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	<title>Judaísmo &#8211; Edições Colibri</title>
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	<title>Judaísmo &#8211; Edições Colibri</title>
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		<title>Do Luso-Hebreu Isaac Abravanel a Boris Pasternak – O Vínculo Familiar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Manuel]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Nov 2024 16:16:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
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<div class="column">

O luso-hebreu Isaac Abravanel (c. 1430, Lisboa – 1508, Veneza) foi diplomata, cortesão e tesoureiro de renome internacional. Filósofo, exegeta notável e escritor brilhante, era detentor de um saber enciclopédico. Foi ministro da Fazenda de D. Afonso V, a quem concedia avultadíssimos empréstimos, sendo frequentador habitual da corte régia.

Todavia, posteriormente, D. João II viria a acusá-lo de ser conivente com os duques de Bragança e de Viseu na pretensa conjura para o assassinar. Para não ter a mesma sorte dos duques (o primeiro foi decapitado em público e o segundo foi apunhalado pelo próprio rei), Isaac Abravanel evadiu-se para Castela. El-Rei mandou, então, confiscar todos os seus valiosíssimos bens, e condenou-o à morte à revelia.

Em Castela, refez a sua fortuna e tornou-se Vedor da Fazenda (ministro das Finanças) dos Reis Católicos, Fernando e Isabel, que apoiou financeiramente na conquista de Granada aos mouros. Na sequência da expulsão dos judeus de Castela, migrou para Itália, onde voltou a servir em cortes reais. Com ele, expatriou-se também o seu filho Leão Hebreu (c. 1460, Lisboa – c. 1535, Veneza?), médico, diplomata, filósofo e autor do célebre livro Diálogos de Amor, que teve uma profunda influência em diversos filósofos, entre os quais Giordano Bruno e Baruch Espinosa.

Por vicissitudes várias, os membros do clã Abravanel foram migrando para diferentes paragens, designadamente Salónica, Odessa e Moscovo onde, por motivos de segurança pessoal, mudaram de nome, optando pelo apelido Pasternak. Boris Pasternak, escritor de nomeada, seria prémio Nobel da Literatura.

Se, por um acto de pura magia, nos fosse dado manipular o devir do tempo e projectar Boris Pasternak nos dias de hoje, o autor de O Doutor Jivago poderia obter a nacionalidade portuguesa, perfilando-se, assim, como o primeiro Prémio Nobel português da Literatura (1958) – José Saramago só viria a ser Prémio Nobel 40 anos mais tarde, em 1998.

</div>
</div>
</div>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<p>João Augusto David de Morais nasceu em Angola, mas reside e exerceu as suas actividades profissionais em Évora desde 1976.<br />
Em Portugal, licenciou-se, doutorou-se e fez a agregação em Medicina (&#8230;).<br />
No âmbito dos inquéritos internacionais da FAO, chefiou em Luanda, durante cerca de quatro anos, o &#8220;Gabinete de Estudos e Publicações&#8221; da “Missão de Inquéritos Agrícolas de Angola”, coordenando o apuramento estatístico dos inquéritos de campo e organizando a sua publicação em vários volumes.</p>
<p>(&#8230;)<br />
No âmbito da actividade docente universitária, foi assistente das disciplinas de Patologia Médica e de Terapêutica Médica do Curso Médico-Cirúrgico da Universidade de Luanda (1972-1975). Como Professor Convidado da Universidade de Évora, com a qual colaborou durante cerca de 30 anos, leccionou as disciplinas de Ecologia Humana, Parasitologia Humana e Antropologia Aplicada. Colaborou também em diversos mestrados e cursos de pós-graduação, no País e no estrangeiro.<br />
Publicou cerca de 150 trabalhos científicos e vários livros, nas áreas da Medicina, Epidemiologia, Ecologia Humana, Antropologia Social e Religiosidade Popular. No domínio da Literatura, publicou ficção, conto e poesia.<br />
Foi galardoado com 15 prémios por trabalhos científicos, e agraciado com as medalhas de Grau Ouro do Ministério da Saúde e da Câmara Municipal de Évora, e com a Medalha de Mérito da Ordem dos Médicos.</p>
</div>
</div>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Judeus, Tragédia e Esperança – de Budapeste a Israel (1944-1948) (2.ª Edição)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Manuel]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Nov 2024 16:05:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="layoutArea">
<div class="column">

Em março de 1944, as forças nazis ocuparam a Hungria, dando início, pouco depois, à deportação para Auschwitz da última grande comunidade judaica na Europa dominada pelos nazis. Em pouco mais de dois meses, quase meio milhão de judeus húngaros da província foram assassinados, numa operação conduzida por Adolf Eichmann.

Neste livro descreve-se a perigosa ação de salvação dos judeus de Budapeste, por parte de alguns diplomatas estrangeiros, nomeadamente portugueses; conta- se a história dos remanescentes judeus no pós-guerra (os sobreviventes da Shoá), colocados em campos de internamento para pessoas deslocadas, por não desejarem regressar aos seus países de origem; relata-se a emigração legal e ilegal para a Palestina, fomentada pelas diferentes correntes sionistas (nomeadamente através do famoso Exodus 1947); por fim, apresenta-se uma breve história da Palestina, sob mandato britânico, até à criação de do Estado de Israel, num território predominantemente habitado por árabes palestinianos, totalmente opostos à partilha da Palestina.

Este relato histórico aborda a tragédia dos judeus na Europa, o fortalecimento do movimento sionista com vista à criação de um estado-nação, e as origens de um conflito que perdura até aos nossos dias, sem fim à vista.

***

Com o sucesso do desembarque aliado na Normandia, de 6 de junho, assim como o inexorável avanço soviético a Leste, parecia claro para Salazar que a vitória dos Aliados seria só uma questão de tempo. Já a pensar no pós-guerra, Salazar assumiu uma atitude bastante mais enérgica relativamente à salvação de judeus, ainda por cima com a garantia norte-americana de apoio e encaminhamento para os Estados Unidos desses mesmos judeus. Havia que ser mais aberto aos pedidos de apoio aos refugiados, dentro de certos limites...

</div>
</div>
</div>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="section">
<div class="section">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<p>Pedro Cantinho Pereira nasceu em Lisboa, em 1955. Partiu para França, em 1975, onde exerceu as funções de professor de português e estudou na Universidade de Estrasburgo, tendo obtido o grau de mestre em História da Integração Europeia, pelo Instituto dos Altos Estudos Europeus. Entre 1989 e 1993 trabalhou na Coordenação-Geral do Ensino de Português em França, junto da Embaixada de Portugal em Paris. Regressou a Portugal em setembro de 1993, para exercer as funções de professor do ensino secundário, no Algarve. Em 2002, doutorou-se em História pela Universidade de Paris 1 (Panthéon – Sorbonne), com equivalência concedida pelo ISCTE, tendo iniciado então a sua carreira de professor universitário. Atualmente, exerce as funções de professor e de diretor da biblioteca no Instituto Superior Manuel Teixeira Gomes (Portimão). Autor de artigos e livros na sua área de especialidade, nomeadamente: Portugal e o Início da Construção Euro- peia, 1947-1953; A Sombra da Guerra. A História de Paul Freundlich; Un «Malgré́ Nous» dans l’engrenage nazi. Les sacrifiés de l’Histoire [tradução adaptada]; e Um judeu português em</p>
</div>
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</div>
<div class="section">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<p>Istambul. Vive atualmente em Ferragudo (Algarve).</p>
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</div>
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		<item>
		<title>Um Judeu Português em Istambul – Narrativa Histórica  [2.ª ed.]</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Helena Gil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jul 2024 11:15:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Este livro conta a história de vida romanceada de Jacques Joseph Abravanel, judeu sefardita português, nascido em Salónica em 1906 e falecido em Istambul em 1993, onde foi cônsul honorário de Portugal, desde 1934 até à sua morte.

Através da história de Jacques Joseph Abravanel, presumível descendente do grande teólogo, financeiro e estadista D. Isaac Abravanel, emergiram várias questões, tais como: a história dos judeus sefarditas no seio do Império Otomano e a sua ligação a Portugal, a tentativa de extermínio do povo judeu na Europa, a importância da Turquia na fuga dos refugiados durante a Segunda Guerra Mundial, os remanescentes judeus no pós-guerra, o Processo Eichmann, a relação com Israel, a questão dos dilemas éticos, assim como o papel do homem face aos desafios da história e da existência.

&#160;

<strong>Nº Páginas: </strong> 436

<strong>Capa:</strong>  mole (16x23)]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Pedro Cantinho Pereira nasceu em Lisboa, em 1955. Partiu para França, em setembro de 1975, onde exerceu as funções de professor de português e estudou na Universidade de Estrasburgo, tendo obtido o grau de mestre em História da Integração Europeia, pelo Instituto dos Altos Estudos Europeus. Entre 1989 e 1993 trabalhou na Coordenação-Geral do Ensino de Português em França, junto da Embaixada de Portugal em Paris. Regressou a Portugal em setembro de 1993, para exercer as funções de professor do ensino secundário, no Algarve. Em 2002, doutorou-se em História pela Universidade de Paris 1 (Panthéon – Sorbonne), com equivalência concedida pelo ISCTE, tendo iniciado então a sua carreira de professor universitário. Atualmente, exerce as funções de docente e de diretor da Biblioteca no Instituto Superior Manuel Teixeira Gomes (Portimão). Autor de livros e artigos na sua área de especialidade, nomeadamente: <em>Portugal e o Início da Construção Europeia, 1947-1953</em>; <em>A Sombra da Guerra. </em><em>A História de Paul Freudlinch</em> / <em>Un «Malgré Nous» dans l’engrenage nazi </em>; e<em> Les sacrifiés de l’Histoire </em>[tradução adaptada]. Está a terminar um livro intitulado <em>De Budapeste a Eretz Yisrael (1944-1948)</em>.</p>
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		<item>
		<title>Os Judeus Marroquinos de Cabo Verde &#8211; Século XIX</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/os-judeus-marroquinos-de-cabo-verde/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 01:09:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[“Por que é importante manter ou recuperar os cemitérios ou preservar o legado dos judeus em Cabo Verde? Muito simples, eu próprio posso lembrar-me – porque as minhas tias, o meu avô, a minha avó – eles me falaram sobre isso –, posso contar aos meus filhos sobre isso –, mas, quando a minha geração morrer, as gerações que vierem depois podem não ter nenhuma fonte para aprenderem sobre a sua origem e passado judaicos, sobre o seu legado judaico.

E essa é uma das principais razões pelas quais acredito neste Projecto (CVJHP) – dar aos jovens de Cabo Verde a oportunidade de aprenderem sobre não apenas o legado judaico, mas também, para aqueles que são descendentes, sobre de onde vêm, de onde são originários...”. [JOHN C. WAHNON]

***

“Este Projecto para documentar e honrar a memória dos judeus é mais importante do que se possa pensar porque abre um capítulo novo na história de Cabo Verde e, até certo ponto, na história de Portugal onde deve ser incluído... É um povo que deu grandes valores humanos a Cabo Verde e que era estimado.

O David Benoliel era chamado “o rei da Boa Vista.” O povo estimava-o. Portanto, este Projecto é importante porque nos tira do esquecimento em que andávamos. Eu e os meus amigos, descendentes dos judeus, não queremos que a nossa he- rança Judaica caia no esquecimento.” [JACINTO BENRÓS]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<p>José Alberto Rodrigues da Silva Tavim é doutor em Estudos Portugueses pela Universidade Nova de Lisboa. É professor e investigador sénior do Centro de História, Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. É também colaborador do Centro de Investigação CIDEHUS, da Universidade de Évora, e chair do Seminário “Os Judeus em Portugal e na Diáspora”, na Universidade de Lisboa. Publicou o livro Os Judeus na Expansão Portuguesa em Marrocos Durante o Século XVI (1997). É autor de mais de 60 artigos e capítulos publicados em português, castelhano, francês, inglês, italiano, hebraico, turco e árabe. Em colaboração com a professora Maria Filomena Lopes de Barros, fundou Hamsa: Revista de Estudos Judaicos e Islâmicos.</p>
<p>Ângela Benoliel Coutinho é investigadora integrada no IPRI, Universidade Nova de Lisboa, e associada no CEIS20, Universidade de Coimbra. É doutora em História da África Negra Contemporânea pela Universidade de Paris I – Panthéon – Sorbonne, com uma tese intitulada “Os dirigentes do PAIGC (Partido Africano para a Independência da Guiné e de Cabo Verde), da fundação à divisão: estudo de percur- sos individuais, de estratégias familiares e de ideologias”. Ângela Coutinho foi investigadora co-responsável do “Projecto de Salvaguarda da Morna”, financiado pela UNESCO / Fundação Canuto, Cabo Verde, e dentro da área de estudos deste livro publicou o artigo &#8220;Do Mediterrâneo ao Atlântico: comerciantes judeus de Marrocos e Gibraltar no arquipélago de Cabo Verde (1860-1900)&#8221;, em As Diásporas dos Judeus e Cristãos-Novos de Origem Ibérica entre o Mar Mediterrâneo e o Oceano Atlântico. Estudos, org. de José Alberto R. Silva Tavim et all.</p>
<p>COORDENADORA:</p>
<p>Carol Castiel é jornalista internacional de rádio na Voz da América (VOA), em Washington D.C., desde 1999. Antes de trabalhar na VOA, Carol Castiel foi consultora/jornalista freelance especializada na promoção do comércio e investimento entre os Estados Unidos e a África. Também foi editora colaboradora da West Africa Magazine e administrou bolsas para o programa África de Língua Portuguesa, no Instituto Afro-Americano (AAI), entre 1984 e 1992.</p>
</div>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Os Meninos Judeus Desterrados – De Portugal para S. Tomé e Príncipe por ordem d’El-Rei D. João II em 1493 (2.ª Ed.)</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/meninos-judeus-desterrados-os/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 01:03:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="section">
<div class="section">
<div class="layoutArea">
<div class="column">

Depois de “O Amor Proibido” o escritor Orlando Piedade leva-nos, novamente, até São Tomé e Príncipe para um novo romance baseado em factos verídicos. Tendo como pano de fundo a história de duas mil crianças com idades compreendidas entre os seis e oito anos, na sua maioria filhos de judeus castelhanos que fugiram à inquisição no reino de Castela, durante o reinado dos reis católicos. Retiradas aos pais e enviadas por ordem d’El-Rei D. João II para povoar as ilhas de São Tomé e Príncipe, no ano de mil quatrocentos e noventa e três, logo fase inicial do povoamento destas ilhas. Baseado numa rigorosa investigação histórica, este romance narra o percurso de uma criança de seis anos que sobrevive e vence contra todas as probabilidades. Com especial apetência para atrair o perigo, quer por onde passe, Javier encontra o seu grande amor blindado pelo ódio religioso que o <span style="font-size: 16px">obriga a caminhar sobre o fio da navalha.</span>

</div>
</div>
</div>
</div>
</div>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="section">
<div class="section">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<p>Orlando da Glória Silva Piedade nasceu em São Tomé, em 1974. Mestre em Engenharia Informática pelo ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa e Licenciado em Informática de Gestão pela Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias. Desenvolve a sua actividade profissional como Responsável pela Segurança dos Sistemas de Informação na AXA Assistance – Portugal, empresa do grupo AXA.</p>
<p><span style="font-size: 16px">É também o autor do romance “O Amor Proibido”.</span></p>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Judeus e Cristãos Novos no Mundo Lusófono</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/judeus-e-crista%cc%83os-novos-no-mundo-lusofono/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 00:57:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Estão incluídas nesta obra as mais recentes pesquisas realizadas no âmbito dos Estudos Judaicos, no que toca a uma das suas dimensões fundamentais: a matriz lusófona da cultura judaica e cristã-nova. Esta portugalidade é confundida muitas vezes no mundo judaico em geral, com os produtos tradicionais da vizinha Espanha, já que o contexto Ibérico é conhecido como sendo o embrião da cultura Sefardita.

No entanto, as vivências, o património e as identidades específicas dos judeus e cristãos-novos de origem portuguesa tiveram no passado e continuam a ter no presente, efeitos muito característicos, híbridos e criativos, como os autores dos textos permitirão aos leitores concluir.

É notável o empenho com que foram desenvolvidas as investigações apresentadas nos vários capítulos, quer sejam centradas no domínio da história, da literatura, do cinema, da antropologia ou áreas afins das humanidades.

Será talvez esta multiplicidade de abordagens disciplinares a única via para aprofundar o conhecimento do Judaísmo, também ele, sobretudo hoje, plural.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="biography">
<p>Marina Pignatelli é doutorada em Ciências Sociais na especialidade de Antropologia e Mestre em Ciências Antropológicas pela Universidade Técnica de Lisboa, ISCSP, onde lecciona. Completou pós-graduações em Etnologia das Religiões (UNL-FCSH) e em Estudos Sefarditas (Cátedra Estudos Sefarditas), bem como cursos livres em Judaísmo (CNC), Simbolismo (Fundação Casa Alorna), Tanatologia, Parapsicologia e Religião (UCP – Fac. Filosofia de Braga), Religiosidades Contemporâneas (UCP – Fac. Teologia de Lisboa), Peacekeeping e Resolução de Conflitos (UNITAR), Gestão Civil de Crises (IDN) e Património Cultural Imaterial (DGPA.UAb).</p>
<p>Tem-se dedicado ao estudo da realidade judaica em Portugal desde 1991 e terminou um pós-doutoramento sobre os Judeus de Moçambique.</p>
<p>É investigadora integrada do CRIA – Centro em Rede de Investigação em Antropologia e vogal da direcção da Associação Portuguesa de Antropologia.</p>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Judeus Sefarditas &#8211; Fé e esperança arderam nas fogueiras da Inquisição</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/judeus-sefarditas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 00:57:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="layoutArea">
<div class="column">

urante o reinado de D. Manuel I, e após a conversão forçada, os judeus conversos ficaram conhecidos por Anusim, Sefardim ou Cristãos-Novos, para designar que eram descendentes de judeus originários da Península Ibérica. O tempo decorreu e a crença de que o rei D. João III pudesse transformar o curso da história não se concretizou. Pelo contrário. Deu lugar a um governante fanático e curto de vistas, defensor duma estrita política religiosa, que emude- cia face à questão judaica. David Yossef confere na narrativa veraci- dade, beleza e emoção em diferenciadas circunstâncias e apresenta o confronto de ideias, os rituais de vida e morte e o drama da ine- vitabilidade de reencontro familiar com Judá Emanuel que, devido à perseguição e denúncia, fora queimado nas fogueiras da Inquisição em mil quinhentos e trinta e sete, em Coimbra.

</div>
</div>
</div>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="section">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<p>Cecília Abreu. Nasceu em Mafra em 1953. Licenciou-se em Filosofia pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, fez mestrado e Formação Avançada em Psicologia de Educação, áreas em que diversificou a sua escolha formativa e posteriormente, na área literária onde frequentou workshops diversos de escrita criativa e de ficção. Tem publicações em coautoria, nas Edições Colibri.</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Judiarias, Judeus e Judaísmo (2.ª Ed.) &#8211; Turres Veteras XV</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/judiarias-judeus-e-judaismo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 00:57:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="layoutArea">
<div class="column">

Em crescimento desde finais do século IX, a cidade de Lisboa conheceu um novo poder, sob o signo da cristandade, a 25 de Outubro de 1147, após a sua conquista por Afonso Henriques, e a rendição do poder islâmico, quatro dias antes. Lisboa era uma cidade cercada por uma muralha erguida em inícios do século IV, reedificada entre finais do século X e inícios do séc. XI, na sequência da investida de Ordoño III, rei de Leão, em 953, referida no Chronicon de Sampiro. E era também, aquando da sua conquista, a maior cidade do Gharb al-Andalus, densamente povoada, que somava aos 15 hectares de espaço intra-muros dois arrabaldes junto das muralhas – em Alfama e a Ocidente –, estendendo-se a área urbana por cerca de 30 hectares, com uma população que atingiria o número de 20 a 25 mil habitantes.

Precisamente no arrabalde a ocidente da cidade encontrava-se, desde pelo menos o reinado do primeiro monarca, uma judiaria, datando a sua primeira menção de 1175, registada a aljazaria de Judeos num documento do cartório do mosteiro de Chelas. Uma presença na baixa lisboeta, muito provavelmente anterior à conquista cristã da cidade que poderá explicar a ocupação relativamente tardia do espaço mais afastado da muralha da “baixa” de Lisboa em redor da judiaria, apesar da presença da paróquia de Santa Maria Madalena ser anterior a 1164. Todavia, parece testemunha-lo a fundação, mais tardia, das paróquias de São Julião e São Nicolau, porém já instituídas em 1191, altura em que encontramos completamente estruturada a rede paroquial da cidade medieval.

E é também o testemunho da relação que Afonso Henriques, tal como o seu sucessor manteriam com a comunidade judaica, servindo-se da mesma para a conquista e o povoamento do território. Assim se entende a doação determinadas propriedades a Yahia ben Yaisch por Afonso Henriques, como forma de reconhecimento do auxílio prestado ao monarca na luta contra os mouros, nomeadamente na conquista de Santarém, a 15 de Março de 1147, tornando-se aquele senhor de Unhos, Frielas e Aldeia dos Negros. À doação de bens de raíz juntou-se a outorga de privilégios, como parece testemunhar o texto da confirmação do foral de Lisboa, por D. Sancho I. Ao confirmar o foral outorgado por seu pai, o rei ordenava que todos os judeus feridos se queixassem ao alcaide ou alvazis, acrescentando assi como foy costume no tempo de meu padre. Protecção que remontava, pelo menos, a 1179, data a partir da qual parece ser possível atestar a presença do cargo de alvazil na cidade de Lisboa.

[CARLOS GUARDADO DA SILVA]

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</div>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
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Em crescimento desde finais do século IX, a cidade de Lisboa conheceu um novo poder, sob o signo da cristandade, a 25 de Outubro de 1147, após a sua conquista por Afonso Henriques, e a rendição do poder islâmico, quatro dias antes. Lisboa era uma cidade cercada por uma muralha erguida em inícios do século IV, reedificada entre finais do século X e inícios do séc. XI, na sequência da investida de Ordoño III, rei de Leão, em 953, referida no Chronicon de Sampiro. E era também, aquando da sua conquista, a maior cidade do Gharb al-Andalus, densamente povoada, que somava aos 15 hectares de espaço intra-muros dois arrabaldes junto das muralhas – em Alfama e a Ocidente –, estendendo-se a área urbana por cerca de 30 hectares, com uma população que atingiria o número de 20 a 25 mil habitantes.

Precisamente no arrabalde a ocidente da cidade encontrava-se, desde pelo menos o reinado do primeiro monarca, uma judiaria, datando a sua primeira menção de 1175, registada a aljazaria de Judeos num documento do cartório do mosteiro de Chelas. Uma presença na baixa lisboeta, muito provavelmente anterior à conquista cristã da cidade que poderá explicar a ocupação relativamente tardia do espaço mais afastado da muralha da “baixa” de Lisboa em redor da judiaria, apesar da presença da paróquia de Santa Maria Madalena ser anterior a 1164. Todavia, parece testemunha-lo a fundação, mais tardia, das paróquias de São Julião e São Nicolau, porém já instituídas em 1191, altura em que encontramos completamente estruturada a rede paroquial da cidade medieval.

E é também o testemunho da relação que Afonso Henriques, tal como o seu sucessor manteriam com a comunidade judaica, servindo-se da mesma para a conquista e o povoamento do território. Assim se entende a doação determinadas propriedades a Yahia ben Yaisch por Afonso Henriques, como forma de reconhecimento do auxílio prestado ao monarca na luta contra os mouros, nomeadamente na conquista de Santarém, a 15 de Março de 1147, tornando-se aquele senhor de Unhos, Frielas e Aldeia dos Negros. À doação de bens de raíz juntou-se a outorga de privilégios, como parece testemunhar o texto da confirmação do foral de Lisboa, por D. Sancho I. Ao confirmar o foral outorgado por seu pai, o rei ordenava que todos os judeus feridos se queixassem ao alcaide ou alvazis, acrescentando assi como foy costume no tempo de meu padre. Protecção que remontava, pelo menos, a 1179, data a partir da qual parece ser possível atestar a presença do cargo de alvazil na cidade de Lisboa.

[CARLOS GUARDADO DA SILVA]

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		<title>Judeus – Os Navarros de Lagoaça (4 vols.)</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/judeus-4-vols/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 00:57:54 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://edi-colibri.pt/produto/judeus-4-vols/</guid>

					<description><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="layoutArea">
<div class="column">

Ao longo de três anos de investigação intensa, Filipe Pinheiro de Campos, com a colaboração de António Maria de Assis, percorre dezassete gerações de uma família estabelecida em Trás-os-Montes desde os alvores de Quinhentos.

De negociantes de sola, rendeiros e lavradores a negociantes de grosso trato, capitalistas, burgueses nobilitados e fidalgos de velha estirpe, de juristas, médicos, artistas a políticos que povoaram a nossa história comum, é o espaço da Terra Quente Transmontana o primeiro cenário de toda esta trama familiar que daí flui para terras da Beira Alta, Cima Côa e Vale da Vilariça e para os centros urbanos de Lisboa e Porto.

A família em apreço origina-se num casal de cristãos-novos que, oriundos de terras castelhanas por força do édito dos Reis Católicos, se estabeleceu na vila de Mogadouro, a escassas dezenas de quilómetros da fronteira com o país vizinho, onde se dedicaram ao negócio de solas e tiveram ofícios de rendeiros e lavradores. A partir deste centro geográfico, os primeiros ramos estabelecem-se em freguesias próximas – Vilarinho dos Galegos e Lagoaça –, a partir das quais surgem os diferentes ramos em estudo.

No presente trabalho que, como se referiu, em muitas das linhas atinge as dezassete gerações, aborda-se um conjunto de famílias, ligadas entre si por um antepassado comum, que são reputadas em diferentes campos da sociedade e da história nacionais.

</div>
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</div>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="section">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<p>FILIPE PINHEIRO DE CAMPOS (1966) – Licenciado em Ciências da Nutrição (U. do Porto). Mestre em Administração Escolar (U. Portucalense). Pós- graduado em Sistemas de Gestão de Qualidade (U. de Léon, Espanha). Graduado no programa de Doutoramento em Saúde Pública e Medicina Preventiva (U. de Salamanca, Espanha).</p>
<p>(&#8230;)<br />
Nas áreas da Genealogia e da História da Família conta com diversos artigos publicados na Revista de Genealogia e Heráldica da Universidade Lusófona do Porto, na do Instituto Açoriano de Cultura, na Revista do CEPIHS da U. do Minho), na Revista Brigantia – Revista de Cultura, entre outras.<br />
(&#8230;). Tem publicados diversos livros</p>
<p>ANTÓNIO MARIA DE ASSIS, genealogista, é autor de mais de três centenas de estudos na área da Genealogia e da História, alguns publicados, nomeadamente pelo Instituto de Estudos Medievais (Universidade Nova de Lisboa), pelo Instituto Salazar y Castro (de Madrid), pela Associação Portuguesa de Genealogia (revista Raízes &amp; Memórias), e pela Câmara Portuguesa (São Paulo-Brasil). Licenciado em Direito pela Universidade Católica de Lisboa, foi doutorando em História pelo ISCSP. É académico do Instituto Português de Heráldica, da Academia de Letras e Artes, do Colégio Brasileiro de Genealogia; sócio da Associação Portuguesa de Genealogia, do Centro Lusíada de Estudos Genealógicos e Heráldicos (da Universidade Lusíada de Lisboa), da Associação Brasileira de Pesquisadores de História e Genealogia; (&#8230;). Actualmente é investigador do Laboratório de Estudos Judaicos (ISCSP – Universidade de Lisboa) (&#8230;)</p>
</div>
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		<title>Inscrições Hebraicas em Portugal de Samuel Schwarz</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/inscricoes-hebraicas-em-portugal-de-samuel-schwarz/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 00:55:30 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://edi-colibri.pt/produto/inscricoes-hebraicas-em-portugal-de-samuel-schwarz/</guid>

					<description><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="layoutArea">
<div class="column">

Os vestígios que os judeus deixaram, em Portugal, foram afectados pela voragem dos tempos. Entre estes apontemos os registos epigráficos, objecto principal desta obra. E daí o relevo que lhes deu Samuel Schwarz. Temos aqui, por exemplo, as pedras tumulares dos almocávares ou cemitérios judaicos, de que se sabe a localização aqui e ali, e que se adivinha na maior parte dos casos. O de Lisboa, situava-se na ribanceira abaixo de Nossa Senhora do Monte (antes ermida de S. Gens). No caso do Porto, permaneceria em Miragaia. Em Évora encontrava-se extramuros, no caminho de Montemor-o-Novo. O de Tomar devia situar-se além do rio Nabão ou no sentido da encosta. (...) (...) Outros vestígios materiais são, como vimos, as lápides das sinagogas, sendo as mais difíceis de interpretar as de Belmonte e de Gouveia. Na primeira havia uma pequena comunidade medieval, que só devia ter crescido com a vinda dos judeus castelhanos. A lápide, que se encontrava no Museu Municipal Francisco Tavares Proença Júnior, em Castelo Branco, e agora está exposta no Museu Judaico de Belmonte data, segundo Samuel Schwarz, de 1297 (...)
[José Alberto Tavim]

</div>
</div>
</div>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="section">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<p>SAMUEL SCHWARZ nasce em Zgierz (Polónia) a 12 de Fevereiro de 1880 e morre em Lisboa a 10 de Junho de 1953. Forma-se em Engenharia de Minas na Escola Nacional Superior de Minas de Paris, e trabalha como tal no Cáucaso e Azerbaijão, na Polónia, em Ourense (Espanha) e em Alagna-Sesia (Itália). Com o início da primeira Guerra Mundial decide ir até Portugal, país sobre o qual tinha ouvido falar durante a estadia em Ourense. Em 1915 começa a trabalhar nas minas de volfrâmio e estanho em Belmonte e Vilar Formoso. Em paralelo, começa uma carreira de historiador, arqueólogo e de etnógrafo com a publicação de uma obra “Inscrições hebraicas em Portugal&#8221; a que se segue a publicação do livro “Os cristãos-novos em Portugal no século XX”, livro que dá a conhecer ao mundo a existência de uma comunidade de marranos na região de Trás-os-Montes. Compra o edifício da sinagoga de Tomar em 1923, e depois de empreender uma série de trabalhos de reabilitação, apela à criação do Museu Luso-Hebraico Abraão Zacuto de Tomar. Publica numerosos trabalhos relacionados com o judaísmo em Portugal sendo o último dos seus trabalhos, publicado em 1959, uma “História da Moderna Comunidade Israelita de Lisboa”. [João Schwarz]</p>
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