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	<title>Lendas &#8211; Edições Colibri</title>
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	<title>Lendas &#8211; Edições Colibri</title>
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		<title>Contos e Lendas de Terras de Vimioso &#8211; Património Imaterial da Aldeia de Pinelo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 00:37:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Nesta obra apresenta-se o produto da recolha, sobre o património imaterial da aldeia de Pinelo, em três domínios em que a oralidade adquire o papel predominante: os contos e lendas populares, as alcunhas e o dicionário regional. O campo de estudo está geograficamente circunscrito ao concelho de Vimioso, ao século XX como tempo histórico e à memória dos homens como fonte principal.

A literatura oral fundamentava-se na tradição e renovava-se com os dados da vida quotidiana, para deste modo alimentar o convívio das gentes, em volta da lareira, na taberna e em outros locais públicos mais frequentados. Era também um refúgio tantas vezes procurado para aligeirar as agruras e dureza do trabalho agrícola, nas ceifas, vindimas, trilhas e mondas. Era nesses convívios, e trabalhos agrícolas, que se recorria aos contos, aos ditos e ditados novelescos, para entreter, para instruir, corrigir e para aproximar as gentes, através do riso ou da reflexão.

Tempo histórico destas criações populares é necessariamente um tempo longo e de difícil datação. Contudo, os contos e lendas recolhidos refletem estruturas sociais, económicas e culturais que eram características do século XX nas aldeias do Nordeste Transmontano. Ou seja, estas criações constituem também um elo importante para perpetuar a memória das comunidades rurais, mais uma peça do puzzle para conseguir a história de gentes que ainda viviam no predomínio da oralidade. Neste facto reside a importância histórica que atribuímos a este trabalho, que continua a tradição positivista e romântica dos nossos grandes mestres da cultura popular.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Francisco António Lourenço Vaz nasceu em Pinelo em 1955, é Professor do Departamento de História da Universidade de Évora. É licenciado em História pela Universidade do Porto, Mestre em História Cultural e Política pela Universidade Nova de Lisboa, Doutor em História da Cultura Moderna e Contemporânea, pela Universidade de Évora. Entre as obras que publicou destacam-se: <i>Pinelo – Economia da Natureza e Cultura Popular</i> (2002); <i>Instrução e Economia. As Ideias Económicas no Discurso da Ilustração Portuguesa</i> (2002); <i>O Saque de Évora pelos Franceses em 1808. Textos Históricos</i> (2008); <i>Os Livros e as Bibliotecas no Espólio de D. Frei Manuel do Cenáculo</i> (2009); <i>D. Frei Manuel do Cenáculo – Instruções Pastorais, Projectos de Bibliotecas e Diário</i> (2009); <i>A Grande Guerra em Moçambique &#8211; O Diário do Tenente Frederico Marinho Falcão</i> (2018).</p>
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		<title>Ciclo Lunar &#8211; Duas Novelas Góticas e uma História de Amor</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/ciclo-lunar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 00:35:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="layoutArea">
<div class="column">

Do passado mais recuado e profundo de personagens sofredoras e em constante demanda pela verdade e pela justiça nasceram estas três histórias, produto de alguns percursos do autor pelo universo da literatura gótica. Os Conventos da Saudação, de São Francisco e de São Domingos transformaram-se nos cenários estrategicamente escolhidos para o desenrolar dos acontecimentos mais extraordinários e inimagináveis, fruto do medo e da intolerância. Em todos eles, circulam nas trevas de uma longa noite, personagens à beira da loucura, em busca de uma luz que lhes alivie os tormentos e as afaste dos terrores que as perseguem.

Contaminados pelos ambientes que rodeiam o permanente arrastar dos seus dias, todos os participantes destas narrativas devolvem a cada átomo, a cada parede, a cada cela, esse medo indizível, provocado pela incerteza permanente e pelos seus próprios excessos que os colocam desesperadamente à beira do abismo.

A dúvida, esse grão de areia que se instala perversamente na alma de cada personagem, desenvolve-se e cria uma verdadeira tempestade de impulsos monstruosos, por onde passam o amor e o ódio, a espiritualidade e o erotismo, a fé e o vazio, a intolerância, a perseguição e a morte. Constança e Teófilo, Honório, Urbano e Marcos, Raimundo e Sara são os actores destas narrativas, seres de carne e osso como nós, nessa busca desesperada pela verdade, e que vão encontrando no seu percurso outras personagens, umas luminosas, outras igualmente sombrias.

Em fundo, um Portugal dos séculos XVI e XVII, a sair da medievalidade e em lenta mudança, porque lentas são as pessoas a aceitar novos caminhos, a beber o que é novo, a acreditar que, afinal, tudo poderia ter sido diferente. Em Vila Nova e no resto da Mundo. Ou talvez não.

</div>
</div>
</div>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="section">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<p>João Luís Nabo nasceu em Montemor-o-Novo, em Dezembro de 1960. Licenciou-se em 1983 em Línguas e Literaturas Modernas pela Universidade Clássica de Lisboa e terminou em 2009 o mestrado em Criações Literárias Contemporâneas pela Universidade de Évora, na especialidade de Literatura Norte-Americana Contemporânea.</p>
<p>É professor efectivo no Agrupamento de Escolas de Montemor-o-Novo. Estudou piano, foi organista e director do Coro Litúrgico da Igreja Matriz de Montemor- o-Novo, professor de piano da Escola de Música da Sociedade Carlista e director do jornal regional “Folha de Montemor”. Compõe para coro e para teatro e é colunista do jornal “O Montemorense”.</p>
<p>Os seus trabalhos como escritor e interessado pela literatura compreendem três livros de contos e um de crónicas, e ainda artigos académicos sobre literatura gótica, incluídos em obras da especialidade. Participou como orador e modera- dor em diversas jornadas literárias. Em 1987, fundou o Coral de São Domingos de Montemor-o-Novo, que dirige até aos dias de hoje. É maestro, desde Fevereiro de 2013, do Orfeão de Estremoz Tomás Alcaide.</p>
<p>Vive em Montemor, é casado e tem três filhos: o João, a Joana e o Pedro, as suas únicas e verdadeiras obras de arte.</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
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		<title>Antologia de Contos do Algarve</title>
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		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 00:08:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="layoutArea">
<div class="column">

A presente «Antologia do Conto do Algarve» é a prova concreta de que existe um mundo editorial paralelo ao dos grandes grupos económicos, que, controlando os canais de distribuição, tentam secar toda a concorrência, limitando o acesso ao mercado dos novos autores e impedindo a publicação de obras de cariz regional ou temático. Neste mundo editorial paralelo, os editores não são concorrentes, mas antes parceiros no objectivo de dar a conhecer ao mundo os novos valores literários, que procuram uma oportunidade para demonstrar a qualidade dos seus trabalhos. (...)

Vários contos ora publicados foram escritos em pleno período de confinamento dos seus autores, outros foram resgatados das gavetas, onde aguardavam uma oportunidade de publicação, que ora surgiu.

[do PREFÁCIO]

</div>
</div>
</div>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="section">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<p>Fernando Mão de Ferro nasceu em Portalegre, em 1953. É licenciado em Filosofia pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.<br />
Fez serviço militar na Marinha de Guerra Portuguesa, tendo sido mobilizado para a Guerra Colonial, onde prestou serviço em Angola durante 3 anos.</p>
<p>Após o 25 de Abril de 1974 fez parte de diversos organismos associativos e políticos.<br />
Fundou a Editora Colibri em 1991, mantendo-se como editor há 30 anos, tendo publicado, durante este tempo, cerca de 3 000 títulos, na sua grande maioria de autores portugueses.</p>
<div class="page" title="Page 1">
<div class="section">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<p>Nuno Campos Inácio, natural de Portimão, é licenciado em Direito e Oficial de Justiça de profissão.<br />
Iniciou a sua actividade literária em 1999, contando actualmente com dezanove títulos publicados, três obras conjuntas e dezenas de artigos em revistas temáticas, incluindo na área científica. Frequentemente é convidado para colaborar com a imprensa, com a publicação de artigos de opinião. Tem obras traduzidas para inglês, francês e alemão.</p>
<p>Mentor e responsável pelo projecto de investigação «Genealogia do Algarve», com uma forte componente digital, está a coligir essa informação para formato de livro, tendo concluídos os Dicionários Enciclopédicos das freguesias algarvias de Alferce, Barão de São Miguel, Ferragudo, Budens e Sagres, todas obras de cariz histórico e monográfico com mais de 1000 páginas.</p>
<p>Em 2012 fundou com Fernando Lobo e Sérgio Brito a Arandis Editora, um projecto editorial algarvio, responsável pela publicação de mais de 200 títulos. Recebeu uma menção honrosa no Prémio Literário Santos Stockler, na vertente de ensaio.</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
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