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	<title>História das Armas &#8211; Edições Colibri</title>
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	<title>História das Armas &#8211; Edições Colibri</title>
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		<title>Portugal e as Armas: uma História das Armas de Fogo Portáteis e das Indústrias Militares</title>
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		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 21:47:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Depois de cruzar extenso mar encapelado chega finalmente a bom porto este livro do Major-General Marques Pinto. E é bom que assim seja, pois nele encontra o leitor, magistralmente sistematizada, uma matéria que é de sempre, mas que tem ainda hoje plena atualidade.

Trata-se de uma obra de referência assinada por um homem de exceção. Posso testemunhar quanto ela comporta do saber profundo, trabalho dedicado e determinação do seu autor.

Usando uma expressão cara a Santo Agostinho apenas direi <em>Tolle lege, tolle lege</em>.
<p style="text-align: right">[Tenente-General JOSÉ TAVARES PIMENTEL]</p>
<p style="text-align: center">* * *</p>
Esta valiosa “História das armas de fogo portáteis e das indústrias militares”, da autoria do Major-General Marques Pinto, é sustentada em dezenas de anos de pesquisa e escrita de forma a ir ao encontro dos especialistas e colecionadores, mas também do grande público. Pela inovação da abordagem histórica, pela investigação alargada aos diferentes arquivos e bibliotecas militares, pela qualidade da iconografia, pelo rigor histórico, científico e tecnológico, e pela inserção do profundo conhecimento do autor numa escrita de fácil leitura, este livro passará seguramente a constituir uma obra de referência.
<p style="text-align: right">[Major-General JOÃO VIEIRA BORGES, Presidente da CPHM]</p>
<p style="text-align: center">* * *</p>
Muitos autores já escreveram sobre o tema das armas. Uns, há mais de um século, foram pioneiros. Recordo João Manuel Cordeiro, Luiz Mardel e João Baptista Ferreira. Outros, mais recentes, deram continuidade aos seus estudos e acrescentaram saber. Entre outros, Armando Paschoa, António José Telo, Eduardo Nobre, Jaime Regalado, José António Vitorino, José Faria e Silva, Mário Álvares, Óscar Cardoso e Rainer Daehnhardt; e sobre as indústrias militares, João Moreira Tavares, José Luís Gomes e Sérgio Veludo Coelho. Os seus escritos são uma base sólida de conhecimento.
Este livro é mais um contributo para essa história e é especialmente dedicado às armas portáteis — espingardas, carabinas, revólveres, pistolas e pistolas-metralhadoras — porque entendo que as outras armas, metralhadoras, lança-granadas, lança-foguetes, canhões sem recuo, etc.
Número de Páginas: 222]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>AUTOR:</strong></p>
<p>RENATO MARQUES PINTO <em>–</em> O Major-General Renato Fernando Marques Pinto nasceu no Muié, leste de Angola, em 1925. Tirou o curso de Infantaria da Escola do Exército e o curso de Estado-Maior no Instituto de Altos Estudos Militares. Como oficial de Estado-Maior serviu em Angola e em Moçambique, durante as campanhas ultramarinas. Tirou o curso de Informações Militares no Reino Unido, o de Estado-Maior e o de Oficial-General nos Estados Unidos da América. Foi Diretor do Serviço de Centralização e Coordenação de Informações de Angola, comandou o Regimento das Caldas da Rainha e organizou e chefiou a Divisão de Informações do Estado-Maior-General das Forças Armadas. Comandou a Academia Militar. Foi Adido Militar e Aeronáutico em Londres de 1970 a 1974. Na situação de Reserva foi professor no Instituto Superior Naval de Guerra, assessor no Instituto da Defesa Nacional e conferencista no Instituto de Altos Estudos da Força Aérea. Publicou artigos sobre armas, informações e história militar. É sócio fundador da Associação Portuguesa de Colecionadores de Armas.</p>
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		<title>Defender a Pátria</title>
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		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 00:39:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[“(…) as dinâmicas locais prévias à restauração foram condicionantes no desenvolver dos acontecimentos e que, tanto o saque como o confronto efetivo, tendiam a preservar relações de boa vizinha consolidadas, ou a amplificar o conflito quando este já existia.”

“Sabemos que em territórios de partilha comum, em que há conflito recorrente quanto a essa partilha, a demonstração de o ter utilizado anteriormente é prova do direito a utilizar, como o estar é prova do direito a permanecer.”

“(…) os santo-aleixenses, perante a ameaça do ataque inimigo e desobedecendo às ordens do comando militar de Moura, tinham recusado abandonar a sua aldeia: os laços de fidelidade destas pessoas eram, acima de tudo, para com os seus territórios.”

&#160;
<p style="text-align: center">* * *</p>
&#160;

Para tanto, João Ramos, procurou “um melhor enquadramento dos factos” e um melhor conhecimento das “motivações, das acções e decisões dos protagonistas”. Fê-lo baseado no que mais adequadamente já se escreveu sobre o assunto (escrupulosamente referindo as fontes) mas juntando outras provas, algumas fundamentadas em registos paroquiais locais, como baptismos, casamentos ou óbitos.

A forma insistente com que pretende dar resposta ao estado em que ficou a aldeia de Santo Aleixo após o morticínio e destruição levados a cabo pelos espanhóis em 1644 e a lenta recuperação do povoado, leva-o a trabalhosa consulta das referidas provas sacerdotais cujos resultados apresenta em gráficos que facultam uma mais rápida compreensão do que pretende provar.  [JOÃO MÁRIO CALDEIRA, Professor e Escritor]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>JOÃO ESPADEIRO RAMOS é mestre em História pela Universidade de Évora e doutorando na mesma universidade, onde se encontra a desenvolver a tese sobre justiças nos espaços inframunicipais. É investigador afiliado do CIDHEUS – Universidade de Évora (Centro Interdisciplinar de História, Culturas e Sociedades). As suas áreas de estudo são comunidades de fronteira, subalternos e administração da justiça, na época moderna.</p>
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