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	<title>Musicografia &#8211; Edições Colibri</title>
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	<title>Musicografia &#8211; Edições Colibri</title>
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		<title>Um Movimento Musical como nunca houve em Portugal</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/um-movimento-musical-como-nunca-houve-em-portugal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 01:29:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA["A pesquisa minuciosa, o tratamento rigoroso, e a análise arguta e historicamente informada de todos os aspectos sociais, culturais e económicos dessa actividade musical - com particular relevo para o intenso surto de associativismo - fornecem-nos uma perspectiva e um entendimento totalmente novos da nossa vida musical desse período, em que as motivações diferentes e em certos casos contraditórias dos diversos intervenientes (traduzindo-se por vezes em rivalidades intensas) nos ajudam a perceber pela primeira vez muitas questões para as quais a musicologia portuguesa não tinha até hoje encontrado uma resposta adequada. […] Este estudo de Francesco Esposito constitui assim um importante contributo para a compreensão do nosso século XIX musical, vindo ocupar sem sombra de dúvida um lugar de destaque na historiografia musical sobre esse período".
[Manuel Carlos de Brito]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Francesco Esposito é membro do CESEM e do Núcleo de Estudos da História da Música Luso-Brasileira (Caravelas). Depois da formação em Piano e em História da Música em Nápoles, viveu em Portugal onde se doutorou em Ciências Musicais Históricas na Universidade Nova de Lisboa e leccionou em diversas instituições portuguesas. Autor de artigos sobre a vida musical oitocentista, colaborou com as últimas edições de New Grove, MGG e Istituto della Enciclopedia Italiana e ganhou a V edição do Premio Liszt com um ensaio sobre a estadia lisboeta de Franz Liszt.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Música e História &#8211; Estudos de Homenagem a Manuel Carlos Brito</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/musica-e-historia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 01:06:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Este volume pretende assinalar o lugar de destaque que Manuel Carlos de Brito tem ocupado no campo da História da Música, não só em Portugal, a cujo passado musical dedicou a maioria dos seus estudos, como além-fronteiras. ¶ Enquanto musicólogo, Manuel Carlos de Brito adoptou como princípios orientadores a actualização científica, a perspectiva cosmopolita da investigação e a defesa de «um campo unificado da musicologia onde os seus diversos ramos possam colaborar, orientados por uma perspectiva por assim dizer antropológica dos fenómenos musicais». O seu principal campo de investigação abrange a música dos séculos XVII a XIX, particularmente o estudo da ópera em Portugal no século XVIII. À distância, esta abordagem à vida musical em Portugal que põe de parte os preconceitos dogmáticos e procura perspectivas inovadoras solidamente escoradas na documentação constitui um dos maiores contributos de Manuel Carlos de Brito para a disciplina.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Manuel Pedro Ferreira</strong>:<br />
Musicólogo especializado no repertório do Ocidente Europeu da época medieval, Manuel Pedro Ferreira tem publicado não só sobre essa época, como sobre música do Renascimento e do século XX. Em 1995 fundou o grupo Vozes Alfonsinas, que desde então dirige, dedicado especialmente à divulgação, em concerto ou gravação, da música medieval. Paralelamente, é compositor e crítico musical.</p>
<p><strong>Teresa Cascudo</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Maestro e Etnógrafo Vergílio Pereira</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/maestro-e-etnografo-vergilio-pereira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 01:00:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="layoutArea">
<div class="column">

Dando início à série Músicos Ocultos, este estudo biográfico analisa itinerários de Vergílio Pereira pelo canto em coro amador e etnografia musical, em meados do século XX. Partilhando com o republicanismo um ideal utópico de transformação social Vergílio Pereira interveio na sociedade que lhe era contemporânea, instigando reformulações no pensamento e nos valores dominantes, fosse com a vivência exemplar de novos sentidos sociais e identidades proporcionada pela performance do canto coletivo amador, ou com a etnografia extensiva da música folclórica.

** *

Esta monografia sobre Vergílio Pereira ancora-se num conjunto alargado de fontes primárias, a maioria das quais, até agora, desconhecida pelos estudiosos.
A análise destas fontes traz à tona as ideologias, a agentividade de indivíduos e instituições e o seu papel na configuração, sustentação e articulação dos movimentos folclórico e orfeónico em Portugal.

[Salwa Castelo-Branco]

</div>
</div>
</div>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<p>MARIA DO ROSARIO PESTANA – Doutorada em Etnomusicologia pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa é Professora Auxiliar e integra o Instituto de Etnomusicologia, Centro de Estudos em Música e Dança. Desenvolve investigação de arquivo e de campo que resultou em publicações sobre: folclore e folclorização, música e migração, comunidades musicais, associativismo musical e indústrias culturais. Publicações recentes incluem a coordenação editorial dos livros Cantar em coro em Portugal (1880-2014): protagonistas, contextos e percursos (2015) e Cantar no Alentejo: a terra, o passado e o presente (2017, com Luísa Tiago de Oliveira). Coordena atualmente os projetos “A nossa música, o nosso mundo: Associações musicais, bandas filarmónicas e comunidades locais (1880-2018)” e “Práticas sustentáveis: um estudo sobre o pós-folclorismo em Portugal no século XXI”, financiados pela FCT e o Balcão2020</p>
</div>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>«Fin qui ho parlato…» A condição profissional dos músicos na Lisboa oitocentista e outros ensaios</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/fin-qui-ho-parlato/</link>
					<comments>https://edi-colibri.pt/produto/fin-qui-ho-parlato/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Mar 2024 23:38:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O presente volume reúne um conjunto de textos da autoria do musicólogo Francesco Esposito (1964-2020), seleccionados e organizados por um grupo de amigos e colegas, que assim prestam homenagem à sua memória e ao seu legado. Trata-se de uma série de artigos e capítulos de livros, escritos entre 1999 e 2020, que se encontravam dispersos por diversas publicações científicas nacionais e internacionais, precedidos por um inédito, mais concretamente uma das últimas comunicações orais que Esposito proferiu e que versava um dos seus recentes interesses de investigação: a relação de Rossini com a realeza portuguesa. A ordenação dos textos parte do mais recente para o mais antigo, permitindo acompanhar em retrospectiva o seu percurso como investigador e temáticas que lhe eram caras, para as quais contribuiu com perspectivas inovadoras: da vida musical e do associativismo profissional dos músicos na Lisboa liberal à actividade pianística em Nápoles, passando pela crítica musical. Em vários destes textos é possível descortinar a questão que conduzia o seu trabalho nos últimos anos e viria a dar origem ao projecto a que se dedicava quando foi surpreendido pela morte: «Ser Músico em Portugal».
<p style="text-align: center">* * *</p>
«Num contexto tradicionalmente caracterizado pelo protagonismo das estrelas das companhias italianas e que não permite ainda a emancipação dos serviços tradicionais constituídos por funções privadas e públicas e, em definitivo, de um sistema de encomendas e patrocínios que remete para uma prática e uma mentalidade musical de cunho antigo, o músico lisboeta geralmente é marcado, nestes anos, por um forte sedentarismo e, dado em parte consequente, por um forte corporativismo que parecem nos antípodas do individualismo intrínseco ao novo concertismo oitocentista» (p. 122).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>FRANCESCO ESPOSITO (1964-2020) diplomou-se em Piano e História da Música em Nápoles, antes de se doutorar em Ciências Musicais na Universidade Nova de Lisboa. Foi investigador do CESEM e do INET -md (NOVA FCSH), membro do Caravelas – Núcleo de Estudos da História da Música Luso-Brasileira e co-IR do projecto PROFMUS – <em>Ser Músico em Portugal: a condição socioprofissional dos músicos em Lisboa (1750-1985)</em>. Leccionou em diversas instituições portuguesas e foi autor de vários artigos e de uma importante monografia sobre a vida musical lisboeta oitocentista: <em>«Um Movimento Musical como nunca houve em Portugal»: Associativismo musical e vida concertística na Lisboa liberal </em>(Colibri 2016). Em 2011 venceu a V edição do Prémio Liszt, com um ensaio sobre a estadia de Franz Liszt em Lisboa em 1845.</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Escola de Música da Sé de Évora</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/escola-de-musica-da-se-de-evora/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Dec 2019 00:44:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Eborae Música - Associação Musical de Évora estreou com a apresentação do Coro Polifónico, Coro Infantil e Cantores Solistas, em Setembro de 1987, num Concerto integrado no certame <i>Os Povos e as Artes</i>. Tem como objetivos a interpretação e divulgação da Música, em especial da Obra dos grandes Mestres Compositores da Escola de Música da Sé de Évora, fomentar a aprendizagem do Canto, da Formação Musical e a formação de Músicos em vários instrumentos, contribuindo para a valorização pessoal e social de crianças, jovens e adultos. a Associação organiza, anualmente, entre outras atividades, as Jornadas Internacionais <i>Escola de Música da Sé de Évora</i> que já tiveram vinte e duas edições, o Ciclo de Concertos <i>A Quaresma na Escola de Música da Sé de Évora</i> que conta já com dezassete edições e vários Concertos pelo Coro Polifónico <i>Eborae Mvsica</i> para a divulgação da Obra dos Mestres da Escola de Música da Sé de Évora (sécs. XVI e XVII).

Decorridos quinze anos da publicação do primeiro livro de conferências sobre a Escola de Música da Sé de Évora, realizadas nas seis edições das Jornadas Internacionais que aconteceram até 2003, temos concretizado, com regularidade, até hoje, as Jornadas Internacionais <i>Escola de Música da Sé de Évora</i>. a perseverança que caracterizou o trabalho do Cónego José Augusto Alegria, durante mais de sessenta anos, no estudo, investigação e valorização do que foi a Escola de Música da Sé de Évora, continua a ser um incentivo e uma forma de homenagear o seu legado que se mantém com uma clara e inequívoca importância para o conhecimento da obra dos Mestres Polifonistas da Sé de Évora, nos séculos XVI e XVII, a qual deu um enorme prestígio à cidade de Évora.

O Cónego José Augusto Alegria (nascido em Évora, 1917) teve um papel importantíssimo para o desenvolvimento da atividade da Associação nomeadamente no que diz respeito ao Coro Polifónico pois foi sempre a figura presente no arranque do mesmo com permanente disponibilidade para acompanhar o trabalho que desenvolvemos incentivando e motivando o que deu uma dimensão mais larga ao seu papel de investigador e pessoa empenhada na valorização da polifonia eborense; o seu incentivo traduziu-se também na cedência de algumas partituras, presença nos ensaios e gravação do primeiro CD, e nas primeiras seis edições das Jornadas Internacionais <i>Escola de Música da Sé de Évora</i> em que participou proferindo a conferência de Abertura e assistindo aos Concertos. Foi Doutorado <i>Honoris Causa</i> pela Universidade de Évora em 1988.

Número de páginas: 356]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[A Eborae Música - Associação Musical de Évora estreou com a apresentação do Coro Polifónico, Coro Infantil e Cantores Solistas, em Setembro de 1987, num Concerto integrado no certame <i>Os Povos e as Artes</i>. Tem como objetivos a interpretação e divulgação da Música, em especial da Obra dos grandes Mestres Compositores da Escola de Música da Sé de Évora, fomentar a aprendizagem do Canto, da Formação Musical e a formação de Músicos em vários instrumentos, contribuindo para a valorização pessoal e social de crianças, jovens e adultos. a Associação organiza, anualmente, entre outras atividades, as Jornadas Internacionais <i>Escola de Música da Sé de Évora</i> que já tiveram vinte e duas edições, o Ciclo de Concertos <i>A Quaresma na Escola de Música da Sé de Évora</i> que conta já com dezassete edições e vários Concertos pelo Coro Polifónico <i>Eborae Mvsica</i> para a divulgação da Obra dos Mestres da Escola de Música da Sé de Évora (sécs. XVI e XVII).

Decorridos quinze anos da publicação do primeiro livro de conferências sobre a Escola de Música da Sé de Évora, realizadas nas seis edições das Jornadas Internacionais que aconteceram até 2003, temos concretizado, com regularidade, até hoje, as Jornadas Internacionais <i>Escola de Música da Sé de Évora</i>. a perseverança que caracterizou o trabalho do Cónego José Augusto Alegria, durante mais de sessenta anos, no estudo, investigação e valorização do que foi a Escola de Música da Sé de Évora, continua a ser um incentivo e uma forma de homenagear o seu legado que se mantém com uma clara e inequívoca importância para o conhecimento da obra dos Mestres Polifonistas da Sé de Évora, nos séculos XVI e XVII, a qual deu um enorme prestígio à cidade de Évora.

O Cónego José Augusto Alegria (nascido em Évora, 1917) teve um papel importantíssimo para o desenvolvimento da atividade da Associação nomeadamente no que diz respeito ao Coro Polifónico pois foi sempre a figura presente no arranque do mesmo com permanente disponibilidade para acompanhar o trabalho que desenvolvemos incentivando e motivando o que deu uma dimensão mais larga ao seu papel de investigador e pessoa empenhada na valorização da polifonia eborense; o seu incentivo traduziu-se também na cedência de algumas partituras, presença nos ensaios e gravação do primeiro CD, e nas primeiras seis edições das Jornadas Internacionais <i>Escola de Música da Sé de Évora</i> em que participou proferindo a conferência de Abertura e assistindo aos Concertos. Foi Doutorado <i>Honoris Causa</i> pela Universidade de Évora em 1988.

Número de páginas: 356]]></content:encoded>
					
		
		
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