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	<title>Globalização &#8211; Edições Colibri</title>
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	<title>Globalização &#8211; Edições Colibri</title>
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		<title>Kosovo &#8211; A Incoerência de uma Independência Inédita (3ª Edição aumentada)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 00:57:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="layoutArea">
<div class="column">

Este livro é uma referência incontornável para os estudantes de Relações Internacionais e da região balcânica. A sua publicação ocorre 20 anos após o dramático bombardeamento da Antiga Federação Jugoslava pela OTAN, ação militar decorrente e indissociável do conflito no Kosovo. Seria difícil encontrar pessoa mais qualificada e conhecedora da região para dissertar sobre o tema do que o Major General Raul Cunha.

Estamos perante testemunhos, na sua grande maioria vividos na primeira pessoa, no contacto direto com os protagonistas do conflito. Não se trata da repetição de citações, como acontece frequentemente. Este trabalho resulta de um vasto e profundo conhecimento adquirido no terreno, entre 1991 e 2009, ao serviço da Comunidade Europeia, OTAN e ONU, tanto ao nível tático, como operacional e estratégico. Este livro condensa essas vivências. O autor encontra-se ainda unido à região por intensos laços familiares e o conhecimento da língua. [Carlos Manuel Martins Branco]

</div>
</div>
</div>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<p>O Major-General RAUL CUNHA completou em 1977, na Academia Militar, a licenciatura em Ciências Militares e frequentou os Cursos de promoção normais de uma carreira militar e também o Curso de Estado-Maior. Foi auditor do Curso de Promoção a Oficial General em 2004/05. A sua educação militar incluiu ainda uma grande variedade de cursos de especialização. O Major-General Cunha incidiu a sua carreira nas Forças Especiais do Exército (Operações Especiais, Comandos e Paraquedistas) tendo comandado subunidades em todos os escalões hierárquicos. Foi também Professor do Instituto de Altos Estudos Militares. De 1991 a 1993 prestou serviço na “European Community Monitoring Mission in Yugoslavia”. De 1995 a 1999 serviu no estrangeiro na área das Forças Europeias, no EUROCORPO e depois na EUROFOR. Em 2000, esteve no QG da KFOR como Chefe da Divisão de Instrução (J-7). Em seguida comandou o Regimento de Infantaria 15, sendo depois colocado no “NATO Joint Analysis and Lessons Learned Center” em Monsanto – Lisboa, como Chefe de Estado-Maior. Já como Major-General foi, de 2005 até 2009, o Chefe da Componente Militar da UNMIK e Conselheiro Militar do SRSG da UN no Kosovo. Em seguida e em Portugal comandou a Brigada de Reação Rápida até Maio de 2011. Esteve depois na Inspeção-Geral do Exército, período em que frequentou o “High-level Course” do “European Security and Defence College” e em seguida exerceu funções como Juiz Militar no Tribunal da Relação do Porto. Em 28 de Abril de 2018 transitou para a situação de reforma. Em Março de 2019 obteve o Doutoramento (PhD) no ISCTE-IUL em História, Estudos de Segurança e Defesa.</p>
</div>
</div>
</div>
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		<title>A Guerra na Antiga Jugoslávia vivida na Primeira Pessoa – Testemunhos de Militares Portugueses ao Serviço das Nações UnidasTitle: The Yugoslav Wars in the First Person – Testimonies of Portuguese Soldiers serving with the United Nations</title>
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		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 00:04:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Força de Proteção das Nações Unidas (FORPRONU) foi a primeira missão das Nações Unidas na antiga Jugoslávia durante o desmembramento do país. A força foi estabelecida em fevereiro de 1992 e o seu mandato terminou em dezembro de 1995. Foi composta por cerca de 40.000 militares (incluindo 680 Observadores Militares) e civis oriundos de 37 países, o que a tornou à data a maior operação de manutenção de paz da história das Nações Unidas.
Ironicamente, a <i>experiência jugoslava</i> foi uma janela para o mundo; um <i>Erasmus da vida</i> que tornou os que nela participaram pessoas cosmopolitas. Foi um abrir de olhos. Relacionaram-se tolerantemente com indivíduos de origens e culturas que não conheciam. Foi o confronto com um mundo novo, <i>para além da Taprobana</i>. Mais que uma escola da vida, a <i>experiência jugoslava</i> foi uma escola de camaradagem. Fez com que vivências moldadas pela adversidade se tornassem laços intensos de amizade, que perduraram até aos dias de hoje. Este livro serve para preservar a memória, um elixir contra o esquecimento, para que as gerações vindouras saibam um pouco melhor o que ali se passou; para vincar a satisfação da missão cumprida; para honrar o companheirismo, a amizade e o espírito de sacrifício. E não é pouco.

United Nations Protection Force (UNPROFOR) was the first United Nations peacekeeping mission in the former Yugoslavia, during the breakup of the country. The force was established in February 1992 and its mandate ended in December 1995. It was composed by almost 40.000 military (including 680 military observers) and civilian personnel, from 37 countries, which made it at the time the largest peacekeeping operation in the history of the United Nations.
This book aims at preserving memory. It is an elixir against oblivion. So that the generations to come will know a little better about what happened there; to underline the satisfaction of mission accomplished; to honour companionship, friendship and spirit of sacrifice. And it is no small matter.

Número de páginas: 472]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Coordenação da obra:<br />
Carlos Branco, Henrique Santos e Luís Eduardo Saraiva.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>[In]Justiça Global – O Imperativo da Mudança para UM MUNDO MELHOR</title>
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		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Mar 2024 23:38:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A crise é uma evidência, a crítica é um imperativo e a mudança de paradigma uma exigência. Recai sobre todos nós a obrigação moral de estar atentos às chocantes injustiças que afetam milhões de pessoas, nossos irmãos e titulares dos mesmos direitos humanos que nós.

É a obrigação de oposição a um modelo de desenvolvimento que faz aumentar, a cada dia, as desigualdades que destroem a humanidade e o maravilhoso planeta que temporariamente habitamos. Toda a mudança deve incidir, prioritariamente, sobre o que podemos mudar. É a revolução interior e individual que se apresenta como prioritária.

Se começarmos por agir sobre nós próprios, tornando-nos melhores, livres das paixões negativas, como desejo de dominar, ganância, consumismo, inveja, ciúme, orgulho, intolerância, medos, dogmatismos, então a nossa intervenção na comunidade será genuína, autêntica e não hipócrita.

É preciso contribuir para a formação das fundações de uma ética global de um <i>estado civil democrático mundial</i> por oposição a um <i>estado militar imperialista e hegemónico mundial</i>.

&#160;

&#160;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>MARIA DA GLÓRIA FRAGA. Advogada desde 1975. Exerce nas áreas de Direito Civil e Direito das Sociedades, com elevada experiência e especialização em Direito de Família e Sucessões.</p>
<p>Fundadora da Sociedade de advogados Cristóvão, Fraga e Associados, sociedade de advogados RL.</p>
<p><a href="http://www.cristovao-fraga.com.pt">www.cristovao-fraga.com.pt</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>CRISTÓVÃO PEREIRA. Advogado desde 1973. Especialista em Direito Fiscal, pela Ordem dos Advogados. Mestre em Ciências Jurídico&#8211;Económicas, com Curso de formação avançada de Doutoramento. Fundador da Sociedade de advogados Cristóvão, Fraga e Associados, sociedade de advogados RL.</p>
<p><a href="http://www.cristovao-fraga.com.pt">www.cristovao-fraga.com.pt</a></p>
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		<title>O Poder da Moeda &#8211; Os Segredos do Euro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 May 2017 01:08:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[(...) Estranhamente, se faz crer, se estabeleceu e se ensina que os Bancos guardam o dinheiro do povo. E que para além disso, realizam uma função de intermediação financeira, recolhendo a poupança de uns emprestando-a a outros e nisto se resume a função dos Bancos. Claro que é nos Bancos que nós depositamos o dinheiro (capital trabalho), mas como dizia Kant: "a nossa observação é a da aparência das coisas". Na verdade, nem os Bancos guardam o dinheiro do povo, como deviam, sendo resgatados pelo dinheiro do povo, nem a função principal dos Bancos é a função de intermediação. A principal função dos bancos é na verdade a de criar Moeda, <i>fabricar</i> Moeda emitir Moeda (...).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Autor: Jorge Landeiro Vaz. Doutor Europeu em Ciências Económicas e Empresariais, Agregado e Mestre em Gestão, Licenciado em Finanças. Coordena no IDEFE/ISEG, a pós-graduação em Gestão de Bancos e Seguradoras e a pós-graduação em Management &amp; Business Consulting. É Juiz-Árbitro no Tribunal Arbitral Tributário. Coordenou a Licenciatura em Gestão, o Mestrado em Marketing, o MBA-Mestrado em Gestão no ISEG e o programa de imersão em Silicon Valley-com a Universidade de S. Francisco – USA.</p>
<p>Foi Professor Visitante da Universidade Federal de Minas Gerais e da Universidade Federal de Lavras no Brasil. Coordenou também o programa de doutoramento em Gestão na Universidade Lusíada de Lisboa. Publicou sete livros, sobre Gestão Bancária, dois dos quais para o Banking Institute da República Checa. Publicou artigos científicos, em revistas nacionais e internacionais, como, Management &amp; Economics Journal, International Education &amp; Research Journal, Electronic Journal of Knowledge &amp; Management, International Journal of Knowledge and Learning, Portuguese Journal of Management, Episteme. Coordenou trabalhos de investigação aplicada para o Tribunal de Contas, o Ministério das Finanças e o Ministério da Ciência e Ensino Superior.</p>
<p>Foi Presidente da Fundação das Tecnologias da Informação, Conselheiro do Conselho Superior de Ciência e Tecnologia, Diretor da Sociedade Financeira Portuguesa, Assessor da Caixa Geral de Depósitos, Vice-Presidente do Gaptec/UTL, Vice Presidente da Faculdade de Arquitetura/UTL e Gerente Executivo do IDEFE/ISEG.</p>
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