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	<title>Invasões Francesas &#8211; Edições Colibri</title>
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	<title>Invasões Francesas &#8211; Edições Colibri</title>
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		<title>Wellington Mágico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 01:31:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Conto trilingue (português, francês e inglês) sobre o "Duque de Wellington no mundo deslumbrante da maquirrafia".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Autor: Andrade Santos</p>
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		<title>O Portugal da Guerra Peninsular &#8211; A visão dos militares britânicos (1808-1812)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 01:14:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Propondo-se divulgar uma imagem nova e diferente de Portugal e das relações anglo-portuguesas, esta obra baseia-se nos diários de campanha e nas memórias de testemunhas oculares que participaram nos acontecimentos narrados.
Trata-se, assim, de um estudo que constitui importante contributo para conhecimento mais alargado de uma época de grande relevância nas histórias de Portugal, da Grã-Bretanha e da própria Europa – a das guerras napoleónicas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Autoria: Gabriela Gândara Terenas</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Os Marechais do Império durante as Guerras Napoleónicas 1804-1815</title>
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		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 01:09:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="layoutArea">
<div class="column">

Em 1789, a Revolução Francesa trouxe o fim dos privilégios, abrindo o corpo de oficiais a todos os cidadãos masculinos franceses. Com o tempo veio a República, acompanhada pelo Terror e pela guerra. Obrigada a combater em várias frentes, a França foi obrigada à conscrição em massa, que resultou em exércitos numerosos com a clara necessidade de oficiais e de generais que preenchessem as vagas criadas pelas necessidades da guerra e pelos nobres que fugiram ao Terror jacobino e à ameaça da guilhotina. Os marechais de Napoleão, tal como o seu imperador, aproveitaram estas circunstâncias para subir a pulso no caos revolucionário. Combateram no Reno, em Itália, nos Pirenéus e nos desertos do Egipto, acompanhando de perto as mudanças da Revolução, quer na guerra, quer na política. Foram, tal como Napoleão, filhos da revolução.

Napoleão tornou-se na espada de Sieyès e ajudou na conspiração que viria a ser o golpe do 18 de Brumário. Porém, a espada reclamou o poder para si, tornando- se primeiro cônsul e depois Imperador dos Franceses. Para obter a lealdade, o coração e a alma dos soldados, Napoleão usou a Legião de Honra. Quanto aos generais? Napoleão fez deles marechais do império e os principais comandantes da Grande Armée, acompanhando-o em todas as frentes. Assumiriam outros papéis de relevo no novo regime imperial, desde membros destacados da nobreza imperial a governadores civis, trazendo consigo a administração francesa e o Código Civil, por vezes, adaptado à realidade social da região, fosse o mais liberal norte alemão, ou os ainda feudais Balcãs. Por outro lado, a ocupação também trouxe os horrores da guerra e as graves consequências do Bloqueio Continental. Entre 1804 a 1815, os marechais testemunharam um mundo em mudança e, conforme este trabalho irá mostrar, foram também participantes ativos nessas alterações, contribuindo de várias formas nas guerras napoleónicas.

***

O tema, deste livro, é interessante (sendo Napoleão Bonaparte o eixo central) e indiretamente relacionado com a História Militar de Portugal. A escrita é de fácil leitura e a tese responde a questões colocadas amiúde. Tendo por base o estudo das carreiras dos diferentes Marechais do Império (antes e depois do antigo regime, posto anulado em 1793 e recriado em 1804), o autor conclui que as responsabilidades dos Marechais do Império não se circunscreveram ao comando militar em geral e ao comando dos corpos de exército em particular. Tornaram- se governadores-gerais das conquistas imperiais, administradores, conselheiros e juízes, o que os elevou ao estatuto de membros destacados da nova nobreza imperial, tão criticada no início da Revolução Francesa. Os novos Marechais (que fazem parte dos 660 nomes de destacados combatentes inscritos no Arco do Triunfo em Paris), que se tornaram legitimamente nos novos símbolos da união do mérito revolucionário eram agora importantes estandartes da nova França, pois simbolizavam a glória militar na conquista dos valores da liberdade, da igualdade e da fraternidade.

[JOÃO VIEIRA BORGES]

Número de páginas: 344

</div>
</div>
</div>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="section">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<p>MIGUEL PACK MARTINS nasceu em Lisboa, em 1984. É investigador – colaborador no Grupo de Investigação de História Militar do Centro de História da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Neste momento, trabalha como Gestor de Impacto Científico, no Departamento de Impacto do Gabinete de Inovação, Investigação e Estratégia de Im- pacto (IRIS) da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade NOVA de Lisboa. Iniciou o seu percurso académico em Arqueologia, na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Mais tarde, na mesma faculdade, fez o mestrado em História Militar e o doutoramento em História Contemporânea. Teve uma breve passagem pela Biblioteca do Exército, onde colaborou no estudo do acervo napoleónico. Desde 2017 fez várias conferências e artigos sobre as Guerras Napoleónicas, Napoleão e a Guerra Peninsular.</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Campo Maior no Centro de um Conflito Internacional &#8211; nas primeiras décadas do séc. XIX</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/campo-maior-no-centro-de-um-conflito-internacional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 00:33:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="layoutArea">
<div class="column">

A denominada “Guerra das Laranjas” e o Cerco de Campo Maior, em 1801; a primeira invasão francesa, com apoio do exército espanhol, em 1807-1808; a Revolução patriótica, em Julho de 1808; a participação de soldados de Campo Maior, ao lado do exército de Napoleão, nas campanhas do Leste Europeu, em 1808-1814; a presença de militares do antigo Regimento de Campo Maior nos confrontos surgidos no Uruguai e no Brasil, em 1816-1822; os reflexos da 2.a e 3.a Invasões Francesas na Vila; as campanhas militares do Regimento de Infantaria N.o 20 e do Batalhão de Caçadores N.o 5; e a turbulência política, ocorrida em Campo Maior entre os anos 1824-1834, constituem os temas centrais do presente estudo.

Estes acontecimentos, pela perda de vidas humanas, destruição de bens e instabilidade social entre a população, representam uma das épocas mais trágicas da história de Campo Maior.

Número de páginas: 314

</div>
</div>
</div>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="section">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<p>Rui Rosado Vieira é natural de Campo Maior, Licenciado em História pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa em 1983, Pós-Graduado em História Regional e Local pela mesma Faculdade em 1995 e Professor de História do Ensino Secundário, Aposentado.</p>
<p>É autor de mais de três dezenas de estudos históricos, a maioria dos quais sobre a sua vila natal e sobre outras povoações alentejanas, publicados em livros e em revistas da especialidade.</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>As Linhas de Torres Vedras &#8211;  Um Destino Turístico Estratégico para Portugal</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/as-linhas-de-torres-vedras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 00:31:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Este é um estudo sobre as Linhas de Torres Vedras enquanto destino turístico, procurando estudá-las no contexto do Turismo Cultural (e Paisagístico) e, nomeadamente, na comparação com produtos e destinos similares existentes nos países da Europa ocidental, mercados emissores de turismo com os quais Portugal compete, nomeadamente Inglaterra e França, com a Hadrian’s Wall (Muralha de Adriano) e a Ligne Maginot (Linha Maginot), respetivamente.
Nesse sentido, o presente estudo é inédito, atual e pertinente, podendo ser, também ele, estratégico para Portugal. Para além da análise comparativa dos produtos e destinos Muralha de Adriano, Linha Maginot e Linhas de Torres Vedras, desenvolve-se a análise dos mercados, procurando, em última instância, identificar os factores de sucesso das Linhas de Torres Vedras face aos referidos produtos similares europeus e, consequentemente, concorrentes.
As mudanças no mercado turístico e a necessidade de novas estratégias que respondam aos desafios atuais e futuros reclamam políticas capazes de responderem aos problemas de reestruturação económica, social e ambiental nas zonas urbanas e rurais, bem como em alguns países/regiões que desejam, também agora, desenvolver o turismo com o objetivo de atrair investimento, promover o crescimento económico e gerar emprego.
(…) Face ao estudo desenvolvido e através de uma análise comparativa, procuraremos identificar os factores de sucesso do destino Linhas de Torres Vedras que lhe permitirão condições vantajosas, face aos seus mais diretos destinos turísticos concorrentes, procurando definir e perspetivar o posicionamento do destino Linhas de Torres Vedras como produto no contexto da estratégia nacional para a área do turismo.

Número de páginas: 384]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Carlos Manuel Antunes Bernardes tem 48 anos e reside no Turcifal, Torres Vedras. É Casado e tem um filho. Desde 1 de dezembro de 2015, é presidente da Câmara Municipal de Torres Vedras. É Embaixador do projeto europeu &#8220;QualityCoast&#8221; e da plataforma &#8220;Green Destination&#8221;. Doutorado em Turismo pela Universidade de Lisboa. Pós-Graduado em Turismo (CFA), pelo IGOT, Universidade de Lisboa. Licenciado em Gestão de Empresas Turísticas e Hoteleiras – Instituto Superior Politécnico do Oeste. Pós-Graduado em História Regional e Local – Universidade de Lisboa. Foi Vice-Presidente da Câmara Municipal de Torres Vedras, de 2005 a 2015; Vereador da Camara Municipal de Torres Vedras e da Câmara Municipal de Sobral de Monte Agraço e Adjunto e Secretário do Presidente da Câmara Municipal de Torres Vedras.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>“Saque de Évora” no Contexto da Guerra Peninsular &#8211; Memória, história e património</title>
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		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Mar 2024 23:38:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A 1 de Setembro de 1807, e outra vez num momento de afastamento entre Londres e Paris, Napoleão exigiu que Portugal encerrasse os seus portos ao comércio britânico. Caso não obedecesse enfrentaria uma invasão franco-espanhola. É certo que Portugal conseguiu temporariamente apaziguar a França. No entanto, em Outubro, a guerra foi declarada e Portugal invadido, sendo evidentes duas coisas. Em primeiro lugar, que a cedência portuguesa ao ultimato francês ocorrera demasiado tarde. Em segundo lugar, que o tratado franco-espanhol de Fontainebleau (27 de Outubro de 1807), que selou a ocupação e divisão de Portugal, demonstrava uma vez mais haver algo de profundamente errático no pensamento e acção de Napoleão. Perante as origens e as condicionantes históricas enunciadas, os textos reunidos neste livro desenvolvem uma reflexão, à escala ibérica, daquilo que foi a história, a memória e o impacte patrimonial de uma operação político-militar que teve o saque de Évora como principal mas não como único protagonista.

Número de páginas: 230]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Coordenadores: Fernando Martins e Francisco Vaz</p>
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		<title>Elvas – das Invasões Francesas às Guerras Liberais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Oct 2016 00:43:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Dentro e em redor do impressionante e silencioso complexo amuralhado elvense, pulsou, ao longo da sua história multissecular, uma sociedade cheia de vida, de cor, de sonoridades e de linguagens diversas. Este livro procura efetuar a recuperação possível do quotidiano de Elvas e do seu termo no período, particularmente agitado mas recheado de acontecimentos, de tensões sociais e de paixões políticas, que medeia entre a retirada dos Franceses, em 1808 e a proclamação da vitória liberal, em 1834, após a assinatura da Convenção de Évoramonte.
Aborda ainda o impacto socioeconómico da significativa presença dos militares, naquela que era uma das mais importantes praças-fortes do reino. E analisa a sua especificidade enquanto terra de uma movimentada fronteira, por onde transitaram, nos dois sentidos, não só os tradicionais negociantes, almocreves, contrabandistas, salteadores, criminosos fugidos à justiça, residentes nas terras raianas ou forasteiros, mas outros viajantes habituais em períodos conturbados, como contingentes militares, espiões, desertores, guerrilheiros e perseguidos políticos.
* * * Fortemente condicionada pela localização fronteiriça, Elvas foi adaptando o seu quotidiano aos conflitos militares que, embora com intensidade e duração variáveis, a atingiam frequentemente. Por esse facto, não nos deve surpreender a elevada densidade populacional e o relativo dinamismo económico que apresenta em 1810 e nos anos subsequentes, quando os últimos invasores gauleses mal haviam deixado o reino e pouco depois de uma das mais longas ocupações sofridas por uma praça militar portuguesa. Os Franceses permaneceram na cidade entre finais de novembro de 1807 e 1 de outubro de 1808. E apesar de todo o sofrimento que lhe infligiram, pelo menos pouparam-na aos saques e destruições que assolaram Évora, Beja, Vila Viçosa e muitas outras localidades, o que ajudará a explicar a rápida recuperação.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Autora: Teresa Fonseca</p>
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		<title>Gandarilhos de Napoleão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Manuel]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Apr 2013 13:01:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[As invasões francesas foram um dramático episódio que se abateu sobre Portugal e os portugueses há precisamente duzentos anos. O Autor envolve-nos, através desta obra, não apenas no sacrifício brutal dos portugueses durante esse período, mas, também, na reflexão sobre parte das tropas francesas, em que muitos jovens eram retirados da pacatez das suas famílias e aldeias e forçados a integrar o exército Napoleónico que invadiu a Península Ibérica. Neste contexto, o Autor criou personagens psicologicamente muito ricas que se impõem ao leitor e dialogam repetidamente com ele sobre os valores éticos do bem e do mal, da paz e da guerra. Com este romance histórico, Silvério Manata, embora abarcando uma tragédia universal - o conflito e o desentendimento dos homens e das nações - aproveitou a realidade histórica, que fez da Gândara o cenário efectivo de uma parte dos acontecimentos, para se manter fiel à matriz cultural, da qual tem sabido extrair os ingredientes da sua saborosa escrita e divulgar, ao longo da sua original carreira literária, a identidade singular de um povo que teima em manter traços indeléveis do seu rico património imaterial. [Fernando Mão de Ferro].

Número de páginas: 262]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Autor: Silvério Manata</p>
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		<title>As Linhas de Torres Vedras &#8211; Turres Veteras XII</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/as-linhas-de-torres-vedras-turres-veteras-xii/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Manuel]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Jun 2010 17:18:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Este livro de actas fazem-nos percorrer não só as linhas da estratégia militar que conduziu à vitória dos aliados, mas também aspectos importantes da envolvência sócio - económica da época e de Torres Vedras, ajudando-nos a perceber melhor como aqui se vivia e, consequentemente, o espírito com que as populações enfrentaram a presença do invasor. Porém, melhor que quaisquer palavras de apresentação, apenas a sua leitura nos permite "respirar" essa ambiência.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Carlos Guardado da Silva é Doutor em História Medieval (2004), pela Universidade de Lisboa, e Agregado em Ciência da Informação (2016), pela Universidade de Coimbra. É Investigador do Centro de Estudos Clássicos e Professor da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, onde dirige o mestrado em Ciências da Documentação e Informação, desde 2015. É Membro da Sociedade Portuguesa de Estudos Medievais (SPEM), Académico Correspondente da Academia Portuguesa da História (APH), membro do Centro de Investigação Joaquim Veríssimo Serrão e Sócio da Associação Portuguesa de Ciências da Comunicação (SOPCOM). É Vice-Presidente da Assembleia Geral da BAD – Associação Portuguesa de Bibliotecários, Arquivistas e Documentalistas e vogal da direção do Capítulo Ibérico da ISKO – <i>International Society for Knowledge Organization</i>. É, ainda, membro do Conselho Técnico Nacional da BAD e do Conselho Consultivo da Rota Histórica das Linhas de Torres. É coautor de diversos títulos, no âmbito da História, do Património Cultural e da Ciência da Informação.</p>
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