<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>História do Património &#8211; Edições Colibri</title>
	<atom:link href="https://edi-colibri.pt/produto-categoria/historia-do-patrimonio/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://edi-colibri.pt</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Thu, 14 May 2026 19:35:54 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-PT</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://edi-colibri.pt/wp-content/uploads/2024/05/cropped-logo-32x32.png</url>
	<title>História do Património &#8211; Edições Colibri</title>
	<link>https://edi-colibri.pt</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Património Artístico no Alentejo do Mármore &#8211; Escultura ao Romano</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/patrimonio-artistico-no-alentejo-do-marmore-escultura-ao-romano/</link>
					<comments>https://edi-colibri.pt/produto/patrimonio-artistico-no-alentejo-do-marmore-escultura-ao-romano/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Manuel]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 14:06:16 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://edi-colibri.pt/?post_type=product&#038;p=14194</guid>

					<description><![CDATA[O livro "Património Artístico no Alentejo do Mármore − Escultura ao romano", do historiador de arte Francisco Bilou, constitui uma das mais importantes contribuições saídas nos últimos anos no campo desta disciplina e será, sem dúvida, uma obra de referência incontornável para as novas gerações de estudiosos e investigadores. O enfoque realizado sobre a produção artística do mármore extraído das pedreiras do Sul durante o reinado de D. João III não estava feito (pesem pontuais contribuições) e permite agora analisar e avaliar em novos moldes o vasto património lavrado nesse material, segundo um enfoque que parte do olhar micro-artístico para atingir a visão globalizante.
A solidez da metodologia, assente na pesquisa de arquivo, no levantamento de campo, no estudo das obras e no comparativismo técnico-estilístico, não estranha vinda de um autor que nos habituou, em muitos trabalhos anteriores, a seguir com rigor militante esse modus operandi.

[Vitor Serrão (Historiador de Arte, Prof. Catedrático Emérito da Universidade de Lisboa)]

* * *

Os três mestres escultores a trabalhar no território do mármore – Nicolau Chanterene, Francisco Lorete e Pero Gomes – são o bom exemplo dessa prática interdisciplinar, eclética na escala e na matéria, que radica grandemente na competência do desenho e na perícia do entalhe da pedra e da madeira. De resto, esta tríade de artistas, expressando a sua arte no mármore estatuário de Estremoz, matéria, ela própria, sinónimo de romanidade, foi a responsável pelo singular conjunto de obras aqui estudadas, distribuídas pela geografia alentejana do mármore.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Francisco Bilou (Évora, 1960). É licenciado em História, Ramo Património Cultural (1999) e Mestre em Arqueologia &amp; Ambiente (2009), ambos os graus académicos pela Universidade de Évora, e Doutorado em História da Arte pela Universidade de Coimbra (2024).<br />
Depois de uma década ligada ao desenho gráfico e artístico nos quadros técnicos da Câmara Municipal de Évora, passou à carreira de técnico superior (1999) nas áreas da Educação, Património, Cultura e Turismo, exercendo nesta última área o cargo de chefe de divisão entre 2004 e 2010. Foi técnico superior no Museu Nacional Frei Manuel do Cenáculo de 2019 a 2023, onde comissariou a exposição sobre Dordio Gomes, Inéditos de um pintor na Intimidade (CITA, 2021).<br />
É atualmente técnico superior da Câmara Municipal de Évora na área do Património e Cultura e dedica o seu tempo livre à investigação histórica, sobretudo à História da Arte do Renascimento, que concilia com a sua atividade e primeira formação profissional na área da ilustração, desenho artístico e pintura. É autor de vários livros sobre o património cultural alentejano, em particular o de Évora, e publica regularmente artigos científicos em revistas temáticas e generalistas, locais, nacionais e estrangeiras..</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://edi-colibri.pt/produto/patrimonio-artistico-no-alentejo-do-marmore-escultura-ao-romano/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A Misericórdia da Redinha (Séculos XVII XIX) – História, Arte e Património</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/a-misericordia-da-redinha-seculos-xvii-xix-historia-arte-e-patrimonio/</link>
					<comments>https://edi-colibri.pt/produto/a-misericordia-da-redinha-seculos-xvii-xix-historia-arte-e-patrimonio/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Manuel]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Oct 2024 20:00:33 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://edi-colibri.pt/?post_type=product&#038;p=9612</guid>

					<description><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="layoutArea">
<div class="column">

Este livro, que reúne cinco capítulos, da autoria de três historiadores da arte, de um historiador e ainda de um musicólogo que se tem dedicado à questão dos sinos e da prática sineira, tenciona facultar ao leitor conheci- mento sobre a história da Santa Casa da Redinha, fundada em 1642, sobre a arquitetura da sua “Casa da Misericórdia”, a escultura de Nossa Senhora da Soledade (atual padroeira da instituição), a pintura das telas da bandeira processional e do painel do altar que, de acordo com Vítor Serrão, tem o gosto e a influência das obras de Pascoal Parente, pintor napolitano que chegou a Coimbra em meados de Setecentos, e ainda sobre o sino datado das primeiras décadas da confraria, instrumento que, além da inscrição que revela ter sido encomendado pela Santa Casa e a data em que foi fundido (1670), tem a particularidade de ter, em relevo, uma rara representação de Nossa Senhora da Misericórdia, com o manto protetor, tema caro das misericórdias portuguesas.

***

A face principal da bandeira do século X I X desta Misericórdia “oferece o especial interesse iconográfico de incluir, entre as figuras abrigadas à direita sob o manto mariano, um retrato de ancião, rosto venerando, de cabelos brancos e... com óculos! Evocação do fundador da Santa Casa em 1642? Retrato de um dos notáveis desta vila que chegou, no século XVI, a ter foral manuelino? Referência simbólica, neste caso livre e pouco canónica, ao trino frei Miguel de Contreiras? Autorretrato do modesto artista amador que a compôs, dentro da iconografia tradicional, mas com ousadia, ou mera inconsciência, suficientes todavia para integrar de sua lavra inovações ao cânone que o tema impunha? Não sabemos, mas que se trata de um caso micro-artístico a analisar com carácter excecional, sem dúvida que o é, pois tal figura de ancião de óculos não consta do receituário habitual das representações da Mater Omnium e não tem paralelo entre as centenas de bandeiras Reais subsistentes a nível nacional”.

[VÍTOR SERRÃO]

</div>
</div>
</div>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="section">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<p>RICARDO PESSA DE OLIVEIRA é Doutor em História, na especialidade de História Moderna, pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (2014). É, desde 2020, Investigador Auxiliar, da carreira de Investigação Científica, do Instituto Europeu de Ciências da Cultura Padre Manuel Antunes. As suas principais áreas de investigação têm sido a história da assistência, a história das misericórdias e a história religiosa. Em 2016, a Academia Portuguesa da História atribuiu uma Menção Honrosa ao seu livro História da Santa Casa da Misericórdia de Pombal (1628-1910); e, em 2022, o seu livro A Santa Casa da Misericórdia da Redinha (1642-1975) foi distinguido com o Prémio Dr. João Lobo – História, atribuído pela Academia Portuguesa da História e o Prémio Júlio Fogaça, atribuído pela Academia das Ciências de Lisboa.</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://edi-colibri.pt/produto/a-misericordia-da-redinha-seculos-xvii-xix-historia-arte-e-patrimonio/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Arqueologia, Património e Museus.  Meio século de intervenção cívica e cultural</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/arqueologia-patrimonio-e-museus-meio-seculo-de-intervencao-civica-e-cultural/</link>
					<comments>https://edi-colibri.pt/produto/arqueologia-patrimonio-e-museus-meio-seculo-de-intervencao-civica-e-cultural/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Manuel]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Sep 2024 19:14:42 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://edi-colibri.pt/?post_type=product&#038;p=8938</guid>

					<description><![CDATA[«Neste volume condensam-se textos de intervenção cívica e cultural - dimensão em que Luís Raposo se afigura ser único, pela longevidade e regularidade em que o fez, e faz, com espírito crítico e total independência em relação a todos os poderes e grupos. Textos pessoais, mas profundamente conectados com o movimento associativo dos sectores envolvidos, de que o autor é reconhecido dinamizador. Textos dotados de acutilância que repetidamente indispôs políticos, altos dirigentes e até alguns dos seus pares… mas textos de enorme, de atordoante coerência. Três grandes domínios compõem este percurso de vida: Arqueologia, Património e Museus. A soma dos três dá lugar a algo que a todos transcende e faz a singularidade deste volume: um fresco de época, construído ao sabor das vagas que agitam a vida pública, um panorama indispensável a todos os que se interessem por cultura e ciência ou, mais amplamente, aos que almejam melhor compreender a história recente do nosso País e da sua inserção na Europa e no Mundo.»
<i>Fernando Mão de Ferro</i>

«Sou e sempre fui um defensor de um Estado forte, regulador do bem comum, combatendo o engano do chamado <i>liberalismo</i> político, herdeiro do sistema oitocentista de baronetes. Dito isto, considero também que a verdadeira democracia só existe quando as pessoas, individualmente consideradas e em grupo de interesses comuns, ou seja, as pessoas feitas cidadãos e as associações que constituam, tomam em mãos as suas causas, actuando de forma totalmente independente do Estado e sobretudo do seu aparelho, controlado pelos Governos e pelas lógicas da subserviência para garantia de lugares. Por isso, também na área do património cultural, entendo que a <i>idade adulta</i> só existirá quando tivermos pessoas livres no pensamento, na palavra e na acção. Às vezes, a condição de cidadão militante da causa patrimonial, máxime de dirigente associativo, conduz a ter de prescindir, ou simplesmente retirar do expectável como projecto de vida, o desempenho de cargos oficiais, a frequência de salões sociais e o benefício das mordomais que de ambos decorrem. Paciência. É a vida. E a vida é tanto mais bela quanto mais livremente a vivermos.»
<i>A Idade Adulta do Património</i>, <i>Público, 6.9.2021</i>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Luís Raposo, arqueólogo, especialista em Pré-História Antiga (Paleolítico). Presidente do ICOM Europa (Aliança Regional Europeia do Conselho Internacional de Museus), desde 2016, e antigo Presidente da Comissão Nacional Portuguesa do ICOM (2009-2014). Dinamizador do Movimento Associativo da Arqueologia, Museus e Património Cultural. Promotor e membro do secretariado permanente da Plataforma pelo Património Cultural (PP-Cult). Responsável do Sector de Investigação no Museu Nacional de Arqueologia, Lisboa, Portugal (desde 2013) e antigo Diretor (1996-2012). Vice-Presidente da Associação dos Arqueólogos Portugueses (desde 2014) e antigo Presidente da Associação Profissional de Arqueólogos (1998-2000). Professor do Ensino Preparatório e Secundário (1975 a 1985). Professor Convidado da Universidade de Lisboa, Faculdade de Letras, Departamento de História (2005-2014), do Instituto Politécnico de Tomar (1999-2005) e da Universidade Lusíada (1985-1991). Membro do Conselho Editorial de diversas revistas científicas, em Portugal e no estrangeiro. Orientador de estudos de pós-graduação de bolseiros de investigação. Membro de júris de mestrado e doutoramento em universidades portuguesas e estrangeiras. Autor ou coautor de manuais universitários e obras de síntese nos domínios da Arqueologia, da História e da Museologia. Autor de numerosa bibliografia sobre a Pré-História, Arqueologia e Museologia, publicada em monografias e revistas da especialidade nacionais e estrangeiras.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://edi-colibri.pt/produto/arqueologia-patrimonio-e-museus-meio-seculo-de-intervencao-civica-e-cultural/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Elvas – Expansão da Cidade – O Idealizado e o Construído</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/elvas-expansao-da-cidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 00:43:56 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://edi-colibri.pt/produto/elvas-expansao-da-cidade/</guid>

					<description><![CDATA[1940-60 – duas décadas que, embora não muito distantes, já pertencem ao nosso passado, às nossas memórias, e marcam na História de Elvas o momento em que a cidade cresceu para fora dos seus muros, alargando as áreas urbanas, fazendo surgir os bairros, as avenidas, as matas, as escolas, os espaços desportivos e de lazer, transformando a antiga urbe castreja numa cidade aberta e alegre. Pretendemos fazer reviver uma etapa importante da vida da cidade, dar visibilidade a acontecimentos esquecidos, reconstruir memórias perdidas. Procurámos obter uma informação aprofundada, através da consulta da correspondência, actas, relatórios e planos de actividades da Câmara, Plano de Urbanização da Cidade, memórias descritivas das obras, correspondência com os ministérios, o arquitecto urba- nista e o Governo Militar da Praça e pela leitura de periódicos, e assim fomos conhecendo o difícil caminho percorrido no processo de abertura e expansão da Cidade. É através da leitura desses docu- mentos que o leitor vai acompanhar o processo de transformação da cidade, que a narrativa só procura situar e completar.
[da Introdução]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[1940-60 – duas décadas que, embora não muito distantes, já pertencem ao nosso passado, às nossas memórias, e marcam na História de Elvas o momento em que a cidade cresceu para fora dos seus muros, alargando as áreas urbanas, fazendo surgir os bairros, as avenidas, as matas, as escolas, os espaços desportivos e de lazer, transformando a antiga urbe castreja numa cidade aberta e alegre. Pretendemos fazer reviver uma etapa importante da vida da cidade, dar visibilidade a acontecimentos esquecidos, reconstruir memórias perdidas. Procurámos obter uma informação aprofundada, através da consulta da correspondência, actas, relatórios e planos de actividades da Câmara, Plano de Urbanização da Cidade, memórias descritivas das obras, correspondência com os ministérios, o arquitecto urba- nista e o Governo Militar da Praça e pela leitura de periódicos, e assim fomos conhecendo o difícil caminho percorrido no processo de abertura e expansão da Cidade. É através da leitura desses docu- mentos que o leitor vai acompanhar o processo de transformação da cidade, que a narrativa só procura situar e completar.
[da Introdução]]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Marvão &#8211; Estudos e documentos de apoio à candidatura a Património Mundial</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/marvao-estudos-e-documentos-de-apoio-a-candidatura-a-patrimonio-mundial/</link>
					<comments>https://edi-colibri.pt/produto/marvao-estudos-e-documentos-de-apoio-a-candidatura-a-patrimonio-mundial/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Manuel]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Sep 2014 18:28:16 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://edi-colibri.pt/?post_type=product&#038;p=10528</guid>

					<description><![CDATA[No início era só campo, a vida humana teve originalmente um caráter rural e assim foi durante milénios. Marvão, este pedaço de terra, cujas fertilidade dos solos, muita água, riqueza natural e climatérica, fauna e flora circundantes permitiram a fixação da vida humana, desde o início das civilizações, é também serra, escarpa, rio Sever, caos granítico e paisagem verdejante, frondosa até, aspetos que constituem parte da sua atratividade. A raridade de todas estas felizes coincidências contribuiu para que, em tão ínfima área como a que representa Marvão, seja possível verificar-se uma enormidade de influências culturais, patrimoniais e históricas. Por aqui passaram, desde o Paleolítico, todas as principais civilizações desta região do globo, tendo, todas elas, deixado o seu legado geracional. Foi o homem que, em simbiose com a natureza, moldou, melhorou e construiu esta paisagem cultural. Ao longo dos séculos, as ações, omissões, logros e a pura sorte dos distintos povos que aqui habitaram mereceram ser reconhecidos, protegidos e, se possível, perpetuados. Constar na lista indicativa do Património Mundial é, para todos nós marvanenses, uma honra, mas cumpre-nos a nós saber merecer o reconhecimento da Unesco. Assim, agradeço publicamente o esforço, a abnegação e o contributo científico de todos os brilhantes autores dos textos que a seguir poderão ler. Estes serão a semente, a base do conhecimento necessário para a construção de um dossier ganhador, dando conta da valia, da singularidade, da autenticidade e da importância histórica, cultural, patrimonial e até natural desta terra, para as gerações futuras e em toda a humanidade, "elevada à condição de propriedade de todos, quer dizer, de ninguém…", como diz o verso de Baudelaire.
[Prólogo, José Manuel Pires]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Jorge de Oliveira diz-se natural de Santo António das Areias, Marvão, embora tenha nascido em Portalegre, a 15 de agosto de 1956. Desde criança que começou a perscrutar e por vezes a esburacar sítios arqueológicos nas imediações da sua aldeia. Perseguindo sempre o seu sonho de infância é hoje Professor Catedrático de Arqueologia na Universidade de Évora. Autor de mais de 400 títulos científicos, divididos em livros, artigos e comunicações em congressos, dedicou toda a sua vida ao ensino e ao estudo, sobretudo das comunidades neolíticas que se fixaram no seu Alentejo envolvente da Serra de S. Mamede. Por vicissitudes várias fez algumas incursões noutros períodos históricos tendo investigado em áreas como a Arqueologia Judaica, a Arqueologia Militar, a Etno-arqueologia, ou mesmo iniciado o estudo e salvamento da Cidade Romana de Ammaia, sendo um dos fundadores da Fundação Ammaia, que suporta esse projeto. Criou e é diretor do Museu Municipal de Marvão e da Revista Cultural do Concelho de Marvão, Ibn Maruán.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://edi-colibri.pt/produto/marvao-estudos-e-documentos-de-apoio-a-candidatura-a-patrimonio-mundial/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
