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	<title>Justiça &#8211; Edições Colibri</title>
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		<title>Liberdade e Justiça &#8211; sob o signo da Revolução de 1820</title>
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		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 00:58:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="layoutArea">
<div class="column">

Na proposta editorial desta reedição, a autora sintetizou brevemente a abordagem escolhida nestes estudos:
“Em ambas, Comissão da Constituição e Comissão da Justiça Civil, interessou-me identificar, num universo populacional ilustrado, a institucionalização do Estado liberal e o pensamento jurídico português no período vintista captados através das memórias, mais do que das petições, que chegaram ao Congresso.”

No seu conjunto, estes estudos abrem-nos a porta dos principais debates políticos desta época.
No bicentenário da revolução de 1820, a reedição destes estudos é também uma excelente forma de homenagem à coragem e à determinação dos homens que a organizaram.

[Miriam Halpern Pereira, Palavras prévias]

O percurso da autora fez-se pela história do oitocentismo português – as primeiras décadas do século XIX, o embate do radica- lismo e do conservadorismo nos anos 1850-60, e a transição da Monarquia à República. Olhando retrospectivamente, o que está por trás e que une o conjunto dos seus estudos, centrado em indivíduos ou em grupos, é a ideia de ruptura, ruptura em toda a sua complexidade: a ruptura que se quer, a que parece, a que se concretiza e como.

[Benedicta Maria Duque Vieira]

Número de páginas: 168

</div>
</div>
</div>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="section">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<p>Benedicta Maria Duque Vieira (1943-2019) licenciou-se em História pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Exerceu funções docentes no ensino secundário (Liceu de Cascais e Escola Secundária de Carcavelos) e no ensino superior (ISCTE e Faculdade de Letras). Pertenceu ao Conselho Nacional de Educação (1993-1998) e à equipa de coordenação dos exames do 12.o ano da disciplina de História no GAVE (1995-2001).</p>
<p>• Em 1972, publicou a dissertação de licenciatura, O Conde de Penha Garcia e a sua Vida Pública − Biografia Política, e realizou o estágio pedagógico e o exame de estado. Em 1973, por convite da Prof.a Miriam Halpern Pereira, integrou a equipa de História do ISCTE, sendo membro desde a primeira hora do Centro e da Associação de Estudos de História Contemporânea Portuguesa e vindo a participar em diversas linhas de investigação aí desenvolvidas, com estudos no campo da história política e social, de âmbito nacional ou regional, no período da monarquia liberal.</p>
<p>• Terminada a vida profissional, participou no projecto de investigação da FCT: IST: Um século de existência. Cultura, Técnica e Sociedade (2007-2010) e no pro- jecto internacional coordenado pela Universidade de Aveiro, Falar Português – reestruturação do Ensino Secundário Geral em Timor Leste (2010-2012). De 2003 a 2009 foi presidente da Sociedade dos Amigos do Museu de Francisco Tavares Proença Júnior e, a partir de 2017, Secretária Geral da Federação de Amigos dos Museus de Portugal.</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
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		<title>A Verdade Escondida &#8211; 25 de Novembro &#8211; As Praças da Armada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 24 Aug 2019 00:05:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Golpe Contra-Revolucionário do 25 de Novembro de 1975 veio interromper, de forma abrupta e violenta, esse trabalho Associativo, reconhecido, aliás, pelo Chefe de Estado Maior da Armada, pelo Conselho da Revolução e por Sua Excelência o Senhor Presidente da República Portuguesa. Chegou agora a hora dos membros da CDAP, principais vítimas dos Golpistas do 25 de Novembro na Marinha, meterem <i>mãos à obra</i> e trazer à luz do dia a publicação <i>A Verdade Escondida - o 25 de novembro - as Praças da Armada</i>, que relata de forma objectiva e documentada todo o processo de prisões, perseguições, saneamentos e reintegrações de Praças. Desta vez, a Coordenação deste trabalho coube aos Marinheiros Boto, Brinquete, Marques e Paliotes.

No 40.º Aniversário do 25 de Abril a <i>Historiografia de Abril</i> ficou mais rica e os historiadores que tem tratado esta época da História do Portugal Contemporânea ficaram surpreendidos, com a publicação do Livro Revolução de Abril: as Praças da Armada.

Em boa hora, um grupo de Marinheiros, ex-membros da CDAP, puxaram para primeiro plano o papel destacado dos Marinheiros na Armada nesse período. A Coordenação desse trabalho editorial coube aos marinheiros Boto, Brinquete, Bruno e Lambert.

A Comissão Dinamizadora do Associativismo de Praças (CDAP) foi uma realidade objectiva e teve um papel pioneiro e histórico no Associativismo das Praças da Armada.

Número de páginas: 180]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Autores: José Boto, José Brinquete, Florindo Paliotes e Fernando Marques</p>
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