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	<title>História Regional e Local &#8211; Edições Colibri</title>
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	<title>História Regional e Local &#8211; Edições Colibri</title>
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	<item>
		<title>Os «Pretos do Sado» 3.ª Ed.</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/os-pretos-do-sado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Oct 2025 01:09:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="section">
<div class="layoutArea">
<div class="column">

Nos finais do século XIX, José Leite de Vasconcelos registava a presença de uma comunidade de origem africana instalada na região alentejana do Vale do rio Sado. Retomando a questão em 1920, Vasconcelos chamou a atenção para as múltiplas fórmulas que eram utilizadas para designar esses homens e mulheres de pele escura que seriam descendentes de africanos escravos ou livres, ali instalados há séculos, sem que se conhecesse a origem dessa instalação: «Pretos do Sado», «Carapinhas do Sado», «Atravessadiços», «Mulatos do Sado». Constituindo um grupo singular pela sua permanência secular e pela sua especificidade física no espaço alentejano, os «Pretos do Sado» definiam-se igualmente pelo desinteresse da comunidade científica perante a necessidade de esclarecer a sua existência histórica.

Este estudo pretende dar a conhecer a história de homens e de mulheres oriundos do continente africano, trazidos como escravos e que foram instalados durante séculos no território do Vale do Sado, provavelmente a partir de finais do século XV. Mas o espaço temporal deste trabalho estende-se através dos séculos seguintes, procurando nas dinâmicas económicas, sociais e políticas da história de Portugal, os elementos que permitem compreender a sua presença ligada a culturas extensivas como a do arroz a partir do século XVIII e a sua consolidação como comunidade estabelecida, afirmando uma identidade alentejana e portuguesa, que exclui hoje quaisquer marcas culturais significativas de um passado africano.

</div>
</div>
</div>
</div>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Isabel Castro Henriques nasceu em Lisboa em 1946, tendo-se licenciado em História em 1974, na Universidade de Paris I – Panthéon- Sorbonne. Em 1993, doutorou-se em História de África na mesma universidade francesa, com uma tese consagrada ao estudo da Angola oitocentista, numa perspectiva de longa duração. Professora Associada com Agregação do Departamento de História da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, introduziu os estudos de História de África em 1974, orientou teses de mestrado e doutoramento e ensinou durante quase 40 anos História de África, História do Colonialismo e História das Relações Afro-Portuguesas, desenvolvendo hoje a sua investigação histórica sobre África e sobre os Africanos no CEsA/ISEG-Universidade de Lisboa. Além de trabalhos científicos de natureza diversa, como projectos de investigação, programas museológicos, exposições, documentos fílmicos, colóquios e congressos, seminários, conferências, publicou dezenas de artigos e livros centrados nas temáticas históricas africanas.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Um Século de Energia Eléctrica em Tavira</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/um-seculo-de-energia-electrica-em-tavira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 01:29:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="layoutArea">
<div class="column">

A primeira vez que em Portugal a energia eléctrica foi usada em espaço público de forma continuada ao longo de vários dias e iluminando um espaço amplo, aconteceu em Lamego durante as festas em honra da N.a Sr.a dos Remédios que decorreram entre Agosto e Setembro de 1876. Nesse ano foram instaladas iluminações eléctricas alimentadas por um gerador vindo de França, tendo a luz eléctrica constituído a grande atracção daquelas festas centenárias, e deveu-se à iniciativa do vice-juíz da Confraria de N.a Sr.a dos Remédios, Visconde José Augusto Guedes Teixeira, primo do 2.o Visconde de Valmor – Fausto de Queiroz Guedes – que viria a instituir o conhecido «Prémio Valmor», de arquitectura. Coube, assim, à cidade de Lamego o título de ter sido a primeira cidade em Portugal a ter uma instalação eléctrica pública em funcionamento, entre Agosto e Setembro de 1876” [do CAPÍTULO I].

***

A Exposição Universal de Paris em 1900 teve como tema a electricidade que, acreditava-se, seria a energia do século XX; à entrada da terceira década do século XXI, essa antevisão foi já à muito ultrapassada, pois a electricidade apresenta-se aos nossos contemporâneos como a energia dos séculos vindouros, aquela que, sob as suas diversas aplicações, mais adequada parece ser para servir a humanidade. “A electricidade foi o grande motor do progresso da humanidade verificado no século XX”, escreveu o tavirense, Arnaldo Anica [da CONCLUSÃO].
Número de páginas: 132

</div>
</div>
</div>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="section">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<p>João Figueira é Doutorado em Estruturas Sociais da Economia e História Económica, pela FLUC; e investigador-convidado do Gabinete de Historia Económica e Social do ISEG. Desenvolve trabalhos na área da história do sector eléctrico como: O Estado na electrificação portuguesa: Da Lei de Electrificação do País à EDP (1945 -1976), Tese de Doutoramento (trabalho ainda inédito), ou Uma história da electricidade em Portugal, editado pelos CTT em 2018. Entre os seus trabalhos mais recentes conta-se também o estudo Distribuição de energia eléctrica em Portugal (1976- 2000), editado pela EDP-Distribuição em 2019.</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
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		<item>
		<title>São Bartolomeu de Messines e o Concelho de Silves</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/sao-bartolomeu-de-messines-e-o-concelho-de-silves/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 01:22:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Entre a serra e o barrocal algarvios, num vale fértil e rico em água, encostada a uma pequena montanha de seu nome Penedo Grande, ergue-se São Bartolomeu de Messines. Aldeia singular, eixo de acessibilidades ao Algarve, conheceu ao longo do século XIX a agitação das revoluções, participando ativamente nos momentos decisivos da História de Portugal.

Os nomes de Remexido e de João de Deus erguem-se mais alto na história da aldeia, projectando-a além-fronteiras, mas, nesta obra, edificaram a história e o futuro coléticos através do poder fecundo da vontade e da persistência.

É para esta caminhada no tempo, que nos alcança e desafia, que convidamos o leitor.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="biography">
<p>Aurélio Nuno dos Santos Cabrita natural de São Bartolomeu de Messines, nasceu a 14 de agosto de 1978. Licenciado em Engenharia do Ambiente e Mestre em História do Algarve, pela mesma instituição, é técnico superior de ambiente no Município de Odemira. Tem colaborado com diferentes entidades regionais na organização de exposições temáticas sobre personalidades ou acontecimentos históricos de relevo para o Algarve. É colunista no mensário do concelho de Silves <i>&#8220;Terra Ruiva&#8221;</i> e no jornal digital <i>&#8220;Sul Informação&#8221;</i>.</p>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Poder e estatuto em Portugal no final da Idade Média &#8211; Os Lobo entre a cavalaria e a baronia</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/poder-e-estatuto-em-portugal-no-final-da-idade-media/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 01:13:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Ontem como hoje, o poder e o estatuto são marcas inconfundíveis da experiência humana. Neste livro, estes temas são analisados no contexto do final da Idade Média em Portugal a partir de um estudo de caso - o percurso da linhagem dos Lobo. Originários da cidade de Évora, os Lobo souberam aproveitar os momentos de crise e conflito para ascenderem política e socialmente, em especial através do apoio dado aos reis da dinastia de Avis. Ao patrocínio régio associaram o controlo do poder local, que consolidaram através da participação em redes familiares e de dependência, formularam uma memória coletiva que os unia e constituíram uma base patrimonial que lhes permitiu manter um estilo de vida prestigiante. Contudo, os vários ramos da linhagem dos Lobo tiveram sucessos desiguais, com os senhores de Alvito a serem os que mais foram favorecidos pelas voltas da roda da fortuna.

Desta maneira, os Lobo são um caso exemplar de mobilidade social ascendente no final da Idade Média portuguesa, dos mecanismos de consolidação e reprodução do poder, das fontes de prestígio e legitimação do estatuto social.

Acompanhar o percurso dos Lobo é surpreender as lógicas estruturadoras e as dinâmicas da sociedade e do poder tardo-medievais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Autor: André Madruga Coelho</p>
<p>(Cidehus)</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Picão &#8211; Natureza, História e Memórias do Montemuro</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/picao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 01:12:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O processo de transmissão oral foi interrompido e o conhecimento tradicional é apenas encontrado na memória dos mais idosos, conduzindo a uma crescente erosão dos conhecimentos tradicionais de certas populações, o qual urge recuperar e valorizar.

A herança cultural local faz parte de um património comum, da humanidade, sendo importante promover e intensificar a participação dos cidadãos na gestão e preservação do património cultural.

Reúnem-se neste livro as contribuições de vários autores sobre diversas temáticas da aldeia de Picão, situada na serra do Montemuro, e do concelho de Castro Daire a que pertence, no sentido de criar um modelo de desenvolvimento humano mais sustentável.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Pilar Dias é natural de Lisboa, com ascendência em Picão, Castro Daire.<br />
Fez a licenciatura e mestrado em Química na Universidade de Lisboa, Faculdade de Ciências, tendo apresentado a dissertação para a obtenção do grau de Mestre na área de especialização em Química, Saúde e Nutrição com o seguinte título:<i> Caracterização Fitoquímica da Erica Australis e Estudo Etnobotânico de Plantas Medicinais da Serra do Montemuro</i>.<br />
Tem-se dedicado nos últimos anos ao estudo das espécies botânicas da Serra do Montemuro, com potencial interesse farmacêutico.<br />
Neste domínio tem apresentado os seus trabalhos em congressos nacionais e tem publicações em revistas com impacto na comunidade científica.<br />
Presentemente é colaboradora do Centro de Química e Bioquímica, integrando o Grupo de Química dos Glúcidos.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Património Artístico no Alentejo Central</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/patrimonio-artistico-no-alentejo-central/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 01:11:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[«(…) Esta compilação de textos aqui reunidos em livro resulta desse exercício existencial, decerto encantatório, de busca e análise em torno do património artístico alentejano. Mas também o vejo e sinto como ponto de encontro: de saberes, de reflexões, de cumplicidades. Trabalho nunca fechado. Nunca garantido. Apenas espaço aberto de partilha, talvez de algum caminho andado. E nesse caminho andado, ainda que em passo solitário, nunca estive só. Porque nunca estamos sós quando nos esforçamos para acrescentar ao conhecimento histórico alguma palavra honesta e solidária»
[Francisco Bilou]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Francisco Bilou (Évora, 1960) é licenciado em História, Ramo Património Cultural (1999) e mestre em Arqueologia &amp; Ambiente (2009) pela Universidade de Évora. Depois de uma década ligado à ilustração e ao design gráfico nos quadros municipais da Câmara de Évora, passou à carreira de técnico superior, em 1999, nas áreas do Turismo, Património e Cultura.</p>
<p>Dedica o seu tempo livre à investigação histórica, particularmente nos temas da hidráulica romana e da História da Arte do século XVI, a que concilia com a sua atividade e primeira formação profissional na área da ilustração e desenho artístico. É autor de vários livros e artigos sobre história local e de promoção do património cultural alentejano alguns dos quais ilustrados e destinados ao público infantojuvenil.</p>
<p>Mantém colaborações regulares com revistas temáticas e generalistas e uma crónica mensal sobre património histórico luso-espanhol na revista extremeña <i>Grada</i>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Padre Diogo Pires Cinza (Séc. XVI XVII)</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/padre-diogo-pires-cinza-sec-xvi-xvii/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 01:10:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Nova História Local &#8211; Torres Vedras &#8211; Turres Veteras XX</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/nova-historia-local-torres-vedras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 01:07:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Turres veteras XX - Torres Vedras: nova história local dará um importante contributo para que se conheça com mais profundidade torres vedras e a sua história. A abordagem desenvolvida nesta edição a Torres Vedras vai desde a época romana até ao século XX, através da visão de diversos investigadores que, no seu trabalho de investigação, demonstram claramente a importância do território em vários domínios.
Sob a coordenação de Carlos Guardado da Silva, a edição conta uma vez mais com a com a parceria da Universidade de Lisboa, da Faculdade de Letras e com as Edições Colibri. Ficaremos certamente todos com mais conhecimento sobre Torres Vedras e, seguramente, com o querer e a vontade de aprofundar o mesmo, tendo como ponto de partida esta magnífica obra. Em nome da Câmara Municipal de Torres Vedras, presto uma homenagem a todos quantos contribuíram ao longo de várias centenas de anos para a história do nosso belo concelho.
[apresentação de Carlos Manuel Antunes Bernardes, presidente da C. Municipal de Torres Vedras]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Coordenação da obra:<br />
Carlos Guardado da Silva é Doutor em História Medieval (2004), pela Universidade de Lisboa, e Agregado em Ciência da Informação (2016), pela Universidade de Coimbra. É Investigador do Centro de Estudos Clássicos e Professor da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, onde dirige o mestrado em Ciências da Documentação e Informação, desde 2015. É Membro da Sociedade Portuguesa de Estudos Medievais (SPEM), Académico Correspondente da Academia Portuguesa da História (APH), membro do Centro de Investigação Joaquim Veríssimo Serrão e Sócio da Associação Portuguesa de Ciências da Comunicação (SOPCOM). É Vice-Presidente da Assembleia Geral da BAD – Associação Portuguesa de Bibliotecários, Arquivistas e Documentalistas e vogal da direção do Capítulo Ibérico da ISKO – <i>International Society for Knowledge Organization</i>. É, ainda, membro do Conselho Técnico Nacional da BAD e do Conselho Consultivo da Rota Histórica das Linhas de Torres. É coautor de diversos títulos, no âmbito da História, do Património Cultural e da Ciência da Informação.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Nicolau Chanterene &#8211; Um insigne escultor em Évora, 1532-1542</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/nicolau-chanterene/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 01:07:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div class="collapse-container">
<div id="synopsis-toggle-collapse" class="content right collapse">Mestre Nicolau é também um dos grandes responsáveis pela evolução da Arte portuguesa nas primeiras décadas do século XVI, a qual, partindo de um sólido <i>gosto nacional</i> - gótico por tradição, manuelino por invenção -, vai dando lugar aos emergentes sintagmas do classicismo. Com ele, talvez mais do que com qualquer outro artista contemporâneo, a identidade artística portuguesa depura-se consistentemente numa só expressão <i>ao antigo</i>, em sintonia com o Renascimento italiano. Donde, o percurso artístico de Chanterene equivaler ao da própria história da Arte portuguesa com passagem obrigatória por Lisboa (Belém), Coimbra, Sintra e Évora.

Felizmente para Évora, o legado artístico de Nicolau Chanterene faz parte da identidade cultural da cidade como o melhor exemplo escultórico da sua <i>idade de ouro</i>. Conservar, estudar e promover este património artístico é, pois, tarefa inadiável que se impõe, por igual, aos poderes públicos locais e nacionais, bem como à consciência cívica da cidade. Da mesma cidade, aliás, que ambiciona ser, cinco séculos depois, <i>Capital Europeia da Cultura</i>.

Independentemente do sucesso deste desígnio coletivo, antes e para além dele aqui fica, Urbi et Orbi, o justo tributo a Nicolau Chanterene, um insigne escultor em Évora.</div>
</div>
<div class="collapse-container">
<div id="textTypecriticas-toggle-collapse" class="content right collapse">
<div class="d-flex flex-column gap-10">
<div>Número de páginas: 186</div>
</div>
</div>
</div>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Francisco Bilou (Évora, 1960) é licenciado em História, Ramo Património Cultural (1999) e mestre em Arqueologia &amp; Ambiente (2009) pela Universidade de Évora. Depois de uma década ligado à ilustração e ao design gráfico nos quadros municipais da Câmara de Évora, passou à carreira de técnico superior, em 1999, nas áreas do Turismo, Património e Cultura.</p>
<p>Dedica o seu tempo livre à investigação histórica, particularmente nos temas da hidráulica romana e da História da Arte do século XVI, a que concilia com a sua atividade e primeira formação profissional na área da ilustração e desenho artístico. É autor de vários livros e artigos sobre história local e de promoção do património cultural alentejano alguns dos quais ilustrados e destinados ao público infantojuvenil.</p>
<p>Mantém colaborações regulares com revistas temáticas e generalistas e uma crónica mensal sobre património histórico luso-espanhol na revista extremeña <i>Grada</i>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Monsaraz – Reconstruir a Memória [2.ª ed.]</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/monsaraz-2-a-ed/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 01:04:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Este estudo sobre o século XX em Monsaraz mostra-nos como foi sendo construída a imagem desta vila alentejana e do seu território. Os mitos e as ideias feitas, a invenção da tradição, a recriação do “paraíso perdido” e a patrimonialização das últimas décadas, são questões aprofundadas e clarificadas nesta obra. Uma investigação exaustiva sobre a desconhecida história recente de Monsaraz e também um recurso para o seu futuro.
As decisões essenciais em conservação dependem do profundo conhecimento do seu objecto, e são bem pouco democráticas as escolhas que se baseiam na manipulação e na ignorância. Dito isto compreende-se porque julgo tão precioso este livro de Ana Paula Amendoeira, tanto para o futuro de Monsaraz e do Alentejo, como da própria ideia de conservação em Portugal; Monsaraz torna-se assim quando revisitado neste livro o (nosso) centro do mundo.
<p style="text-align: right">[JOSÉ AGUIAR (do prefácio)]</p>
&#160;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Ana Paula Amendoeira – Historiadora (Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa), Mestre em Recuperação do Património Arquitectónico e Paisagístico, pela Universidade de Évora, diplomada em Administração de Projectos Culturais pela Fundação Marcel Hicter, Conselho da Europa, bolseira de investigação da Fundação entre 2008 e 2012, Investigadora Integrada do Centro de Estudos Arqueológicos e Ciências do Património da Universidade de Coimbra. Chefe de Divisão de Acção Cultural no Município de Reguengos de Monsaraz entre 1996 e 2008.<br />
Tem desenvolvido a sua investigação na área do património cultural, com especialização em Património Mundial. Membro do Grupo de Trabalho para a elaboração da Lista Indicativa do Património Mundial Português. Membro eleito do Comité Executivo Internacional do ICOMOS, Conselho Internacional dos Monumentos e Sítios, e do Comité do ICOMOS Internacional para avaliação das candidaturas a património mundial no mandato de 2003-2005. Membro do Grupo de Trabalho para o Património Mundial da Comissão Nacional Portuguesa da UNESCO.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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