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	<title>Crítica &#8211; Edições Colibri</title>
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	<title>Crítica &#8211; Edições Colibri</title>
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		<title>Texto e[m] Linguística &#8211; Teorias, cruzamentos, aplicações</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/textos-em-linguistica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 01:27:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O volume que agora se apresenta reúne trabalhos com origens diferentes: uns foram inicialmente produzidos como documentos de apoio a aulas, outros estiveram associados a contextos diversificados de vida académica e científica. Une-os o facto de convergirem em torno da noção de texto - encarada numa perspetiva linguística, mas também em diálogo com áreas afins como a análise literária ou a didática da língua.

As descrições e as análises apresentadas pretendem dar conta da forma como funcionam os textos, tanto do ponto de vista contextual como organizacional, evidenciando o papel dos recursos linguísticos neles mobilizados.

Privilegiando-se uma abordagem diferencial dos géneros de texto considerados, no âmbito da atividade académica/científica, pressupõe-se que o conhecimento explícito assim disponibilizado possa contribuir para desempenhos (mais) eficazes - tanto do ponto de vista de quem aprende como na perspetiva de quem ensina.

Número de páginas: 182]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Antónia Coutinho é Professora Associada na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade nova de Lisboa (nova FCSH, Departamento de Linguística). Doutorada em Linguística – área de especialização em Teoria do Texto, tem orientado teses de doutoramento e de mestrado e publicado, a nível nacional e internacional, nas áreas da linguística do texto e do discurso e da didática da língua. É investigadora do Centro de Linguística da Universidade nova de Lisboa (CLUNL), no âmbito do grupo Gramática &amp; Texto. Privilegiando a perspetiva teórica e epistemológica do Interacionismo Sociodiscursivo, os seus principais interesses relacionam-se com a compreensão do funcionamento da língua e dos textos e com o papel que assumem no desenvolvimento da pessoa ao longo da vida.</p>
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		<title>EM PORTUGUÊS / IN PORTUGUESE</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/em-portugues-in-portuguese/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 00:44:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[]]></description>
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		<title>CINEgraMAS</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/cinegramas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 00:35:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="layoutArea">
<div class="column">

Concebe-se o interstício como o espaço onde cultura e Natureza despertam, digamos, subitamente peregrinas e profusamente disléxicas. No seu despertar insólito, suspende-se a antiga lógica, as antigas proezas e a antiga ordem. Os seus respectivos territórios de protagonismo encontram-se doravante diversamente atravessados e diferentemente mapeados. Ora o interstício sabe comunicar em todas as línguas do universo; sabe ler o livro da Natureza, bem como pertence à casa matricial do ser. No entanto, fala todas as linguagens em simultâneo, misturando nelas as regras e os significados. Aliás, o interstício fala de acordo com a gramática infinita da diferença; daí o interstício ser portador de prodígio e perigo. Quem atravessa o interstício, espalha sismos. Quem desperta para o interstício, deita-se à noite transformado.

***

Mas sabemos sobejamente o quanto o cinema não é tanto a arte do visível como a arte de revelar uma realidade que só se deixa captar nos interstícios do invisível. O cinema exige a todo o realizador uma decisão artística de peso, a de decidir o que se deve e se pode mostrar por ecrã interposto: ora a visibilidade habitual que caracteriza os nossos dias a que chamamos vida, ora essa invisibilidade iluminada pelo ecrã que é onde se revela a biografia real de seres opacos como nós. A arte do cinema é este prodígio de transformação das regras que governam a nossa existência quotidiana mediante a luz maior da revelação. Não há nenhum turístico velejar possível neste contexto: recordar comporta risco. Recordar impõe (novas) rotas e (novos) escolhos. Contudo, o acto de recordar promete também a possibilidade de novos itinerários a partir dos silêncios e sinistros passados. Afinal de contas, o que é que a vida quer de nós senão a totalidade de tudo quanto somos nos interstícios do nosso terror perante a magnitude transcendente dessa mesma vida?

Número de páginas: 544

</div>
</div>
</div>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="section">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<p>Christopher Damien Auretta doutorou-se pela Universidade da Califórnia, Santa Bárbara, EUA. Lecciona na Universidade NOVA de Lisboa onde organiza seminários em Pensamento Contemporâneo e na área de Ciência e Literatura, focando, sobretudo, exemplos da representação estética da modernidade técnico-científica. Tem publicado e/ou participado em colóquios debruçando-se sobre a obra de António Gedeão, Fernando Pessoa, Jorge de Sena, Machado de Assis, Primo Levi e Roald Hoffmann, bem como sobre questões relacionadas com a bioarte. Tem traduzido e publicado em inglês poesia de Fernando Pessoa e António Gedeão.</p>
<p>Publicações recentes incluem Dez Anos in Portugal, Ensaios, Prosa, Poesia; Álvaro de Campos, Autobiografia de uma Odisseia Moderna; “Fernando Pessoa’s Mnemosyne Project: Myth, Heteronomy, and the Modern Genealogy of Meaning” (Universidade Católica Editora); António Gedeão, Poemas / Poems; Diário de Bordo, Aspectos do Pensamento Contemporâneo; Pequeno vade-mécum ad loca infecta: para docentes, estudantes e outros mártires (=testemunhas) da modernidade cansados mas ainda capazes de uma ténue esperança; Em torno do cinema, Visualizando a modernidade: narrativas e olhares do ecrã; Cem dias de solidão, Crónicas pedagógicas na Babel contemporânea; entre outros&#8230;</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
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		<title>Adaptação Cinematográfica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Helena Gil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Jun 2020 18:09:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Metade dos filmes realizados no ocidente constituem adaptações de obras literárias. Na base deste fenómeno, encontram-se motivos quer de ordem comercial, quer artística: se o texto escrito teve êxito, o filme talvez o possa repetir. Neste livro, João de Mancelos analisa adaptações cinematográficas de diversas narrativas: um mito, uma parábola bíblica, contos tradicionais e modernos, um romance e bandas desenhadas. Deste estudo, ressuma que a adaptação é um processo delicado, implicando vários riscos, mas também desafios à criatividade de guionistas e realizadores.

&#160;

<strong>N.º Páginas: </strong> 124

<strong>Capa:</strong>  mole (16 x 23 cm)

&#160;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>João de Mancelos, nome profissional de Joaquim João Cunha Braamcamp de Mancelos, nasceu em Coimbra, em 1968. É doutorado em Literatura Norte-Americana, pós-doutorado em Literaturas Comparadas e possui uma agregação em Estudos Culturais. É docente no ensino superior. Possui obra na área do ensaio, poesia e narrativa. Entre os seus livros destacam-se As fadas não usam batom (2.ª ed.), Introdução à escrita criativa (5.ª ed.), O pó da sombra, Contos de amor, desejo e perda, e Luzes distantes, vozes perdidas. Venceu diversos prémios literários na área do conto e da poesia.</p>
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