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	<title>Crónicas &#8211; Edições Colibri</title>
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	<title>Crónicas &#8211; Edições Colibri</title>
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		<title>Entre o eco e o silêncio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Manuel]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Mar 2026 14:58:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="layoutArea">
<div class="column">

Os textos publicados neste livro são na sua maioria ficcionais não reflectindo, portanto, situações directamente passadas com o autor. Em todo o caso, alguns dos textos foram inspirados pelo que quer pelos atribulados tempos que vivemos, quer pelo que terá ficado guardado no seu sub consciente, muito naturalmente. Passado a texto, adicionadas essas memórias e experiências com episódios, pormenores, até eventuais desejos cumpridos ou não no seu passado, acabaram por dar corpo à imaginação criativa que todos os textos acabam por reflectir. Há ainda alguns deles, poucos, com fundamentação de políticas económicas, área de especialização do autor.

O objectivo da sua publicação foi, essencialmente, partilhar com os amigos e leitores situações carregadas do bom humor possível que o autor acredita ser indispensável quer à vida quer, em particular, à boa saúde mental, tão necessária nos tempos que se vivem por todo o Planeta.

(...)
Por tudo isto, o autor libertou o seu pensamento e imaginação de quaisquer amarras ou condicionantes do que actualmente pode ser considerado o “politicamente correcto” e terá ido rebuscar nas suas memórias actuais e nas mais longínquas de jovem ou menino situações ou conversas que tivesse presenciado ou ouvido e que agora, vindo-lhe de novo ao espírito, constituem muito do conteúdo deste livro.
São textos, contos, memórias, hábitos e costumes escritos com humor que acredita saudável, para que não se percam no dissolver das espumas em que acabam por se transformar os nossos saberes, culturas, tradições e recordações mas fazem parte integrante do nosso património genético. A capa resulta de uma fotografia de autoria do autor do livro e pretende dar-lhe o valor simbólico que o Cais das Colunas tem para Lisboa e para a Humanidade.

Número de páginas: 214
1.ª Edição: Fevereiro de 2026

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										<content:encoded><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="section">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<p>Carlos Alberto Pereira Martins nasceu em Viseu a 24 de Setembro de 1951. Frequentou a Escola da Avenida, o Liceu Nacional de Viseu, e é licenciado em Finanças pelo Instituto Superior de Ciências Económicas e Financeiras, ISCEF. Foi Membro do CESE, Comité Económico e Social Europeu, em Bruxelas de 2006 a 2015, onde foi Vice-Presidente das Relações Externas, membro da Comissão de Transportes e Comunicações e dos Comités de Acompanhamento da UE-India, UE-China e integrou várias missões de acompanhamento UE-Rússia e UE-Ucrania. Foi Conselheiro do CES, Conselho Económico e Social português, durante vários mandatos, Presidente da Comissão Executiva do Conselho Nacional das Ordens Profissionais e do Conselho Nacional das Profissões Liberais. Foi economista da Direcção Financeira do Banco de Fomento Nacional de 1972 até 1987 e aí estudou e implementou um instrumento inovador no Mercado de Capitais depois do encerramento das Bolsas de Valores em 1974, as Obrigações de Caixa BFN. Frequentou vários cursos e estágios duradouros no âmbito da OCDE e nas Bolsas de Valores do Rio de Janeiro, Bilbao, Paris, a Bovespa de São Paulo, London Stock Exchange e Barcelona. Foi Director Coordenador Financeiro e Internacional do Montepio Geral de 1987 a 2016, tendo desempenhado diversas funções de Administrador de empresas financeiras do Grupo Montepio. [Desempenhou muitas outras funções, de vários âmbitos, e em diferentes períodos, nomeadamente,] foi Vice-Presidente da MAG, Presidente do Conselho Fiscal e Disciplinar e Presidente da Mesa da Assembleia Geral do Clube de Futebol “Os Belenenses” bem com Presidente da MAG da sua SAD por vários mandatos. É actualmente um dos membros vitalícios do Conselho Geral do CF “Os Belenenses”</p>
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		<title>Vivências (contos)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Manuel]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Jul 2025 15:05:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="layoutArea">
<div class="column">

"Um ciclo longo e alegre, vivaz e generoso, tinha terminado! Afinal o que era a vida, senão isso mesmo? Um seguir-se de mudanças que acontecem a curto, ou longo prazo, um arrastar para clivagens, mais ou menos profundas, mais ou menos definitivas, viragens sucessivas nas rotas iniciadas; mutações senti- mentais mais ou menos pertinentes; alterações de necessidades prementes... O que é a vida senão uma metamorfose contínua, física e mental, emotiva e sentimental? Leonor procurava agora a esfera do silêncio dos espaços, da sua vida interior, dos seus sentidos espirituais."

***

"Porquê? Qual o sentido de tanta luta, tanta dor, tantas peripécias sofridas neste planeta terra? Qual o sentido? Não era, obviamente, a primeira vez que tal pergunta assolava o seu cérebro, mas era a primeira vez que sentia na pele a inutilidade da vida humana! Inutilidade paradoxal! E, no entanto, era uma mulher de fé! Como era possível conciliar ambas as posições perante a vida? Afinal, acreditava ou não, que a Alma do seu irmão tinha partido para uma outra dimensão? Ou tudo terminara ali? Naquelas cinzas? Era uma novidade esta sensação profunda que trespassava a sua pele e penetrava na sua mente... Era algo que emanava de fora para dentro! E dominava-a."

</div>
</div>
</div>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="section">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<p>Julieta Teixeira Marques de Oliveira, nasceu em Lisboa. Licenciou-se em História pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e em História Moderna pela Faculdade de Letras e Filosofia da Universidade de Génova. Depois de leccionar alguns anos em Lisboa, parte para a Itália. Leitora de Língua e Cultura portuguesa na Universidade de Veneza, Pádua e Pavia.</p>
<p>Assinou um contrato de investigação com a Comissão Nacional para as Comemorações dos Descobrimentos Portugueses. Resultou uma exaustiva pesquisa subordinada ao tema Fontes Documentais de Veneza referentes a Portugal, publicada pela Imprensa Nacional – Casa da Moeda, em Lisboa, 1997.</p>
<p>Em 1995 defendeu com distinção e louvor, na Universidade em Lisboa, a sua tese de doutoramento sobre Veneza e Portugal no século XVI: subsídios para a sua história. Tal obra foi publicada pela Imprensa Nacional – Casa da Moeda, em Lisboa no ano 2000.</p>
<p>Autora de vários artigos, recensões e textos. Destacamos, para além dos já cita- dos:<br />
La crisi del 1580 e la perdita dell’indipen-denza del Portogallo nei menoscritti della Marciana (Pádua, Universidade de Pádua, 1986); O falso D. Sebastião perante o Senado de Veneza (Annali di Cáfoscari, Veneza, 1988); Padre Antonio Vieira e la sto- ria delle idee culturali e letterarie (Pádua, Universidade de Pádua, 1989); P. José Anchieta, projecção cultural da sua obra; O lúdico e o pragmático no discurso de P. António Vieira (Veneza, 1997), Os Teixeira Lopes – Memórias de uma Família (Lisboa, Edições Colibri, 2004), Ritmos da Alma (Lisboa, Edições Colibri, 2016), Ausências Presenças (Lisboa, Edições Colibri, 2018), Caminhos Paralelos | Cruzados (Lisboa, Edições Colibri, 2021) O Eterno e o Efémero (Lisboa, Edições Colibri, 2023), Entre o Sol e a Neblina (Lisboa, Edições Colibri, 2024) e Desconhecido Dentro (Lisboa, Edições Colibri, 2024). Participação nas antologias Mundo(s), n.o 24 (2023), escrever Camões (2024) e escrever Fernando Pessoa(s) (2025) ambas das Edições Colibri.</p>
</div>
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		<title>O Eco da Imaginação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Manuel]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 May 2025 13:42:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="layoutArea">
<div class="column">

Os textos publicados neste livro são na sua maioria ficcionais não reflectindo, portanto, situações directamente passadas com o autor. Em todo o caso, alguns dos textos foram inspirados pelo que terá ficado guardado no seu sub consciente, muito naturalmente. Passado a texto, adicionadas essas memórias e experiências com episódios, pormenores, até eventuais desejos cumpridos ou não no seu passado, acabaram por dar corpo à imaginação criativa que todos os textos acabam por reflectir.

O objectivo da sua publicação foi, essencialmente, partilhar com os amigos e leitores situações carregadas do possível bom humor que o autor acredita ser in- dispensável quer à vida quer, em particular, à boa saúde mental, tão necessária nos tempos que se vivem por todo o Planeta.

Também, como se tornou hábito dizer, alguns episódios reflectem o clima social actual, e cumprem o objectivo de ficarem para memória futura.
Na sua grande maioria, os textos foram escritos logo muito cedo, em cada manhã, ou muito tarde, de noite. E foram uma forma de defesa própria e partilhada com muitos amigos em situações de maiores constrangimentos e ansiedade, próprias de quem a vida vive com intensidade e muito voltado para os outros.

O autor sempre viveu em ambiente rural na cidade de Viseu, numa quinta situada por trás da antiga Estação dos Caminhos de Ferro, que infelizmente já só existe parcialmente, há alguns anos. A via férrea foi e deveria continuar a ser, como ficou escrito num dos vários textos aqui publicados, um instrumento indispensável ao desenvolvimento das regiões interiores e à mobilidade das populações. Por tudo isto, o autor libertou o seu pensamento e imaginação de quaisquer amarras ou condicionantes do que actualmente pode ser considerado o “politicamente correcto” e terá ido rebuscar nas suas memórias actuais e nas mais longínquas de jovem ou menino situações ou conversas que tivesse presenciado ou ouvido e que agora, vindo-lhe de novo ao espírito, constituem muito do conteúdo deste livro.

São textos, contos, memórias, hábitos e costumes escritos com humor que acre- dita saudável, para que não se percam no dissolver das espumas em que acabam por se transformar os nossos saberes, culturas, tradições e recordações mas fazem parte integrante do nosso património genético.

</div>
</div>
</div>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="section">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<p>Carlos Alberto Pereira Martins nasceu em Viseu a 24 de Setembro de 1951. Frequentou a Escola da Avenida, o Liceu Nacional de Viseu, e é licenciado em Finanças pelo Instituto Superior de Ciências Económicas e Financeiras, ISCEF.<br />
Foi Membro do CESE, Comité Económico e Social Europeu, em Bruxelas de 2006 a 2015, onde foi Vice-Presidente das Relações Externas, membro da Comissão de Transportes e Comunicações e dos Comités de Acompanhamento da UE-India, UE-China e integrou várias missões de acompanhamento UE-Rússia e UE-Ucrania. Foi Conselheiro do CES, Conselho Económico e Social português, durante vários mandatos, Presidente da Comissão Executiva do Conselho Nacional das Ordens Profissionais e do Conselho Nacional das Profissões Liberais.</p>
<p>Foi economista da Direcção Financeira do Banco de Fomento Nacional de 1972 até 1987 e aí estudou e implementou um instrumento inovador no Mercado de Capitais depois do encerramento das Bolsas de Valores em 1974, as Obrigações de Caixa BFN. Frequentou vários cursos e estágios duradouros no âmbito da OCDE e nas Bolsas de Valores do Rio de Janeiro, Bilbao, Paris, a Bovespa de São Paulo, London Stock Exchange e Barcelona.</p>
<p>Foi Director Coordenador Financeiro e Internacional do Montepio Geral de 1987 a 2016, tendo desempenhado diversas funções de Administrador de empresas financeiras do Grupo Montepio. [Desempenhou muitas outras funções, de vários âmbitos, e em diferentes períodos, nomeadamente,] foi Vice-Presidente da MAG, Presidente do Conselho Fiscal e Disciplinar e Presidente da Mesa da Assembleia Geral do Clube de Futebol “Os Belenenses” bem com Presidente da MAG da sua SAD por vários mandatos. É actualmente um dos membros vitalícios do Conselho Geral do CF “Os Belenenses”.</p>
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		<title>À Soleira da Porta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Manuel]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Mar 2025 13:00:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="layoutArea">
<div class="column">

A relevância do trabalho do Eduardo advém igualmente das personalidades e acontecimentos, entrevistadas ou objetos de análise, que aparecem neste livro. Temos nestas páginas alguns dos pensadores, dos artistas, dos intelectuais e dos eventos mais importantes da história contemporânea do nosso país, Portugal, (...) o que o Eduardo M. Raposo faz nesta obra, resulta num exercício de eloquente relevância social e de como, ao exercer esse poder, o jornalista e escritor que ele é, demonstra copiosamente, ser o cidadão empenhado e consciente que durante estes 40 anos sempre foi. [Pedro Tadeu (Jornalista)]

As crónicas têm esta região como objeto e os alentejanos como pano de fundo, onde quer que eles estejam. Podem estar a cantar em Paris ou em Almada, mas nem por isso são menos alentejanos do que aqueles que vivem na Cuba, em Castro Verde ou em Nisa. [António M. Santos Nabo (Director da Folha de Montemor)]
<div class="page" title="Page 1">
<div class="section">
<div class="layoutArea">
<div class="column">

Tal como muitas personagens de Tchekhov que quando falam parecem estar sempre a pensar noutra coisa. Sintoma de alguém que vive permanente inquietação; talvez também insatisfação e breve melancolia.
O Eduardo tem uma energia subtil e sobressaltante, uma raiz que lhe confere permanente necessidade de responsabilidade social. (...) [José Manuel Castanheira (Cenógrafo)]
<div class="page" title="Page 1">
<div class="layoutArea">
<div class="column">

Alentejano de corpo inteiro, este singular companheiro de jornais e re- vistas não se tem limitado porém à escrita. Provam-no a sua ligação a projectos editoriais como a Memória Alentejana ou a intervenção cívica e cultural, nomeadamente na direcção da secular Casa do Alentejo ou na promoção de jornadas de divulgação e reflexão histórica da vida do país e da sua pátria transtagana. [Eugénio Alves (Jornalista)]

</div>
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<div class="section">
<div class="section">
<div class="layoutArea">
<div class="column">

Desde os mais eminentes nomes da nossa cultura, (...) até aos poetas populares e figuras tão importantes para a cultura do Alentejo, mas às vezes tão injustamente desconhecidas mesmo na sua região (...) todos, todos têm sido tratados com a mesma dignidade, visibilidade, atenção e cuidado por Eduardo Raposo. A todos valoriza e atribui a atenção que merecem! [ Ana Paula Amendoeira (Vice-presidente da CCDR Alentejo para a Cultura)]

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</div>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="section">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<p>Eduardo M. Raposo (1962 – Funcheira, Ourique).<br />
Na Diáspora desde 1967 é Doutor em História da Cultura e das Mentalidades Contemporâneas, investigador do CHAM-Centro de Humanidades – FCSH / UNL.<br />
Historiador, Jornalista e Dirigente associativo.<br />
Iniciou-se no jornalismo – e não só &#8211; em 1983. Na inquietação do “ser português” tem vindo a percorrer os caminhos da utopia do Sul imenso. Nos anos 80, a par da escrita, iniciou intensa actividade de intervenção cultural e em 90 de investigação académica e associativa, que permanece. Com intensa intervenção cultural, investigação académica e associativa onde a busca permanente totalidade do ser e do belo estão presentes. Optimista céptico e tolerante radical, amante da Mátria Transtagana e Alentejano de regadio, sacraliza a amizade e escreve como aprendeu&#8230;</p>
</div>
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</div>
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		<item>
		<title>Viagens Imperfeitas</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/viagens-imperfeitas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 01:30:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Viajei por todo o lado. E as humanidades e entre elas a geografia têm-me sido muito proveitosos. Aprendi a distinguir a verdade da mentira e a China do Arizona, de um golpe de vista. É muito útil quando estamos perdidos e é noite. E para distingui-la do dia! Este é também um livro de leituras, porque as viagens o são sempre.

Essa acima é inspirada num # Petit Prince # que me habita desde sempre e que comigo viaja. Desde que o nada se contraiu e se deu uma explosão, o <i>big bang</i>, que a grande viagem que constitui, que é, a vida se prossegue ao longo do espaço e do tempo. Depois que neste cantinho os quatro elementos se juntaram e deram viagem a formas de vida únicas que a continuamos.

Todas as viagens são dúvidas, todas as viagens são necessidades. O tempo passa / A viagem continua / Um hibisco em flor]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>António Eloy, professor do Ensino secundário e cooperativo de 1984 a 1987. Professor Auxiliar, das cadeiras de Ecologia e Geografia Humana (curso de Ciência Política/Sociologia) e de Introdução à Ecoeconomia (curso de Economia), na Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias, de 1993 a 2000. Consultor, para os programas educativos da EXPO &#8217;98 de 93 a 99. Formador para empresas, Institutos do Estado e Ministérios, desde 1995 até à atualidade. Consultor de empresas de energias renováveis de 2001 até à atualidade, na área da responsabilidade social. Trabalhos ocasionais no setor primário, especialmente na apanha de frutas e legumes de 1979 até hoje. Colecionador de miniaturas de mochos e de paisagens. Praticante de yoga e de cultor de haikus. Membro fundador da secção portuguesa da Amnistia Internacional.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Tarefa é Tarefa &#8211; Crónicas de Ouvir</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/tarefa-e-tarefa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 01:25:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="layoutArea">
<div class="column">

São crónicas, senhor, são crónicas, que sendo muito materialistas (não é aquele significado, é o outro) operam pequenos milagres de não subservir (será que existe?!) o pensamento dominante, que alguns querem único, de abordar o incómodo, de levar à reflexão (e para outros, compreende-se, à rejeição), de olhar o “rei que vai nu”. Mas, sempre, de deixar o convite à percepção que lá vêm “novos carreiros” e que, se não os percepcionamos, podemos sempre dizer, por liberdade de escolha, “não vou por aí”.

Afinal, são crónicas que, abordando temáticas diferenciadas, têm linhas condutoras comuns que as impregnam de uma coerência ideológica (nos vários sentidos do termo) que se saúda, sobretudo, em tempos em que as vozes dos donos e/ou as/os (uma pitada de igualdade de género) troca-tintas são celebrados; que as fazem emanar um subtil humor português ou uma frontalidade que desconforta alguns ou uma ironia apropriada ao momento, mas nunca um micterismo impróprio.

[Carlos Pinto de Sá, do Prefácio].

</div>
</div>
</div>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="section">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<p>Eduardo Luciano – Barreiro (1960). Militante. Apaixonado. Eleito na Assembleia Municipal de Évora de 2005 a 2009. Vereador na Câmara Municipal de Évora de 2009 a 2021. Quanto ao resto da biografia ninguém tem nada a ver com isso. Estas crónicas foram ditas entre Fevereiro de 2006 e Junho de 2021 na DIANAFM.</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Opinião do Dia
– Expressão de Liberdade (Crónicas RDP África)</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/opiniao-do-dia-expressao-de-liberdade-cronicas-rdp-africa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 01:09:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O Quotidiano pelos Meus Olhos</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/o-quotidiano-pelos-meus-olhos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 01:08:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O Livro dos Dias Contados</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/o-livro-dos-dias-contados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 01:08:07 +0000</pubDate>
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		<title>Matéria Avulsa</title>
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		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 01:01:58 +0000</pubDate>
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