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	<title> Estado Novo &#8211; Edições Colibri</title>
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	<title> Estado Novo &#8211; Edições Colibri</title>
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		<title>“Não há Morte para o Vento” – Testemunhos sobre a Ditadura e a Revolução</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Manuel]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Jul 2025 09:04:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="layoutArea">
<div class="column">

O presente livro tem como inspiração a autobiografia educativa relativamente ao período temporal em que cresci e me tornei adulto, ou seja, desde o meu nascimento em 1948 até 1978, englobando neste marco temporal o período revolucionário até à minha participação na Direção do Sindicato dos Professores da Grande Lisboa. As pequenas estórias que escrevi abrangem, sem qualquer preocupação de exaustividade, o meu período de vida durante a Ditadura e os tempos da Revolução.

Foi nessa época que aprendi a ser “mestre de mim próprio”, para utilizar uma expressão frequente na literatura sobre a “questão social”. Na origem da decisão de escrever e publicar este livro está uma troca de mensagens entre mim e o meu filho Manuel Pedro em que eu argumentei a favor das virtualidades do regime democrático de que o 25 de ABRIL é a Revolução fundadora.

***

Nestes últimos anos da década de sessenta, o dinamismo e a capacidade de agitação e de mobilização destes grupos radicais que se reclamavam do marxismo-leninismo, de que fazíamos parte, fizeram crescer a sua influência no seio do Movimento Estudantil muito para além do pequeno número dos militantes. Foram sempre minorias aguerridas capazes de representar, com firmeza, os desejos de liberdade e de luta contra a guerra colonial, por parte da maioria dos estudantes. A capacidade de “moldar” a circunstância do quotidiano fazia com que nos sentíssemos nas faculdades como que “em terra libertada”, fazendo e distribuindo panfletos e jornais, afixando jornais murais, organizando debates, sessões de música e de poesia.

[Natércio Afonso]

</div>
</div>
</div>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="section">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<p>Rui Canário nasceu em Lisboa em 3 de Julho de 1948. Fez a escola primária no Centro Republicano Alferes Malheiro. Foi aluno dos Liceus Camões e D. João de Castro. Como trabalhador estudante, licenciou-se em História na Universidade de Lisboa em 1974. Doutorou- -se em Ciências da Educação, em 1987, na Universidade de Bordéus II. Foi militante do Movimento Associativo Estudantil desde 1965 na CPA (Comissão Pró Associação) dos Liceus. Foi, entre 1967 e 1979, militante marxista-leninista, fundador, depois do 25 de Abril, da UDP (União Democrática Popular) e do PCP(r) &#8211; Partido Comunista Português (Re- construído). Entre 1967 e 1974 foi militante do Movimento Cooperativo e Redator do Boletim Cooperativista. Foi sócio de várias associações e cooperativas, nomeadamente a Associação dos Inquilinos Lisbonenses, o Cineclube Universitário de Lisboa e a Livrelco (cooperativa livreira). Trabalhou entre 1966 e 1969 na Alfândega de Lisboa como Ajudante de Despachante. A partir de 1969 escolheu a profissão de professor tendo sido docente do Ensino Preparatório, da Escola Superior de Educação de Portalegre e da Universidade de Lisboa. É sócio fundador do ICE (Instituto das Comunidades Educativas). Foi membro fundador da Associação “Abril em Maio” e da “Casa da Achada – Centro Mário Dionísio”. Reformou-se como Professor Catedrático da Universidade de Lisboa em 2012 e em 2014 passou a viver na Póvoa de Varzim.</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
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		<item>
		<title>Tarrafal – Presos Políticos e Sociais (1936 – 1954 e 1961 – 1974)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Apr 2025 22:07:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Cinquenta anos depois do 25 de Abril e da libertação dos presos políticos em Portugal e nas ex-colónias, assinalamos o encerramento do Campo de Concentração do Tarrafal, no dia 1 de Maio de 1974.

Instalado em Cabo Verde em 1936, funcionou até 1954, essencialmente destinado a presos políticos antifascistas deportados de Portugal.

Reaberto em 1961, sob a designação de Campo de Trabalho de Chão Bom, acolheu até 1974 nacionalistas de Angola, Guiné e Cabo Verde.

Aí foram encarcerados, na sua maioria sem julgamento, um total de 588 homens, morrendo 36 deles, vítimas das condições prisionais impostas pelo regime fascista.

A todos eles, a nossa homenagem.

Número de páginas: 444

1.ª edição: Março de 2024

2.ª edição: Março de 2025]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Coordenadores</strong>: Alfredo Caldeira e João Esteves</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Os Telefones têm Ouvidos – Escutas telefónicas da PIDE/DGS [2.a ed.]</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Manuel]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 May 2024 01:49:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="section">
<div class="layoutArea">
<div class="column">

As escutas telefónicas datam da invenção desse aparelho de comunicação, há cerca de 150 anos, sendo certo que evoluíram, e muito, até aos nossos dias, quer em quantidade, quer em tecnologia.
• Especialmente apetecida pelas polícias e serviços secretos, a interceção telefónica foi amplamente utilizada pela polícia política do regime de Salazar e Caetano, a PVDE/PIDE/DGS.

• O estudo de mais de 500 processos de escutas telefónicas dessa polícia, realizadas nos últimos 10 anos da ditadura (1964-1974), permitiu identificar um total de 89.150 dias escutados, correspondentes a cerca de 244 anos, em pouco mais de 10 anos de funcionamento!

• O que mais interessava àquela polícia eram temas como a "reputação profissional", "dificuldades c/ família", "ambiente familiar", "bens que mais aprecia", "possibilidade de aceitação de espórtulas", "amantes", “passatempos”, etc. – o que ilustra bem a natureza totalitária dessas investidas policiais.

• A sua utilização abusiva propiciava jogos de poder e influência no seio da própria polícia e no governo, destacando-se a apresentação periódica de excertos de relatórios/transcrições ao Presidente do Conselho.
• Sendo as escutas telefónicas um segredo absoluto da polícia política, constituíram um elemento a acrescentar ao clima de medo que sustentava o regime. Mas o certo é que muitos milhares de cidadãos portugueses e estrangeiros e entidades coletivas, incluindo representações diplomáticas, estão expostos na documentação dessas escutas telefónicas, enquanto escutados, familiares ou simples- mente referidos, engrossando assim vertiginosamente o número de “suspeitos”. Feito sobre o passado, este trabalho não esquece os perigos do presente.

Número de páginas: 266

1.ª edição: Novembro de 2023

2.ª edição: Janeiro de 2024

</div>
</div>
</div>
</div>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Autores:</p>
<p>Alfredo Caldeira – Nascido em 1945, desenvolveu intensa ação política contra a ditadura, sendo preso pela PIDE em 1965. De formação jurídica, integrou em 1974/75 o Serviço de Coordenação da Extinção da PIDE/DGS e LP. Entre 1975 e 1979, exerceu funções no gabinete de diversos ministros da Administração Interna. Chefe de gabinete do Alto Comissário Contra a Corrupção, dirigiu também a digitalização do respetivo arquivo. Representou o ministro da Ciência e da Tecnologia no Comissariado da Expo’98.</p>
<p>• Dirigiu o projeto de digitalização do Arquivo &amp; Biblioteca da Fundação Mário Soares desde a sua criação, em 1996, até 2019, e o desenvolvimento do projeto casacomum.org, participando também, no âmbito da União Europeia, no projeto HOPE – Heritage of People&#8217;s Europe.<br />
• Coordenou numerosas iniciativas de salvaguarda e recuperação de documentação histórica em Portugal, Cabo Verde, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe, Angola, Moçambique e Timor-Leste. • Foi investigador do Instituto de História Contemporânea da FCSH da UNL. Participou em trabalhos de investigação e documentários sobre temas históricos, políticos e culturais, realizando também numerosas exposições sobre esses temas em Portugal e no estrangeiro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>António Possidónio Roberto – Nasceu a 18 de julho de 1942, em Portalegre. Frequentou a Escola Primária na Costa da Caparica, e o ensino secundário em Lisboa no Liceu Gil Vicente e em Oeiras no Liceu Nacional de Oeiras. Aos 18 anos ingressou na Escola Naval no Alfeite e, acabado o curso apresentou-se ao serviço no NRP Diogo Cão.</p>
<p>• De 1969 a 1971 embarcou no NRP Álvares Cabral participando na Guerra Colonial em Angola e Moçambique.<br />
• Frequentou no ano de 1973 na Base Naval de Filadélfia o curso de “Damage Control”.<br />
• De 6 de maio de 1974 a 28 de abril de 1975, exerceu funções de coordenação dos Arquivos da ex- PIDE/DGS (ex-Direcção Geral de Segurança).</p>
<p>• Em maio 1975 foi destacado para o NRP Oliveira e Carmo, navio que em novembro de 1975 rumou com destino a Timor. Em 1980 foi director da Escola de Limitação de Avarias no Grupo N.o 2 de Escolas da Armada.<br />
• Entre 1990 e 1992 desempenhou funções de chefe de serviço na Fábrica Nacional de Cordoaria. Reformou-se da Marinha de Guerra Portuguesa no posto de Capitão de Fragata no ano de 1992.</p>
<p>• Entre 1992 e 2012 assumiu funções no Grupo SOANAE como Director dos Serviços de Manutenção e Segurança. Entre 2012 e 2015 foi Consultor de Segurança na Sonangol (Luanda).</p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Operação “Viragem Histórica” 3.ª edi. (Edição Comemorativa dos 50 anos do 25 de Abril)</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/operacao-viragem-historica-2-a-edi/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 01:09:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<i>Aqui Posto de Comando das Forças Armadas!</i> No momento em que estas palavras foram transmitidas, às 4 horas e 26 minutos da manhã, por Joaquim Furtado, aos microfones do Rádio Clube Português, já se desenhava a vitória do <i>Movimento dos Capitães</i>, iniciado escassas horas antes com a saída das unidades militares revoltosas, de norte a sul do país. A ditadura de 48 anos caía, como um baralho de cartas, e o seu aparato político-militar praticamente não reagiu. Aquela <i>madrugada inteira e limpa</i> trazia os gérmenes da esperança num mundo novo!
Zeca Afonso deu o mote: <i>o Povo é quem mais ordena</i>. O seu poema foi escolhido pelo então Capitão-Tenente da Marinha Carlos Almada Contreiras (coordenador desta obra) como senha decisiva para a saída das unidades militares, para dar o alento necessário para os jovens militares participarem na aventura inesquecível das suas vidas e da libertação de Portugal e o sinal que o Povo entendeu sobre o carácter democrático da Revolta.
E o Povo saiu à rua e daí nasceu o <i>25 de Abril</i>. Pretende-se, com esta obra, dar a conhecer os meandros da conspiração dos jovens capitães num curto período anterior ao <i>25 de Abril</i> e, essencialmente, o decorrer das operações do próprio dia desde os seus primeiros momentos. Para além de dois dos principais protagonistas - Otelo Saraiva de Carvalho e Vasco Lourenço -, a obra contém depoimentos de dezenas de oficiais dos três Ramos das Forças Armadas e outros militares que, nesse dia, marcaram encontro com a História e para com os quais o Portugal democrático do nosso tempo terá eterna dívida de gratidão.
(Fernando Mão de Ferro, Editor)

&#160;

Número de páginas: 794

1.ª edição: Abril de 2017

2.ª edição: Abril de 2018

3.ª edição: Fevereiro de 2025]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Carlos de Almada Contreiras nasceu em Aljustrel, em 1941, tendo feito grande parte do seu percurso de vida na Marinha de Guerra Portuguesa. Participou ativamente no 25 de Abril de 1974 e na redação do Programa do Movimento das Forças Armadas. Indicou a canção <i>&#8220;Grândola Vila Morena&#8221;</i> como senha da operação militar dessa madrugada. Entre outros cargos, foi Conselheiro de Estado, Conselheiro da Revolução e diretor do S.D.C.I.. É Capitão-de-Mar-e-Guerra, na situação de Reforma. Dirige a coleção <i>&#8220;Memórias de Guerra e Revolução&#8221;</i> editando obras que procuram estudar e clarificar a memória histórica da Revolução de Abril de 1974. Grã-Cruz da Ordem da Liberdade.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Era uma Vez uma Boina &#8211; Memórias de uma professora</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/era-uma-vez-uma-boina/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 00:44:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Era uma vez uma boina… Face aos retratos desta minha "imagem de marca", chamemos-lhe assim, ocorre-me relacioná-los com o decorrer da minha vida e da sua autenticidade. / Na verdade, desde os meus dezassete anos que as uso, por razões de conveniência, após a cura da minha tuberculose. / A boina dos anos 60, com estrelinha, revela o fascínio pelo Che. E, até o vestido comprado no Harrod’s, em Londres, recorda o meu reencontro com o meu sobrinho Pedro nessa cidade, pois evitara combater na guerra colonial, decisão que eu apoiara com o Urbano. / A boina dos anos 70 espelha a serenidade de quem sabe o que quer e de viver em dádiva plena, sem atropelar os outros. / Em 80 sorrio por me encontrar feliz como professora na Escola Secundária Artística António Arroio. / Finalmente em 90 a vivência ambiciosa de ser autarca na Junta de Freguesia de S. João de Brito. / Ainda hoje a mantenho. Talvez revele de como os meus pais estão presentes na essência da minha personalidade: a riqueza singular da personalidade de meu pai e a criatividade da minha mãe que arquitectou e elaborou muitas dessas boinas com as suas amorosas mãos.

Número de páginas: 188

Como sempre gostei de escrever, apeteceu-me fazê-lo sob a forma de memórias, ilustradas com fotografias e outros materiais oportunamente guardados. Prevejo que esta escrita vai ser desordenada, pois os pensamentos vão vindo e transmitidos para o papel ao correr da pena. As minhas memórias, por vezes, soarão a sonhos, noutras realidades. Quando chegar ao fim, não sei se terá sentido o que escrevi, se escrevi com sentido…
[Autora]

&#160;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Autora: Leonoreta Leitão</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Diplomacia Peninsular e Operações Secretas na Guerra Colonial 2.º ed.</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/diplomacia-peninsular-e-operacoes-secretas-na-guerra-colonial-2-o-ed/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 00:41:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Esta obra é produto de uma exaustiva investigação nos mais variados arquivos portugueses e espanhóis. Muito do material dos arquivos portugueses só depois do 25 de abril, portanto recentemente, foi encontrado, tratado e desclassificado, por consequência, disponível ao investigador histórico.
Como sempre, Tíscar Santiago sabe penetrar nos "fascismos" ibéricos, com as suas idiossincrasias próprias e diversos de outros fascismos europeus e, no caso presente, tendo a descolonização, a guerra colonial portuguesa, as cumplicidades ibéricas como palco de fundo, sem nunca perder de vista o quadro mundial em que elas se integravam.

O livro estuda e enquadra com pormenor as relações entre Portugal e Espanha, na perspetiva do novo mundo pós Bandung, das independências e do aparecimento do que se chamou "terceiro mundo", tanto no período que precedeu a chegada de Franco Nogueira ao governo, como na fase seguinte, em que as relações com a Espanha sofreram algumas modificações. A autora vai mais longe, pois num exercício de "Política-Externa-Comparada", aponta os caminhos diferentes de ambos os países ibéricos depois da II guerra mundial.
[José Manuel Duarte de Jesus (Embaixador Jubilado, Investigador integrado no I.O., ISCSP Universidade de Lisboa), no Prefácio à 2.ª edição].

Número de Páginas: 458

&#160;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>María José Tíscar Santiago é doutorada em História. Tem exercido a docência em diversos Liceus de Espanha, Alemanha e França e no Instituto Espanhol de Lisboa. Iniciou a sua atividade de investigação trabalhando sobre as relações luso-espanholas durante o Marcelismo, e posteriormente, sobre o apoio da Espanha franquista ao Estado Novo durante a Guerra Colonial. Recentemente tem-se debruçado sobre as Atas do Conselho de Estado do período transitório 1974-1975, as quais vieram a revelar o papel dos diferentes protagonistas do processo histórico que conduziu à descolonização e que publicou no livro <i>«O 25 de Abril e o Conselho de Estado. A Questão das Actas»</i> (Edições Colibri, 2012); <i>A PIDE no Xadrez Africano. Angola, Zaire, Guiné, Moçambique. Conversas com o Inspector Fragoso Allas</i> (Colibri, 2017).</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A Contra-Revolução no 25 de Abril 2.ª Ed.</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/contra-revolucao-no-25-de-abril-a2-a-ed/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 00:37:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="layoutArea">
<div class="column">

Mal se iniciou o processo democrático de desmantelamento das estruturas do autointitulado Estado Novo e da instituição de um regime democrático logo se multiplicaram os movimentos e organizações das forças derrotadas, financiadas pela clique milionária arredada do poder, para sabotar o processo democrático.

Ex-pides, ex-legionários, ex-governantes, lacaios e filhos das famílias donas do país que lhes fugia das mãos, estabeleciam os seus estados- maiores em Espanha, onde contavam com o apoio do franquismo e de organizações da extrema-direita internacional. São estes movimentos e organizações secretas objeto central desta obra de Maria José Tíscar.

Neste seu trabalho a autora oferece-nos a palpitante paisagem destas organizações em ação, Exército de Libertação de Portugal (ELP), Movimento Democrático de Libertação de Portugal (MDLP), Movi- mento Maria da Fonte e outras, internacionais, que se ocultavam sob o disfarce de sociedades comerciais ou jornalísticas, como era o caso da Aginter Presse.

&#160;

</div>
</div>
</div>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="section">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<p>Maria José Tíscar é licenciada em Filosofia e Letras e doutorada em História, tem dado exercido docência em diversos Liceus em Espanha, Alemanha, Franca e no Instituto Espanhol de Lisboa. Iniciou a sua actividade de investigação trabalhando sobre as relações luso-espanholas durante o Marcelismo e, posteriormente, sobre o apoio da Espanha franquista ao Estado Novo durante a Guerra Colonial. Recentemente tem-se debruçado sobre as Actas do Conselho de Estado do período transitório 1974-1975, as quais vieram a revelar o papel dos diferentes protagonistas do processo histórico que conduziu à descolonização e que publicou no livro O 25 e Abril e o Conselho de Estado – A questão das Actas (Edições Colibri, 2012). Publicou ainda: Diplomacia Peninsular e Operações Secretas na Guerra Colonial (Edições Colibri, 2013) e o Pacto Ibérico, a NATO e a Guerra Colonial (Imprensa Nacional-Casa da Moeda/Instituto de Defesa Nacional, 2014).</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>TODOS OU NENHUM &#8211; A Libertação dos Presos de Caxias</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/todos-ou-nenhum/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Apr 2019 01:27:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O regime deposto pelo 25 de Abril tinha quase 4.400 prisioneiros políticos: 127 nos cárceres de Portugal e mais de 4.200 nas cadeias e campos de Angola, Cabo Verde, Guiné e Moçambique.

- Os primeiros presos libertados pelo 25 de Abril foram os 9 detidos na subdiretoria do Porto da P.I.D.E./D.G.S., pouco depois as 14 horas de 26 de abril. no forte de Caxias estavam 78 presos e no de Peniche 34, libertados praticamente em simultâneo ao início da madrugada de dia 27 após longas horas de controvérsias sobre o caráter dos crimes de que alguns eram acusados. ao mesmo tempo foram libertados 4 prisioneiros que se encontravam no hospital-prisão de Caxias e dada ordem de libertação a um preso de Peniche internado no hospital Miguel Bombarda. na manhã de 28 de abril foi libertado um preso que se encontrava na Penitenciária de Lisboa a cumprir pena acusado de delito comum.

- Nas colónias, o número de prisioneiros políticos era superior 4.200. o processo de libertação foi mais demorado do que em Portugal. Começou a 29 de abril, em Bissau (19 presos) e Luanda (85) e prosseguiu a 1 de maio no Tarrafal (68) e na Machava, Moçambique (554). a 3 de maio foram libertados 1.200 prisioneiros do campo de São Nicolau, Angola, muitos dos quais acompanhados por familiares cujo número foi estimado em 2.800. Também nesse dia foram libertados 25 presos da Ilha das Galinhas, na Guiné. em Angola, de São Nicolau e de Ponta Albina foram libertadas 306 pessoas a 12 de maio e outras 330 no dia 17, data em que da Machava foram libertadas mais 420. Ainda em Moçambique, da ilha do Ibo foram libertados 600 combatentes em 21 de maio e alguns somente em 1 de setembro. Os últimos prisioneiros independentistas libertados foram os 33 guineenses trocados a 14 de setembro por 7 soldados portugueses aprisionados pelo P.A.I.G.C.

A decisão que os jovens militares deste episódio tomaram ao não cumprirem uma decisão do general Presidente da Junta de Salvação Nacional, para que da cadeia de Caxias apenas fossem libertados os presos políticos não acusados de delito comum, teve uma importância fundamental no desenrolar dos acontecimentos do 25 de abril de 1974.

Outros heróis já esquecidos são os presos políticos que, tendo lutado pela paz e pela liberdade, se prontificavam a continuar na prisão até que a libertação a todos abrangesse, ignorando as diferenças ideológicas que os dividiam.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>João Menino Vargas (1935, Santarém) é coronel do Exército na reserva desde 1984 e aposentado em 2004. Em 26 de abril de 1974 foi um dos oficiais do MFA responsáveis pela libertação dos presos políticos de Caxias. Posteriormente, dirigiu a Repartição de Análise e Investigação Documental da Comissão de Extinção da PIDE/DGS e LP.<br />
Fez o curso de Artilharia da Academia Militar e os cursos de Criptografia e de Cinema, ambos do Estado-Maior do Exército. Cumpriu comissões de serviço em Timor, Moçambique e Guiné. Graduou-se em Ciências Documentais, pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, e lecionou em diversos cursos na área do tratamento documental e arquivologia.</p>
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		<title>Imagens Achadas &#8211; Documentário, Política e Processos Sociais em Portugal</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/imagens-achadas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Mar 2014 00:54:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Imagens Achadas propõe um percurso através do documentário em Portugal, dos seus momentos áureos e obras de referência, assim como das suas descontinuidades, falsas partidas e projetos inacabados, salientando o nexo entre documentarismo e processos sócio-políticos. A seção que abre o volume, Crítica e Política do Documentário Cinematográfico, inclui ensaios que abordam a relação instável entre documentário, política e realidade. A segunda parte, Documentário, Propaganda e Resistência, é dedicada ao documentarismo das primeiras três décadas do Estado Novo. Os ensaios reunidos na seção Novo Documentário e Transformações Sociais analisam as metamorfoses do documentarismo português resultantes da renovação estética do Novo Cinema e, posteriormente, da revolução do 25 de abril de 1974. O volume encerra com Tendências do Documentarismo na Atualidade, onde se assinalam alguns dos traços mais proeminentes do documentário português atual.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Autores: Patrícia Vieira e Pedro Serra</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Mercado Media em Portugal no Período Marcelista &#8211; Os media no cruzamento de interesse políticos e negócios privados</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/mercado-media-em-portugal-no-periodo-marcelista/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Oct 2012 01:03:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Este livro entra nos bastidores da actividade media, durante o período da governação marcelista (1968-1974), e descortina as manobras e motivações que conduziram à aquisição de vários jornais diários, por grandes grupos económicos. Desvenda as teias de interesses que então se desenhavam entre o poder político, o poder económico e o poder mediático. Mostra que deter uma empresa media tinha em vista apoiar e/ou pressionar o poder político; e não tanto o (real ou potencial) desempenho económico dessa empresa. Marcello Caetano resistiu a pressões, mas… acabou por jogar um jogo perigoso, ao tentar moderar poderes de grupos económicos rivais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Autora: Suzana Cavaco</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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