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	<title>História e Tradições Populares; Memórias &#8211; Edições Colibri</title>
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	<title>História e Tradições Populares; Memórias &#8211; Edições Colibri</title>
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		<title>Aldeia Nova de São Bento – Memórias, Estórias e Gentes 2.ª Ed.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Manuel]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Sep 2024 20:08:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="layoutArea">
<div class="column">

Recanto de imensas conversas, a bica, onde o pessoal da nossa aldeia recorria para encher mais uma “enfusa” de água ou para atestar mais uma pipa instalada num carro de animais que se protegiam debaixo de um enorme chorão ali existente, era um local deveras enternecedor.

(...) Mulheres trajando com os xailes pretos, assim como outras com lenços atados à cabeça, outras com “enfusas” já cheias e transportadas irrepreensivelmente sobre a nuca, outras esperando, gentilmente, que chegasse a sua vez para chegarem às bicas de água, que eram duas, uma menina de pé descalço, um burro que bebia na pia localizada a meio. Enfim, pedaços de histórias que ficam aqui retratadas e que visam trazer à opinião pública um passado que merece um inexcedível respeito.

***

Ao ler estas deliciosas crónicas regresso de imediato à minha infância e adolescência, a um tempo de felicidade em que todos os nossos familiares e amigos estavam connosco para nos ajudar a crescer e descobrir, sem sobressaltos, o mundo e a vida.

(...) Tudo hoje é diferente. O passado apenas subsiste na minha memória, nas minhas recordações. Somos as nossas memórias. Somos quem fomos. É a nossa história que nos caracteriza e define.
(...) Eu e o Zé Saúde vivemos a nossa infância e juventude nas décadas de 50 e 60, conhecemos a nossa aldeia com a sua população máxima, e acompanhámos o seu progressivo decréscimo.

(...) As memórias que nos são trazidas nesta obra situam-se, sobretudo, nestas duas décadas, trazem-nos personagens, profissões, modos de vida, relações sociais e formas de convívio que não voltarão mais. Há que ler atentamente para que os mais idosos recordem as suas vivências e os mais novos conheçam um pouco do que foi a vida dos seus pais e avós. Este livro é serviço público.

</div>
</div>
</div>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="section">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<p>José Saúde nasceu em Aldeia Nova de São Bento no dia 23 de novembro de 1950, todavia, o seu registo oficial de nascimento reporta-se a 23 de janeiro de 1951.<br />
Desportivamente, iniciou a sua carreira futebolística no Despertar Sporting Clube e aos 16 anos ingressou no Sporting Clube de Portugal. Como jogador sénior representou o Desportivo de Beja, o FC Serpa e em 1974 foi um dos grandes impulsionadores do futebol de competição na Aldeia Nova de São Bento ao reativar a atividade no Clube Atlético Aldenovense. Tem colaborado ativamente na Imprensa Regional e Nacional como comentador desportivo.</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
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		<title>Interesse Histórico &#8211; Casqueiro, palito métrico, matança artesanal do porco, viagens e cultura</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/interesse-historico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 00:55:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Os capítulos que deixamos constituem a vivência do mundo que visitamos, e que num repente surgiram na nossa memória. Trazemo-los à ribalta, por julgarmos terem interesse. Pode parecer subjetividade, mas tem alguma sapiência e capacidade em relação à consciência. É um conceito filosófico que nos leva a entender entre si e o ambiente. Não falamos de consciência de acesso, visto para nós ser em parte desconhecido como o daquela folha amarelada desbotada pelo tempo passado.

Número de páginas: 152]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Autor: César Gomes nasceu em Escalhão, 1931.<br />
Monitor da Escola de Enfermagem Artur Ravara. Licenciado em Medicina-1969 na Faculdade de Medicina do Porto. Especialista em Medicina Interna e Gastrenterologia. Trabalhou com o Professor Villardel e Marti Vicete em Barcelona. Fez o curso de Ecografia. Foi assistente da Faculdade de Medicina em Luanda, e na Faculdade de Medicina do Porto. Fundou as Unidades de Laparoscopia e de Proctologia no Hospital de S. João. Cofundador da Sociedade Portuguesa de Coloproctologia. Criou as Jornadas de Medicina Gastrenterológica a Sul do Douro e foi seu diretor durante 10 anos. Fez palestras em Portugal, Brasil, Espanha Itália, Checoslováquia, Polónia e Moçambique. Publicou <i>Via Sacra e Meditação – Traços de uma Vivência</i>; <i>Raia Molhada</i>; <i>Ontem futuro de Amanhã</i>; <i>Angola – o 4 de fevereiro de 1961</i>; <i>Ser ou não Ser&#8230; Tradições de uma Aldeia Portuguesa</i> e <i>O Marquês de Pombal e a Família Távora</i>.</p>
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		<title>Burros? Sim, mas só de nome!</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/burros-2-a-edi/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 00:32:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Neste livro, o autor encanta-nos pela forma direta, simples e argumentativa como, ao longo do texto, vai contrariando e desmontando os preconceitos fortemente enraizados na cultura popular de que no animal conhecido por "burro" a inteligência escasseia, a teimosia é muita, a agilidade fraca e a tristeza uma constante forma de estar.
Como entender uma ligação tão íntima a este animal e esta obstinação pela alteração dos epítetos que rotulam "o burro", que tão úteis e prestimosos trabalhos "prestou" ao ser humano? Tudo reside, se apoia e sustenta na ligação profunda do autor à sua terra, às gentes, aos costumes e tradições, à simplicidade dos modos de vida rural e, por fim, aos animais indissociáveis dessas formas de viver no campo.
[…]
É esta forma apaixonada como o autor nos conduz ao longo do livro, com relato na primeira pessoa de todas as suas experiências, que também nos aproxima afavelmente deste animal e nos apaixona pela nobre causa da preservação do "burro" como forma de mantermos algo de nós próprios nesta comunhão com a terra e a natureza e com as suas diversas formas de manifestação.
Devemos estar gratos ao autor, João de Deus Rodrigues.
[José Ribeirinha Diniz da Costa]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>João de Deus Rodrigues nasceu na freguesia de Morais, concelho de Macedo de Cavaleiros. É sócio da ALTM – Academia de Letras de Trás-os-Montes; da SPA – Sociedade Portuguesa de Autores; da APP – Associação Portuguesa de Poetas; da CTMAD – Casa de Trás-os-Montes e Alto Douro, e do CEMD – Círculo de Escritores Moçambicanos na Diáspora. Foi-lhe atribuído o Prémio Nacional de Poesia – Fernão de Magalhães Gonçalves – 2011, pelo seu livro <i>&#8220;Homenagem ao Rio Sabor&#8221;</i>. Consta da Bibliografia do Distrito de Bragança – volumes VII e IX, do Dr. Hirondino Fernandes/Câmara Municipal de Bragança (2012). Da Bibliografia: <i>Subsídios para uma Bibliografia de Trás-os-Montes e Alto Douro – Volume V</i>, da Livraria Académica do Porto. Participou em trinta Antologias e Coletâneas de contos e poesia e escreve para jornais regionais artigos de opinião, contos e poesia.</p>
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