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	<title>Desenvolvimento Sustentável &#8211; Edições Colibri</title>
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	<title>Desenvolvimento Sustentável &#8211; Edições Colibri</title>
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		<title>Alterações Climáticas &#8211; Os Desafios para Portugal depois do Acordo de Paris</title>
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		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 00:07:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="layoutArea">
<div class="column">

Em dezembro de 2015, os representantes de 195 países assinaram o acordo de Paris que reconhece a origem antropogénica do aquecimento global e afirma a necessidade de reduzir significativamente as emissões de CO2 associadas às atividades humanas, de forma a limitar o aumento das temperaturas médias globais.

No encontro “COP 21 Desafios para Portugal depois da Confe- rência de Paris” reuniram-se especialistas das mais diversas áreas, para discutir o Acordo de Paris e as suas implicações para Portugal. Procurou-se obter uma imagem alargada dos desafios que Portugal terá de enfrentar, perante a necessidade de, por um lado, reduzir drasticamente as suas emissões de gases de efeito de estufa e, por outro, adaptar-se a um clima em acelerada mudança. De forma a prolongar a reflexão iniciada neste encontro, os resumos das apresentações estão reunidos neste livro que se pretende seja de leitura acessível para qualquer pessoa interessada no problema do aquecimento global e na transição para um modelo de desenvolvimento mais sustentável.

[JOSÉ ALMEIDA SILVA (coordenação)]

</div>
</div>
</div>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Coordenação da obra: José Almeida Silva</p>
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		<title>A Energia na União Europeia – Política errática e de conflito</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Helena Gil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Jul 2023 14:27:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Esta publicação procura alertar para uma ques­tão estruturante e premente da sustentabilidade da União Europeia – <strong>a política energética </strong>– causa de desentendimentos gravíssimos, desde há anos, entre grupos de países-membros.

■ Sem a construção de um pilar comum, a nível da ener­gia, a UE regride, não avança, definha-se.

■ As saídas para esta desinteligência de fundo exigem reflexão, pensamento e negociação, entre os países­-membros.

■ Assim, a estratégia energética não pode seguir um sen­tido único – o das energias renováveis – como pretende a Alemanha, pois tornaria a União Europeia dependente a dois níveis, em termos de “mineração”, as terras raras, muito utilizadas nos equipamentos de produção destas energias, para além de não ser possível pôr de lado o uso das energias fosseis como complementaridade, o que não resolve de fundo a transição energética.

■ O pilar da energia exige renováveis e nuclear tratadas, no mínimo, tratadas em plano de igualdade.

&#160;
<p style="text-align: center">* * *</p>
&#160;

É meu hábito intercalar Poesia entre as diferentes partes dos livros que vou produzindo e uma vez mais aqui o faço. Não por ser um entendido, mas por­que aprecio.

■ Procuro escolher poemas que se conjuguem com a obra.

■ Penso que com a escolha do poema/canção de José Mário Branco <strong>Inquietação </strong>acertei em pleno no alvo. Inquietação maior do que se sente com a (não) Política Energética da União Europeia é difícil.

■ Quanto ao poema sobre ener­gia da minha neta, Maria, que designou de <strong>O flúor do Universo </strong>registo, com muito carinho e sen­sibilidade, uma vez mais ter cor­respondido à solicitação, fazendo votos que não se esqueça da poesia na sua vida.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>JOÃO ABEL DE FREITAS. Natural da Madeira, economista.</p>
<p>FUNÇÕES EXERCIDAS</p>
<p>■ Director do GEPE, Gabinete de Estudos e Prospectiva Eco­nómica (1998/2003) e da Revista <em>Economia &amp; Prospectiva – Minis­tério da Economia</em>. Foi Consultor da UNIDO. Consultor de em­presas nacionais e estrangeiras.</p>
<p>PUBLICAÇÕES</p>
<p>■ Oito livros editados sobre a Madeira em temas de índole económica, política e social, designadamente sobre o perío­do da Ditadura Militar e Estado Novo (1926-1974). Participações em obras colectivas sobre te­mas da economia portuguesa, bem como publicações indivi­duais, nomeadamente ao nível do Ministério da Economia. Tem publicado e continua a publicar artigos de opinião em Revistas e Jornais nacionais e estrangeiros.</p>
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