, se não, porquê? Estas são as questões que a pre- sente investigação se propõe a responder, com foco exclusivo na realidade portuguesa."

</div>
</div>
</div>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="layoutArea">
<div class="column">

"O assédio sexual em espaço público é um crime marcado por uma fraca participação às autoridades. Recentemente, tem vindo a desenvolver-se a hipótese que tal poderá derivar de uma falta de confiança das mulheres no trabalho das forças policiais. Mas será esta falta de confiança fundamentada? Será que, de facto, quando confrontada com uma queixa num país que dispõe de uma lei que criminaliza o ocorrido, a polícia, tendencialmente, “nada faria”? E, se não, porquê? Estas são as questões que a pre- sente investigação se propõe a responder, com foco exclusivo na realidade portuguesa."

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		<title>Arquivos Deslocados – Arquipélago da Madeira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Manuel]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Sep 2024 19:43:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="layoutArea">
<div class="column">

Do conjunto sobressai um estudo volumoso e de elevada qualidade e profundidade, cientificamente sustentado e metodologicamente ancorado, que, sendo necessário à comunidade académica, mormente das áreas da Ciência da Informação, em particular da disciplina Arquivística, e da História, não poderia ficar distante de um público mais vasto. Um estudo revelador dos arquivos e do património arquivístico do Arquipélago da Madeira. Um estudo revelador de um novo autor em Ciência da Informação e incontornável nos estudos arquivísticos. Um estudo revelador da maturidade do seu autor e da qualidade da sua escrita científica, exemplo de uma pena que regista o verbo no lugar certo. Um estudo revelador do cientista da informação e do cultor da palavra escrita, que colocam Ascensão de Macedo como um especialista incontornável no tema, a par de James Lowry.

[MARIA CRISTINA VIEIRA DE FREITAS &#38; CARLOS GUARDADO DA SILVA]

</div>
</div>
</div>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="section">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<p>L. S. ASCENSÃO DE MACEDO Licenciado em Línguas e Literaturas Clássicas (Universidade de Lisboa), Pós-graduado em Ciências Documentais, op. Arquivo (Universidade de Lisboa) e em Gestão e Administração Pública (Universidade Autónoma de Lisboa), Mestre em Ciências da Documentação e Informação (Universidade de Lisboa) e Doutor em Ciência da Informação (Universidade de Coimbra). É responsável pela Divisão de Arquivo Geral da Direção Regional do Orçamento e Tesouro do Governo Regional da Madeira. É investigador do Centro de Estudos Clássicos (Universidade de Lisboa), membro executivo do Grupo de Peritos para o Património Arquivístico Partilhado do Conselho Internacional de Arquivos, membro da ISKO (International Society for Knowledge Organization) – Capítulo Ibérico e do Grupo de Peritos da Rede Ibero-Americana de Ensino Universitário em Arquivo da Asociación Latinoamericana de Archivos. Entre publicações científicas e prémios recebidos, foi galardoado com o prémio ALA 2022 pela Asociación Latinoamericana de Archivos.</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Investigação em Ciência da Informação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Manuel]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Sep 2024 13:58:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[«De um modo geral, os textos que se perfilam neste volume constituem consistentes intentos, teóricos ou empíricos, que procuram responder, direta ou indiretamente, a cada uma dessas questões, trazendo-as inclusivamente para o contexto e a realidade portuguesa. Não obstante a aridez que, não raro, acompanha a abordagem dessas matérias, os textos que aqui se encontram são frutos de um discurso clarividente, que releva tanto pelo caráter pedagógico e científico quanto pela inegável capacidade de argumentação, que é demonstrada pelo autor, que habilmente conduz a escrita, propugnando pela forma crítico-reflexiva e construtiva do discurso, desvelando e revelando, em cada página ou argumento, as principais inclinações teóricas, assumindo-as também como suas, inclusivamente, em diversos pontos cruciais.
Assim, devotada à Ciência da Informação e à Arquivística, e publicada sob o manto de uma coletânea de estudos, a obra em causa é, pois, um desses pertinentes exemplos de articulação de conteúdos que se desenvolvem singularmente, mas sem perder a necessária visão de unidade e de conjunto. Incluída numa série muito apropriadamente identificada como <i>Ciência da Informação</i>, que o próprio autor dirige, trata-se de uma relevante “pedra” que se assenta numa sólida construção e que tem como repto oferecer alternativas de leitura especializada e de qualidade, em língua portuguesa, e provocar o debate e a reflexão de ideias e de experiências que gravitam em torno de temas em voga na contemporaneidade.»
<i>Maria Cristina Vieira de Freitas</i>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Carlos Guardado da Silva é Doutor em História Medieval (2004), pela Universidade de Lisboa, e Agregado em Ciência da Informação (2016), pela Universidade de Coimbra. É Investigador do Centro de Estudos Clássicos e Professor da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, onde dirige o mestrado em Ciências da Documentação e Informação, desde 2015. É Membro da Sociedade Portuguesa de Estudos Medievais (SPEM), Académico Correspondente da Academia Portuguesa da História (APH), membro do Centro de Investigação Joaquim Veríssimo Serrão e Sócio da Associação Portuguesa de Ciências da Comunicação (SOPCOM). É Vice-Presidente da Assembleia Geral da BAD – Associação Portuguesa de Bibliotecários, Arquivistas e Documentalistas e vogal da direção do Capítulo Ibérico da ISKO – <i>International Society for Knowledge Organization</i>. É, ainda, membro do Conselho Técnico Nacional da BAD e do Conselho Consultivo da Rota Histórica das Linhas de Torres. É coautor de diversos títulos, no âmbito da História, do Património Cultural e da Ciência da Informação.</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Arrayollos – Revista de Cultura do Município de Arraiolos n.º 6</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/arrayollos-revista-de-cultura-do-municipio-de-arraiolos-n-o-6/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Helena Gil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Jun 2024 15:42:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[(...) <em>Arrayollos</em>, a revista de cultura do nosso Município, chegou, como sempre, pontual, ano após ano, em junho, incluído no evento cultural “Tapete está na Rua”.

E o número deste ano assume uma especial importância, pois nele incluímos uma secção especial dedicada a assinalar os 500 anos da fundação da Santa Casa da Misericórdia de Arraiolos, os quais se celebraram oficialmente no último dia 6 de abril. É, pois, essa a data indicada pelas investigações de vários historiadores que se debruçaram sobre o estudo da história da “Casa da Misericórdia” da vila de Arraiolos.
<p style="text-align: right"><strong>[</strong>SÍLVIA PINTO<strong> – </strong>Presidente da Câmara Municipal de Arraiolos]</p>
<strong>Nº Páginas: </strong> 342]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[(...) <em>Arrayollos</em>, a revista de cultura do nosso Município, chegou, como sempre, pontual, ano após ano, em junho, incluído no evento cultural “Tapete está na Rua”.

E o número deste ano assume uma especial importância, pois nele incluímos uma secção especial dedicada a assinalar os 500 anos da fundação da Santa Casa da Misericórdia de Arraiolos, os quais se celebraram oficialmente no último dia 6 de abril. É, pois, essa a data indicada pelas investigações de vários historiadores que se debruçaram sobre o estudo da história da “Casa da Misericórdia” da vila de Arraiolos.
<p style="text-align: right"><strong>[</strong>SÍLVIA PINTO<strong> – </strong>Presidente da Câmara Municipal de Arraiolos]</p>
<strong>Nº Páginas: </strong> 342]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Os Livreiros de Lisboa nos Séculos XVI e XVII</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/os-livreiros-de-lisboa-nos-seculos-xvi-e-xvii/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 01:09:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="layoutArea">
<div class="column">

O tema principal deste livro é a atividade editorial e a venda de livros em Lisboa na segunda metade do século XVI e na primeira metade do século XVII, assim como as redes económicas, nacionais e internacionais, em que os livreiros da cidade se integraram. O mesmo aborda também as organizações profissionais e as estratégias sociais e familiares seguidas por estes homens de negócios para a continuidade das suas firmas e para a sua ascensão na sociedade.

***

A invenção da imprensa de caracteres móveis na Alemanha de Quatrocentos e a sua rápida expansão por todo o continente e pelos domínios e países de influência europeia em todo o mundo, permitiram que o património literário, filosófico, artístico e científico à época existente fosse posto ao alcance de um número muitíssimo maior de indivíduos, parte dos quais passou a refletir sobre ele e a questioná-lo, dando origem a novas conquistas da ciência, originais criações artísticas e mais ousadas formas de pensa- mento. Em tal processo foi crucial o papel dos profissionais da difusão de obras impressas, dos que as custearam, assim como dos que intervieram nas várias fases da sua produção material, os quais constituíram, a partir daí e ao longo de séculos, um pilar funda- mental na estruturação de uma sociedade do conhecimento, base da civilização dos nossos dias.

</div>
</div>
</div>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="section">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<p>JORGE MANUEL RIOS DA FONSECA é licenciado em História e pós-graduado em Ciências Documentais pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Doutor em Estudos Portugueses pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Investiga- dor integrado do CHAM, da mesma universidade. Autor de doze livros – entre os quais Escravos e senhores na Lisboa quinhentista e Religião e liberdade. Os Negros nas irmandades e confrarias portuguesas – e de uma centena de artigos e capítulos de livros de História Medieval e Moderna, nomeadamente sobre os temas dos Escravos e Negros em Portugal, da História de Lisboa e do Alentejo, da Reforma Manuelina dos Forais e do Associativismo e Assistência. Coordenador de vários livros e de números de revistas. Participante em congressos e colóquios, em alguns como organizador.</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O Papel das Bibliotecas na Investigação Científica</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/o-papel-das-bibliotecas-na-investigacao-cientifica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 01:08:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[«A publicação deste livro é muito feliz ao constituir uma reflexão aprofundada sobre as perceções que os profissionais das bibliotecas especializadas e do ensino superior e os investigadores de unidades de investigação científica em Portugal têm sobre o papel e o contributo das bibliotecas nos processos de produção e disseminação da ciência. O resultado da análise deste olhar revela desconhecimento mútuo e recomenda a necessidade de aprofundamento de uma relação que de veria ser próxima e in tensamente colaborativa. Esta transformação, necessária e urgente, vai depender essencialmente da capacidade de imersão das bibliotecas nos distintos pontos do ciclo de comunicação da ciência, incluindo a sua produção. Sem essa capacidade de reinvenção, frequentemente comprometida pela enorme e histórica fragilidade das bibliotecas portuguesas - mas não apenas as portuguesas - em recursos materiais e humanos, tenderão a per der relevância, exatamente no local onde mais essenciais podem ser.»
[Maria Manuel Borges]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Jorge Revez é Professor Auxiliar da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (FLUL). É docente do Mestrado em Ciências da Documentação e Informação (FLUL) desde 2007. Doutorado em Ciência da Informação (Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra), Mestre em História Contemporânea (FLUL), Curso de Especialização em Ciências Documentais, Biblioteca e Documentação (FLUL) e Licenciado em História (FLUL). É investigador do Centro de Estudos Clássicos da Universidade de Lisboa. Os seus interesses de investigação são a organização da informação, as bibliotecas especializadas e do ensino superior, a investigação científica e o comportamento informacional. É membro da <i>International Society for Knowledge Organization</i> (ISKO) e da Associação Portuguesa de Ciências da Comunicação (S O P C O M). É membro da BAD &#8211; Associação Portuguesa de Bibliotecários, Arquivistas, Profissionais da Informação e Documentação, integrando os seus Órgãos Sociais desde 2017. Trabalhou como bibliotecário em bibliotecas do ensino superior e em bibliotecas especializadas entre 2003 e 2017. Foi Analista de Informação Criminal entre 2018 e 2020.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Manual de Regras para Trabalhos Académicos em Ciências Sociais</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/manual-de-regras-para-trabalhos-academicos-em-ciencias-sociais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 01:01:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A escrita académica produz e analisa conhecimento que se caracteriza pelo rigor e precisão e que se manifesta num tipo particular de discurso, i.e. o discurso académico. Deste conjunto de regras, sobressaem o rigor na estruturação do trabalho, a utilização correta da terminologia da área científica em estudo, a natureza analítica do discurso, a formalidade do registo, a linguagem cuidada, precisa e analítica, a atenção ao pormenor, as citações rigorosas das fontes e o cumprimento dos estilos de formatação das referências.

Dado o grau elevado de complexidade e de detalhe, sucede que nem sempre os estudantes têm facilidade em identificar, compreender e aplicar estes preceitos. É neste sentido que produzimos este manual, como um instrumento de comunicação dessas convenções e particularidades, mas também como um compêndio de estratégias, para ser lido de um só fôlego ou ainda para ser consultado de forma avulsa, em diferentes momentos.

Enquanto estudante, decerto que já se deparou com dificuldades na preparação e elaboração de alguns dos trabalhos académicos pedidos pelos seus professores. De facto, experimentar este tipo de dificuldades é comum, principalmente porque é grande a complexidade das convenções da escrita académica e das tarefas que lhe estão associadas: interpretar, organizar, selecionar, escrever, reescrever, parafrasear, entre muitas outras. No entanto, há um conjunto de estratégias que o podem ajudar a ultrapassar estes desafios e consequentemente contribuir para alcançar o desejado sucesso académico.

Assim, nesta obra, o nosso objetivo é explorar estas dinâmicas de forma a apoiar e a responder às necessidades dos estudantes dos cursos universitários e politécnicos. De uma forma muito prática, e apresentando vários exemplos, procuramos explicar ao estudante, passo a passo, as fases de preparação e elaboração dos trabalhos escritos e orais, sugerindo diversas soluções adequadas a diferentes tipos de trabalho.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Autoras: Ana Isabel Renda, Filipa Perdição Ribeiro e Rita Baleiro.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Kant</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/kant/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 00:57:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Seguindo o fio condutor da precoce e persistente meditação de Kant sobre a Terra - desde os juvenis ensaios sobre aspetos da História da Terra e da Cosmogeogonia, sobre o terramoto de Lisboa, a sucessiva dedicação ao ensino universitário da Geografia Física e as inúmeras reflexões que constituem o acervo do seu pensamento geográfico até às tardias reflexões em que apresenta a Terra como um sistema e um corpo orgânico -, neste livro põe-se em evidência a profunda consciência que o filósofo tem da íntima relação entre o Homem e a Terra e o quão decisivamente a condição telúrica do Homem configura a sua Antropologia, a sua visão da História e a sua filosofia do Direito e da Política.

Kant revela-se assim não apenas como um incontornável pensador da Terra, mas também verdadeiramente como um filósofo com os pés na Terra, graças ao que até o seu pensamento mais especulativo - conhecido por idealismo transcendental e apriorismo - deixa ver as suas bases realistas e empíricas, expondo-se como uma espécie de Geografia transcendental e revelando o seu autor como um verdadeiro <i>geógrafo da Razão</i>.

Nos ensaios reunidos neste livro, Immanuel Kant (1724-1804), geralmente conhecido como o filósofo da <i>razão pura</i>, do <i>idealismo transcendental</i> e do <i>apriorismo</i>, revela-se, antes de mais, como um pensador da Terra, da natural condição telúrica do Homem e da indissociável relação da Terra com o destino histórico da Humanidade, com tudo o que isso implica, no plano físico e existencial e no plano ético e político-jurídico.

O cosmopolitismo kantiano ganha assim uma inequívoca base de realismo: verdadeiramente, o que nele está em causa é a ideia de instituição de uma universal e justa Lei da Terra e dos Povos que a habitam, a qual consagre o efetivo <i>direito de cidadão da Terra</i> (Recht des Erdbürgers) que cabe a todo o ser humano que nela nasce pelo simples facto de nela ter nascido.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Leonel Ribeiro dos Santos é Professor catedrático aposentado da Universidade de Lisboa e Investigador do CFUL. Professor da FLUL desde 1977, aí lecionou Filosofia Social e Política, Filosofia Moderna, Ética, Filosofia da Educação e Filosofia do Renascimento. Foi cofundador (1993), Editor (1993-2000) e Diretor da revista <i>Philosophica</i> (2000-2012); Diretor do CFUL (2008-2011); Professor convidado na UCP (Lisboa), na Universidade do Minho (Braga), na UTL (Licenciatura em Arquitetura Paisagista do IA); Professor Visitante na UNESP (Marília/SP), na UFSC (Florianópolis) e na UFRN (Natal). Principais obras próprias: <i>Metáforas da Razão ou economia poética do pensar kantiano</i> (FLUL, 1989; FCG/JNICT, 1994); <i>A razão sensível. Estudos Kantianos</i> (Colibri, 1994); <i>Retórica da evidência ou Descartes segundo a ordem das imagens</i> (Quarteto, 2001; 2ª ed. CFUL, 2013); <i>Antero de Quental – Uma visão moral do Mundo</i> (INCM, 2002); <i>Linguagem, Retórica e Filosofia no Renascimento</i> (Colibri, 2004); <i>O Espírito da Letra. Ensaios de Hermenêutica da Modernidade</i> (INCM, 2007); <i>Melancolia e Apocalipse. Estudos sobre o Pensamento Português e Brasileiro</i> (INCM, 2008; (trad. italiana: Roma: Inschibboleth,2017); <i>Regresso a Kant: Ética, Estética, Filosofia Política</i> (INCM, 2012); <i>Ideia de uma Heurística Transcendental. Ensaios de Meta-Epistemologia Kantiana</i> (Esfera do Caos, 2012); <i>A Razão Bem Temperada – Do Princípio do Gosto em Filosofia e outros Ensaios Kantianos</i> (Imprensa da Universidade de Coimbra, 2022).</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Empregabilidade em Ciencia da informação</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/empregabilidade-em-ciencia-da-informacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 00:44:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="layoutArea">
<div class="column">

Cláudia Pinto parte de uma revisão da literatura internacional, procurando centrar- se na discussão dos conceitos de ‘emprego’, ‘desemprego’ e ‘empregabilidade’, definidos de forma distinta, mesmo em Portugal. Depois, a autora continua para a apresentação e a discussão de diferentes modelos de empregabilidade, caraterizando, por fim, o Mestrado em Ciências da Documentação e Informação, oferta formativa da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Na segunda parte, desenvolve o estudo empírico, debruçando-se sobre os diplomados do referido curso, ancorada na metodologia da investigação.

Dentre as conclusões, destacamos o reconhecimento da importância da formação em Ciências da Documentação e Informação na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa por parte dos seus diplomados, uma tendência para a continuidade da formação na Universidade de Lisboa, tendo muitos dos alunos o curso de especialização na área e obtido na mesma instituição. Acrescente-se a formação em Ciências da Documentação e Informação na Universidade de Lisboa como fator de aumento da remuneração bruta dos diplomados e da empregabilidade. Cerca de 70% trabalha na área profissional das Ciências da Documentação e Informação, tendo ingressado no mestrado para consolidar e/ou atualizar a sua formação. Ainda, o curso de mestrado em Ciências da Documentação e Informação é visto como um meio de obtenção de competências, para além do título, essenciais para ingresso no quadro de distintas organizações e a melhoria da situação profissional e remuneratória dos diplomados.

[CARLOS GUARDADO DA SILVA]

***

Este é um estudo crucial para o conhecimento da empregabilidade em Ciência da Informação, que contribui para a constituição de um observatório sobre a empregabilidade dos diplomados do 2.o ciclo de estudos na área. Tal é importante para desmistificar, por exemplo, por que razão os diplomados em Ciências da Documentação e Informação trabalham maioritariamente na administração pública, o que não causa admiração, quando os seus serviços se concentram na Área Metropolitana de Lisboa. E é, também, um primeiro passo para o estudo da empregabilidade dos diplomados em Ciência da Informação no território nacional, com valores elevados em Lisboa, que encontram uma possível explicação, para além da qualidade da formação oferecida, numa eventual maior oferta de emprego na região.

</div>
</div>
</div>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
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<p>CLÁUDIA M. PINTO nasceu a 21 de agosto de 1988. Licenciou-se em Administração Pública no Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas (ISCSP). O seu percurso profissional nasceu ligado à gestão da qualidade e na consultoria em autoavaliação. Mas abraçar um novo desafio profissional, no Arquivo do Banco de Portugal, fê-la encontrar a paixão por aquilo que faz. Prosseguiu, por isso, os estudos na Faculdade de Letras na Universidade de Lisboa, onde concluiu o Mestrado em Ciências da Documentação e informação. Desde 2018, é arquivista/Record Manager, na Unidade de Arquivo do Banco de Portugal. Afirma que a frase que mais a marcou sobre a profissão que exerce foi: “Taking care of archives can be a surprisingly busy occupation. We think it’s also of the best in the world” (Samantha Thompson).</p>
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		<title>Compreender é um Espanto &#8211; Articulando Filosofia com Ciências</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/compreender-e-um-espanto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 00:36:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
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“É preciso estilhaçar o todo”, proclamou Nietzsche contra Hegel. Está feito, é essa a nossa situação, condenados a saberes feitos de estilhaços especializados. Um filósofo que busque saber o que são os humanos só encontra na sua tradição sujeitos e consciências herdadas da alma, contra o corpo e o mundo, sem família ou sexo ou trabalho ou língua. Reclamando-se duma corrente originada na fenomenologia (Husserl, Heidegger e Derrida) e da descoberta pelo químico Ilya Prigogine (Nobel 1977) da irreversibilidade do tempo na produção de entropia de estruturas dissipativas (estabilidades instáveis), esse filósofo teve que se voltar para outras descobertas científicas do último século que desbravaram as dimensões humanas em falta. Aí encontrou dois tipos de obstáculos: como articular biologia, neurologia, ciências sociais, linguística e psicologias, além da física e da química prévias, se os seus paradigmas são irredutíveis uns aos outros; não tendo competência para aceder aos respectivos laboratórios e dando-se conta de que as ciências têm dificuldades em entender as razões pelas quais necessitam desses laboratórios, donde a dificuldade de organizar teoricamente o que se passa fora das fronteiras deles. Apercebeu-se de que o pensamento dos cientistas sofre, sem que eles saibam, de um erro vindo da oposição filosófica tradicional entre pensamento e realidade, entre o sujeito (interior) predominando sobre o objecto (exterior), erro herdado do dualismo platónico-cristão alma / corpo, mundo. Trata-se de propor a correcção fenomenológica desse erro como ajuda intelectual dum filósofo que compreendeu que essas descobertas científicas do século XX permitem desenhar os mapas de possibilidades dos fenómenos indeterminados do universo terrestre em suas cenas de circulação fora dos laboratórios, na chamada ‘realidade’.

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<p>Fernando Belo:<br />
Até aos 40 anos. Duas licenciaturas, em engenharia civil (IST, 1956) e teologia (Paris, 1968), com 12 anos de clérigo entre elas, tendo tido um maravilhoso professor de filosofia, o P. Honorato Rosa. Esta época saldou-se com a publicação de Lecture matérialiste de l’évangile de Marc. Récit, pratique, idéologie (1974), trad. castelhana, alemã e americana, articulando uma leitura textual da narrativa (R. Barthes) à estrutura social da Palestina da época (Althusser, Bataille), no contexto do estruturalismo francês, aliança da filosofia com ciências sociais e humanas.<br />
Após os 40 anos. O livro, em tempos de revolução, abriu as portas do departamento de Filosofia da Faculdade de Letras de Lisboa (1975-2003), docente de Filosofia da linguagem e doutorado com tese sobre epistemologia da semântica saussuriana, (1989). Da Linguística às outras Ciências, esse ensino saldou-se pela publicação de Le Jeu des Sciences avec Heidegger et Derrida, (2 vol. 2007), entre outros livros, como Heidegger, pensador da Terra (2012), Seja um texto de paixão Onde se mostra que sem a Filosofia não haveria Europa e dos blogues Filosofia com Ciências (textos de fundo) e Filosofia mais Ciências 2 (textos de ocasião).</p>
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