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	<title>História Antiga &#8211; Edições Colibri</title>
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	<title>História Antiga &#8211; Edições Colibri</title>
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	<item>
		<title>Os Tibúrcios – Da Antiga Roma à Lusitania (Romance)</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/os-tiburcios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 01:09:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="layoutArea">
<div class="column">

Antoninus Publius Flavius, de Tibur, espreguiçou-se na cama de couro e ainda entre o sono e a vigília relanceou os olhos pelo estreito aposento de janela envidraçada e só então se apercebeu que estava em Roma, em casa de Julianus, companheiro de armas de seu pai, tão próxima do Forum que os ruídos dos mercadores lhe invadiam já o restrito espaço em que descansara, tão espartano como só poderia ser o quarto de um tribuno militar, que tantas campanhas batalhara na Bretanha e na Germânia e sempre glorioso regressara a Roma.

Perto da janela um «vasculum» com água e uma bacia de estanho esperavam as abluções matinais.
O corpo de Antoninus, de harmoniosa musculatura, pernas e braços poderosos, pescoço largo, bem assente entre os poderosos ombros, alto, de compleição majestosa, quem o visse pensaria num deus descido do astro em visita aos humanos para fazer justiça.

Debruçou-se sobre a mesa que sustinha a bacia onde a água já rebrilhava sob os beijos da luz matinal. Parida fora Aurora para de imediato parir ela própria o Sol que assomava por detrás das sete colinas.

</div>
</div>
</div>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<p>Joseia Matos Mira nasceu em Baleizão, Beja. Licenciou-se em Filo- logia Românica na Faculdade de Letras de Lisboa. Realizou mestrado e estudos de doutoramento na Universidade McGill em Montréal, Québec, Canadá. Aí leccionou Literatura Francesa.</p>
<p>Em Portugal passou pelo Ensino Secundário e foi professora do Ensino Universitário no Instituto Superior de Línguas e Administração, onde leccionou Tradução, Literatura e Cultura Portuguesa.<br />
Foi formadora de professores do Ensino Secundário (orientadora de estágio) na Faculdade de Letras de Lisboa.</p>
<p>Presentemente dedica-se em exclusivo à escrita.</p>
</div>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Nova História Local &#8211; Torres Vedras &#8211; Turres Veteras XX</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/nova-historia-local-torres-vedras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 01:07:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Turres veteras XX - Torres Vedras: nova história local dará um importante contributo para que se conheça com mais profundidade torres vedras e a sua história. A abordagem desenvolvida nesta edição a Torres Vedras vai desde a época romana até ao século XX, através da visão de diversos investigadores que, no seu trabalho de investigação, demonstram claramente a importância do território em vários domínios.
Sob a coordenação de Carlos Guardado da Silva, a edição conta uma vez mais com a com a parceria da Universidade de Lisboa, da Faculdade de Letras e com as Edições Colibri. Ficaremos certamente todos com mais conhecimento sobre Torres Vedras e, seguramente, com o querer e a vontade de aprofundar o mesmo, tendo como ponto de partida esta magnífica obra. Em nome da Câmara Municipal de Torres Vedras, presto uma homenagem a todos quantos contribuíram ao longo de várias centenas de anos para a história do nosso belo concelho.
[apresentação de Carlos Manuel Antunes Bernardes, presidente da C. Municipal de Torres Vedras]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Coordenação da obra:<br />
Carlos Guardado da Silva é Doutor em História Medieval (2004), pela Universidade de Lisboa, e Agregado em Ciência da Informação (2016), pela Universidade de Coimbra. É Investigador do Centro de Estudos Clássicos e Professor da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, onde dirige o mestrado em Ciências da Documentação e Informação, desde 2015. É Membro da Sociedade Portuguesa de Estudos Medievais (SPEM), Académico Correspondente da Academia Portuguesa da História (APH), membro do Centro de Investigação Joaquim Veríssimo Serrão e Sócio da Associação Portuguesa de Ciências da Comunicação (SOPCOM). É Vice-Presidente da Assembleia Geral da BAD – Associação Portuguesa de Bibliotecários, Arquivistas e Documentalistas e vogal da direção do Capítulo Ibérico da ISKO – <i>International Society for Knowledge Organization</i>. É, ainda, membro do Conselho Técnico Nacional da BAD e do Conselho Consultivo da Rota Histórica das Linhas de Torres. É coautor de diversos títulos, no âmbito da História, do Património Cultural e da Ciência da Informação.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Cadernos do Endovélico, n.º 2 Património Cultural e Desenvolvimento entre o Material e o Imaterial</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/cadernos-do-endovelico-n-o-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 00:32:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[De São Miguel da Mota à Defesa da Pedra Alçada, das Mimosas às Águas Frias, da Rocha da Mina ao Poio Grande, das Antas de Santiago Maior às do Lucas e às dos Galvões, do Castelinho ao Castelo Velho e aos Moinhos da Defesa, da Cinza e do Gato, do Endovélico à Sr.ª dos Prazeres ou da Boa-Nova, a St.º Amaro ou à Santa Cruz, o património arqueológico e etnológico do concelho de Alandroal guarda e grava, nas margens do Guadiana, a memória de uma identidade em construção que o trabalho e o tempo nos ajudam a revelar, a explicar e a compreender.
[Ana Paula Fitas - Coordenadora Científica do Centro de Estudos do Endovélico]

Foi esse olhar e sentir que despertou em nós o desejo de dignificar e garantir a merecida valorização e preservação do nosso Património Material e Imaterial, e que nos orientou no sentido da formalização do projeto do "Vale Sagrado do Lucefecit", que foi desenvolvido em parceria com o Centro de Estudos do Endovélico, e que seguramente permitirá obter a classificação de sítio de interesse nacional de uma parte riquíssima do nosso território, monumentos, espaços históricos e arqueológicos e de várias manifestações culturais, etnográficas e religiosas, que marcarão definitivamente o Alandroal como destino turístico de excelência.
[Mariana Chilra - Presidente da Câmara Municipal de Alandroal]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Ana Paula Fitas tem a academia nas veias. Doutora na área das Ciências Sociais, é Licenciada em Filosofia e Mestre em Culturas Regionais Portuguesas e Estudos Portugueses. Docente e investigadora, tem publicadas as suas Teses Académicas <i>A Ocupação Sexual dos Espaços</i> e <i>Redes de Comunicação Social em Aldeia da Venda – Alandroal</i> e <i>Juromenha e Olivença &#8211; uma História por contar, estudo etnológico comparado sobre continuidade cultural e mudança social</i>, para além de mais de duas dezenas de artigos científicos em revistas nacionais e internacionais especializadas em Antropologia, Etnografia e Património. É ainda Coordenadora de Cadernos do Endovélico.<br />
Enquanto Professora e Cidadã, e considerando a Educação a chave para a salvaguarda do futuro da Humanidade, a pedagogia e as gerações mais novas constituíram, desde sempre, um eixo estrutural das suas preocupações fundamentais. Foi esta a razão de ser do seu primeiro livro infantojuvenil intitulado <i>LANDROAL d’ENCANTAR &#8211; Histórias e contos para Ler, Ouvir e Partilhar</i>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Memórias das Pedras Talhas &#8211; Fragmentos na vida de um arqueólogo acidental</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/memorias-das-pedras-talhas-fragmentos-na-vida-de-um-arqueologo-acidental/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Mar 2024 21:49:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Escrita ao sabor da pena, com um estilo rápido, próprio do suporte onde encontrou leitores pela primeira vez (o blogue <em>Memórias das Pedras Talhas</em> que o autor alimentou durante alguns anos e que rapidamente se tornou leitura obrigatória para quem gosta do tema), a obra não tem pretensões de sistematização. Encontra precisamente o seu gatilho na fragmentação dos temas, motivados com frequência por episódios do quotidiano, artigos de jornal tomadas públicas de posição, comentários em blogues ou outros acasos. Tudo é pretexto para o autor produzir uma reflexão, compilando elementos do seu impressionante arquivo pessoal com uma não menos impressionante memória, capaz de recapitular com precisão elefantina eventos e actos ocorridos décadas antes.

&#160;

[do Prefácio de GONÇALO PEREIRA ROSA]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>António Carlos Silva nasceu em Carvalhal d&#8217;Aroeira, Torres Novas, no ano de 1952. Durante a frequência da licenciatura em História, na Faculdade de Letras de Lisboa (1970-1975), colaborou ativamente no levantamento da Arte Rupestre do Vale do Tejo, em Vila Velha de Ródão, circunstância que despoletou o seu interesse pela Arqueologia Pré-histórica. Colmatando a ausência, à época, de formação académica nesta disciplina, participou como voluntário em escavações em Portugal, Espanha e França e ainda nos anos 70, integrou projetos de investigação de sítios paleolíticos do Ródão, como Vilas Ruivas, Monte do Famaco e Foz do Enxarrique. Após curta passagem pelo Ensino Secundário (1974-1980) transitou como arqueólogo para os quadros do Ministério da Cultura, onde exerceu diferentes funções e cargos, em Lisboa (Museu Nacional de Arqueologia e IPPC) e Évora, a partir de 1988 (Serviço Regional de Arqueologia do Sul, Direção Regional do IPPAR e Direção Regional de Cultura).</p>
<p>No Alentejo, a par da atividade de gestão patrimonial, dirigiu na Gruta do Escoural trabalhos de investigação (1989-1991) e de valorização (2009-2011), realizou escavações no Castro dos Ratinhos (Moura, 2004-2007), concebeu e coordenou o mega-projeto de salvamento arqueológico do Alqueva, entre 1996 e 2002. Publicou dezenas de artigos e vários livros, como A Linguagem das Coisas, com Luis Raposo (Europa-América, 1996), Salvamento Arqueológico no Guadiana (EDIA, 1999), O Castro dos Ratinhos, com Luis Berrocal-Rangel (MNA, 2010), Escoural, uma gruta pré-histórica no Alentejo (DRCA, 2011).</p>
<p>Aposentou-se no final de 2017, residindo há mais de um quarto de século em Guadalupe, não muito longe das “Pedras Talhas” dos Almendres.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Cadernos do Endovélico N.º 3 &#8211;  Da Arqueologia à Etno-Botânica e da Etnografia à Etno-Literatura</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Manuel]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Aug 2017 13:34:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O n.º 3 dos <i>Cadernos do Endovélico</i> constitui-se assim como mais um testemunho material da continuidade deste projeto que insiste em não deixar extinguir a herança histórica de um legado cultural refletido em realidades etnográficas multidimensionais, que vão de práticas económicas tradicionais relevantes para a caracterização da história social do concelho de Alandroal (como é o caso do contrabando e da vivência fluvial ditada pelo Guadiana), à história, à arqueologia, à etno-botânica, à etno-literatura e à religiosidade.
[Ana Paula Fitas, Coordenadora Científica do Centro de Estudos do Endovélico]

A valorização e a dignificação do vasto património do Alandroal conduziram-nos a uma nova forma de olhar este concelho, e de o ver. As nossas gentes são cada vez maiores e mais ricas, pois, parafraseando Fernando Pessoa na obra Guardador de Rebanhos, "Eu sou do tamanho do que vejo, e não do tamanho da minha altura… tornam-nos pequenos porque nos tiram o que os nossos olhos nos podem dar, e tornam-nos pobres porque a nossa única riqueza é ver".
[Mariana Chilra, Presidente da Câmara Municipal de Alandroal]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Ana Paula Fitas tem a academia nas veias. Doutora na área das Ciências Sociais, é Licenciada em Filosofia e Mestre em Culturas Regionais Portuguesas e Estudos Portugueses. Docente e investigadora, tem publicadas as suas Teses Académicas <i>A Ocupação Sexual dos Espaços</i> e <i>Redes de Comunicação Social em Aldeia da Venda – Alandroal</i> e <i>Juromenha e Olivença &#8211; uma História por contar, estudo etnológico comparado sobre continuidade cultural e mudança social</i>, para além de mais de duas dezenas de artigos científicos em revistas nacionais e internacionais especializadas em Antropologia, Etnografia e Património. É ainda Coordenadora de Cadernos do Endovélico.<br />
Enquanto Professora e Cidadã, e considerando a Educação a chave para a salvaguarda do futuro da Humanidade, a pedagogia e as gerações mais novas constituíram, desde sempre, um eixo estrutural das suas preocupações fundamentais. Foi esta a razão de ser do seu primeiro livro infantojuvenil intitulado <i>LANDROAL d’ENCANTAR &#8211; Histórias e contos para Ler, Ouvir e Partilhar</i>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Lendas e Narrativas Do Antigo Testamento – Tradução directa do hebraico, aramaico e grego</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/lendas-e-narrativas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Feb 2016 00:58:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A história não tem o monopólio de reatualizar e de fazer reviver o passado. Ao seu lado vive a lenda com meios muito diferentes mas com idênticos objetivos. Não se pode valorizar de tal maneira a história - rigorosa, metódica, crítica e pretensamente objetiva - e desvalorizar a lenda - fluida, livre de cadeias estilísticas - como se resultasse de imaginação sem controlo. Afinal, toda a lenda é um documento histórico em sentido lato, já que ela diz alguma coisa sobre as concepções dos que a contaram e finalmente a escreveram; não é independente e de modo algum (ou só em casos mais raros) puro produto da fantasia. Nesta obra, onde se apresentam as lendas e narrativas que o livro bíblico do Antigo Testamento registou, pode o leitor fruir emotivos e interpelantes passos de velhos textos onde se reconhecem algumas das bases culturais da nossa cultura de hoje.

Número de páginas: 224]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>José Nunes Carreira é professor catedrático jubilado da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, onde fundou o Instituto Oriental, tendo sido o seu primeiro diretor. Como especialista em História e Cultura das Civilizações Pré-clássicas, estudou e publicou nas Edições Colibri várias obras desta área cultural.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O Itinerário de Egéria (Séc. IV) Olhares sobre o Olhar</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/itinerario-de-egeria-o/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Feb 2016 00:56:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Há quem diga que sem entusiasmo nada se faz... ou que se faz pouco...
Entusiasmo foi precisamente a força que levou Rosa Oliveira a encetar uma extensa viagem a par de Egéria, a monja que no séc. IV terá ocupado três longos anos da sua vida numa peregrinação à Terra Santa.
(...) Rosa Oliveira sempre mostrou ter fortíssimos laços afetivos com o tema que escolheu trabalhar, ao ponto de ter de acudir à urgência de viajar até alguns locais por onde Egéria terá também passado, de escutar a música que os seus passos inspiraram e ainda de contactar com a materialidade do códice de Arezzo.
(...) Está assim de parabéns pelo livro que produziu, uma vez que nesta obra a investigação sobre questões textuais e contextuais dá as mãos a uma leitura agradável e entusiasmante que prenderá o leitor da primeira à última página conduzindo-o, inevitavelmente, ao seu próprio Itinerário. [Isabel de Barros Dias].

Pretende[u]-se realizar, com este trabalho, um exercício de sistematização e compreensão pedagógica da viagem que Egéria fez, no séc. IV e da qual resultou um Itinerário que, embora incompleto, chegou até aos nossos dias. Perspetivamos assim o nosso "olhar", permeado pelos olhares de vários autores, no sentido de nos devolver as vivências e o "olhar" de Egéria face a uma realidade tão distinta da nossa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Rosa Oliveira exerceu as funções de Conselheira Pedagógica até 1997, na ESE Jean Piaget, onde fez a sua formação inicial em Educação de Infância. É investigadora e tem colaborado em diversos projetos editoriais. Possui uma Licenciatura em Português-História e um Mestrado em Estudos Portugueses Multidisciplinares pela Universidade Aberta. Este livro é o resultado da sua dissertação de Mestrado.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Pedro Fernandes de Queirós ou Pedro Fernández de Quirós (15651615), o Descobridor de ilhas, o Visionário de um continente cheio de riquezas “en la parte Austral Incognita” e de Projectos para a sua colonização: quando a História, a Geografia e a Utopia se</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/pedro-fernandes-de-queiros-ou-pedro-fernandez-de-quiros-15651615-o-descobridor-de-ilhas-o-visionario-de-um-continente-cheio-de-riquezas-en-la-parte-austral-incognita-e-de-project/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Dec 2014 01:12:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[As matérias deste livro, depois de uma breve Introdução, estão arrumadas em vários capítulos: apresentação de algumas fontes bibliográficas (apenas livros e espécies similares); viagens e descobertas de ilhas do Sul do Pacífico a mando da Coroa Espanhola, em tempos de decadência do seu Império; a primeira viagem de Pedro Fernandes de Queirós no Pacífico e os "mistérios" das quatro ilhas Marquesas, como prováveis origens do seu projecto para uma exploração da parte sul do grande Oceano e a procura da <i>Terra Australis</i>; diligências de Queirós junto do Papa Clemente VIII e do Rei Filipe III para conseguir uma missão no Pacífico Sul; as viagens atribuladas de Queirós no regresso ao Peru e a preparação da viagem de 1605 -1606; a viagem de 1605-1606 e a descoberta de numerosas ilhas; a chegada à <i>Austrialia del Espiritu Santo</i> e medidas tomadas por Queirós; fim da expedição de 1605 -1606 e o regresso de Queirós a terras de Nova Espanha (México); Queirós de novo em Madrid, as tentativas goradas de obtenção de apoios para uma nova expedição e os seus <i>Memoriales</i>. O volume inclui vários Anexos com reproduções cartográficas e de outros documentos de interesse.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Autor: Ilídio do Amaral, geógrafo. Professor Catedrático Jubilado da Universidade de Lisboa, da qual foi Reitor. Académico Emérito da Academia das Ciências de Lisboa. Académico de Mérito da Academia Portuguesa da História. Académico Correspondente da Academia Internacional da Cultura Portuguesa. Sócio da Sociedade de Geografia de Lisboa. Colaborador da Fundação Calouste Gulbenkian. Possui um longo percurso quer como docente universitário, quer como investigador científico, quer como conselheiro. A sua bibliografia científica reúne cerca de 500 títulos de trabalhos publicados: livros, artigos, comunicações, notas e recensões, etc.<br />
Alguns livros premiados: Santiago de Cabo Verde; A Terra e os Homens (1964); Luanda. Estudo de Geografia urbana (1968); O Reino do Congo, os Mbundu (ou Ambundos), o Reino dos &#8220;Ngola&#8221; (ou de Angola) e a presença portuguesa de finais do século XV a meados do século XVI (1996); Outros tiveram menções honrosas.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Cadernos do Endovélico N.º 1 &#8211; Caminhos da Identidade</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/cadernos-do-endovelico-n-o-1-caminhos-da-identidade/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Manuel]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Oct 2013 13:39:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O reconhecimento da importância do espólio recolhido no lugar de S. Miguel da Mota para o património arqueológico local, regional, nacional e transfronteiriço, associado à determinação do Município em consolidar o território concelhio, a partir da promoção da qualidade de vida local e da valorização cultural e turística do seu património material e imaterial, conduziu-nos ao investimento na análise, no debate e na promoção da visibilidade das problemáticas que dele decorrem e que implicam uma abordagem integrada, plural e interdisciplinar das suas realidades culturais.
João Grilo (Presidente da C. M. de Alandroal)

Fundou este templo no sítio em que depois se fundou a vila de Terena, duas léguas de Vila Viçosa, entre o sul e o nascente. E foi tão frequentado pelos portugueses que de toda a Lusitânia concorriam ali a oferecer sacrifícios e a cumprir suas romarias. Chamavam a este ídolo na língua antiga Endovélico. Ainda hoje se vê o seu nome em muitas pedras que ficaram do tempo dos romanos que os duques de Bragança mandaram levar de Terena a Vila Viçosa e algumas estão postas no frontispício do templo do convento do meu Pai Santo Agostinho, das quais referirei somente as inscrições de duas, as quais são desta maneira: ENDOVELICO / SACRUM, MARCUS JULIUS / ANIMO LIBENS / VOTUM SOLVIT cuja significação é: ‘Dom consagrado ao Deus Endovélico, Marcus Julius veio com vontade pronta cumprir seu voto’. Pode-se crer que os mancebos e as donzelas daquele tempo se encomendariam àquele ídolo e lhe faziam alguns votos e a que dariam cumprimento depois de conseguirem o que pediam, como teria acontecido a este Marcus Julius. E assim deixou para memória aquela pedra.
Frei Agostinho de Santa Maria (c. 1690)]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[O reconhecimento da importância do espólio recolhido no lugar de S. Miguel da Mota para o património arqueológico local, regional, nacional e transfronteiriço, associado à determinação do Município em consolidar o território concelhio, a partir da promoção da qualidade de vida local e da valorização cultural e turística do seu património material e imaterial, conduziu-nos ao investimento na análise, no debate e na promoção da visibilidade das problemáticas que dele decorrem e que implicam uma abordagem integrada, plural e interdisciplinar das suas realidades culturais.
João Grilo (Presidente da C. M. de Alandroal)

Fundou este templo no sítio em que depois se fundou a vila de Terena, duas léguas de Vila Viçosa, entre o sul e o nascente. E foi tão frequentado pelos portugueses que de toda a Lusitânia concorriam ali a oferecer sacrifícios e a cumprir suas romarias. Chamavam a este ídolo na língua antiga Endovélico. Ainda hoje se vê o seu nome em muitas pedras que ficaram do tempo dos romanos que os duques de Bragança mandaram levar de Terena a Vila Viçosa e algumas estão postas no frontispício do templo do convento do meu Pai Santo Agostinho, das quais referirei somente as inscrições de duas, as quais são desta maneira: ENDOVELICO / SACRUM, MARCUS JULIUS / ANIMO LIBENS / VOTUM SOLVIT cuja significação é: ‘Dom consagrado ao Deus Endovélico, Marcus Julius veio com vontade pronta cumprir seu voto’. Pode-se crer que os mancebos e as donzelas daquele tempo se encomendariam àquele ídolo e lhe faziam alguns votos e a que dariam cumprimento depois de conseguirem o que pediam, como teria acontecido a este Marcus Julius. E assim deixou para memória aquela pedra.
Frei Agostinho de Santa Maria (c. 1690)]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>As Bíblias e outras Raridades das Colecções de Frei Manuel do Cenáculo. Da sua existência na Biblioteca da Academia das Ciências de Lisboa</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/biblias-e-outras-raridades-das-colecc%cc%a7o%cc%83es-de-frei-manuel-do-cenaculo-as/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Dec 2012 00:32:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Autor: Ilídio do Amaral, geógrafo. Professor Catedrático Jubilado da Universidade de Lisboa, da qual foi Reitor. Académico Emérito da Academia das Ciências de Lisboa. Académico de Mérito da Academia Portuguesa da História. Académico Correspondente da Academia Internacional da Cultura Portuguesa. Sócio da Sociedade de Geografia de Lisboa. Colaborador da Fundação Calouste Gulbenkian. Possui um longo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Autor: Ilídio do Amaral, geógrafo. Professor Catedrático Jubilado da Universidade de Lisboa, da qual foi Reitor. Académico Emérito da Academia das Ciências de Lisboa. Académico de Mérito da Academia Portuguesa da História. Académico Correspondente da Academia Internacional da Cultura Portuguesa. Sócio da Sociedade de Geografia de Lisboa. Colaborador da Fundação Calouste Gulbenkian. Possui um longo percurso quer como docente universitário, quer como investigador científico, quer como conselheiro. A sua bibliografia científica reúne cerca de 500 títulos de trabalhos publicados: livros, artigos, comunicações, notas e recensões, etc.<br />
Alguns livros premiados: Santiago de Cabo Verde; A Terra e os Homens (1964); Luanda. Estudo de Geografia urbana (1968); O Reino do Congo, os Mbundu (ou Ambundos), o Reino dos &#8220;Ngola&#8221; (ou de Angola) e a presença portuguesa de finais do século XV a meados do século XVI (1996); Outros tiveram menções honrosas.</p>
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