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	<title>Musicologia &#8211; Edições Colibri</title>
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	<title>Musicologia &#8211; Edições Colibri</title>
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	<item>
		<title>Um Movimento Musical como nunca houve em Portugal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 01:29:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA["A pesquisa minuciosa, o tratamento rigoroso, e a análise arguta e historicamente informada de todos os aspectos sociais, culturais e económicos dessa actividade musical - com particular relevo para o intenso surto de associativismo - fornecem-nos uma perspectiva e um entendimento totalmente novos da nossa vida musical desse período, em que as motivações diferentes e em certos casos contraditórias dos diversos intervenientes (traduzindo-se por vezes em rivalidades intensas) nos ajudam a perceber pela primeira vez muitas questões para as quais a musicologia portuguesa não tinha até hoje encontrado uma resposta adequada. […] Este estudo de Francesco Esposito constitui assim um importante contributo para a compreensão do nosso século XIX musical, vindo ocupar sem sombra de dúvida um lugar de destaque na historiografia musical sobre esse período".
[Manuel Carlos de Brito]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Francesco Esposito é membro do CESEM e do Núcleo de Estudos da História da Música Luso-Brasileira (Caravelas). Depois da formação em Piano e em História da Música em Nápoles, viveu em Portugal onde se doutorou em Ciências Musicais Históricas na Universidade Nova de Lisboa e leccionou em diversas instituições portuguesas. Autor de artigos sobre a vida musical oitocentista, colaborou com as últimas edições de New Grove, MGG e Istituto della Enciclopedia Italiana e ganhou a V edição do Premio Liszt com um ensaio sobre a estadia lisboeta de Franz Liszt.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Peças de um Mosaico &#8211; Temas de História da Música referentes a Portugal e ao Brasil</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/pecas-de-um-mosaico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 01:12:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA["Peças de um mosaico, pois esta coletânea nunca pretendeu ser mais do que uma série de ensaios independentes, embora, em diversos casos, relacionados entre si - peças que, no seu conjunto, contribuem para um quadro vasto e complexo, que é a história da música em Portugal, incluindo, como elemento indispensável, aspetos da história da música em território ultramarino, designadamente, no Brasil [...] abrangendo um período de cerca de 300 anos, desde o século XVII até às primeiras décadas do século XX."
[David Cranmer]

"Não é […] por demais sublinhar a riqueza e variedade de perspectivas que estas peças de um mosaico nos oferecem e que tornam este livro de leitura obrigatória para quantos, sejam eles investigadores, músicos, ou até leitores não especializados, se interessam pela história da música em Portugal […]. Peças que vêm preencher lacunas importantes e lançar luz sobre vários aspectos dessa história que se mantinham até hoje na obscuridade."
[Manuel Carlos de Brito]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>David Cranmer é docente no Departamento de Ciências Musicais da Universidade Nova de Lisboa (FCSH) e membro do CESEM, onde coordena o Grupo <i>Música no Período Moderno</i>.<br />
É igualmente investigador responsável pelo projeto Marcos Portugal, assim como pelo Caravelas – Núcleo de Estudos da História da Música Luso-Brasileira.<br />
É ainda coautor (com Manuel Carlos de Brito) de <i>Crónicas da vida musical portuguesa na primeira metade do século XIX</i> (1990), autor de <i>Laudate Domino: introdução à música sacra</i> (2009) e de <i>Música no D. Maria II: catálogo da coleção de partituras</i> (2015), e editor de <i>Mozart, Marcos Portugal e o seu tempo</i> (2010), de <i>David Perez: Variazioni per mandolino</i> (2011) e de <i>Marcos Portugal: uma reavaliação</i> (2012).</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O Maestro António Joaquim Lourenço</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/o-maestro-antonio-joaquim-lourenco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 01:08:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="layoutArea">
<div class="column">

A reconstituição da vida e obra de alguém, através da realização du- ma biografia, é também uma forma de criar ou avivar conhecimento sobre acontecimentos inseridos num determinado contexto sociocultural e interligar

factos por vezes dispersos, que facilmente caem no esquecimento, mas que no seu conjunto foram importantes na construção de uma identidade que ajudou a moldar aquilo que ainda hoje somos ou a que pertencemos.

António Joaquim Lourenço foi o maestro fundador do Coro Regina Coeli de Lisboa tendo contribuído com a sua ação para as mutações que se verificaram no movimento coral português a partir de meados dos anos sessenta e nos anos setenta do século XX, num contexto impulsionado, em parte, pela criação do Coro Gulbenkian e pela dinâmica implementada pela própria Fundação, entre outras institui- ções, na dinamização de grupos corais e na formação de maestros.

***

O Maestro António Joaquim Lourenço marcou profundamente a vida de quem com ele conviveu. A sua personalidade, o caráter, a sua vastíssima cultura, a sua religiosidade, a sua inteligência, a sua amizade, deixaram marcas profundas em todos quantos tiveram a felicidade de com ele percorrer uma parte do caminho.

[MARIA JOÃO LIMA, 2017, Notas de Programa do Concerto dos Maestros, integrado nas comemorações de 50 anos do Coro Regina de Lisboa, realizado na Academia das Ciências de Lisboa no dia 4 de fevereiro]

</div>
</div>
</div>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="section">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<p>ANTÓNIO VASSALO LOURENÇO Maestro Titular e Diretor Artístico da Orquestra Filarmonia das Beiras desde 1999 e responsável pelas classes de Coro, Orquestra e Direção da Universidade de Aveiro desde 1997, foi ainda Maestro Assistente da Concert Orchestra da Universidade de Cincin- nati entre 1996 e 1997 e Diretor Artístico e Maestro Titular do Coro Regi- na Coeli de Lisboa entre 1983 e 2008.</p>
<p>Em 1996 terminou o mestrado em Direção de Coro e Orquestra pela Uni- versidade de Cincinnati (EUA), onde também foi Professor Assistente, ten- do concluído o Doutoramento em Direção de Orquestra em 2005. Nesta universidade estudou Orquestração com Samuel Adler, Direção de Coro com Elmar Thomas, Earl Rivers e John Leman e Direção de Orquestra com o Maestro e Compositor Gerhard Samuel e ainda com Christopher Zim- merman, de quem foi Assistente de Direção.</p>
<p>Foi Diretor Artístico do Festival Internacional de Música de Aveiro, entre 2000 e 2004 e, em 2006, criou o Estúdio de Ópera de Centro. Atualmente é também Diretor Artístico do Festival Música em Leiria.</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Música e História &#8211; Estudos de Homenagem a Manuel Carlos Brito</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/musica-e-historia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 01:06:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Este volume pretende assinalar o lugar de destaque que Manuel Carlos de Brito tem ocupado no campo da História da Música, não só em Portugal, a cujo passado musical dedicou a maioria dos seus estudos, como além-fronteiras. ¶ Enquanto musicólogo, Manuel Carlos de Brito adoptou como princípios orientadores a actualização científica, a perspectiva cosmopolita da investigação e a defesa de «um campo unificado da musicologia onde os seus diversos ramos possam colaborar, orientados por uma perspectiva por assim dizer antropológica dos fenómenos musicais». O seu principal campo de investigação abrange a música dos séculos XVII a XIX, particularmente o estudo da ópera em Portugal no século XVIII. À distância, esta abordagem à vida musical em Portugal que põe de parte os preconceitos dogmáticos e procura perspectivas inovadoras solidamente escoradas na documentação constitui um dos maiores contributos de Manuel Carlos de Brito para a disciplina.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Manuel Pedro Ferreira</strong>:<br />
Musicólogo especializado no repertório do Ocidente Europeu da época medieval, Manuel Pedro Ferreira tem publicado não só sobre essa época, como sobre música do Renascimento e do século XX. Em 1995 fundou o grupo Vozes Alfonsinas, que desde então dirige, dedicado especialmente à divulgação, em concerto ou gravação, da música medieval. Paralelamente, é compositor e crítico musical.</p>
<p><strong>Teresa Cascudo</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Música Católica em Macau no Século XX &#8211; Os Compositores e as suas Obras Vocais num contexto histórico único</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/musica-catolica-em-macau-no-seculo-xx/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 01:06:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA["O trabalho do professor Dai permite-nos conhecer que a música católica surgiu em Macau, desde os primeiros dias como porto comercial. Um sistema cultural relativamente intacto, que constituiu um dos indícios mais importantes e fundamentais da história da música em Macau. [Este livro] é o resultado inevitável do desenvolvimento da música nos tempos modernos.
[Lei Pang Chu (Escritor e ex-diretor de Macao Daily News)]

A música católica em Macau, no século XX, é um importante trabalho de pesquisa da antropologia musical. Este trabalho forneceu detalhes relativos à história do intercâmbio musical Sino-Ocidental e à história do desenvolvimento da música religiosa. Também nos relembra que o desenvolvimento da música em Hong Kong, Macau e Taiwan é fundamental e indispensável para a história da música chinesa. A pesquisa de Dai expandiu o espólio da história musical da China para as comunidades chinesas no mundo.
[Lin Hua (Professor do Conservatório de Música de Shanghai e Compositor)]

Nos meados do século XVI, a música ocidental entrou num florescente período renascentista, orientado pelo saber do Humanismo. A música medieval católica teve um longo processo de formação, desde a monofonia à polifonia (Dai Dingcheng, 2000, p. 148), atingindo a idade de ouro da música modal, na sua forma típica a cappella (sacra ou secular). No mesmo período do século XVI, a cultura musical da China continental desfrutou de uma civilização chinesa bastante diferente, marcada pela música de corte, pela música folclórica, pela música de literato e pela música religiosa (Taoista e Budista). As múltiplas escolas de música formaram uma emocionante paisagem sonora. Na fronteira com o mar do Sul da China, Macau era um pequeno e primitivo porto de pesca, quando recebeu pela primeira vez viajantes Portugueses. Após o ano 1553, os moradores desta aldeia piscatória observaram com curiosidade os novos colonos (Jin Guoping &#38; Wu Zhiliang, 2002, pp. 47-68), mas não esperavam que a cultura da música católica se tornasse uma componente importante das múltiplas culturas de Macau. A partir de então, esta cultura musical não só é uma marca do sincretismo cultural entre a China e o Ocidente em Macau, como constitui também uma das principais origens do movimento de introdução da música ocidental."]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Dai Dingcheng, doutorado em teoria de composição, é professor de Musicologia da Escola de Artes no Instituto Politécnico de Macau (MPI).<br />
A sua investigação abrange desde a polifonia europeia, entre os séculos IX e XVI, até à música contemporânea.<br />
Desde que chegou a Macau em 2003, Dai tem estado envolvido em projetos relacionados com a musicologia urbana.<br />
É membro do Conselho Cultural do Comité de Macau S.A.R. (2013-), membro do Comité da Sociedade de Etnomusicologia da Ásia Pacifica (2008-), Vice-diretor do Comité Nacional do Ensino Académico Superior em Teoria Musical e Composição (2008-), membro do Comité World Choir Council (2012-), membro convidado e especial do Comité Musical da Sociedade da Educação da China (2003-), investigador convidado do Conservatório Central, professor convidado do Conservatório da Música de Xinghai e da Universidade Normal do Sul da China (2005-).<br />
É, também, conselheiro da Orquestra de Macau (2007-), presidente honorário e diretor artístico de várias sociedades em Macau, tais como: Associação Musical de Cheong Hong de Macau e da Orquestra da Música Taoista de Macau.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Maestro e Etnógrafo Vergílio Pereira</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/maestro-e-etnografo-vergilio-pereira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 01:00:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="layoutArea">
<div class="column">

Dando início à série Músicos Ocultos, este estudo biográfico analisa itinerários de Vergílio Pereira pelo canto em coro amador e etnografia musical, em meados do século XX. Partilhando com o republicanismo um ideal utópico de transformação social Vergílio Pereira interveio na sociedade que lhe era contemporânea, instigando reformulações no pensamento e nos valores dominantes, fosse com a vivência exemplar de novos sentidos sociais e identidades proporcionada pela performance do canto coletivo amador, ou com a etnografia extensiva da música folclórica.

** *

Esta monografia sobre Vergílio Pereira ancora-se num conjunto alargado de fontes primárias, a maioria das quais, até agora, desconhecida pelos estudiosos.
A análise destas fontes traz à tona as ideologias, a agentividade de indivíduos e instituições e o seu papel na configuração, sustentação e articulação dos movimentos folclórico e orfeónico em Portugal.

[Salwa Castelo-Branco]

</div>
</div>
</div>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<p>MARIA DO ROSARIO PESTANA – Doutorada em Etnomusicologia pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa é Professora Auxiliar e integra o Instituto de Etnomusicologia, Centro de Estudos em Música e Dança. Desenvolve investigação de arquivo e de campo que resultou em publicações sobre: folclore e folclorização, música e migração, comunidades musicais, associativismo musical e indústrias culturais. Publicações recentes incluem a coordenação editorial dos livros Cantar em coro em Portugal (1880-2014): protagonistas, contextos e percursos (2015) e Cantar no Alentejo: a terra, o passado e o presente (2017, com Luísa Tiago de Oliveira). Coordena atualmente os projetos “A nossa música, o nosso mundo: Associações musicais, bandas filarmónicas e comunidades locais (1880-2018)” e “Práticas sustentáveis: um estudo sobre o pós-folclorismo em Portugal no século XXI”, financiados pela FCT e o Balcão2020</p>
</div>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>José dos Santos Pinto &#8211; Retrato de um Músico Profissional durante o Estado Novo</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/jose-dos-santos-pinto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 00:57:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="layoutArea">
<div class="column">

Esta é uma biografia de um músico saído de uma banda filarmónica local para os palcos da música profissionalizada em Lisboa. Desafiando a categorização a que foram sujeitas as práticas e os músicos durante o Estado Novo (1933-1975), Santos Pinto construiu um percurso profissional e artístico em Portugal e no estrangeiro, a fim de certificar todas as competências que aprendeu desde a banda filarmónica, sonhando ser oboísta, maestro e compositor. Entre a banda filarmónica, a banda militar, a orquestra, o quinteto de sopros, Santos Pinto foi um músico móvel, lato e multifacetado, situado num entre-lugar entre o mundo das bandas de música e o mundo das orquestras profissionais. A vida de Santos Pinto instiga a discussão sobre quem foram os músicos que faziam música no século XX em Portugal e de que forma o contexto político estadonovista condicionou os seus percursos e aspirações.

** *

“O que me trouxe para a música foi o desejo de escrever. Ainda hoje na minha aldeia se cantam canções que eu fiz pelos meus 14 anos, mas... o nosso âmbito é muito limitado.” (José dos Santos Pinto em “Jornal Reconquista”, de 10 de junho de 1952, p. ?)

</div>
</div>
</div>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Autora:</p>
<div class="page" title="Page 1">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<p>Ana Margarida Cardoso iniciou os seus estudos musicais nas Bandas de Seia e Gouveia. É diplomada no Curso de Instrumentista de Sopro e Percussão, (Escola Profissional da Serra da Estrela), licenciada em Ciências Musicais (Faculdade de Ciências Sociais e Humanas | Universidade Nova de Lisboa) e mestre em Ensino de História da Música na Universidade de Aveiro. Doutoranda em Etnomusicologia na mesma Universidade, é membro do INET-md e bolseira da Fundação para a Ciência e Tecnologia (SFRH/BD/129767/2017). Integrou a DaCapo – Revista Musical Portuguesa e pertence ao Núcleo de Música da Associação de Arte e Imagem de Seia. Colabora regularmente com o jornal Notícias da Beira e é autora do livro O Oboísta e a Palheta Dupla, bem como de vários artigos sobre músicos e bandas filarmónicas do concelho de Mangualde.</p>
</div>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Cancioneiro da Música Tradicional de São Miguel de Acha</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/cancioneiro-da-musica-tradicional-de-sao-miguel-de-acha/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 00:33:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="layoutArea">
<div class="column">

O "Cancioneiro da Música Tradicional de S. Miguel de Acha" convida a uma viagem sonora através das tradições musicais que moldaram a identidade e os corações dos miguelenses. Mais do que uma compilação de modas e cânticos, este livro é uma ponte entre gerações e um resgate da memória colectiva que insiste em resistir ao oblívio, testemunhando a identidade que nos constitui e singulariza.

Esta reunião sistematizada do acervo de melopeias e cantos que resistem ao tempo é testemunha de que a música acompanhou e continua a acompanhar as nossas gentes, qual fiel companheira, nos momentos solenes e nos simples, marcando estações e destinos. As canções, ricas em sentimentos e evocações, desenham, com autenticidade e subtileza, a tapeçaria de uma comunidade que encontrou, na melodia e na palavra, o equilíbrio perfeito entre influências que, como um vinho velho, souberam maturar e coexistir.

Seja para os filhos de S. Miguel de Acha, que ainda trazem no coração a vibração destas melodias, como para os entusiastas da música tradicional, esta obra apresenta-se como um relicário. Nele, resgatamos sonoridades que dialogam com antigos sussurros, assegurando que estas vozes, imortalizadas no papel, inspirem e toquem os corações das gerações vindouras.

Ao valorizarmos e preservarmos estas canções, elevamos um património que desafia limites geográficos e temporais. O "Cancioneiro da Música Tradicional de S. Miguel de Acha", mais do que partilhar melodias.

Número de páginas: 460

</div>
</div>
</div>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="section">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<p>JOAQUIM GONÇALVES Natural de S. Miguel de Acha, licenciado em Direito, licenciado em Direito e magistrado jubilado, manteve sempre estreita ligação com a música, nomeadamente na vertente coral.<br />
Tendo frequentado os seminários da arquidiocese de Évora, aí iniciou e prosseguiu a sua formação musical, estudando, igualmente, canto gregoriano, piano e órgão. No coro do seminário maior de Évora, coordenou a respectiva «schola cantorum». Frequentou pedagogia musical Ward no Centro de Estudos Gregorianos de Lisboa e frequentou cursos de direcção coral e aperfeiçoamento vocal. Com outros conterrâneos, constituiu em 1978 o «Coral Acra», que dirigiu e com o qual desenvolveu trabalho de pesquisa, recolha, escrita e harmonização de temas de folclore local. Integrou diversos coros da área de Lisboa destacando-se o “Collegium Musicum de Lisboa”, com direcção artística de António Leitão e o «Coral Stella Vitae», cuja direcção artística assumiu de 1985 a 2006, retomada em 2016, aquando das comemorações dos 70 anos do mesmo coral.</p>
<p>JOSÉ RAMOS ALEXANDRE &#8211; Natural de S. Miguel de Acha, licenciado em Direito, frequentou es- tudos musicais em 1961 e 1967 nos seminários de Évora, onde estudou também canto gregoriano. Ingressou em finais de 1969 no Coral Stella Vitae de Lisboa, foi cofundador do Coral ACRA em 1978, que manteve actividade até meados dos anos 80. Em 1983 integrou o «Collegium Musicum de Lisboa», grupo coral de câmara, sob a direcção de António Leitão. Organizou em 2016, no Dia Mundial da Música, um concerto sob o tema “Música Popular Tradicional de S. Miguel de Acha”, no Centro Cultural Raiano, em IdanhaaNova, com o Coral Stella Vitae de Lisboa, orquestra, piano, solistas, com a direcção artística de Joaquim Gonçalves.</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>«Fin qui ho parlato…» A condição profissional dos músicos na Lisboa oitocentista e outros ensaios</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/fin-qui-ho-parlato/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Mar 2024 23:38:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O presente volume reúne um conjunto de textos da autoria do musicólogo Francesco Esposito (1964-2020), seleccionados e organizados por um grupo de amigos e colegas, que assim prestam homenagem à sua memória e ao seu legado. Trata-se de uma série de artigos e capítulos de livros, escritos entre 1999 e 2020, que se encontravam dispersos por diversas publicações científicas nacionais e internacionais, precedidos por um inédito, mais concretamente uma das últimas comunicações orais que Esposito proferiu e que versava um dos seus recentes interesses de investigação: a relação de Rossini com a realeza portuguesa. A ordenação dos textos parte do mais recente para o mais antigo, permitindo acompanhar em retrospectiva o seu percurso como investigador e temáticas que lhe eram caras, para as quais contribuiu com perspectivas inovadoras: da vida musical e do associativismo profissional dos músicos na Lisboa liberal à actividade pianística em Nápoles, passando pela crítica musical. Em vários destes textos é possível descortinar a questão que conduzia o seu trabalho nos últimos anos e viria a dar origem ao projecto a que se dedicava quando foi surpreendido pela morte: «Ser Músico em Portugal».
<p style="text-align: center">* * *</p>
«Num contexto tradicionalmente caracterizado pelo protagonismo das estrelas das companhias italianas e que não permite ainda a emancipação dos serviços tradicionais constituídos por funções privadas e públicas e, em definitivo, de um sistema de encomendas e patrocínios que remete para uma prática e uma mentalidade musical de cunho antigo, o músico lisboeta geralmente é marcado, nestes anos, por um forte sedentarismo e, dado em parte consequente, por um forte corporativismo que parecem nos antípodas do individualismo intrínseco ao novo concertismo oitocentista» (p. 122).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>FRANCESCO ESPOSITO (1964-2020) diplomou-se em Piano e História da Música em Nápoles, antes de se doutorar em Ciências Musicais na Universidade Nova de Lisboa. Foi investigador do CESEM e do INET -md (NOVA FCSH), membro do Caravelas – Núcleo de Estudos da História da Música Luso-Brasileira e co-IR do projecto PROFMUS – <em>Ser Músico em Portugal: a condição socioprofissional dos músicos em Lisboa (1750-1985)</em>. Leccionou em diversas instituições portuguesas e foi autor de vários artigos e de uma importante monografia sobre a vida musical lisboeta oitocentista: <em>«Um Movimento Musical como nunca houve em Portugal»: Associativismo musical e vida concertística na Lisboa liberal </em>(Colibri 2016). Em 2011 venceu a V edição do Prémio Liszt, com um ensaio sobre a estadia de Franz Liszt em Lisboa em 1845.</p>
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		<title>Escola de Música da Sé de Évora</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/escola-de-musica-da-se-de-evora/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Dec 2019 00:44:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Eborae Música - Associação Musical de Évora estreou com a apresentação do Coro Polifónico, Coro Infantil e Cantores Solistas, em Setembro de 1987, num Concerto integrado no certame <i>Os Povos e as Artes</i>. Tem como objetivos a interpretação e divulgação da Música, em especial da Obra dos grandes Mestres Compositores da Escola de Música da Sé de Évora, fomentar a aprendizagem do Canto, da Formação Musical e a formação de Músicos em vários instrumentos, contribuindo para a valorização pessoal e social de crianças, jovens e adultos. a Associação organiza, anualmente, entre outras atividades, as Jornadas Internacionais <i>Escola de Música da Sé de Évora</i> que já tiveram vinte e duas edições, o Ciclo de Concertos <i>A Quaresma na Escola de Música da Sé de Évora</i> que conta já com dezassete edições e vários Concertos pelo Coro Polifónico <i>Eborae Mvsica</i> para a divulgação da Obra dos Mestres da Escola de Música da Sé de Évora (sécs. XVI e XVII).

Decorridos quinze anos da publicação do primeiro livro de conferências sobre a Escola de Música da Sé de Évora, realizadas nas seis edições das Jornadas Internacionais que aconteceram até 2003, temos concretizado, com regularidade, até hoje, as Jornadas Internacionais <i>Escola de Música da Sé de Évora</i>. a perseverança que caracterizou o trabalho do Cónego José Augusto Alegria, durante mais de sessenta anos, no estudo, investigação e valorização do que foi a Escola de Música da Sé de Évora, continua a ser um incentivo e uma forma de homenagear o seu legado que se mantém com uma clara e inequívoca importância para o conhecimento da obra dos Mestres Polifonistas da Sé de Évora, nos séculos XVI e XVII, a qual deu um enorme prestígio à cidade de Évora.

O Cónego José Augusto Alegria (nascido em Évora, 1917) teve um papel importantíssimo para o desenvolvimento da atividade da Associação nomeadamente no que diz respeito ao Coro Polifónico pois foi sempre a figura presente no arranque do mesmo com permanente disponibilidade para acompanhar o trabalho que desenvolvemos incentivando e motivando o que deu uma dimensão mais larga ao seu papel de investigador e pessoa empenhada na valorização da polifonia eborense; o seu incentivo traduziu-se também na cedência de algumas partituras, presença nos ensaios e gravação do primeiro CD, e nas primeiras seis edições das Jornadas Internacionais <i>Escola de Música da Sé de Évora</i> em que participou proferindo a conferência de Abertura e assistindo aos Concertos. Foi Doutorado <i>Honoris Causa</i> pela Universidade de Évora em 1988.

Número de páginas: 356]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[A Eborae Música - Associação Musical de Évora estreou com a apresentação do Coro Polifónico, Coro Infantil e Cantores Solistas, em Setembro de 1987, num Concerto integrado no certame <i>Os Povos e as Artes</i>. Tem como objetivos a interpretação e divulgação da Música, em especial da Obra dos grandes Mestres Compositores da Escola de Música da Sé de Évora, fomentar a aprendizagem do Canto, da Formação Musical e a formação de Músicos em vários instrumentos, contribuindo para a valorização pessoal e social de crianças, jovens e adultos. a Associação organiza, anualmente, entre outras atividades, as Jornadas Internacionais <i>Escola de Música da Sé de Évora</i> que já tiveram vinte e duas edições, o Ciclo de Concertos <i>A Quaresma na Escola de Música da Sé de Évora</i> que conta já com dezassete edições e vários Concertos pelo Coro Polifónico <i>Eborae Mvsica</i> para a divulgação da Obra dos Mestres da Escola de Música da Sé de Évora (sécs. XVI e XVII).

Decorridos quinze anos da publicação do primeiro livro de conferências sobre a Escola de Música da Sé de Évora, realizadas nas seis edições das Jornadas Internacionais que aconteceram até 2003, temos concretizado, com regularidade, até hoje, as Jornadas Internacionais <i>Escola de Música da Sé de Évora</i>. a perseverança que caracterizou o trabalho do Cónego José Augusto Alegria, durante mais de sessenta anos, no estudo, investigação e valorização do que foi a Escola de Música da Sé de Évora, continua a ser um incentivo e uma forma de homenagear o seu legado que se mantém com uma clara e inequívoca importância para o conhecimento da obra dos Mestres Polifonistas da Sé de Évora, nos séculos XVI e XVII, a qual deu um enorme prestígio à cidade de Évora.

O Cónego José Augusto Alegria (nascido em Évora, 1917) teve um papel importantíssimo para o desenvolvimento da atividade da Associação nomeadamente no que diz respeito ao Coro Polifónico pois foi sempre a figura presente no arranque do mesmo com permanente disponibilidade para acompanhar o trabalho que desenvolvemos incentivando e motivando o que deu uma dimensão mais larga ao seu papel de investigador e pessoa empenhada na valorização da polifonia eborense; o seu incentivo traduziu-se também na cedência de algumas partituras, presença nos ensaios e gravação do primeiro CD, e nas primeiras seis edições das Jornadas Internacionais <i>Escola de Música da Sé de Évora</i> em que participou proferindo a conferência de Abertura e assistindo aos Concertos. Foi Doutorado <i>Honoris Causa</i> pela Universidade de Évora em 1988.

Número de páginas: 356]]></content:encoded>
					
		
		
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