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	<title>Literatura; Crítica Literária; Neo-Realismo &#8211; Edições Colibri</title>
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	<title>Literatura; Crítica Literária; Neo-Realismo &#8211; Edições Colibri</title>
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	<item>
		<title>O Neo-Realismo e as Literaturas Africanas de Língua Portuguesa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Manuel]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jan 2025 15:35:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="layoutArea">
<div class="column">

As literaturas anteriores ao 25 de Abril das antigas colónias portuguesas de África não têm tido em Portugal grande divulgação, em particular as dos anos 40, 50 e 60 apesar de terem merecido alguns estudos universitários. Têm tido um tratamento semelhante ao do Neo-Realismo.

No entanto, no início dos anos 50 e, principalmente, nos anos 60, a Casa dos Estudantes do Império, embora com grandes dificuldades e a vigilância da polícia política, editou numerosos volumes de autores das colónias, de que se publica uma listagem neste volume.

Tem-se em atenção que o Neo-Realismo Português foi um Movimento que abrangeu vários domínios e várias fases, ou vagas, ou gerações, e não apenas os anos 40, com influências diferentes ao longo dos anos, mas não se esquecendo que existem ainda hoje autores que se reivindicam do Movimento. Mas com uma raíz comum, o marxismo. Por isso, alguns textos podem parecer fugir ao tema deste volume, mas, na realidade, têm em conta a existência de diferentes fases do Movimento.

Muitos autores africanos de língua portuguesa denotarem nos seus textos profundas convicções nacionalistas e uma forte “negritude”, o que era compreensível devido à necessidade de afirmarem a independência política das suas terras de naturalidade e uma Literatura própria.

</div>
</div>
</div>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<p>Coordenação: Fátima Mendonça e José Manuel Vasconcelos</p>
</div>
</div>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Nova Síntese, 11 &#8211; Textos e Contextos do Neo-Realismo Mário Dionísio: Como uma pedra no silêncio &#8211; Comunicações do congresso internacional (2016)</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/nova-sintese-11-textos-e-contextos-do-neo-realismo-mario-dionisio-como-uma-pedra-no-silencio-comunicacoes-do-congresso-internacional-2016/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Manuel]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Oct 2024 19:39:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Tendo como objectivo principal promover um debate tão alargado quanto possível em torno das diversas manifestações e vertentes da actividade de Mário Dionísio, o Congresso Internacional Mário Dionísio - no Centenário do Seu Nascimento constituiu uma excelente oportunidade para trazer um novo impulso à reflexão sobre a vida e obra desta figura ímpar no panorama cultural português. Os textos que integram este volume centram-se assim no estudo da sua intervenção enquanto poeta e ficcionista, pintor, crítico literário e crítico de arte, professor e pedagogo, cidadão. Muito dificilmente se conseguiria arrumá-los em blocos tão distintos, tratando-se de um autor que confessa na sua Autobiografia ser «um homem dividido, apesar duma unidade subjacente, inalterada, inalterável […] incapaz de optar entre tantas solicitações (e emboscadas…) iguais na exigência». Um homem que proclama: «Se escrevo poesia […] é só poesia que <i>escrevivo</i>». Como havia de ser de outra maneira? Idem com a ficção. Idem com a pintura.
(…) Eduardo Lourenço, em <i>Evocação truncada de Mário Dionísio</i>, centra a sua reflexão no Neo-Realismo enquanto voz colectiva, ironicamente constatando que «nisto, ao menos […] cumpriu o seu programa de subsumir simbolicamente <i>o individual</i> sob o <i>comum</i>» para, depois de analisar o contributo individual de vários autores como Namora, ou Manuel da Fonseca, convocar Mário Dionísio. Embora o considere «o mais decidido apologeta e exegeta da "atitude" neo-realista (na ordem geral e na estética)», distingue-o da «geral família poética neo-realista», pela sua «vontade de anonimato», por uma espécie de «ironia triste», por uma poesia onde não se encontra a habitual «imagística ou mitológica intenção», mas onde vislumbra «uma veemência contida como apagada à força, esfriada e às vezes fria, rescaldo de um fogo ou de um discurso (…)
[Paula Mendes Coelho, apresentação]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Vítor Viçoso é professor aposentado da Faculdade de Letras de Lisboa, onde se doutorou em Literatura Portuguesa (1989). Publicou diversos ensaios em revistas e volumes coletivos, com particular incidência em temas e autores do Romantismo, do Decadentismo-Simbolismo e do Neo-Realismo. De destacar o livro <i>A Máscara e o Sonho – Vozes, Imagens e Símbolos na Ficção de Raul Brandão</i> (2021; 2.ª ed. revista e aumentada) e <i>A Narrativa no Movimento Neo-Realista – As vozes Sociais e os Universos da Ficção</i> (2011).</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Nova Síntese &#8211; As Colectividades de Cultura e Recreio na Resistência ao Fascismo Português – cadernos Nova Síntese COMEMORATIVO DOS 50 ANOS DO 25 DE ABRIL</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/as-colectividades-de-cultura-e-recreio-na-resistencia-ao-fascismo-portugues-cadernos-nova-sintese-comemorativo-dos-50-anos-do-25-de-abril/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Helena Gil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jul 2024 16:34:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Este volume de Cadernos <em>Nova Síntese </em>é dedicado às Colectividades Populares de Cultura e Recreio durante o período do Fascismo Português.

É uma publicação comemorativa dos 50 anos do 25 de Abril de 1974.

Muitas das Colectividades populares de Cultura e Recreio foram fundadas ainda no tempo da Monarquia, na maior parte dos casos por militantes republicanos, os quais pretendiam democratizar a Cultura e a Educação. Nelas imperou e desenvolveu-se o ideário republicano.

Com o Golpe Militar do 28 de Maio de 1926, com a instalação da Ditadura e com a Constituição de 1933, grande parte dessa actividade reduziu-se.

Muitas Colectividades conseguiram continuar a desenvolver uma actividade cultural e foram locais de Resistência. Muitas recusaram que as suas Bandas participassem em eventos do Regime, quando solicitadas, embora pagando a seguir a factura, com a demissão das Direcções ou cortes de apoios.

Conseguiram implementar Bibliotecas de razoável dimensão, substituindo-se às Bibliotecas Públicas que não existiam, contendo livros e autores de que o Regime não gostava ou perseguia, por vezes com compartimentos disfarçados nas sedes onde se escondiam os livros proibidos, como se conta em alguns textos do presente volume.

Essas Bibliotecas realizavam sessões públicas com os autores, geralmente de Oposição. Especialmente depois dos anos 40, realizaram-se talvez milhares delas, normalmente tendo a presença de agentes da polícia política ou de informadores. Muitas foram proibidas

A repressão que caíu sobre as Colectividades, além das proibições de actividades, manifestou-se por demissões de Direcções, seguidas de nomeação de Comissões Administrativas, convocações para comparência para interrogatórios nas autoridades policiais e na PVDE/PIDE/DGS, prisão de dirigentes com o pretexto de “actividades subversivas”.

Os Grupos de Teatro de Amadores desempenharam também um papel muito importante, pois conseguiam levar à cena peças que apresentavam problemas aos espectadores e que colocavam interrogações. Peças aparentemente inócuas podiam ser encenadas de forma a vincar certos aspectos de carácter político ou social que interessava valorizar.
<p style="text-align: right">[António Mota Redol]</p>
&#160;

<strong>Nº Páginas: </strong> 600

<strong>Capa:</strong>  mole (16,5x23,5)

&#160;

&#160;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[Este volume de Cadernos <em>Nova Síntese </em>é dedicado às Colectividades Populares de Cultura e Recreio durante o período do Fascismo Português.

É uma publicação comemorativa dos 50 anos do 25 de Abril de 1974.

Muitas das Colectividades populares de Cultura e Recreio foram fundadas ainda no tempo da Monarquia, na maior parte dos casos por militantes republicanos, os quais pretendiam democratizar a Cultura e a Educação. Nelas imperou e desenvolveu-se o ideário republicano.

Com o Golpe Militar do 28 de Maio de 1926, com a instalação da Ditadura e com a Constituição de 1933, grande parte dessa actividade reduziu-se.

Muitas Colectividades conseguiram continuar a desenvolver uma actividade cultural e foram locais de Resistência. Muitas recusaram que as suas Bandas participassem em eventos do Regime, quando solicitadas, embora pagando a seguir a factura, com a demissão das Direcções ou cortes de apoios.

Conseguiram implementar Bibliotecas de razoável dimensão, substituindo-se às Bibliotecas Públicas que não existiam, contendo livros e autores de que o Regime não gostava ou perseguia, por vezes com compartimentos disfarçados nas sedes onde se escondiam os livros proibidos, como se conta em alguns textos do presente volume.

Essas Bibliotecas realizavam sessões públicas com os autores, geralmente de Oposição. Especialmente depois dos anos 40, realizaram-se talvez milhares delas, normalmente tendo a presença de agentes da polícia política ou de informadores. Muitas foram proibidas

A repressão que caíu sobre as Colectividades, além das proibições de actividades, manifestou-se por demissões de Direcções, seguidas de nomeação de Comissões Administrativas, convocações para comparência para interrogatórios nas autoridades policiais e na PVDE/PIDE/DGS, prisão de dirigentes com o pretexto de “actividades subversivas”.

Os Grupos de Teatro de Amadores desempenharam também um papel muito importante, pois conseguiam levar à cena peças que apresentavam problemas aos espectadores e que colocavam interrogações. Peças aparentemente inócuas podiam ser encenadas de forma a vincar certos aspectos de carácter político ou social que interessava valorizar.
<p style="text-align: right">[António Mota Redol]</p>
&#160;

<strong>Nº Páginas: </strong> 600

<strong>Capa:</strong>  mole (16,5x23,5)

&#160;

&#160;]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Tendências Dominantes da Poesia Portuguesa da Década de 50</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/tendencias-dominantes-da-poesia-portuguesa-da-decada-de-50/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 01:26:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O autor define década, neste contexto, como um conceito crítico «aplicável a uma secção de tempo histórico e aos seus valores e estruturas dominantes», em que a preocupação primordial é a polifonia, ou seja, captar as «opções vivas» que se puseram aos poetas no período.
As (grandes) tendências são 4: a dos surrealistas; a dos que conciliam os valores da tradição com a modernidade; a dos que se arrogam de «fidelidade ao humano» e a que configura uma segunda geração neo-realista.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Fernando J.B. Martinho (Portalegre, 1938) foi Leitor de Português nas Universidades de Bristol e da Califórnia e é professor aposentado da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Os seus estudos têm incidido especialmente sobre a poesia portuguesa contemporânea. Publicou <i>Pessoa e a Moderna Poesia Portuguesa – do «Orpheu» a 1960</i> (2.ª ed., 1991), <i>Pessoa e os Surrealistas</i> (1988), <i>Mário de Sá Carneiro e o(s) Outro(s)</i> (1990), <i>Tendências Dominantes da Poesia Portuguesa da Década de 50</i> (2.ª ed., 2013 – Prémio de Ensaio do Pen Clube Português), <i>Jorge de Sena «aqui no meio de nós»</i> (2007 – Prémio Jorge de Sena), tendo ainda publicado dois livros de poesia, <i>Resposta a Rorschach</i> (1970) e <i>Razão Sombria</i> (1980). Coordenou, em 2004, o livro Literatura Portuguesa do Século XX, Lisboa, encarregando se da redação do capítulo respeitante à poesia. Prefaciou obras de, entre outros, Adolfo Casais Monteiro, António Ramos Rosa, Sophia de Mello Breyner Andresen, Jorge de Sena, Eugénio de Andrade, António Reis, João Rui de Sousa, António Osório e Ruy Belo. Recebeu em 2015, pelo conjunto da sua obra, o Prémio Fundação Inês de Castro.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Nova Síntese &#8211; Parte I – Falecimento e funeral de Alves Redol – Parte II – Origens do Partido Comunista Português</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/parte-i-falecimento-e-funeral-de-alves-redol-parte-ii-origens-do-partido-comunista-portugues/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 01:11:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A primeira parte deste Caderno <i>Nova Síntese</i> é dedicado ao falecimento e funeral de Alves Redol, mostrando a popularidade que o escritor tinha na época e o impacte da sua obra na população portuguesa. O autor conseguiu, através da imprensa e de testemunhos, listar grande parte das pessoas que estiveram presentes no velório na Casa da Imprensa e no funeral - considerado o maior realizado em Vila Franca de Xira - grupos sociais que Redol contactou e retratou, avieiros, camponeses da Lezíria, gente do Douro, pescadores da Nazaré, operários, e escritores, artistas plásticos, universitários, jornalistas, colaboradores e dirigentes de colectividades.

Transcreve parte do que noticiaram os jornais nas primeiras páginas aquando do falecimento, a grandiosidade do funeral, a respectiva reportagem, o que escreveram os jornais e várias personalidades sobre o homem e a obra. Numa segunda parte, os textos e as entrevistas historiam as origens do Partido Comunista Português no concelho de Vila Franca de Xira ainda nos anos 30, nas quais participaram António Dias Lourenço e Alves Redol e, mais tarde, muitos outros.

Foi ainda possível entrevistar nos anos 80 muitos militantes dos anos 40, em particular, participantes na Greve de 8 e 9 de Maio de 1944, os mecanismos de acção do Partido, a acção de militantes importantes na época. Depois, historiam-se alguns aspectos das origens do PCP no país, nomeadamente, o Socorro Vermelho Internacional, o jornal <i>Correspondência Comunista</i>, a Federação Maximalista, a presença de refugiados da Guerra Civil de Espanha, a posição anti-comunista e pró-Estado Novo da Igreja Católica.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[A primeira parte deste Caderno <i>Nova Síntese</i> é dedicado ao falecimento e funeral de Alves Redol, mostrando a popularidade que o escritor tinha na época e o impacte da sua obra na população portuguesa. O autor conseguiu, através da imprensa e de testemunhos, listar grande parte das pessoas que estiveram presentes no velório na Casa da Imprensa e no funeral - considerado o maior realizado em Vila Franca de Xira - grupos sociais que Redol contactou e retratou, avieiros, camponeses da Lezíria, gente do Douro, pescadores da Nazaré, operários, e escritores, artistas plásticos, universitários, jornalistas, colaboradores e dirigentes de colectividades.

Transcreve parte do que noticiaram os jornais nas primeiras páginas aquando do falecimento, a grandiosidade do funeral, a respectiva reportagem, o que escreveram os jornais e várias personalidades sobre o homem e a obra. Numa segunda parte, os textos e as entrevistas historiam as origens do Partido Comunista Português no concelho de Vila Franca de Xira ainda nos anos 30, nas quais participaram António Dias Lourenço e Alves Redol e, mais tarde, muitos outros.

Foi ainda possível entrevistar nos anos 80 muitos militantes dos anos 40, em particular, participantes na Greve de 8 e 9 de Maio de 1944, os mecanismos de acção do Partido, a acção de militantes importantes na época. Depois, historiam-se alguns aspectos das origens do PCP no país, nomeadamente, o Socorro Vermelho Internacional, o jornal <i>Correspondência Comunista</i>, a Federação Maximalista, a presença de refugiados da Guerra Civil de Espanha, a posição anti-comunista e pró-Estado Novo da Igreja Católica.]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Nova Síntese – Textos e contextos do neorealismo, n.º 10 (2015)</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/nova-sintese-textos-e-contextos-do-neorealismo-n-o-10-2015/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 01:07:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O presente número da revista Nova Síntese é dedicado às relações do neorrealismo com as artes visuais. O tema impõe-se, desde logo, pela natureza específica de uma ligação profícua e complexa (contrariando assim algumas ideias comuns que proliferam ainda na história da arte do nosso país) e que motivou o empenho de muitos dos melhores artistas da terceira geração modernista portuguesa, com expressão desde meados dos anos 40 até ao final da década seguinte. Apesar de a produção de obras de arte inspiradas por alguns princípios estéticos e éticos identificados com o movimento neorrealista ter dominado sobretudo a arte moderna portuguesa no período do imediato pós-guerra, uma poética sensível aos temas sociais, com sentido mais ou menos crítico e reivindicativo, fez o seu caminho ao longo dos anos 50 até se associar, lentamente, a uma opção mais individual de observação e prática em torno de uma nova figuração inspirada já por outras coordenadas, como podemos ler na interpretação proposta por Fernando Rosa Dias, no primeiro e mais extenso ensaio desta edição.

Diríamos que, durante pouco mais de quinze anos, o neorrealismo esteve presente no percurso, no imaginário e nos desenvolvimentos da arte portuguesa de um modo que merece não apenas ser reconhecido como reinterpretado, sob a ótica de novas linhas de investigação que contribuam finalmente para desfazer mitos e ideias pouco produtivas sobre a sua importância no panorama artístico do século XX português. Essa mesma ideia havia já presidido ao conjunto de ensaios sobre artes plásticas, fotografia e cinema que fora publicado pelo Museu do Neo-Realismo em 2007, aquando da apresentação do livro-catálogo da exposição permanente do museu vila-franquense, intitulada Batalha pelo Conteúdo - Movimento Neo-Realista Português.

Passada uma década sobre esse primeiro balanço, julgámos ser oportuno lançar de novo o desafio a alguns investigadores portugueses para sobre esta matéria se pronunciarem ou promoverem a publicação de alguns contributos entretanto confirmados. Nessa medida, este número da Nova Síntese apresenta nove ensaios que investem noutras leituras sobre alguns aspetos artísticos centrados ou tangenciais ao neorrealismo e que, estamos certos, contribuirão de modo decisivo e influente para uma nova luz sobre o tema. (…)
[Da Apresentação, David Santos]

Número de páginas: 248]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a class="name font-medium text-black" title="Vítor Viçoso - autor" href="https://www.wook.pt/autor/vitor-vicoso/47773/122" target="_self" rel="noopener">Vítor Viçoso</a></p>
<div class="biography">
<p>Vítor Viçoso é professor aposentado da Faculdade de Letras de Lisboa, onde se doutorou em Literatura Portuguesa (1989). Publicou diversos ensaios em revistas e volumes coletivos, com particular incidência em temas e autores do Romantismo, do Decadentismo-Simbolismo e do Neo-Realismo. De destacar o livro <i>A Máscara e o Sonho – Vozes, Imagens e Símbolos na Ficção de Raul Brandão</i> (2021; 2.ª ed. revista e aumentada) e <i>A Narrativa no Movimento Neo-Realista – As vozes Sociais e os Universos da Ficção</i> (2011).</p>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Nova Síntese nº 12 &#8211; Neo Realismo no Cinema</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/nova-sintese-no-12-neo-realismo-no-cinema/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 01:07:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Neo-Realismo no cinema é sobretudo conotado com o cinema italiano do pós-guerra e com diversos autores que, todavia, nos anos 50 começam a divergir das tendências iniciais, definidas essencialmente como um humanismo atento às realidades sociais. A tendência realista perdura ainda nos cinemas novos dos anos 60, mesmo quando se revela como divergência estética, o que nos abre uma maior latitude nesta abordagem. As sementes deste movimento, que se tornou de sucesso internacional, medraram noutros países que receberam essa proposta de cinema como modelo, influência e estímulo. Assim nasceram correntes neo-realistas peculiares em países de língua latina, como França, Espanha, Portugal, Brasil, Argentina, México, etc. - conjunto que, delimitando um vasto circuito de intercâmbios linguísticos, culturais e artísticos, não será aqui mais do que levemente aflorado.

O número 12 da revista Nova Síntese, dedicado ao cinema, permitirá esboçar algumas ligações entre os cinemas italiano, francês, português, brasileiro e cabo-verdiano, deixando para outras incursões todo o restante território inexplorado do cinema realista e seus impactos na história da cultura local e global. Há toda uma nova revisão histórica a fazer sobre este movimento, tanto analítica como teoricamente.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Vítor Viçoso é professor aposentado da Faculdade de Letras de Lisboa, onde se doutorou em Literatura Portuguesa (1989). Publicou diversos ensaios em revistas e volumes coletivos, com particular incidência em temas e autores do Romantismo, do Decadentismo-Simbolismo e do Neo-Realismo. De destacar o livro <i>A Máscara e o Sonho – Vozes, Imagens e Símbolos na Ficção de Raul Brandão</i> (2021; 2.ª ed. revista e aumentada) e <i>A Narrativa no Movimento Neo-Realista – As vozes Sociais e os Universos da Ficção</i> (2011).</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Nova Síntese – n.º 13</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/nova-sintese-n-o-13/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 01:07:22 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://edi-colibri.pt/produto/nova-sintese-n-o-13/</guid>

					<description><![CDATA[Nos últimos cerca de quinze anos, tem vindo a tornar¬ se mais intensa e consistente a investigação sobre o teatro criado no universo do Neo- Realismo português, nas vertentes da escrita e da prática performativa, compreendendo os seus mais assumidos representantes e outros que, não se reconhecendo como tal, evidenciaram essa influência nas suas criações artísticas.
Disso mesmo são sintomáticos o volume e a diversidade de dissertações de mestrado e de teses de doutoramento disponíveis nos Repositórios Científicos de Acesso Aberto de Portugal (cf. www.rcaap.pt), bem como, por exemplo, o surpreendente levantamento de estudos publicados no Brasil, apresentado por António Mota Redol, o qual, incidindo apenas em literatura, inclui um significativo conjunto de trabalhos sobre teatro (<i>Nova Síntese</i>, 2013, p. 117-275), ou, ainda, o extenso número de entradas sobre espetáculos criados na esfera neo-realista disponível na CETBase - Teatro em Portugal, a maior base de dados nacional sobre teatro, disponível on line, com coordenação científica de Maria Helena Serôdio (http:// ww3.fl.ul.pt/CETbase/).
Igualmente relevante tem sido a crescente consideração dos percursos teatrais de vários neo¬ realistas no âmbito da atividade do Museu do Neo-Realismo e da Associação Promotora do Museu do Neo-Realismo, em ambos os casos conferindo¬ lhes visibilidade em exposições, publicações e eventos de divulgação científica, nacionais e internacionais, de que vêm sendo organizadores ou parceiros.
[da Apresentação]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Vítor Viçoso é professor aposentado da Faculdade de Letras de Lisboa, onde se doutorou em Literatura Portuguesa (1989). Publicou diversos ensaios em revistas e volumes coletivos, com particular incidência em temas e autores do Romantismo, do Decadentismo-Simbolismo e do Neo-Realismo. De destacar o livro <i>A Máscara e o Sonho – Vozes, Imagens e Símbolos na Ficção de Raul Brandão</i> (2021; 2.ª ed. revista e aumentada) e <i>A Narrativa no Movimento Neo-Realista – As vozes Sociais e os Universos da Ficção</i> (2011).</p>
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		<title>Neo-Realismo e Infância</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/neo-realismo-e-infancia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 01:06:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
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<div class="column">

O presente volume, inserido na Colecção Cadernos Nova Síntese, é a sequência de um projecto de maior fôlego: a Exposição temporária “Miúdos, a vida às mãos cheias – A infância do Neo- Realismo português”, com curadoria de Carina Infante do Carmo e Violante F. Magalhães, que esteve patente no Museu do Neo- Realismo, Vila Franca de Xira, entre 14 de Dezembro de 2017 e 30 de Setembro de 2018. Este projecto teve por principal objectivo pensar e ilustrar como o estrato etário infantil mereceu a atenção continuada e multidisciplinar dos neo-realistas.

O leitmotiv deste Caderno é, pois, a infância na criação artística e no pensamento neo-realista, incluindo o contexto histórico. Desde cedo que há uma reflexão sobre a infância neste Movimento, nomeadamente por parte de Bento de Jesus Caraça, e em obras literárias dos neo-realistas, para adultos. Nesta literatura, a criança é o emblema de uma sociedade muito desigual e castradora, mas também da capacidade humana para a aventura e o sonho. As obras para crianças foram mais tardias, já que ganharam élan nas décadas de 1950-60, beneficiando de estruturas editoriais mais sólidas, da consagração dos autores e das obras dentro do campo literário, e até da abertura discretíssima dos manuais escolares.

</div>
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<div class="column">

(...)

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[DA APRESENTAÇÃO)

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</div>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
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O presente volume, inserido na Colecção Cadernos Nova Síntese, é a sequência de um projecto de maior fôlego: a Exposição temporária “Miúdos, a vida às mãos cheias – A infância do Neo- Realismo português”, com curadoria de Carina Infante do Carmo e Violante F. Magalhães, que esteve patente no Museu do Neo- Realismo, Vila Franca de Xira, entre 14 de Dezembro de 2017 e 30 de Setembro de 2018. Este projecto teve por principal objectivo pensar e ilustrar como o estrato etário infantil mereceu a atenção continuada e multidisciplinar dos neo-realistas.

O leitmotiv deste Caderno é, pois, a infância na criação artística e no pensamento neo-realista, incluindo o contexto histórico. Desde cedo que há uma reflexão sobre a infância neste Movimento, nomeadamente por parte de Bento de Jesus Caraça, e em obras literárias dos neo-realistas, para adultos. Nesta literatura, a criança é o emblema de uma sociedade muito desigual e castradora, mas também da capacidade humana para a aventura e o sonho. As obras para crianças foram mais tardias, já que ganharam élan nas décadas de 1950-60, beneficiando de estruturas editoriais mais sólidas, da consagração dos autores e das obras dentro do campo literário, e até da abertura discretíssima dos manuais escolares.

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[DA APRESENTAÇÃO)

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		<title>Neo-Realismo Português e Realismo no Mundo</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/neo-realismo-portu-gue%cc%82s-e-realismo-no-mundo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 01:06:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[«Os exercícios comparatistas têm tido ao longo da vida da Nova Síntese um papel relevante. O Caderno que agora apresentamos é um bom exemplo dessa tendência, pois procurou-se reunir nele colaborações que estabelecessem paralelismos, evidenciassem traços comuns, intersecções e similitudes entre o Neo-Realismo português e alguns dos seus autores e realismos de outras gentes e paragens. Assim, numa primeira secção, dedicada exclusivamente à literatura, fazem-se comparações, procuram-se influências e confrontam-se pontos de vista. A concluir, traça-se o percurso de uma vida e de uma obra hoje pouco estudada, mas que de modo algum deve ser esquecida: refiro-me ao artigo sobre Ferreira de Castro.»

[da "Apresentação" de José Manuel de Vasconcelos]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Autores: José Manuel de Vasconcelos e António Mota Redol</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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