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	<title>Idade Média &#8211; Edições Colibri</title>
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	<title>Idade Média &#8211; Edições Colibri</title>
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		<title>Elvas na Idade Média</title>
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		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 00:43:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Este livro fala do nascimento de Elvas. Há vestígios de povoamento humano no seu território desde fases pré-históricas, mas as primeiras menções escritas a Elvas e à existência do seu núcleo urbano surgem nas obras de geógrafos e de cronistas de uma Idade longa a que, no Ocidente, se convencionou chamar de Média. Porém, é nos séculos de domínio islâmico - no quadro do desaparecido al-Andalus - que a cidade se revela, possivelmente não muito distante da fase em que se funda Badajoz. Mas, poder-se-á dizer que é uma fundação «árabe»? E, ao ser integrada nos domínios do reino de Portugal, as marcas da sua pertença ao al-Andalus ter-se-ão apagado por completo? É para algumas destas questões que esta obra propõe algumas respostas. Sem pretender abranger todos os aspectos das dinâmicas e do quotidiano dos primeiros séculos de vida de Elvas, este livro atravessa os séculos do domínio islâmico, tenta interpretar o processo de incorporação desta cidade no jovem reino de Portugal e a forma como soube gerir a sua nova posição de fronteira em face de um reino vizinho, também ele conquistador de terras do Sul, com o qual sempre existirão relações e cumplicidades - mais que conflitos, que também houve. É uma outra Elvas que então se afirma; será uma das principais portas do reino, crescerá em número de habitantes e em área urbanizada, e nas suas ruas e campos cruzar-se-ão judeus, cristãos e muçulmanos até finais do século XV.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Autor: Fernando Branco Correia</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Cristãos Contra Muçulmanos na Idade Média Peninsular = Cristanos contra Musulmanes en la Edad Media Peninsular</title>
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		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 00:38:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Esta obra procura contribuir para o diagnóstico e a explicação das bases ideológicas e doutrinais do confronto entre cristãos e muçulmanos, que teve lugar no cenário peninsular, durante a Idade Média. O objectivo foi incidir em temas que continuam muito carentes de análise e de uma revisão actualizada, dentro da nossa realidade peninsular: a visão do "outro", a construção de imagens do adversário, as justificações propagandísticas, o diálogo e/ou o confronto doutrinário, a construção de relatos míticos legitimadores, a fundamentação canónica do confronto, as suas motivações ideológicas. Do seu desenvolvimento vão depender, em grande medida, modelos teóricos que servirão para justificar o poder das principais formações políticas que se foram sucedendo na península durante esse longo período histórico.
Número de Páginas: 415]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Coordenação:</p>
<p>Carlos Ayala Martinez</p>
<p>Isabel Cristina Ferreira Fernandes é coordenadora científica do Gabinete de Estudos sobre a Ordem de Santiago – Município de Palmela e membro do CIDEHUS &#8211; Universidade de Évora. Tem coordenado várias obras coletivas e atas de jornadas científicas e é autora de diversos artigos das especialidades que tocam os seus principais interesses de pesquisa: história, arqueologia e arquitetura do período medieval, nomeadamente das ordens militares.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Ler e Compreender a Escrita na Idade Média</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Manuel]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Apr 2020 19:09:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Este livro reúne os dois estudos constantes das provas públicas de agregação que a autora realizou, na Universidade de Coimbra, em finais de 98. O 1º corresponde à lição e aborda de forma aprofundada a organização e características do serviço de emissão e expedição de cartas da corte afonsina, o 2º é uma proposta programática do ensino e da aprendizagem da ciência da escrita.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Autora: Maria José Azevedo Santos</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Alcácer do Sal ao Tempo dos Romanos (2ª edição)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Manuel]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jun 2016 18:35:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A presente obra resulta de vários anos de investigação arqueológica levados a efeito no concelho de Alcácer do Sal. Estamos perante um trabalho, recheado de ilustrações e mapas e com uma extensa bibliografia, que visa estimular não só o gosto por esta região numa determinada época mas também transmitir mais alguns ensinamentos a todos aqueles, alunos, professores, população em geral, que se interessam pelo tema da romanização no território hoje português.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Autor: João Carlos Lázaro Faria</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Arez da Idade Média à Idade Moderna</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Manuel]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jul 2013 18:51:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Arez é actualmente uma freguesia do Concelho de Nisa, integrada no Distrito de Portalegre, na região do Alto Alentejo. Na descrição heráldica do seu Brasão constava a Cruz da Ordem Militar de Aviz, no entanto foi possível comprovar através deste estudo, que Arez foi Comenda da Ordem Militar de Cristo. A contextualização introdutória e genérica do espaço onde está inserida, foi baseada no conceito de Fronteira, numa lógica de consolidação da formação territorial pelo povoamento. Arez era uma terra senhorial, fazendo parte da Vigairaria de Tomar e recebeu Carta de Foral, dada por D. Manuel I, em 20 de Outubro de 1517, em Lisboa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Autora: Ana Santos Leitão</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Categorias Sociais e Mobilidade Urbana na Baixa Idade Média &#8211; Entre o Islão e a Cristandade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 24 Nov 2012 00:34:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O livro agora publicado pretende contribuir para a reflexão em torno da problemática social medieva. O quadro urbano configura a escala de análise proposta aos autores, a Baixa Idade Média e a Península Ibérica, os seus âmbitos cronológico e espacial. Duas problemáticas transversais configuraram esta obra. Por um lado, a terminologia de identificação social e a definição dos conteúdos funcionais dos grupos sociais em contexto urbano. Na verdade, a variedade terminológica e a sua evolução entre os séculos XII e XV, em especial na Península Ibérica, coloca questões basilares ainda pouco discutidas ao nível da historiografia medieval. Decorrendo desta questão, um outro aspeto foi enfatizado: o dos processos de mobilidade social e de identificação desenvolvidos no contexto urbano deste período, no âmbito islâmico e cristão, atendendo, neste último caso, às especificidades de uma cronologia de pós reconquista, marcada pela definição de novos tecidos e de novas redes sociais. Uma perspetiva comparativa enforma esta problemática. Ao cotejo entre as realidades sociais de Al-Andalus e da Hispânia cristã, numa escala mais global, a análise foca-se, depois, na comparação entre o reino português e o castelhano para, finalmente, se concretizar nas diferentes realidades dos concelhos portugueses. Esta gradação parece-nos, metodologicamente, a mais correta para obviar os muitos silêncios e dúvidas ainda existentes sobre estas problemáticas, através da discussão dos paralelismos e/ou diferenças que configuram as realidades urbanas numa mesma temporalidade.

Número de páginas: 200]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Autoras: Maria Filomena Lopes de Barras e Hermínia Vasconcelos Vilar</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Castelo de Vide na Idade Média</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Manuel]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Feb 2012 14:25:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Castelo de Vide emergiu num contexto de dupla fronteira, quando ocupava a estrema do avanço cristão, na faixa raiana que limitava a leste o domínio português. A ocupação do território foi promovida por membros de uma pequena nobreza à procura de estatuto e de terras, ligados às Ordens Militares do Templo e do Hospital e, mais tarde, ao séquito de D. Afonso, irmão de D. Dinis.

A história medieval do concelho ficou profundamente marcada pela situação geográfica: na economia e numa paisagem de fronteira desenhada por uma coletividade ciclicamente ameaçada pela guerra, que encontrava na pecuária e, por contraditório que pareça, nas transações com Castela as suas principais fontes de riqueza.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Autor: José Augusto Oliveira</p>
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		<title>Alcácer do Sal na Idade Média</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Manuel]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Apr 2000 19:36:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Procurou-se, num olhar atento sobre Alcácer do Sal na Idade Média, com base em fontes documentais de diversa natureza, mas sobretudo dos fundos da Ordem Militar de Santiago, apreender a paisagem urbana dessa vila ribeirinha, acompanhando as sucessivas alterações que, como um ser vivo, foi sofrendo ao longo dos séculos. Espera-se, com este livro, contribuir para um conhecimento mais profundo da Alcácer medieval, que possa reforçar, nos habitantes da cidade do presente, a consciência da sua própria identidade.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Maria Teresa da Silva Ferreira Lopes Pereira, licenciada em História pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (1975) e Mestre em História Medieval pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa (1998), a que continua ligada através do Instituto de Estudos Medievais (IEM). Foi professora do Ensino Secundário, até 2005, de História e História de Arte, tendo colaborado com o Ministério da Educação, sobretudo na elaboração de provas de avaliação. Tem empreendido trabalhos de investigação no âmbito da História Medieval e do início da Idade Moderna, de que resultou um conjunto significativo de artigos publicados em revistas, jornais e atas de congressos centrados nas temáticas das Festas, das Sociabilidades e do Quotidiano, da Ordem Militar de Santiago da Espada e da História de Alcácer do Sal.</p>
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