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	<title>Economia &#8211; Edições Colibri</title>
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	<title>Economia &#8211; Edições Colibri</title>
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	<item>
		<title>A Verdade Única  e a Heresia de Pensar [2.ª Ed]</title>
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		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 14:34:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<strong>SINOPSE</strong>

<em>A Verdade Única e a Heresia de Pensar</em> reúne textos publicados desde 2011 em várias plataformas eletrónicas, jornais e revistas, excertos de intervenções apresentadas em colóquios ou conferências e de romances de Carlos Vale Ferraz.

A conhecida frase de que a verdade é a primeira vítima da guerra tem um significado perverso: a verdade não é compatível com o exercício do poder! Daí ser tão importante uma informação livre do poder e ser tão tentador para o poder transformar a informação em comunicação e dominar os meios onde se realiza essa operação de mudança de género. A informação moldada sob a designação de comunicação expôs o antagonismo entre a “grande política” e a cidadania. A utilização dos meios de controlo e manipulação das mentes, da arma da comunicação, enquanto opção política para ganhar a adesão de uma maioria de apoiantes não é compatível com a informação leal e com o respeito pelas opiniões da maioria.

(…) como escreveu Etienne de La Boétie em <em>Discurso Sobre a Servidão Voluntári</em>a, «o vulgo persegue os próprios interesses particulares e não tem olhos para ver as razões de Estado». Numa democracia, a ‘razão de Estado’ não elimina o direito de todos a saber o que determina as suas vidas, um direito que as elites tomaram para seu uso exclusivo. A ‘razão de Estado’ não pode ser transformada na Verdade Única, nem impedir os cidadãos de Pensar!
<p style="text-align: center">* * *</p>
Como podemos enfrentar a principal ameaça à Liberdade, o pensamento único que nos é imposto por métodos mais ou menos subtis, mas sempre perversos? Em que medida somos cidadãos com direitos ou objetos sujeitos a forças que não dominamos? Em que guerras estamos envolvidos e ao serviço de que interesses? Como portugueses, qual a nossa relação com o mundo, com a Europa, com a África, com o nosso passado? Qual será o futuro que nos espera e aos nossos descendentes? Haverá um fim da História, ou um fim da nossa História?

Se um ser humano fosse privado de pensar isso seria o mesmo que possuir uma vida sem existência.

A Verdade Única é a negação da Liberdade de pensar.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>AUTOR:</strong></p>
<p>Carlos de Matos Gomes (1946), oficial do Exército, investigador independente de História Contemporânea, com obra centrada na questão colonial e na polemologia, nas causas das guerras – I Grande Guerra e Guerra Colonial –,  na relação entre a política e a guerra, da guerra com os guerreiros e os povos, dos interesses e dos meios que determinam a guerra e que foram publicados em obras individuais e em co-autoria com o coronel Aniceto Afonso, em obras coletivas, História de Portugal, de João Medina, Nova História Militar de Portugal, de Themudo Barata e Nuno Severiano Teixeira.</p>
<p>Com o pseudónimo de Carlos Vale Ferraz publicou treze romances, entre eles o já clássico <em>Nó Cego</em> e <em>A Última Viúva de África</em>, prémio Fernando Namora. Colabora regularmente na imprensa escrita e em atividades académicas dos Centros de História Contemporânea da Universidade de Lisboa e da Universidade Nova, e com o Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra.</p>
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			</item>
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		<title>Vozes do Sul no Mundo Global. África, Médio Oriente e outros lugares</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/vozes-do-sul-no-mundo-global/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 01:31:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p style="text-align: left">Neste livro, Adelino Torres mostra a sua inquietação pela persistência no uso de uma linguagem que seria “compreensível na fase inicial da luta pela independência contra o colonialismo, anterior ou posterior à Segunda Guerra Mundial”, mas que “mais de 50 anos depois das independências e com mutações substanciais no tecido social em muitas regiões africanas” lhe soa “algo insólita”.
(…)
<span style="font-size: 16px">o desenvolvimento continua a não passar de um anseio por parte das populações e de uma promessa repetida até à exaustão pelos políticos. Daí o surgimento de novos perigos, tanto para o Sul como para o Ocidente.
Para o Sul, porque “a vitória do islamismo político bloqueará as perspetivas de democracia, de desenvolvimento e de progresso […] aprofundando uma tendência regressiva que consagrará por muito tempo a subalternização científica, económica e cultural dos países dessa região do mundo”.
Para o Ocidente, uma vez que o jihadismo, na sua versão belicista, não conhece fronteiras e já identificou o modelo civilizacional ocidental como o alvo a abater através de atentados terroristas que quebram a confiança dos cidadãos nas instituições. Adelino Torres não poupa nas palavras quando critica o terrorismo. Por isso escreve que “o islamismo político radical representa um fundamentalismo que nega a hermenêutica, quer dizer a interpretação” para, de seguida, acrescentar que se trata de “um pensamento totalitário de recusa do outro, obscurantista na medida em que subordina a racionalidade e o próprio procedimento empírico ao arbitrário teológico”.
[José Filipe Pinto, Professor Catedrático] </span></p>
<span style="font-size: 16px">O terrorismo islamista é, pelas piores razões, uma forma de violência massificada que não tem paralelo na história, tanto mais que a probabilidade de utilização de armas de destruição massiva não depende doravante do cálculo racional ou da lógica política mas da simples capacidade técnica.
O “islamismo político” – as suas variantes “moderada” e “violenta” são irmãs siamesas – constitui uma séria ameaça para o Ocidente. Porém, é essencial não esquecer que os intelectuais, políticos, cientistas, governantes e Estados do Oriente favoráveis à modernidade são igualmente alvos designados dos “</span><em style="font-size: 16px">loucos de Deus</em><span style="font-size: 16px">”. Demonstram-no as muitas dezenas de milhar de muçulmanos assassinados nos últimos anos pelos islamistas, da Argélia ao Irão.
(…)
A juventude do continente africano e a aparição de autênticos filósofos africanos, cujo crescimento é exponencial numa região que será, dentro de algumas décadas, a mais populosa e jovem do mundo (2 mil milhões de habitantes antes do fim de século XXI, mais numerosa do que a China ou a Índia), abrirá caminho a uma nova modernidade, que não poderá deixar de favorecer a própria universalidade dos valores e a eficácia dos princípios.</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Adelino Torres – Professor Catedrático Jubilado do ISEG (Universidade de Lisboa). É membro (<em>do número</em>) da Academia Internacional da Cultura Portuguesa. Viveu cinco anos num país muçulmano da África do Norte onde foi professor, no Ensino Secundário, da disciplina de <em>História e Geografia do Maghreb</em>) e quinze anos num país da África subsaariana, experiências que traduzem uma longa convivência com as problemáticas tratadas neste livro. Tem a dupla nacionalidade luso-francesa.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O Banco de Portugal e a Sociedade Madeirense</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/o-banco-de-portugal-e-a-sociedade-madeirense/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 01:08:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Com esta publicação procurou-se sintonizar o papel do Banco de Portugal na Sociedade Madeirense, desde a sua fundação até 1945, o fim da Segunda Guerra Mundial, incluindo a sua relação atribulada com a Revolta da Madeira em Abril de 1931, nomeadamente no tocante à decisão de inutilização das notas existentes, sob a orientação do Ministro das Finanças de então, António de Oliveira Salazar.

Muitos outros temas foram, porém, abordados, destacando-se: Os fundamentos da decisão da Direcção do Banco em abrir a sua primeira Agência e de, durante muitos anos, ser esta a agência mais lucrativa.
- O papel do Banco na crise bancária da Madeira, anos de 1930.
- A gestão conservadora e "musculada" da Agência. Aliás, não era excepção. Todas as agências do Banco eram assim geridas.
- Os desentendimentos entre a Sede e a Agência, sobretudo na área dos câmbios.
- E a saga da construção do novo edifício da sede da Agência no Funchal.

Aqui e ali também se abordam alguns aspectos do desenvolvimento, revelando-se um aspecto que até hoje tarda em chegar: a definição de uma estratégia de futuro sustentada para a região.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>João Abel de Freitas é natural da Madeira, economista. • Diretor do Gabinete de Estudos e Prospetiva (1998-2003) do Ministério da Economia. • Membro da Junta de Planeamento da Madeira em 1975 (abril/setembro) e da Comissão do Salário Mínimo para as Ilhas Adjacentes (1974). • Consultor da UNIDO e de empresas portuguesas e estrangeiras. • Tem publicado diversos artigos em Revistas e Jornais, estrangeiros, nacionais e regionais. Sobre a Madeira tem oito livros publicados de análise económica, social e política: <i>Madeira que Futuro?</i> (1984); <i>A Madeira na História</i> (coautor), em 2008; <i>A Revolta do Leite. Madeira 1936</i> (2011); <i>A Madeira na Segunda Guerra Mundial</i>, em 2013; <i>Salazar na Crise da Banca Madeirense</i> (2014); <i>A Madeira nos Tempos de Salazar – A Economia 1926-1974</i>, em 2015; <i>João Inocêncio Camacho de Freitas, Governador e Capitão do porto do Funchal</i>, em 2017.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Economia e História</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/economia-e-historia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 00:42:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Diplomacia Comercial</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/diplomacia-comercial/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 00:41:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="layoutArea">
<div class="column">

O livro aborda o papel da rede externa como catalisador da iniciativa privada e a importância dos seus instrumentos como incentivo ao investimento e ao comércio, sobretudo aos projetos geradores de emprego e que se destinam a novos mercados ou que, à partida, espelhem potenciais vantagens competitivas.

[Prof. Doutora Maria Sousa Galito (Universidade de Lisboa)]

O livro mostra com clareza que a diplomacia moderna é também económica, transformando as missões diplomáticas em instrumentos de criação de empregos no país através do seu papel preponderante na promoção das exportações e captação de investimentos estrangeiros.

A diplomacia deve estar ao serviço do desenvolvimento, da promoção da exportação e da captação de investimentos.

[Dr. Sérgio dos Santos (Ministro da Economia e Planeamento de Angola)]

As Embaixadas devem ser as portas avançadas da representação, da promoção, de contactos e da mobilização de investimentos. Este livro, pela relevância e clareza da sua abordagem, demostra que pode ser necessário a refundação ou reforma da diplomacia tradicional, inserindo a dimensão económica.

[Dr. Carlos Semedo (Embaixador de Cabo Verde no Luxemburgo)]

</div>
</div>
</div>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="section">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<p>Gilberto D. F. António – Mestrado em Estatística pela Universidade de Neuchâtel (Suíça), Licenciaturas em Economia Monetária e Financeira e em Ciências Políticas, ambas pela Universidade de Genebra (Suíça). Trabalhou na Mis- são Permanente de Angola em Genebra, onde foi membro da equipa técnica angola na OMC. Trabalhou igualmente no domínio bancário. Ensinou estatística e economia na Escola Superior de Comércio e nas escolas secundárias de Genebra. Atualmente, é consultor em comércio e investimentos internacionais.</p>
<p>É autor dos livros seguintes:<br />
Os Acordos da OMC, textos completos e sínteses, 516 p, Editando, Lisboa, 2016; A facilitação do comércio e outras Decisões de Bali, perspectiva angolana (com L. Luansi), 272 p, Editando, Lisboa, 2014; A graduação de Angola dos PMA, perspectivas e desafios (com G.D.F. António), 236 p, Editando, Lisboa, 2013; Crise e fracasso do sistema comercial multilateral? Análise da 8.a Conferência Ministerial da OMC de 2011, (com L. Luansi) 144p, Editando, 2012.</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A Avaliação na Cooperação para o Desenvolvimento</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/a-avaliacao-na-cooperacao-para-o-desenvolvimento/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 00:04:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="layoutArea">
<div class="column">

O objeto de estudo desta investigação é a institucionalização da avaliação na cooperação portuguesa, com um foco particular na sua utilização nos processos de tomada de decisão. A pergunta central é: Como se processou a institucionalização da avaliação na cooperação portuguesa para o desenvolvimento?

O livro está estruturado em quatro partes. Na Primeira Parte apresenta o quadro teórico de referência que permite compreender as determinantes da institucionalização e utilização da avaliação na cooperação portuguesa. Na Segunda Parte analisa o contexto da avaliação na cooperação para o desenvolvimento. Na Terceira Parte analisa a institucionalização da avaliação na cooperação portuguesa. Na última parte - Conclusões - discute os resultados da investigação e apresenta as conclusões e observações finais.
Número de páginas: 344

</div>
</div>
</div>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="section">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<p>Maria Manuela Gomes Afonso é doutorada em Estudos de Desenvolvimento, pelo ISEG, da Universidade de Lisboa. Mestre em Estudos Africanos, pelo ISCTE, e licenciada em Geografia, pela Universidade de Coimbra. Técnica superior na área da cooperação para o desenvolvimento, com mais de duas décadas dedicadas à avaliação da cooperação portuguesa. Docente convidada em várias instituições de ensino superior, é autora de vários livros e artigos sobre cooperação para o desenvolvimento e avaliação.</p>
<p>Este livro é uma versão revista da tese de doutoramento.</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Escola, Actores e Relações de Poder &#8211; Um estudo sociológico</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/escola-actores-e-relacoes-de-poder/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Sep 2019 00:44:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A obra "Escola, Actores e Relações de Poder" é um estudo sociológico que procura compreender em profundidade a construção social das práticas de apoio educativo aos alunos definidos institucionalmente como tendo "dificuldades de aprendizagem", ao nível do 1º ciclo do Ensino Básico. A escola é nesta investigação problematizada como uma organização complexa, como um espaço micropolítico e como uma ordem social negociada e o trabalho de apoio educativo é analisado empiricamente como um sistema de acção concreto em que a divisão social do trabalho dos professores com os seus alunos só pode ser compreendida na sua estruturação a partir da análise das relações de poder que se estabelecem entre os diferentes actores. Este é um livro de interesse não só para sociólogos e estudantes de sociologia mas para todos aqueles que, quer como actores da educação, como cientistas da educação ou como decisores políticos, sentem a necessidade de reflectir sobre os fenómenos educativos, as políticas de inclusão escolar e de como estas participam na fabricação societal das sociedades contemporâneas.

* * *

"Por todos estes motivos e por ser terreno praticamente virgem o que aqui nos propomos explorar, é que nos parece inteiramente legítimo, interessante e plenamente justificável no plano da descoberta científica o objecto sociológico que nos propomos construir, esperando contribuir desta forma para uma melhor compreensão do trabalho dos professores nas suas vidas quotidianas e aqui em especial o trabalho com os alunos de mais fraco nível de "excelência escolar", num contexto organizacional que é extremamente constrangedor para o trabalho dos mesmos, divididos que estão entre por um lado a busca da excelência máxima para aqueles que melhor se ajustam à cultura escolar e à "inclusão" dos alunos menos conformes às exigências da mesma."]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>João Eduardo Martins é Professor Auxiliar na Faculdade de Economia da Universidade do Algarve, onde é membro da Direção do Mestrado em Sociologia e Subdiretor da licenciatura em Sociologia. É Doutorado em Sociologia pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa e membro do Centro Interdisciplinar de Ciências Sociais &#8211; CICS.NOVA, da Universidade Nova de Lisboa.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O Poder da Moeda &#8211; Os Segredos do Euro</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/o-poder-da-moeda/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 May 2017 01:08:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[(...) Estranhamente, se faz crer, se estabeleceu e se ensina que os Bancos guardam o dinheiro do povo. E que para além disso, realizam uma função de intermediação financeira, recolhendo a poupança de uns emprestando-a a outros e nisto se resume a função dos Bancos. Claro que é nos Bancos que nós depositamos o dinheiro (capital trabalho), mas como dizia Kant: "a nossa observação é a da aparência das coisas". Na verdade, nem os Bancos guardam o dinheiro do povo, como deviam, sendo resgatados pelo dinheiro do povo, nem a função principal dos Bancos é a função de intermediação. A principal função dos bancos é na verdade a de criar Moeda, <i>fabricar</i> Moeda emitir Moeda (...).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Autor: Jorge Landeiro Vaz. Doutor Europeu em Ciências Económicas e Empresariais, Agregado e Mestre em Gestão, Licenciado em Finanças. Coordena no IDEFE/ISEG, a pós-graduação em Gestão de Bancos e Seguradoras e a pós-graduação em Management &amp; Business Consulting. É Juiz-Árbitro no Tribunal Arbitral Tributário. Coordenou a Licenciatura em Gestão, o Mestrado em Marketing, o MBA-Mestrado em Gestão no ISEG e o programa de imersão em Silicon Valley-com a Universidade de S. Francisco – USA.</p>
<p>Foi Professor Visitante da Universidade Federal de Minas Gerais e da Universidade Federal de Lavras no Brasil. Coordenou também o programa de doutoramento em Gestão na Universidade Lusíada de Lisboa. Publicou sete livros, sobre Gestão Bancária, dois dos quais para o Banking Institute da República Checa. Publicou artigos científicos, em revistas nacionais e internacionais, como, Management &amp; Economics Journal, International Education &amp; Research Journal, Electronic Journal of Knowledge &amp; Management, International Journal of Knowledge and Learning, Portuguese Journal of Management, Episteme. Coordenou trabalhos de investigação aplicada para o Tribunal de Contas, o Ministério das Finanças e o Ministério da Ciência e Ensino Superior.</p>
<p>Foi Presidente da Fundação das Tecnologias da Informação, Conselheiro do Conselho Superior de Ciência e Tecnologia, Diretor da Sociedade Financeira Portuguesa, Assessor da Caixa Geral de Depósitos, Vice-Presidente do Gaptec/UTL, Vice Presidente da Faculdade de Arquitetura/UTL e Gerente Executivo do IDEFE/ISEG.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Investimento Internacional, Inovação e Desenvolvimento de Capacidades Locais</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/investimento-internacional-inovacao-e-desenvolvimento-de-capacidades-locais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Jan 2017 00:56:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Centro Universitário de História das Ciências e da Tecnologia (CIUHCT) tem por objectivo promover a investigação em História das Ciências e da Tecnologia de acordo com padrões científicos internacionais e contribuir para o desenvolvimento e consolidação desta disciplina em Portugal. Com este propósito, a Colecção CIUHCT pretende publicar trabalhos originais nas referidas áreas de investigação, dirigidos a um público académico diversificado, que possam, também, interessar a uma audiência mais vasta de leitores.

A presente publicação tem como cenário de fundo o projeto de investigação <i>Competências locais de I&#38;D em cadeias de valor globais - I&#38;D.COM</i> financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia. O projeto <i>I&#38;D.COM</i> tomou por objeto de estudo as empresas multinacionais e a deslocalização de atividades de I&#38;D, no sentido de aproveitarem os recursos locais para o desenvolvimento de competências no âmbito de cadeias de valor globais. Neste sentido, procurámos fornecer não só novos inputs para o debate teórico sobre sistemas de inovação e construção de competências baseados no conhecimento, mas também, tratando-se de um projeto amplamente apoiado em investigação empírica, oferecer uma visão sociológica e de gestão de dentro para fora de unidades locais de I&#38;D que integrem empresas multinacionais.

O livro reúne textos diretamente relacionados com a investigação levada a cabo no projeto, mas conta também com o contributo de autores estrangeiros, no propósito de alargar o debate científico e convocar casos sediados noutras realidades, designadamente Espanha, Reino Unido, França e Japão.

Número de páginas: 196]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Autores:</p>
<p>Paula Urze é professora associada com agregação na Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa, no Departamento de Ciências Sociais Aplicadas. É investigadora integrada no CIUHCT — Centro Interuniversitário de História da Ciência e da Tecnologia, com interesses de pesquisa em inovação, conhecimento, ciência, tecnologia e trabalho. Coordena e participa em vários projetos nacionais e internacionais, sendo autora e coautora de vários artigos científicos. Coordena o doutoramento em História, Filosofia e Património da Ciência e da Tecnologia e o mestrado em Sociedade Digital. Desde 2014, é cocoordenadora da secção temática de Sociologia do Trabalho, Organizações e Profissões da Associação Portuguesa de Sociologia.</p>
<p>Vitor Corado Simões</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Esquina do Debate &#8211; Reflexões sobre Angola e África</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/esquina-do-debate/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Nov 2014 00:45:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA["Há muito que este espaço (Esquina do Debate) se tornou uma visita obrigatória e de culto na imprensa económica angolana. Sem tabus, nem fronteiras. É o que fica agora demonstrado neste livro... que não se restringe à vida angolana e à dos PALOP… são mais de 130 crónicas decentemente escritas com uma estupenda lucidez analítica" (do prefácio de Pedro Narciso) /// "As Crónicas de MEF, publicadas no Semanário Económico, e referentes ao período de 2009 a 2014 conseguem aliar o rigor científico ao bom humor, tornando as suas Crónicas mais fáceis de ler. Crónicas curtas, mas densas no seu conteúdo. Espero que este conjunto de crónicas venha a contribuir para o enriquecimento do conhecimento sobre a economia angolana e as suas questões mais relevantes" (do prefácio de Vicente Pinto de Andrade).

Número de páginas: 194]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Manuel Ennes Ferreira é doutorado em Economia pelo Instituto Superior de Economia e Gestão da Universidade de Lisboa onde leciona nas áreas de economia africana e políticas de desenvolvimento e cooperação internacional. É investigador do SOCIUS-ISEG/ULisboa e do Grupo África do IPRI da Universidade Nova de Lisboa. Leciona em mestrados nas principais universidades de Angola. É membro do conselho editorial da Revista Angolana de Sociologia e escreve quinzenalmente a crónica Esquina do Debate no Semanário Económico em Angola.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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