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	<title> Libertação &#8211; Edições Colibri</title>
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	<title> Libertação &#8211; Edições Colibri</title>
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		<title>A Noite Mais Longa de Todas as Noites – 1926 1974  [5.ª ed.]</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Helena Gil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jul 2024 15:36:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[«Obra de uma precisão exemplar e simultaneamente de uma beleza límpida no seu veio narrativo, enquanto tessitura de recordações assumidamente pessoais embora arreigadamente políticas (…). <em>A Noite Mais Longa de Todas as Noites </em>é pois uma obra tecida com o fio do júbilo dos ideais, mas igualmente com os acontecimentos vividos no nosso país, então asfixiado por uma longa, cruel e impiedosa ditadura. Sendo tudo isto elaborado com uma vivacidade e uma argúcia que nos leva a lê-la até chegar ao fim, para logo desejar tornar ao seu começo». [Maria Teresa Horta]

«Nunca vi as comemorações do 1.º de Maio no Rossio de Lisboa, em tempo de clandestinidade, tão intensamente descritas (e vividas) como no relato de Helena sobre esse dia de 1962». [Luís Farinha]

«As estórias que Helena Pato vai contando valem, primeiro, pela valência pessoal de sabor autobiográfico, de grande despojamento, sobriedade e elegância, mesmo se tal não é o principal propósito, e, depois, por serem o retrato de uma época de 'resistência contra a ditadura'». [Jorge Sampaio]

<strong>Nº Páginas:</strong> 260
<p class="p1"><span class="s1">1.ª Edição: Maio de 2018</span>
<span class="s1">2.ª Edição: Outubro de 2028</span>
<span class="s1">3.ª Edição: Janeiro de 2020</span>
<span class="s1">4.ª Edição: Janeiro de 2022
5.ª Edição: Julho de 2024

*Promoção 25 de Abril
</span></p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Helena Pato nasceu em Mamarrosa (Aveiro), em 1939. Militou activamente na Resistência, durante as duas décadas que antecederam a Revolução, tendo sido presa e detida várias vezes pela polícia política. Acompanhou o marido no exílio até ao seu falecimento, em 1965. Em 1967 esteve presa seis meses na Cadeia de Caxias, sempre em regime de isolamento. Dirigente estudantil (1958 a 1962); dirigente política da CDE (1969 a 1970); fundadora do MDM (1969) e sua dirigente (1969 a 1971). Integrou o núcleo de professores que, durante o fascismo, dirigiu o movimento associativo docente (1971 a 1974). Fundadora dos sindicatos de professores (1974), foi dirigente do SPGL nos seus primeiros anos.</p>
<p>Licenciada em Matemática, a sua vida profissional foi dedicada ao ensino de crianças e de jovens e à formação docente: leccionou durante 36 anos no ensino público e publicou livros e estudos, no âmbito da Pedagogia e da Didáctica da Matemática. Coordenou Suplementos de Ciência e de Educação em jornais diários.</p>
<p>Dirigente do Movimento Cívico <em>Não Apaguem a Memória </em>(NAM), desde 2008; presidente do NAM de 2012 a 2014. Em 2013 criou no <em>facebook </em>e coordena, desde então, a página <em>Antifascistas da Resistência </em>e o grupo <em>Fascismo Nunca Mais</em>. Publicou dois livros de memórias do fascismo: <em>Saudação, Flausinas, Moedas e Simones </em>(2005, Editora Campo das Letras) e <em>Já uma Estrela se Levanta </em>(2011, Editora Tágide).</p>
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		<title>TODOS OU NENHUM &#8211; A Libertação dos Presos de Caxias</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/todos-ou-nenhum/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Apr 2019 01:27:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O regime deposto pelo 25 de Abril tinha quase 4.400 prisioneiros políticos: 127 nos cárceres de Portugal e mais de 4.200 nas cadeias e campos de Angola, Cabo Verde, Guiné e Moçambique.

- Os primeiros presos libertados pelo 25 de Abril foram os 9 detidos na subdiretoria do Porto da P.I.D.E./D.G.S., pouco depois as 14 horas de 26 de abril. no forte de Caxias estavam 78 presos e no de Peniche 34, libertados praticamente em simultâneo ao início da madrugada de dia 27 após longas horas de controvérsias sobre o caráter dos crimes de que alguns eram acusados. ao mesmo tempo foram libertados 4 prisioneiros que se encontravam no hospital-prisão de Caxias e dada ordem de libertação a um preso de Peniche internado no hospital Miguel Bombarda. na manhã de 28 de abril foi libertado um preso que se encontrava na Penitenciária de Lisboa a cumprir pena acusado de delito comum.

- Nas colónias, o número de prisioneiros políticos era superior 4.200. o processo de libertação foi mais demorado do que em Portugal. Começou a 29 de abril, em Bissau (19 presos) e Luanda (85) e prosseguiu a 1 de maio no Tarrafal (68) e na Machava, Moçambique (554). a 3 de maio foram libertados 1.200 prisioneiros do campo de São Nicolau, Angola, muitos dos quais acompanhados por familiares cujo número foi estimado em 2.800. Também nesse dia foram libertados 25 presos da Ilha das Galinhas, na Guiné. em Angola, de São Nicolau e de Ponta Albina foram libertadas 306 pessoas a 12 de maio e outras 330 no dia 17, data em que da Machava foram libertadas mais 420. Ainda em Moçambique, da ilha do Ibo foram libertados 600 combatentes em 21 de maio e alguns somente em 1 de setembro. Os últimos prisioneiros independentistas libertados foram os 33 guineenses trocados a 14 de setembro por 7 soldados portugueses aprisionados pelo P.A.I.G.C.

A decisão que os jovens militares deste episódio tomaram ao não cumprirem uma decisão do general Presidente da Junta de Salvação Nacional, para que da cadeia de Caxias apenas fossem libertados os presos políticos não acusados de delito comum, teve uma importância fundamental no desenrolar dos acontecimentos do 25 de abril de 1974.

Outros heróis já esquecidos são os presos políticos que, tendo lutado pela paz e pela liberdade, se prontificavam a continuar na prisão até que a libertação a todos abrangesse, ignorando as diferenças ideológicas que os dividiam.


<span class="s1">*Promoção 25 de Abril</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>João Menino Vargas (1935, Santarém) é coronel do Exército na reserva desde 1984 e aposentado em 2004. Em 26 de abril de 1974 foi um dos oficiais do MFA responsáveis pela libertação dos presos políticos de Caxias. Posteriormente, dirigiu a Repartição de Análise e Investigação Documental da Comissão de Extinção da PIDE/DGS e LP.<br />
Fez o curso de Artilharia da Academia Militar e os cursos de Criptografia e de Cinema, ambos do Estado-Maior do Exército. Cumpriu comissões de serviço em Timor, Moçambique e Guiné. Graduou-se em Ciências Documentais, pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, e lecionou em diversos cursos na área do tratamento documental e arquivologia.</p>
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