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	<title>Gestão de Informação &#8211; Edições Colibri</title>
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	<title>Gestão de Informação &#8211; Edições Colibri</title>
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		<title>O Instituto Nacional de Investigação Científica – Percurso e Influência na Política Científica Portuguesa (1976-1992)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Helena Gil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 May 2024 09:59:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A presente tese estuda o percurso e influência do Instituto Nacional de Investigação Científica (INIC) no desenvolvimento do sistema científico português. Este instituto operou entre 1976 e 1992, no sector do Ensino Superior. Juntamente com o Instituto de Cultura Portuguesa (ICAP), foi uma das instituições que deu continuidade à atividade do Instituto de Alta Cultura. Atuou, simultaneamente, como agência de financiamento e executora de investigação científica — atividades de investigação científica (que realizava através dos centros), atribuição de bolsas de estudo, principalmente para a realização de mestrado e doutoramento no país e no estrangeiro e, mais tarde, a atribuição de contratos de investigação , para além de financiar a edição de livros, revistas e dissertações, a realização de encontros científicos e, na sua fase final, atividades da divulgação científica — tutelando uma parte significativa da investigação realizada em Portugal e representando o país no âmbito da diplomacia científica.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[A presente tese estuda o percurso e influência do Instituto Nacional de Investigação Científica (INIC) no desenvolvimento do sistema científico português. Este instituto operou entre 1976 e 1992, no sector do Ensino Superior. Juntamente com o Instituto de Cultura Portuguesa (ICAP), foi uma das instituições que deu continuidade à atividade do Instituto de Alta Cultura. Atuou, simultaneamente, como agência de financiamento e executora de investigação científica — atividades de investigação científica (que realizava através dos centros), atribuição de bolsas de estudo, principalmente para a realização de mestrado e doutoramento no país e no estrangeiro e, mais tarde, a atribuição de contratos de investigação , para além de financiar a edição de livros, revistas e dissertações, a realização de encontros científicos e, na sua fase final, atividades da divulgação científica — tutelando uma parte significativa da investigação realizada em Portugal e representando o país no âmbito da diplomacia científica.]]></content:encoded>
					
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		<title>Mediatecas</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/mediatecas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 01:02:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="layoutArea">
<div class="column">

Este é um estudo que valoriza a dimensão qualitativa, que incide sobre a avaliação das duas mediatecas de São Tomé e Príncipe, do seu papel e das relações que quotidianamente estabelecem com a comunidades, a que não são alheios os respetivos contextos. Um estudo que parte das bibliotecas para a compreensão da emergência das mediatecas e, neste âmbito, da Rede de Mediatecas da Lusofonia, que contextualiza as Mediatecas de São Tomé e Príncipe, cruzando as perspetivas da coordenação-geral (em Lisboa), dos coordenadores locais das Mediatecas e, como não poderia deixar de ser, dos seus utilizadores, aqueles que melhor justificam a sua existência. Um estudo, por último, de elevada qualidade, bem estruturado e fundamentado, que também levanta as dificuldades de quem vive o seu quotidiano, porém demonstrativo de que as Mediatecas da Lusofonia continuam a fazer sentido em São Tomé e Príncipe.

CARLOS GUARDADO DA SILVA

</div>
</div>
</div>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="section">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<p>JOAQUIM P. GONÇALVES – Mestre em Ciências da Documentação e Informação pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Possui, também, Licenciatura em História, Pós-graduação em Ciências da Documentação e Informação – Área de Arquivo, e Curso de Especialização em História Medieval pela mesma instituição. É Investigador Integrado do Centro de Estudos Clássicos, Faculdade de Letras, Universidade de Lisboa, desde 2017. É, ainda, (co)autor de artigos em revistas nacionais e internacionais na área de História, coautor de capítulos na temática da Investigação Científica e cocoordenador do Manual de Investigação Qualitativa (Pactor, 2021).</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Empregabilidade em Ciencia da informação</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/empregabilidade-em-ciencia-da-informacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 00:44:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="layoutArea">
<div class="column">

Cláudia Pinto parte de uma revisão da literatura internacional, procurando centrar- se na discussão dos conceitos de ‘emprego’, ‘desemprego’ e ‘empregabilidade’, definidos de forma distinta, mesmo em Portugal. Depois, a autora continua para a apresentação e a discussão de diferentes modelos de empregabilidade, caraterizando, por fim, o Mestrado em Ciências da Documentação e Informação, oferta formativa da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Na segunda parte, desenvolve o estudo empírico, debruçando-se sobre os diplomados do referido curso, ancorada na metodologia da investigação.

Dentre as conclusões, destacamos o reconhecimento da importância da formação em Ciências da Documentação e Informação na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa por parte dos seus diplomados, uma tendência para a continuidade da formação na Universidade de Lisboa, tendo muitos dos alunos o curso de especialização na área e obtido na mesma instituição. Acrescente-se a formação em Ciências da Documentação e Informação na Universidade de Lisboa como fator de aumento da remuneração bruta dos diplomados e da empregabilidade. Cerca de 70% trabalha na área profissional das Ciências da Documentação e Informação, tendo ingressado no mestrado para consolidar e/ou atualizar a sua formação. Ainda, o curso de mestrado em Ciências da Documentação e Informação é visto como um meio de obtenção de competências, para além do título, essenciais para ingresso no quadro de distintas organizações e a melhoria da situação profissional e remuneratória dos diplomados.

[CARLOS GUARDADO DA SILVA]

***

Este é um estudo crucial para o conhecimento da empregabilidade em Ciência da Informação, que contribui para a constituição de um observatório sobre a empregabilidade dos diplomados do 2.o ciclo de estudos na área. Tal é importante para desmistificar, por exemplo, por que razão os diplomados em Ciências da Documentação e Informação trabalham maioritariamente na administração pública, o que não causa admiração, quando os seus serviços se concentram na Área Metropolitana de Lisboa. E é, também, um primeiro passo para o estudo da empregabilidade dos diplomados em Ciência da Informação no território nacional, com valores elevados em Lisboa, que encontram uma possível explicação, para além da qualidade da formação oferecida, numa eventual maior oferta de emprego na região.

</div>
</div>
</div>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="section">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<p>CLÁUDIA M. PINTO nasceu a 21 de agosto de 1988. Licenciou-se em Administração Pública no Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas (ISCSP). O seu percurso profissional nasceu ligado à gestão da qualidade e na consultoria em autoavaliação. Mas abraçar um novo desafio profissional, no Arquivo do Banco de Portugal, fê-la encontrar a paixão por aquilo que faz. Prosseguiu, por isso, os estudos na Faculdade de Letras na Universidade de Lisboa, onde concluiu o Mestrado em Ciências da Documentação e informação. Desde 2018, é arquivista/Record Manager, na Unidade de Arquivo do Banco de Portugal. Afirma que a frase que mais a marcou sobre a profissão que exerce foi: “Taking care of archives can be a surprisingly busy occupation. We think it’s also of the best in the world” (Samantha Thompson).</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
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		<item>
		<title>A Comunicação nos Arquivos Municipais</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/a-comunicacao-nos-arquivos-municipais/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 00:04:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Diz-se da comunicação que é informação em potência, uma vez que não há comunicação sem informação. Daqui resulta a relação intrínseca entre os dois conceitos, pelo processo comunicacional, tratado no contexto dos Arquivos Municipais, que mantêm, como sempre mantiveram, a sua dimensão custodial, quer em contexto analógico, quer em contexto eletrónico e digital. As tecnologias ampliaram este processo, permitindo a comunicação distante.

Do excelente estudo, destacamos as seguintes conclusões: o papel-chave da comunicação no cumprimento da missão do arquivo; a facilitação do alargamento do campo dos profissionais dos arquivos na potenciação da comunicação através das tecnologias; a comunicação como promotora da informação enquanto ativo estratégico organizacional; o guia enquanto instrumento de acesso à informação menos presente nos arquivos, contrariamente ao que seria natural; a permanência dos arquivos municipais ainda distante das ferramentas da web 2.0; o nível de excelência da Comunicação da informação arquivística alcançado pelos arquivos de Cascais e Lisboa. Ingredientes suficientes para que esta obra possa acolher o interesse de todos os técnicos que trabalham nos arquivos municipais, ainda que o seu interesse não se esgote neste universo, e posicionar este estudo, de referência, no âmbito da ciência da informação, justificando, por si só, a sua integração nesta coleção.
[Carlos Guardado da Silva]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Gisela Garcia Gabriel – Licenciada em História (1997) e Mestre em Ciências da Documentação e Informação (2017), pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Autora do estudo <i>&#8220;A Comunicação nos Arquivos Municipais da Área Metropolitana de Lisboa&#8221;</i>, Páginas a&amp;b. S.3, n.º especial (2019) 27-38, disponível em https://doi.org/10.21747/21836671/pagespa3. A partir de 2004, enquanto técnica superior, assume funções de coordenação, integrando diversas equipas de trabalho no âmbito de projetos de modernização administrativa da Administração Pública Central. Desde 2018 exerce funções na área de Sistemas e Tecnologias de Informação, na Câmara Municipal de Cascais.</p>
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