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	<title>Genealogia &#8211; Edições Colibri</title>
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	<title>Genealogia &#8211; Edições Colibri</title>
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		<title>Um apelido, uma família – Úria</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Manuel]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Oct 2025 16:20:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
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<div class="column">

Este trabalho é original porque parte de um apelido – Úria – que surge abruptamente no século XIX, e é desenvolvido a partir do primeiro Úria procurando identificar o maior número possível de seus descendentes. Temos pois uma certeza. A de que todos os indivíduos que aqui são referenciados são efectivamente parentes entre si em maior ou menor grau.

Número de páginas: 58

</div>
</div>
</div>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="section">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<p>Rui Alberto do Amaral Leitão nasceu em Muna em 11-11-1937. Licenciado em Ciências Físico-Químicas e em Ciências Matemáticas pela Faculdade de Ciências da Univ. Clássica de Lisboa exerceu, entre outros, os cargos de Subdiretor-Geral, Diretor-Geral e Secretário-Geral na Secretaria de Estado e no Ministério da Cultura (1980-1998).</p>
<p>É Sócio Efetivo de Número do Instituto Português de Heráldica, Académico correspondente da Academia Nacional de Belas Artes, Sócio Efetivo da Sociedade de Geografia de Lisboa, do Grémio Literário, da Academia Portuguesa de Ex-Libris e da Associação Portuguesa de Genealogia da qual foi Vice-Presidente da Direção.</p>
<p>É autor e coautor dos seguintes livros:<br />
– Morgados de Santo André de Santiago de Besteiros<br />
– Ascendência e Descendência de Francisco de Paula de Sousa Menezes – Uma Família da Beira Alta – Pinho e Seixas da Gama</p>
</div>
</div>
</div>
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		<title>Do Luso-Hebreu Isaac Abravanel a Boris Pasternak – O Vínculo Familiar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Manuel]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Nov 2024 16:16:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="layoutArea">
<div class="column">

O luso-hebreu Isaac Abravanel (c. 1430, Lisboa – 1508, Veneza) foi diplomata, cortesão e tesoureiro de renome internacional. Filósofo, exegeta notável e escritor brilhante, era detentor de um saber enciclopédico. Foi ministro da Fazenda de D. Afonso V, a quem concedia avultadíssimos empréstimos, sendo frequentador habitual da corte régia.

Todavia, posteriormente, D. João II viria a acusá-lo de ser conivente com os duques de Bragança e de Viseu na pretensa conjura para o assassinar. Para não ter a mesma sorte dos duques (o primeiro foi decapitado em público e o segundo foi apunhalado pelo próprio rei), Isaac Abravanel evadiu-se para Castela. El-Rei mandou, então, confiscar todos os seus valiosíssimos bens, e condenou-o à morte à revelia.

Em Castela, refez a sua fortuna e tornou-se Vedor da Fazenda (ministro das Finanças) dos Reis Católicos, Fernando e Isabel, que apoiou financeiramente na conquista de Granada aos mouros. Na sequência da expulsão dos judeus de Castela, migrou para Itália, onde voltou a servir em cortes reais. Com ele, expatriou-se também o seu filho Leão Hebreu (c. 1460, Lisboa – c. 1535, Veneza?), médico, diplomata, filósofo e autor do célebre livro Diálogos de Amor, que teve uma profunda influência em diversos filósofos, entre os quais Giordano Bruno e Baruch Espinosa.

Por vicissitudes várias, os membros do clã Abravanel foram migrando para diferentes paragens, designadamente Salónica, Odessa e Moscovo onde, por motivos de segurança pessoal, mudaram de nome, optando pelo apelido Pasternak. Boris Pasternak, escritor de nomeada, seria prémio Nobel da Literatura.

Se, por um acto de pura magia, nos fosse dado manipular o devir do tempo e projectar Boris Pasternak nos dias de hoje, o autor de O Doutor Jivago poderia obter a nacionalidade portuguesa, perfilando-se, assim, como o primeiro Prémio Nobel português da Literatura (1958) – José Saramago só viria a ser Prémio Nobel 40 anos mais tarde, em 1998.

</div>
</div>
</div>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<p>João Augusto David de Morais nasceu em Angola, mas reside e exerceu as suas actividades profissionais em Évora desde 1976.<br />
Em Portugal, licenciou-se, doutorou-se e fez a agregação em Medicina (&#8230;).<br />
No âmbito dos inquéritos internacionais da FAO, chefiou em Luanda, durante cerca de quatro anos, o &#8220;Gabinete de Estudos e Publicações&#8221; da “Missão de Inquéritos Agrícolas de Angola”, coordenando o apuramento estatístico dos inquéritos de campo e organizando a sua publicação em vários volumes.</p>
<p>(&#8230;)<br />
No âmbito da actividade docente universitária, foi assistente das disciplinas de Patologia Médica e de Terapêutica Médica do Curso Médico-Cirúrgico da Universidade de Luanda (1972-1975). Como Professor Convidado da Universidade de Évora, com a qual colaborou durante cerca de 30 anos, leccionou as disciplinas de Ecologia Humana, Parasitologia Humana e Antropologia Aplicada. Colaborou também em diversos mestrados e cursos de pós-graduação, no País e no estrangeiro.<br />
Publicou cerca de 150 trabalhos científicos e vários livros, nas áreas da Medicina, Epidemiologia, Ecologia Humana, Antropologia Social e Religiosidade Popular. No domínio da Literatura, publicou ficção, conto e poesia.<br />
Foi galardoado com 15 prémios por trabalhos científicos, e agraciado com as medalhas de Grau Ouro do Ministério da Saúde e da Câmara Municipal de Évora, e com a Medalha de Mérito da Ordem dos Médicos.</p>
</div>
</div>
</div>
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		<item>
		<title>Famílias de Alenquer e de Torres Vedras &#8211; E suas ligações aos Açores, Madeira, Europa, Brasil e Goa</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/familias-de-alenquer-e-de-torres-vedras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 00:48:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Esta obra reúne, com os seus legítimos e ilegítimos, a genealogia de distintas famílias que, embora separadas, podemos constatar que se ligam entre si, por consanguinidade, nas suas diversas linhagens, que vão desde a sua origem nos séculos XI e XII ao século XIX. Descendentes de D. Afonso Henriques e de suas irmãs filiam-se, por alianças, aos descendentes de D. Childe Rolim, fidalgo flamengo, vindo de Flandres, acompanhado de outros cruzados que auxiliaram e combateram ao lado do monarca português na tomada de Lisboa.

Alenquer e Torres Vedras, limítrofes de Lisboa e Ribatejo, estavam na posse destas famílias que se estenderam também ao Alentejo e Algarve, disseminando-se pelos arquipélagos dos Açores e da Madeira, pelo Brasil e Índia (Goa). As suas ascendências estão dispersas em grande parte da Europa, algumas delas pertencentes a prestigiadas famílias deste continente.

Encontram-se aqui ilustres e anónimos, nas suas próprias circunstâncias - o Papa João XXI e seu irmão D. Egídio Júlio ou D. Gil Julião Rebolo, ascendentes da esposa de D. Childe Rolim; D. Sancha Sanches e D. Teresa Sanches, duas irmãs beatificadas em 1705; Santa Beatriz da Silva; Rainha Santa Mafalda; Santa Joana de Portugal; D. Gonçalo da Silveira, missionário, 1.º mártir português em terras africanas; Madre Maria Clara do Menino de Jesus - Libânia do Carmo Galvão Mexia de Moura Teles e Albuquerque, beatificada por Carta Apostólica de 13.05.2011; D. Manuel Franco da Costa de Oliveira Falcão - Bispo Auxiliar do Patriarcado de Lisboa e Bispo de Beja; D. Manuel José Macário do Nascimento Clemente - Cardeal-patriarca de Lisboa. Consta ainda da família Rolim, da Silveira, o grande ciclista: Joaquim Agostinho, natural das Brejenjas - concelho de Torres Vedras.

Esta é a base das famílias que corporizará os trabalhos seguintes, sobre os concelhos da Lourinhã, Mafra e Torres Vedras, com ligações a Alenquer, assim como as de Goa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Autora: Irondina Gomes Matias Viegas.<br />
Nasceu a 26 de novembro de 1943 no concelho de Torres Vedras.<br />
Foi funcionária pública.<br />
É licenciada em Filosofia pela Faculdade de Letras da Universidade Clássica de Lisboa.<br />
Colaborou em jornais regionais; nas revistas <i>Voz do Oriente</i> e <i>Ecos do Oriente</i>; no Dicionário Internacional da Arte, da Literatura e da Cultura Contemporânea da Lusofonia; na Antologia de Poesia Lusófona &amp; Textos Outros em Línguas Outras, Cadernos do Povo/Revista Internacional da Lusofonia, Ponte Vedra; na Aires Córdoba, Asociacion Cultural; no Círculo Nacional d’Arte e Poesia, na Editorial Minerva; na Folheto Edições &amp; Design, Leiria; Sinapis Editores; Portugal Mag, Edições, Paris.<br />
Tem colaborado, com poesia, nas Edições Colibri: <i>Paradigma(s) – Coletânea de poesia e texto poético da Lusofonia</i> (setembro de 2016) e <i>Eclética I</i> (março de 2017), <i>Eclética II</i> (setembro de 2017) e <i>Eclética III</i> (fevereiro de 2018).</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Até Aqui!</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/ate-aqui/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 00:31:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Ao Longe, o Convento… História de uma comunidade rural do Concelho de Mafra &#8211; História, economia, demografia &#124; Murgeira / Cachouça / Barreiralva Vol. II</title>
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		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 00:08:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Neste ensaio histórico e socioeconómico, os protagonistas são os próprios moradores: não apenas lavradores e moleiros, mas também pedreiros, almocreves, marchantes e oleiros - numa ampla gama de ofícios.

- Aborda-se, aqui, alguns dos acontecimentos históricos mais relevantes para esta zona, a evolução populacional até aos alvores de Novecentos, as migrações, a identificação das propriedades mais importantes e dos seus modos de exploração, a propriedade urbana e as manifestações de arquitetura religiosa e militar.

- Os percursos de vida ao longo de gerações de indivíduos não se restringiram à utilização dos frutos colhidos em cada um dos ciclos agrícolas. Fatores socioeconómicos de âmbito mais regional, ou mesmo nacional, o escoamento dos produtos, os senhorios dos terrenos agrícolas ou a procura incessante de mão-de-obra da cosmopolita Lisboa, conferiram a esta sociedade uma maior diversidade e mobilidade da que à partida se poderia supor.

Número de páginas: 494]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Pedro Quintas Filipe nasceu em 1972, em Lisboa. Licenciou-se em Engenharia Geológica pela FCT-UNL e em Engenharia Civil pelo ISEL. É casado e pai de gémeas. Reside e trabalha, desde 2013, na Noruega. Grande entusiasta de Geologia e pela pesquisa histórica e genealógica, dedica-se, em especial, ao estudo do território mafrense, uma vez que grande parte da sua família é natural da Murgeira, povoação da freguesia de Mafra.</p>
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		<item>
		<title>Ao Longe, O Convento&#8230; História de uma comunidade rural (Murgeira / Cachouça / Barreiralva) do Concelho de Mafra [Vol. I – Linhagens]</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/ao-longe-o-convento-historia-de-uma-comunidade-rural-murgeira-cachouca-barreiralva-do-concelho-de-mafra-vol-i-linhagens/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Manuel]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 May 2021 14:16:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="layoutArea">
<div class="column">

Abrangendo uma área de apenas 6 km2, mas de contornos geomorfológicos bem marcados na paisagem, pertencente à freguesia e concelho de Mafra, o esboço de reconstituição histórica, económica e social da comunidade aqui residente até aos alvores de Novecentos, é apresentado em dois volumes.

O ponto de partida, assinalado neste livro, é a identificação de todos os que nesta zona habitaram, pelo menos parte das suas vidas, reconstituindo-se uma intricada teia de genealogias e parentescos, construída ao longo dos séculos, entre as sucessivas gerações. Fica, aqui, endereçado o convite para que possa o leitor constatar que, de uma pequena porção de território se pode, afinal, extrair vasta informação, não apenas intrínseca ao percurso de vida de cada um, mas, principalmente, indicadora de comportamentos coletivos, reflexo das vivências das Sociedades antigas e associadas aos momentos marcantes da História.

Número de páginas: 424

</div>
</div>
</div>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="section">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<p>Pedro Quintas Filipe nasceu em 1972, em Lisboa. Licenciou-se em Engenharia Geológica pela FCT-UNL e em Engenharia Civil pelo ISEL.<br />
É casado e pai de gémeas. Reside e trabalha, desde 2013, na Noruega. Grande entusiasta de Geologia e pela pesquisa histórica e genealógica, dedica-se, em especial, ao estudo do território mafrense, uma vez que grande parte da sua família é natural da Murgeira, povoação da freguesia de Mafra.</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Lavradores de Montemor-o-Novo e Alcácer do Sal &#8211; Genealogia e história</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/lavradores-de-montemor-o-novo-e-alcacer-do-sal-genealogia-e-historia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Manuel]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jun 2011 10:57:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Este livro é um livro de família sobre a ascendência paterna do autor. Além das origens dos ramos Carvalho e Vacas, foi estudada até ao presente a descendência dos oitos irmãos nascidos no monte de Vale dos Açougues, cerca das Alcáçovas, com ramos que incluem os Carvalhos de Vale Figueiras, de São Cristóvão e de Vale Carvalho, além de apelidos Mira e Gião e a descendência dos dez irmãos nascidos no monte da Serra dos Mendes, da antiga freguesia de São Martinho do concelho de Alcácer do Sal, mas perto de São Cristóvão, Montemor-o-Novo, com ramos de apelido Morgado, Calção, Louro, Lecas-Nunes, Martins, Braga, Vacas e Castro.

Número de páginas: 398]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>António Aleixo Carvalho nasceu a 19 de janeiro de 1941 em Montemor-o-Novo. Formou-se em Engenharia Mecânica no IST em Lisboa e trabalhou, cerca de 40 anos, numa Metalomecânica de projeto e fabrico de material circulante de Caminho-de-ferro e de equipamento pesado para barragens, a Sorefame, depois adquirida pela Bombardier. Foi mais de dez anos Chefe do Gabinete de Estudos de Material Circulante e Coordenador de projetos de investigação europeus, Safetrain (este um projeto com 14 parceiros de 8 países, que foi candidato ao prémio Brite Euram de 2001) e Safetram. Casado desde 1966, reside em Montemor-o-Novo e Lisboa. Foi Diretor largos anos do Club de Montemor e fundou a Conferência Vicentina de Montemor. Foi Presidente do Conselho Fiscal da Sociedade de S. Vicente de Paulo e da Associação das Obras Assistenciais dessa Sociedade. O autor publicou <i>O Fracasso de um processo – a Reforma Agrária no Alentejo</i>, o primeiro livro publicado sobre as ocupações ilegais de terras no Alentejo de 1975 a 1977, <i>Forcados Amadores de Montemor</i> (1990), o primeiro livro alguma vez escrito sobre forcados, <i>O Mundo do Bem</i> (2003) e <i>Lavradores de Montemor-o-Novo e Alcácer do Sal, genealogia e história</i> (2011).</p>
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