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	<title>Fernando Pessoa &#8211; Edições Colibri</title>
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	<title>Fernando Pessoa &#8211; Edições Colibri</title>
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		<title>Tertúlia com Fernando Pessoa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 01:26:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Quem se atreve a completar, contraditar e até ironizar, versos, frases e pensamentos de Fernando Pessoa e seus heterónimos, ou é ingénuo ou louco ou, um puro homem simples e sem medo! Esta obra é tudo isso e o seu contrário. Não estou, por aí além, preocupado. Antes pelo contrário, orgulho-me de ter arriscado. Os críticos existem e fazem o seu trabalho. Eu faço o meu. Medo nunca. A obra é esta e respeito-me por isso. Fernando Pessoa é um Deus, logo não tem defeitos. Eu sou o António Meira, homem comum e cheio deles. Sou livre, ingénuo e louco. O que não é pouco.

Número de páginas: 64]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>António Meira nasceu nessa &#8220;saborosa Sabrosa de leais montes e fragas&#8221;. Ao lado nasceu Miguel Torga… Entrou para a Banca e ficou, mesmo depois de se ter licenciado em História, por opção. Viajante prolífero e sempre involuntário, reteve dessas andanças a trilogia fundamental e persistente da sua vida. De Trás-os-Montes e da ilha da Madeira, o gosto da solidão contemplativa; da África, a ternura melodiosa e quente do olhar e da voz da sua gente, do Porto, a garra e a frontalidade que trespassa os seus nevoeiros e as suas esquinas. Agora, leio, escrevo e descanso em Canelas, Vila Nova de Gaia. Há, porém, sempre um cais, onde se encontram e reencontram as formas do seu viver – essa paixão desmedida pelas pessoas e pelas coisas –. E, mesmo quando parece estar prisioneiro do seu ciclo bipolar, em egocêntricos narcisismos, ergue-se liberto, dando-se em sinceridade feroz. Ama a vida tanto quanto percebe a morte. Daí a sua postura de contradições inimagináveis, daí a sua teimosa insistência em tentar ver e não apenas olhar. Por tudo isso luta, por tudo isso vive, ainda.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>O Marinheiro de Fernando Pessoa &#8211; Heranças Clássicas no Drama Estático</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/o-marinheiro-de-fernando-pessoa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 01:08:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Toda pátria, hoje sei, é também uma espécie disfarçada de argonauta. Como todo navio hasteia pelas vagas o sabor pátrio da sua bandeira. Como Odisseu não cessou de buscar regresso até sua Ítaca; como Eneias errou pelos mares até cumprir seu destino de fundar como Roma sua nova Tróia; como Vasco da Gama navegou para além da Taprobana que era o limite conhecido também das nossas almas; como o marinheiro da peça de Pessoa é modo de recriação onírica de uma nação em vias de se refundar, por sermos todos, ante a perspectiva da morte, pátrias inteiras sempre em busca de ressurreição na esperança baldada de compreender algo sobre o porquê de cá estarmos antes do naufrágio; como cruzei anônimo o Atlântico, também em busca de orientes, na terra de Amália - que também esta cumpriu Portugal, não num idealizado Quinto Império, mas na sua maneira concreta e eterna de fundir à voz o sentir profundo do seu povo, <i>que lava no rio</i>.

Povo do qual Camões e Pessoa fazem parte soberanamente. E também lavam. Assim como a cada renascimento de nós, pomo-nos a velar nossos simbolismos já defuntos, e a velejar por pátrias totalmente reinauguradas após ganharmos e perdermos guerras - assim também se deu este livro. Sair do meu país para achar cá também a minha raiz é o mesmo que navegar do estatismo para o centro tectônico do movimento. 1755 particular. Do acomodado para o felizmente incomodado que me abala a cada dia as certezas e treina, com sismos, meu eixo de equilíbrio.

Pelos conceitos de drama e páthos, tragicidade clássica e moderna, estático e extático e pela tensão vibrante gerada pela inevitabilidade de perguntas irrespondíveis - perguntas sagradamente malditas do Homem desde que sua consciência de si próprio fê-lo digno desse estatuto -, pude mergulhar como em tempos sonhava ter ensejo de fazer na homérica e <i>supracamoniana</i> obra desta pedra de Lisboa que foi e segue sendo Fernando Pessoa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Thiago Sogayar Bechara (1987-). Brasileiro de nascença e lisboeta de alma, Thiago estreou-se em livro aos quinze anos e esta é sua 13.ª &#8220;obra-solo&#8221;. Trafegando por distintos géneros, lançou em 2018 o livro-catálogo de fotos e poemas Portugal: à luz das origens que integrou a exposição fotográfica itinerante fomentada pela Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo. Jornalista Cultural, foi apresentador e assessor de imprensa; é Mestre em Estudos de Teatro pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa com a tese <i>O Marinheiro de Fernando Pessoa</i>, e doutorando em Estudos Portugueses e Românicos pela mesma instituição, com investigação sobre as marcas clássicas e trágicas na lírica do Fado, além de cantá-lo em retiros típicos amadoramente, tendo privado da amizade de personalidades como a fadista Celeste Rodrigues, para quem compôs a convite da própria. Em 2014, integrou o grupo de investigações dramatúrgicas fundado pela atriz brasileira Regina Duarte, e em 2015 falou mais alto seu amor por Lisboa, onde vive desde então. [www.thiagobechara.com.br]</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Homossexualidade e Homoerotismo em Fernando Pessoa</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/homossexualidade-e-homoerotismo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 00:53:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA["Existe na nossa civilização um preconceito e um juízo comum, de que a homossexualidade é imoral, e de que, portanto, deve ser combatida e extirpada. Proponho-me demonstrar que esse preconceito é injusto, que a homossexualidade não é imoral, e que, portanto, não há mister que se combata, ou que se promova a sua extirpação. Demonstrarei, por fim, qual a origem deste preconceito falso. (…) Demonstraremos, primeiro, que a homossexualidade não é contra a Natureza. Isto é, demonstraremos que é natural no estádio evolutivo em relação ao qual a consideramos, isto é, no estádio evolutivo presente da humanidade. Não nos referimos a estádio evolutivo social só; reportamo-nos às sociedades civilizadas em geral, e não a umas em particular, espécie esta de género. Proponho-me demonstrar que a homossexualidade não é imoral à luz de nenhum conceito que cientificamente se possa fazer da moralidade. Demonstrando isso, quedará demonstrado que, guardadas certas reservas que adiante se especificarão, a expressão literária e artística da homossexualidade também não é imoral. E o corolário natural é que nada há que moralizar, onde nada há de imoral."
(Fernando Pessoa, espólio da Biblioteca Nacional, 55 D - 21, 32, 3)

Este livro reúne os muitos textos em poesia e em prosa, nos quais Fernando Pessoa exprime sentimentos homoeróticos, ou nos quais aborda o tema da homossexualidade, de forma explícita ou implícita, que se encontram dispersos ao longo da vasta obra de Fernando Pessoa, e que foram publicados até hoje. Encontram-se reunidos neste livro por vários tipos de texto, e por diferentes temas. Este livro inclui também o tema da dualidade da identidade de género, que é exprimida em alguns dos textos de Fernando Pessoa, que este associa também por vezes à homossexualidade, e inclui ainda os textos onde Fernando Pessoa exprime o seu desdém pelas mulheres, sob o ponto de vista afetivo. Grande parte destes textos são pouco conhecidos, e muitos têm determinados pormenores que passam geralmente despercebidos, para os quais chamamos a atenção em notas de rodapé.

Este livro contém também alguns textos inéditos."]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Victor Correia frequentou a Pontifícia Universidade de São Tomás de Aquino, em Roma – formação em Filosofia. Frequentou também o curso de piano, durante alguns anos, na Escola de Música de São Teotónio, em Coimbra. Licenciado e pós-graduado em Filosofia, pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra. Mestre em Estética e Filosofia da Arte, pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa – formações obtidas antes do Processo de Bolonha. Doutorado em Filosofia Política e Jurídica, pela Universidade da Sorbonne, em Paris. Pós-doutorado em Ética e Filosofia Política, pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Tem exercido funções de docência na sua área de formação, além de organizar e apresentar comunicações em várias conferências. É membro de algumas associações científicas e culturais. Publicou livros e artigos em jornais e revistas, nacionais e internacionais.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Homossexualidade no Livro do Desassossego de Fernando Pessoa</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/homossexualidade-no-livro-do-desassossegode-fernando-pessoa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 00:53:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O <i>Livro do Desassossego</i> é uma das produções literárias mais famosas de Fernando Pessoa, é uma das suas reflexões mais importantes, e é considerado o seu melhor trabalho enquanto escritor. Esses textos metem o seu coração a nu, constituem o que há de mais profundo e sentido no seu autor, a sua <i>autobiografia sem factos</i>, e são considerados como aquilo que melhor retrata a profundidade psicológica de Fernando Pessoa, que muito se identificava com o seu heterónimo Bernardo Soares.

Entre os vários temas do <i>Livro do Desassossego</i>, encontra-se também o da homossexualidade, que era uma das razões do desassossego de Fernando Pessoa. Alguns dos textos aqui selecionados são uma referência direta à homossexualidade, outros são uma referência indireta, e outros são o resultado de uma interpretação nossa. Junto da seleção e da organização dos textos por subtemas, encontram-se aqui explicações de modo a tornar mais acessível cada um desses textos, que são por vezes de difícil compreensão, devido ao seu carater enigmático, aos seus subentendidos, às suas máscaras.

Além dessas explicações, este estudo estabelece relações entre o <i>Livro do Desassossego</i> e a generalidade da obra literária de Fernando Pessoa, mostrando pontos de confluência e de complementaridade recíprocos: por um lado encarando-se o <i>Livro do Desassossego</i> como um complemento dos seus textos homoeróticos, e por outro lado encarando-se os seus textos homoeróticos como um complemento do <i>Livro do Desassossego</i>.

Número de páginas: 248]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Victor Correia frequentou a Pontifícia Universidade de São Tomás de Aquino, em Roma – formação em Filosofia. Frequentou também o curso de piano, durante alguns anos, na Escola de Música de São Teotónio, em Coimbra. Licenciado e pós-graduado em Filosofia, pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra. Mestre em Estética e Filosofia da Arte, pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa – formações obtidas antes do Processo de Bolonha. Doutorado em Filosofia Política e Jurídica, pela Universidade da Sorbonne, em Paris. Pós-doutorado em Ética e Filosofia Política, pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Tem exercido funções de docência na sua área de formação, além de organizar e apresentar comunicações em várias conferências. É membro de algumas associações científicas e culturais. Publicou livros e artigos em jornais e revistas, nacionais e internacionais.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O Fio e o Labirinto &#8211; A Ficção Policial na Obra de Fernando Pessoa</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/fio-e-o-labirinto-o/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 00:49:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A escrita policial de Fernando Pessoa ocupa um importante lugar na sua obra, pela atenção que o autor lhe dedicou durante décadas, lendo, teorizando e escrevendo. O interesse por este popular género literário manifestou-se cedo, ainda na fase da sua vida em que o inglês era a língua de escrita preferida, com a criação de Tales of a Reasoner, o conjunto dos casos do Ex-Sargeant Byng. Mais tarde, já em português, Pessoa criou o raciocinador Abílio Fernandes Quaresma, cujos casos formam o conjunto com o título Quaresma, Decifrador. O presente ensaio analisa a especificidade do conceito de policial desenvolvido, centrado em Quaresma, uma figura talhada como personalidade literária. Observa ainda a área ficcional da obra de Fernando Pessoa e todo o edifício literário construído em torno do policial.

«Um dos poucos divertimentos intelectuais que ainda restam ao que ainda resta de intelectual na humanidade é a leitura de romances policiais. (...) Um dos volumes de um destes autores, um cigarro de 45 ao pacote, a ideia de uma chávena de café - trindade cujo ser-uma é o conjugar a felicidade para mim - resume-se nisto a minha felicidade.»
Era deste modo que Fernando Pessoa descrevia a sua relação com o popular género literário. Levou mais além a felicidade que a leitura lhe proporcionava e escreveu muitas histórias de um policial, pessoano de sua natureza, em que sobressai a figura de Abílio Fernandes Quaresma, decifrador, um "fantasma a errar em salas de recordações" com poder de se transfigurar pelo raciocínio.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Autora: Ana Maria Freitas</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Fernando Pessoa e Emil Cioran &#8211; Pensadores das margens da razão e da civilização</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/fernando-pessoa-emil-cioran/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 00:48:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Ensaiando uma aproximação entre Émile Cioran (1911-1995) e Fernando Pessoa (1888-1935) (e, numa perspectiva mais abrangente, uma fértil articulação entre literatura e filosofia), o presente volume procura equacionar de que modo ambos estes autores convergem numa desconstrução radical do paradigma racional e civilizacional dominante, pensando criticamente nas margens da filosofia e abrindo passagens para os seus outros, desde a poesia e a literatura à experiência extática e mística, sem enquadramento religioso ou teológico.

Figuras resolutamente excêntricas (no sentido etimológico do termo: <i>ekkentros</i>, aquele que se situa fora do centro), ambos testaram as aporias dos seus respectivos ofícios, Pessoa forjando uma galáxia literária em permanente mutação, ao passo que Cioran jamais cessaria de interpelar os limites do discurso filosófico.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Autores:<br />
Paulo Borges ensina Filosofia e Meditação, Filosofia da Religião, Filosofias na Ásia e Filosofia em Portugal na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, bem como Medicina e Meditação na Faculdade de Medicina da mesma universidade. Coordena o Seminário Permanente <i>“Vita Contemplativa. Práticas contemplativas e cultura contemporânea”</i> no Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa.<br />
Segue desde 1983 a via budista tibetana, interessando-se pela essência de todas as tradições espirituais. É cofundador do Santuário Dewachen e do projeto <i>Visão Pura</i>. Foi cofundador e presidente da União Budista Portuguesa e ex-presidente da Associação Agostinho da Silva.<br />
É tradutor, particularmente de livros budistas, e autor de 69 livros de filosofia, aforismos, ficção, poesia e teatro, publicados em Portugal, Espanha, Reino Unido e Brasil. Recebeu em 2017 um doutoramento honoris causa pela Universidade Tibiscus de Timisoara, na Roménia. Pela obra no domínio do diálogo intercultural e inter-religioso, recebeu em Espanha o Prémio Ibn Arabi-Taryumán 2019.</p>
<p>Ricardo Gil Soeiro (1981) é poeta e ensaísta. Tem vários ensaios publicados, entre os quais <em>Gramática da Esperança</em> (2009), <em>Poéticas da Incompletude</em> (2017), <em>Volúpia do Desastre</em> (2019) e <em>O Enigma Claro da Matéria</em> (2019). Organizou o volume <em>As Artes do Sentido</em> e coeditou <em>Paul Celan: Da Ética do Silêncio à Poética do Encontro</em> (2014), <em>Das Cinzas do Silêncio à Palavra do Fogo</em> (2018) e <em>O Nada virado do Avesso</em> (2019). No domínio da poesia, publicou obras como <em>Caligraphia do Espanto</em> (2010), <em>Labor Inquieto</em> (2011), <em>Da Vida das Marionetas</em> (2012) ou <em>Pirilampos</em> (2022). Em 2012, veio a lume <em>L’apprendista di enigmi</em>, uma antologia poética traduzida para italiano. Com <em>Iminência do Encontro</em> foi galardoado com o Prémio PEN Clube Português – Primeira Obra 2010. Com o livro <em>A Sabedoria da Incerteza</em> foi finalista do Prémio PEN de Ensaio 2016. Com o livro <em>Palimpsesto</em> foi finalista do Prémio SPA 2017. Com <em>A Rosa de Paracelso</em> foi finalista do Grande Prémio de Literatura DST 2018. Em 2019, foi distinguido pelo Instituto Cultural Romeno com o título honorário <em>Amicus Romaniae 2019</em>. É professor de Estudos de Literatura, Arte e Cultura na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e investigador no Centro de Estudos Comparatistas da mesma instituição.</p>
<p>Ciprian Valcan foi bolseiro da <i>École Normale Supérieure</i> de Paris no período 1995-1997 e bolseiro do governo francês no período 2001-2004. É doutor em Filosofia pela Universidade Babes-Bolyai de Cluj-Napoca, Roménia (2002). Doutor em Filologia pela Universidade de Vest de Timisoara, também na Roménia (2005). Doutor em História cultural pela <i>&#8220;École Pratique des Hautes Études&#8221;</i> de Paris (2006). É autor de 17 livros e centenas de estudos, entrevistas e ensaios em diversos idiomas, como romeno, húngaro, sérvio, checo, polaco, alemão, francês, inglês, espanhol, italiano e português.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Fernando Pessoa &#8211; Escritos de Vicente Guedes</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/fernando-pessoa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 00:48:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Esta edição apresenta os escritos de Vicente Guedes, uma das mais multifacetadas e importantes personalidades literárias de Fernando Pessoa. Embora Vicente Guedes seja comummente associado a uma das fases do Livro do Desassossego, esta personalidade desempenhou muitas outras funções ao longo da construção do universo literário de Fernando Pessoa. Vicente Guedes foi poeta, contista, diarista, tradutor e também o responsável pelo projecto do Livro do Desassossego entre os anos de 1915-1920. No espólio de Fernando Pessoa encontramos numerosos vestígios que nos possibilitam atestar as diferentes facetas que esta personalidade literária foi assumindo no decurso da criação literária de Pessoa. Assim, a presente edição visa dar a conhecer as múltiplas facetas da criação de Vicente Guedes, reunindo, pela primeira vez nos estudos pessoanos, os textos que Vicente Guedes deixou no espólio do autor português.

Número de páginas: 94]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Autores:<br />
Paulo Borges ensina Filosofia e Meditação, Filosofia da Religião, Filosofias na Ásia e Filosofia em Portugal na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, bem como Medicina e Meditação na Faculdade de Medicina da mesma universidade. Coordena o Seminário Permanente <i>“Vita Contemplativa. Práticas contemplativas e cultura contemporânea”</i> no Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa.<br />
Segue desde 1983 a via budista tibetana, interessando-se pela essência de todas as tradições espirituais. É cofundador do Santuário Dewachen e do projeto <i>Visão Pura</i>. Foi cofundador e presidente da União Budista Portuguesa e ex-presidente da Associação Agostinho da Silva.<br />
É tradutor, particularmente de livros budistas, e autor de 69 livros de filosofia, aforismos, ficção, poesia e teatro, publicados em Portugal, Espanha, Reino Unido e Brasil. Recebeu em 2017 um doutoramento honoris causa pela Universidade Tibiscus de Timisoara, na Roménia. Pela obra no domínio do diálogo intercultural e inter-religioso, recebeu em Espanha o Prémio Ibn Arabi-Taryumán 2019.</p>
<p>Cláudia Souza é especialista no espólio de Fernando Pessoa e pesquisadora do Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa.<br />
Concluiu em 2017 um pós-doutoramento no departamento de Filosofia da Universidade de São Paulo sobre Fernando Pessoa.<br />
É autora de inúmeras edições e ensaios sobre a obra de Fernando Pessoa publicados na Europa, no Brasil e nos Estados Unidos.</p>
<p>Nuno Ribeiro é investigador do Instituto de Estudos de Literatura e Tradição (FCSH, UNL), com uma pesquisa de pós-doutoramento sobre a teorização poética no espólio de Fernando Pessoa financiada pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia. Doutorou-se em Filosofia pela Universidade Nova de Lisboa com uma tese intitulada: Tradição e Pluralismo nos Escritos Filosóficos de Fernando Pessoa. Realizou também pesquisas de pós-doutoramento na Universidade Federal de São Carlos e na Universidade de São Paulo. É autor de edições e estudos sobre a obra de Fernando Pessoa publicados na Europa, no Brasil e nos Estados Unidos.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Fernando Pessoa – Textos Ateístas, Antirreligiosos e Anticatólicos</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/fernando-pessoa-textos-ateistas-antirreligiosos-e-anticatolicos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 00:48:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Este livro reúne muitos dos textos ateístas, agnósticos, céticos, antirreligiosos, anticristãos, anticatólicos, e anticlericais, que foram escritos por Fernando Pessoa, ao longo de toda a sua vida, e que foram publicados até hoje.

São textos de poesia e de prosa, uns literários e outros não literários, aqui anotados e organizados por diversos capítulos. Estes textos aparecem em Fernando Pessoa ortónimo, mas também em praticamente todos os seus heterónimos, o que revela portanto que a sua descrença em Deus e a sua crítica às religiões, encontra-se ao longo da sua vasta obra.

Apesar da aspiração de Fernando Pessoa ao Ilimitado, e à Perfeição, e da sua busca de um significado para a Vida, isso não é a mesma coisa que acreditar em Deus, conforme se pode confirmar nestes textos.

Este livro mostra que o ateísmo, a antirreligião, e o anticatolicismo, presentes nos vários textos de Fernando Pessoa, são algo pensado e defendido enquanto escritor e ensaísta, e também algo sentido e assumido enquanto indivíduo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Victor Correia frequentou a Pontifícia Universidade de São Tomás de Aquino, em Roma – formação em Filosofia. Frequentou também o curso de piano, durante alguns anos, na Escola de Música de São Teotónio, em Coimbra. Licenciado e pós-graduado em Filosofia, pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra. Mestre em Estética e Filosofia da Arte, pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa – formações obtidas antes do Processo de Bolonha. Doutorado em Filosofia Política e Jurídica, pela Universidade da Sorbonne, em Paris. Pós-doutorado em Ética e Filosofia Política, pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Tem exercido funções de docência na sua área de formação, além de organizar e apresentar comunicações em várias conferências. É membro de algumas associações científicas e culturais. Publicou livros e artigos em jornais e revistas, nacionais e internacionais.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Evocando Fernando Pessoa &#8211; Crónicas publicadas no Jornal Eco de Estremoz</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/evocando-fernando-pessoa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 00:46:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Peixoto Bourbon foi para Lisboa e começou a frequentar o curso de Agronomia em 1927. No segundo ou terceiro ano do curso, por volta de 1929-30, com cerca de 22 anos, conseguiu ser admitido como membro benjamim da tertúlia do Café Montanha, na Baixa de Lisboa. Ali costumavam parar Fernando Pessoa e vários dos seus amigos ou confrades das lides literárias e artísticas, além de comerciantes da zona, médicos, advogados e proprietários agrícolas alentejanos. Situado na esquina da Rua da Assunção com a Rua dos Sapateiros, o Café Montanha era poiso habitual de Pessoa desde pelo menos 1914. Foi num encontro nesse café que, em Fevereiro de 1915, Pessoa, Luís de Montalvor e Mário de Sá Carneiro decidiram lançar a revista Orpheu. Foi também lá que, quinze anos mais tarde, Pessoa se encontrou pela primeira vez com João Gaspar Simões e José Régio.

No espólio do poeta, na Biblioteca Nacional, acham-se diversas notas e textos manuscritos em papel timbrado do <i>Café Restaurant Montanha</i>. O Café Montanha será muito frequentemente o cenário destas evocações pessoanas de Peixoto Bourbon, que ali conviveu durante cerca de cinco anos com o poeta e de quem se tornou grande admirador e amigo. O testemunho de Peixoto Bourbon destaca desde logo o papel que esse café teve na vida quotidiana de Pessoa, embora nos tenhamos habituado a ver o poeta associado preferencialmente ao Martinho da Arcada, ao Café Martinho, às Brasileiras do Chiado e do Rossio ou ao Restaurante Irmãos Unidos.
[José Barreto].

Número de paginas: 140]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O engenheiro agrónomo Francisco de Paula Peixoto da Silva Bourbon (1908-1992) nasceu no seio de uma família da nobreza do Minho, sediada desde o século XIX na Casa de Melhorado, perto de Celorico de Basto. Concluiu os seus estudos em Lisboa, no Instituto Superior de Agronomia, tendo-se notabilizado principalmente na vida profissional como técnico de olivicultura.</p>
<p>Foi funcionário superior do Ministério da Agricultura, exerceu cargos na Junta Nacional do Azeite e na Junta Nacional dos Lacticínios da Madeira e leccionou também em Agronomia. Deixou sobretudo obras de índole técnica, mas no ano da sua morte foi publicada uma edição bilingue do poema pessoano <i>Inscriptions</i> com uma introdução da sua lavra.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
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