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	<title>Diplomacia &#8211; Edições Colibri</title>
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	<title>Diplomacia &#8211; Edições Colibri</title>
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	<item>
		<title>Ministério dos Negócios Estrangeiros &#8211; A Reforma Administrativa e o Corpo Social (1834-1910)</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/ministerio-dos-negocios-estrangeiros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 01:03:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
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<div class="column">

O propósito desta obra é apresentar um estudo institucional sobre o Ministério dos Negócios Estrangeiros durante a Monarquia Constitucional (1834 -1910).
Com a implantação do regime liberal em Portugal, os seus autores, a elite política na qual se incluíam os Ministros dos Negócios Estrangeiros, sonharam um Portugal moderno, aberto à mudança. Esta mudança teve lugar através de sucessivas reformas orgânicas tendentes à especialização de funções, ditadas pelo desenvolvimento da diplomacia no plano internacional, melhoramentos e contenção orçamental em tempo de crise, e o aumento da eficácia e profissionalização do pessoal.

Como sempre, no processo histórico debatem-se as forças da tradição e do progresso, mas o Ministério, nas vésperas da República, sairia profundamente modificado na assunção das características estaduais modernas. São estas as vicissitudes que pretendemos apresentar sem descorar o estudo social da elite político-diplomática da época.

Número de páginas: 536

</div>
</div>
</div>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="section">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<p>Júlia Korobtchenko é doutorada em História, especialidade História Contemporânea, pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, mestre em História Moderna e licenciada em História, pela mesma universidade.<br />
É investigadora do Centro de História da Universidade de Lisboa e membro da New Diplomatic History Network.</p>
<p>Desenvolve a sua investigação nas áreas da História das Relações Internacionais e Diplomacia, e História das Instituições Políticas, em parceria com diversas instituições como o Instituto Diplomático do mne, ipri e clepul.<br />
Tem participado em diversas conferências e congressos nacionais e internacionais e tem publicações nas áreas mencionadas.</p>
<p>A presente obra, resultante da dissertação de doutoramento, foi agraciada com o apoio da Fundação Calouste Gulbenkian.</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Diplomacia Comercial</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/diplomacia-comercial/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 00:41:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="layoutArea">
<div class="column">

O livro aborda o papel da rede externa como catalisador da iniciativa privada e a importância dos seus instrumentos como incentivo ao investimento e ao comércio, sobretudo aos projetos geradores de emprego e que se destinam a novos mercados ou que, à partida, espelhem potenciais vantagens competitivas.

[Prof. Doutora Maria Sousa Galito (Universidade de Lisboa)]

O livro mostra com clareza que a diplomacia moderna é também económica, transformando as missões diplomáticas em instrumentos de criação de empregos no país através do seu papel preponderante na promoção das exportações e captação de investimentos estrangeiros.

A diplomacia deve estar ao serviço do desenvolvimento, da promoção da exportação e da captação de investimentos.

[Dr. Sérgio dos Santos (Ministro da Economia e Planeamento de Angola)]

As Embaixadas devem ser as portas avançadas da representação, da promoção, de contactos e da mobilização de investimentos. Este livro, pela relevância e clareza da sua abordagem, demostra que pode ser necessário a refundação ou reforma da diplomacia tradicional, inserindo a dimensão económica.

[Dr. Carlos Semedo (Embaixador de Cabo Verde no Luxemburgo)]

</div>
</div>
</div>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="section">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<p>Gilberto D. F. António – Mestrado em Estatística pela Universidade de Neuchâtel (Suíça), Licenciaturas em Economia Monetária e Financeira e em Ciências Políticas, ambas pela Universidade de Genebra (Suíça). Trabalhou na Mis- são Permanente de Angola em Genebra, onde foi membro da equipa técnica angola na OMC. Trabalhou igualmente no domínio bancário. Ensinou estatística e economia na Escola Superior de Comércio e nas escolas secundárias de Genebra. Atualmente, é consultor em comércio e investimentos internacionais.</p>
<p>É autor dos livros seguintes:<br />
Os Acordos da OMC, textos completos e sínteses, 516 p, Editando, Lisboa, 2016; A facilitação do comércio e outras Decisões de Bali, perspectiva angolana (com L. Luansi), 272 p, Editando, Lisboa, 2014; A graduação de Angola dos PMA, perspectivas e desafios (com G.D.F. António), 236 p, Editando, Lisboa, 2013; Crise e fracasso do sistema comercial multilateral? Análise da 8.a Conferência Ministerial da OMC de 2011, (com L. Luansi) 144p, Editando, 2012.</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
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		<item>
		<title>Direitos Humanos &#8211; Na era das incertezas</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/direitos-humanos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 00:41:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A dignidade humana é um fim em si mesmo. Não há fins que justifiquem que se disponha da mulher ou do homem como meio para alcançá-los. Ora, não há democracia sem direitos garantidos formal e materialmente, sem limites claros do poder estatal, enfim, a democracia é o regime de garantia de direitos para a mulher e o homem. Não da mulher e do homem abstrato, mas da mulher e do homem concreto, que reclamam por tudo o que lhes é devido para a sua realização como pessoa: os direitos de cidadania. É ponto assente que a democracia se sustenta nos Direitos Humanos, cujo respeito é inadiável na era das incertezas de dimensão global.

Os pilares da democracia não visam outro objetivo senão o reconhecimento e o respeito da dignidade humana, que se realiza e se concretiza na fruição dos direitos inalienáveis, independentemente da vontade dos titulares de cargos públicos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Domingos da Cruz (n. 1984) é graduado em Filosofia e Pedagogia pelo Instituto Dom Bosco de Estudos Superiores, em Angola, e Mestre em Ciências Jurídicas pela Universidade Federal da Paraíba, no Brasil. Jornalista, Investigador e Professor, venceu o Prémio Nacional de Direitos Humanos Ricardo de Melo em 2009. Fez parte do grupo de 17 ativistas detidos e condenados em abril de 2015 por crimes de rebelião, tentativa de golpe de Estado e associação de malfeitores Publicou: &#8220;Para onde Vai Angola (2008)&#8221;, &#8220;Quando a guerra é necessária e urgente&#8221; (2010), &#8220;Liberdade de expressão e de imprensa: implicações éticas na infância (2011)&#8221;, &#8220;Ética educativa à luz da racionalidade comunicativa (2013)&#8221;, &#8220;Liberdade de imprensa em Angola: obstáculos e desafios no processo de democratização (2013)&#8221;, &#8220;África e Direitos Humanos (2014)&#8221;, &#8220;Ferramenta para destruir o ditador: Filosofia política da libertação para Angola (2015)&#8221;, &#8220;Angola amordaçada: a imprensa ao serviço do autoritarismo (2016)&#8221;.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A Crise no Islão – Causas e Consequências do Eclipse do Crescente Fértil</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/a-crise-no-islao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 00:04:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="layoutArea">
<div class="column">

Este livro centra-se na interrogação sobre como o Islão responderá aos desafios da modernidade, aquilo que Francisco Gomes formula como passar da vitimização inerente à questão ‘Quem é que nos fez isto?’, para dar resposta e tirar consequências de uma outra e mais relevante pergunta, nomeadamente, ‘O que é que os muçulmanos fizeram ao Islão?’. (...) Os desafios do Islão, na era da interindependência, da globalização e da digitalização em que vivemos, são também desafios nossos, da Europa, do Ocidente. Como lhes responder o mundo islâmico terá impacto mundial e determinará a nossa própria resposta. Razão por que, mais que nunca, importa que cultivemos a ‘aliança de civilizações’ e rechacemos o con- fronto entre elas. Creio que será sobretudo determinante o que os muçulmanos e muçulmanas fizerem do Islão: Vão expandi-lo como doutrina de tolerância e concórdia ecuménica, respondendo aos desafios do pre- sente? Ou ficarão acorrentados ao passado, remoendo despeito e recriminações? Francisco Gomes propõe-nos entender o que está em jogo para todos nós.

[Ana Gomes in Prefácio]

</div>
</div>
</div>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="layoutArea">
<div class="column">

Este livro centra-se na interrogação sobre como o Islão responderá aos desafios da modernidade, aquilo que Francisco Gomes formula como passar da vitimização inerente à questão ‘Quem é que nos fez isto?’, para dar resposta e tirar consequências de uma outra e mais relevante pergunta, nomeadamente, ‘O que é que os muçulmanos fizeram ao Islão?’. (...) Os desafios do Islão, na era da interindependência, da globalização e da digitalização em que vivemos, são também desafios nossos, da Europa, do Ocidente. Como lhes responder o mundo islâmico terá impacto mundial e determinará a nossa própria resposta. Razão por que, mais que nunca, importa que cultivemos a ‘aliança de civilizações’ e rechacemos o con- fronto entre elas. Creio que será sobretudo determinante o que os muçulmanos e muçulmanas fizerem do Islão: Vão expandi-lo como doutrina de tolerância e concórdia ecuménica, respondendo aos desafios do pre- sente? Ou ficarão acorrentados ao passado, remoendo despeito e recriminações? Francisco Gomes propõe-nos entender o que está em jogo para todos nós.

[Ana Gomes in Prefácio]

</div>
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		<title>Eduardo Brazão &#8211; Diplomata e Historiador (1907-1987)</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/eduardo-brazao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 24 Dec 2022 00:42:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="layoutArea">
<div class="column">

Eduardo Brazão nasceu em Lisboa em 1907. Tornando-se uma extraordinária figura da Diplomacia e Historiografia nacional, destacou-se através do uso da língua e da cultura enquanto peça-chave para ultrapassar a barragem de dificuldades enfrentadas pela política externa do Estado Novo nas décadas de 1960 e 1970. Nesta biografia procura-se essencialmente perceber o seu papel enquanto Cônsul, Encarregado de Negócios, Embaixador e Chefe do Protocolo, sem esquecer o início da sua carreira, a obra escrita de um apaixonado pela História e o seu ímpeto reformista enquanto Secretário Nacional da Informação, Cultura Popular e Turismo. Recorrendo à correspondência privada do embaixador, a relatórios produzidos para o Ministério dos Negócios Estrangeiros, bem como à correspondência com António Oliveira Salazar e Marcello Caetano, esta obra demonstra como Eduardo Brazão é um exemplo do uso do Soft Power enquanto ferramenta nas Relações Internacionais.

***

Num tumultuoso século XX português, com duas guerras mundiais na Europa, um longo isolamento político e uma guerra que marcou o devir do império, Brazão encontrou-se na linha da frente da política externa face a estas três problemáticas.

</div>
</div>
</div>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="section">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<p>João Francisco Martins Moita nasceu em Oeiras, em 20 de Agosto de 1994. Licenciou-se em História pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa em 2016, tendo completado o Mestrado em História Moderna e Contemporânea na mesma instituição no ano de 2022. É autor do estudo As Legiões de Portugal nas guerras Napoleónicas, publicado na Revista Militar.</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Introdução à História Diplomática de São Tomé e Príncipe &#8211; Rudimentos Comedidos</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/introducao-a-historia-diplomatica-de-sao-tome-e-principe/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Dec 2019 00:55:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="layoutArea">
<div class="column">

Introdução à História Diplomática de São Tomé e Príncipe: rudimentos comedidos tem como objectivo auxiliar os estudiosos das ciências sociais, quer no conhecimento de aspectos que julgamos incontornáveis para o entendimento da política externa de São Tomé e Príncipe, quer na sua relação com a sociedade internacional.

Número de páginas: 120

</div>
</div>
</div>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<p>Admaier Will Martins de Sousa, nasceu a 13 de Março de 1987. É São-Tomense, Mestre em Políticas Comunitárias e Cooperação Territorial e Licenciado em Relações Internacionais pela Universidade do Minho. Foi Técnico de Assessoria Jurídica e Relações Internacionais do Ministério da Defesa e Ordem Interna e Docente da Universidade Lusíada de São Tomé e Príncipe, onde lecciona a disciplina de Política de Segurança e Defesa.</p>
<p>Augusto Nascimento é Investigador com Agregação do Centro de História da Universidade de Lisboa. Investigador associado do Centro de Estudos Internacionais do ISCTE-IUL e do Instituto de História Contemporânea da Universidade Nova de Lisboa. Autor de vários livros e artigos sobre a história contemporânea de São Tomé e Príncipe e co-autor e editor de livros e revistas científicas sobre temas de história contemporânea de África.</p>
<p>Carlos Alberto Rodrigues Trigueiros é Embaixador de carreira, mestre em Cooperação e Desenvolvimento pela Universidade de Paris I – Panthéon Sorbonne. Actualmente é Assessor da Ministra dos Negócios Estrangeiros, Cooperação e Comunidades e Professor de História da Diplomacia na Universidade Lusíada de São Tomé e Príncipe. Entre 1996 e 2015, exerceu as funções de Assistente Técnico do Ordenador Nacional do Fundo Europeu de Desenvolvimento (FED), Director de Política Externa, da Cooperação Multilateral do Ministério dos Negócios Estrangeiros, Cooperação e Comunidades e Assistente do Representante Residente do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).</p>
<p>Darine Luciano do Espírito Santo neto. Natural de São Tomé e Príncipe, licenciou-se em Relações Internacionais pela Faculdade de Economia Universidade de Coimbra. É Mestre em Desenvolvimento, Diversidades Locais e Desafios Mundiais, pelo ISCTE- Instituto Universitário de Lisboa. Actualmente é Assessora Parlamentar no Gabinete de Relações Públicas e Internacionais da Assembleia Nacional de São Tomé e Príncipe.</p>
<p>Esterline Gonçalves Género, PhD, é coordenador de curso de licenciatura em Ciência da Comunicação no Instituto Superior de Educação e Comunicação da Universidade de São Tomé e Príncipe. Autor do livro “São Tomé e Príncipe e o seu Futuro – Um olhar atento à União Africana, Novas Edições Acadêmicas, Volumes I, II e III, ISSN 978-620-2-18138-9. Secretário- geral da Academia de Ciências de São Tomé e Príncipe e Avaliador do Ensino Superior de São-Tomé e Príncipe.</p>
<p>Quintino Nascimento do Espírito Santo nasceu a 01 de julho de 1978, em São Tomé. Licenciou-se em Relações Internacionais no ISCSP-UL. É Mestre em Educação Ambiental pela ESE-IPB. Foi Assessor para as Relações Internacionais do Presidente do Tribunal de Contas e é atualmente Diretor de Gabinete do Presidente do mesmo Tribunal. É docente na Universidade Lusíada de São Tomé e Príncipe e na Universidade de São Tomé e Príncipe.</p>
</div>
</div>
</div>
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