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	<title>Cultura Portuguesa &#8211; Edições Colibri</title>
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	<title>Cultura Portuguesa &#8211; Edições Colibri</title>
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		<title>Da Voz Lírica do Alentejo – Contributo para o Estudo da Literatura Oral e Tradicional do Concelho de Reguengos de Monsaraz (vol. II – Anexos)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Helena Gil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Sep 2024 16:54:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Da Voz Lírica do Alentejo (Contributo para o Estudo da Literatura Oral e Tradicional do Concelho de Reguengos de Monsaraz) é constituído por dois volumes que, no seu conjunto, formam um estudo sobre os textos líricos da tradição oral do concelho alentejano de Reguengos de Monsaraz, a partir de um vasto corpus recolhido junto da comunidade, através de entrevistas, sem perder de vista o que se publicou até então.

Além disso, a obra propõe, entre outros elementos observados, um guia de recolha, atento às várias etapas do trabalho de campo, uma análise temática e uma proposta de critérios de classiﬁcação da diversidade de subgéneros líricos contemplados no estudo (cantigas, modas, provérbios, expressões populares, rimas infantis, orações, rezas, benzeduras, ensalmos e esconjuros), com o devido enquadramento teórico no panorama das tradições orais portuguesas.

Em suma, pretende-se que este trabalho seja um contributo para a preservação e para a divulgação do Património Cultural Imaterial do concelho de Reguengos de Monsaraz, isto é, um garante da conservação e difusão da memória reguenguense de outros tempos, vista à luz do presente, com «os olhos postos no futuro».

&#160;

<strong>Nº Páginas: </strong> 538

<strong>Capa:</strong>  mole (16x23)]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>LINA SANTOS MENDONÇA é professora do 3.º Ciclo do Ensino Básico e Secundário e investigadora do Centro de Literaturas e Culturas Lusófonas (Universidade de Lisboa), com mestrado e doutoramento na especialidade de Literatura Oral e Tradicional. No âmbito do doutoramento, defendeu a tese <em>Da Voz Lírica do Alentejo </em>(Contributo para o estudo da Literatura Oral e Tradicional de Reguengos de Monsaraz). Nos últimos anos, participou em diversos congressos nacionais e internacionais, com vista a divulgar os seus estudos sobre os textos da tradição oral e sobre as tradições e festividades religiosas do concelho de Reguengos de Monsaraz. Igualmente, publicou vários artigos científicos acerca da Literatura Oral e Tradicional Portuguesa, em revistas e obras da especialidade.</p>
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		<item>
		<title>Da Voz Lírica do Alentejo – Contributo para o Estudo da Literatura Oral e Tradicional do Concelho de Reguengos de Monsaraz (vol. I)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Helena Gil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Sep 2024 16:42:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Da Voz Lírica do Alentejo (Contributo para o Estudo da Literatura Oral e Tradicional do Concelho de Reguengos de Monsaraz) é constituído por dois volumes que, no seu conjunto, formam um estudo sobre os textos líricos da tradição oral do concelho alentejano de Reguengos de Monsaraz, a partir de um vasto corpus recolhido junto da comunidade, através de entrevistas, sem perder de vista o que se publicou até então.

Além disso, a obra propõe, entre outros elementos observados, um guia de recolha, atento às várias etapas do trabalho de campo, uma análise temática e uma proposta de critérios de classiﬁcação da diversidade de subgéneros líricos contemplados no estudo (cantigas, modas, provérbios, expressões populares, rimas infantis, orações, rezas, benzeduras, ensalmos e esconjuros), com o devido enquadramento teórico no panorama das tradições orais portuguesas.

Em suma, pretende-se que este trabalho seja um contributo para a preservação e para a divulgação do Património Cultural Imaterial do concelho de Reguengos de Monsaraz, isto é, um garante da conservação e difusão da memória reguenguense de outros tempos, vista à luz do presente, com «os olhos postos no futuro».

&#160;

<strong>Nº Páginas: </strong> 406

<strong>Capa:</strong>  mole (16x23)]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>LINA SANTOS MENDONÇA é professora do 3.º Ciclo do Ensino Básico e Secundário e investigadora do Centro de Literaturas e Culturas Lusófonas (Universidade de Lisboa), com mestrado e doutoramento na especialidade de Literatura Oral e Tradicional. No âmbito do doutoramento, defendeu a tese <em>Da Voz Lírica do Alentejo </em>(Contributo para o estudo da Literatura Oral e Tradicional de Reguengos de Monsaraz). Nos últimos anos, participou em diversos congressos nacionais e internacionais, com vista a divulgar os seus estudos sobre os textos da tradição oral e sobre as tradições e festividades religiosas do concelho de Reguengos de Monsaraz. Igualmente, publicou vários artigos científicos acerca da Literatura Oral e Tradicional Portuguesa, em revistas e obras da especialidade.</p>
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		<title>“Adeus por Hoje…” Cartas de Luzia para Fernanda de Castro e António Ferro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Helena Gil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Sep 2024 16:01:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A maioria das cartas de Luísa para Maria Fernanda revela quase tanto da autora como da destinatária [...].

Quando Luísa da vida se libertou, Maria Fernanda tinha 44 anos, viveria ainda outros 50 sem nunca esquecer a amiga [...]. São suas estas palavras: «Não, Luísa não morreu. Luísa Grande fez mais uma vez as malas e mais uma vez partiu. Para onde? Para um país secreto, misterioso, que é a pátria das almas, e onde um dia, levada pela mesma corrente impetuosa do tempo, irei procurá-la para matar esta grande, dolorosa, saudade e, mais uma vez, com ela, falar da vida, amar a vida, gloriﬁcar a vida.»

Sim, eram diferentes, não muito, mas, sim, diferentes. Mas iguais em tudo o que no mais fundo de si mesmas as deﬁnia, a sensibilidade, a entrega, o lirismo e a capacidade de amar.
<p style="text-align: right">[Mafalda Ferro – FUNDAÇÃO ANTÓNIO QUADROS]</p>
&#160;
<p style="text-align: center">* * *</p>
&#160;

Diz a Fernanda que o outono é menos triste em Portugal. Mas roubar a tristeza ao outono é roubar-lhe o seu maior encanto... E a respeito da palavra coração ocupar ainda um grande lugar na nossa terra, responder-lhe-ei que dela se abusa terrivelmente, como se abusa de todas as palavras.

Há a mania de aﬃcher o sentimentalismo. E eu preﬁro aquele que se cala, que se esconde, que ﬁnge rir, para não chorar. […] E o seu romance? Estou desejando lê-lo, […] – em Lisboa mo dará – Quando? Não sei ainda. Talvez em novembro – Tenho pena de deixar o meu querido Hameau e o meu “douce Monastère”. Mas tenho também muitas saudades do céu de Lisboa, das minhas amigas de Lisboa...

&#160;

E adeus por hoje, senhora Pantera.

Um abraço da sua amiga, Luísa.

&#160;
<p style="text-align: right">(Hameau-Pau, Route de Morlaàs, 9 de outubro de 1928)</p>
&#160;

<strong>Nº Páginas: </strong> 192

<strong>Capa:</strong>  mole (16x23)]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>COORDENADORAS:<br />
</strong></p>
<p>ANA CRISTINA MACHADO TRINDADE – é doutorada em História pela Universidade da Madeira. Dedica-se, sobretudo, ao estudo de temas de História Religiosa. Pertence ao C L E P U L e dedica-se ao estudo de assuntos ligados à história, cultura e literatura madeirenses. É coordenadora executiva do Grande Dicionário Enciclopédico da Madeira.</p>
<p style="text-align: center">* * *</p>
<p>LUÍSA M. ANTUNES PAOLINELLI é doutorada em Literatura Comparada pela Universidade da Madeira e fez a agregação em Estudos Culturais, na Universidade de Aveiro. Docente da Universidade da Madeira, é membro do C L E P U L, da F L U L. Dedica-se ao estudo das literaturas e culturas lusófonas e também à cultura e literatura regionais</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Práticas Artísticas e Participação Política (3.ª Edição)</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/praticas-artisticas-e-participacao-politica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 01:15:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[«As práticas artísticas participativas e comunitárias reúnem um interesse crescente na atualidade. Num momento de particular fragilidade para as democracias e para a nossa vivência coletiva, este livro procura cruzar os contributos da arte, da participação e da política. Com base em estudos, inéditos pela sua dimensão e profundidade, desenvolvidos pelo autor em Portugal e Brasil nos últimos quatro anos, envolvendo 332 pessoas de 23 grupos teatrais, são discutidos os elementos fundamentais destas práticas, bem como as potencialidades e fragilidades que os processos criativos encerram na sua ligação à participação cívica e política. (...) Hugo Cruz aborda várias questões fundamentais para o discurso internacional das artes aplicadas e comunitárias (...). Não conheço nenhum outro estudo empírico de artes comunitárias tão alargado e executado de forma tão completa.»
<i>Eugene Van Erven (Universidade Utrecht, Holanda) in Prefácio</i>

«Por mim, gosto de andar pelos caminhos do experimentalismo, pelas roturas estéticas e pelo fragmentarismo, entretenho-me com o contemporâneo, com o «jogo dos possíveis» (...). Por isso me interesso pelas práticas artísticas comunitárias e a sua relação com a participação cívica e política. Por isso me interessa o trabalho de Hugo Cruz, seja no terreno próprio dos lugares de brasa, que tão bem conhece, seja agora neste «arrojo» de trazer aquelas práticas para o mundo académico, onde as emoções e o voluntarismo cedem diante do dogmático e do teorético, impondo um compromisso estrito com o rigor do conceptual e do racional.»
<i>Álvaro Laborinho Lúcio (escritor) in Posfácio</i>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Hugo Cruz cruzou Campanhã e o Bonfim enquanto crescia, a janela de um 6.º andar com as ruas sem saída das avós, tias/os e primos/as. Dos percursos paralelos e simultâneos na psicologia comunitária e da criação artística encontrou respiração no que era o próximo do humano. Reconheceu-se nos movimentos associativos e na ação cívica e política. Neste percurso doutorou-se na Universidade do Porto e fez uma pós-graduação em Teatro Social e Intervenção Sócio-Educativa na Universidade Ramon Llull. Publica e leciona nos contextos nacional e internacional nas áreas da &#8220;criação artística e espaço público&#8221;, &#8220;práticas artísticas comunitárias e participação cívica e política&#8221;, &#8220;arte e política&#8221; e &#8220;políticas culturais&#8221;. É investigador no CIIE-Universidade do Porto e CHAIA-Universidade de Évora. Integra a equipa de avaliação externa da Iniciativa PARTIS / <i>Art for Change</i> – Fundação Calouste Gulbenkian/Fundação La Caixa. Assume a direção artístico do MEXE Encontro Internacional de Arte e Comunidade e de diversos projetos teatrais em coconstrução com comunidades locais. Desenvolve consultadoria em diferentes projetos nacionais e internacionais (e.g. municípios, festivais e fundações). É cofundador da Pele, Núcleo do Teatro do Oprimido do Porto e Nómada. www.artandparticipation.com.</p>
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