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	<title>Novela &#8211; Edições Colibri</title>
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	<title>Novela &#8211; Edições Colibri</title>
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		<title>Como Um Mar de Estrelas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Manuel]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jan 2025 17:26:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
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<div class="column">

Ora aqui está a prova de que nesta casa se conspira contra o estado – disse o gordo, com um esgar que pretendia ser um sorriso, como se tivesse acabado de dizer uma boa piada.
– Leituras condenáveis, estas – dizia, brandindo os volumes e lançando-os teatralmente sobre a mesa central da sala.

Mas os agentes ainda não estavam satisfeitos. Parecia que lhes passava pela cabeça que tinha de haver mais alguma coisa. Na sala, olharam em volta, mexeram nos móveis, abrindo e fechando gavetas, e acabaram por se deter a mirar a mesa. Empurraram-na para um canto e, arrastando para o lado o pesado tapete, revelaram a porta de um alçapão.

– Ah, Ah, eu sabia! – exultava o agente Silva, Puxando por uma argola, levantando a tampa do alçapão e deixando-a cair com estrondo para o lado, revelando um espaço abaixo do soalho.

***

Naquela noite, naquele local, toda a gente parecia ter esperança num futuro risonho, onde continuariam a acontecer os convívios com os amigos, se ouviria boa música, onde os sentidos seriam lisonjeados também por boa comida, por bebidas agradavelmente geladas, por beijos desejados e por carícias bem recebidas, pelo espanto de um pôr-do-sol multicolorindo o céu, pelo prazer de uma caminhada de mãos dadas ao longo do areal.

</div>
</div>
</div>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<p>Luís Eduardo Saraiva é militar na situação de reforma e professor universitário, lecionando atualmente no Instituto Universitário Militar. Já publicou vários livros e artigos como autor, coautor ou coordenador, sobretudo sobre Relações Internacionais e Segurança. “Como um Mar de Estrelas” é uma nova incursão no domínio da ficção literária. Depois do seu romance histórico “Filhos de Roma – A invasão da Lusitânia pelos Bárbaros”, o autor publica agora uma novela sobre vivências e descobertas da juventude portuguesa em vésperas da Revolução de Abril de 1974.</p>
</div>
</div>
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		<title>Em Nome do Filho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 00:44:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Ana tem perfeita noção do dever cumprido. Muitos anos de devoção e paixão dedicados ao serviço público tornaram a cidade a que presidiu uma urbe moderna e um incontornável destino turístico-cultural.

Ana reconhece que não pode haver unanimidade na apreciação de mudanças tão significativas e sabe que tem de conviver com o elogio e a crítica em paralelo. Mais angustiante é a teia de interesses pouco claros e a prepotência burocrática instalada com que Ana se confronta quando, subitamente, se vê perante a doença do filho e tudo parece constituir entraves das instituições às soluções médicas consideradas necessárias. O eixo central da narrativa cruza-se, entretanto, com a revisitação aos grandes temas da condição humana e às discussões que entusiasmaram a geração dos anos sessenta e setenta do século XX.

O Autor conduz-nos pelos labirintos da novela, num trabalho literário onde encontramos lugares, personagens e situações que, de tão verdadeiros na sua criatividade ficcional, quase, quase nos parecem reais, desafiando os leitores para o prazer de ler.

Aquela tarde do mês de Junho mais quente dos últimos vinte anos estava a tornar-se um desafio sobre o tempo presente, um tempo que, apesar de presente, apenas se deixava avistar à distância, em fragmentos, em ecos só parcialmente ordenados. A lassidão tomava posse do seu corpo e as pálpebras insistiam em fechar-se.

Mas continuava a ver o rio, lá em baixo, pachorrento, a desaguar num mar de sargaços, porque para ver bastava-lhe imaginar com intensidade, como diria o seu Teixeira Gomes. Pelos vistos, esta coisa do ver e do olhar tem muito que se lhe diga, tanto mais que as alucinações aproximam o mundo real do mundo dos sonhos, esbatendo alguma diferença irremediável. Ana regressou, então, às suas raízes existenciais - a infância, a adolescência, a paisagem e o mais que se seguiu.

Número de páginas: 208]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Autor: Manuel da Luz</p>
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		<title>Cais do Ginjal</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/cais-do-ginjal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 00:32:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="layoutArea">
<div class="column">

Novela semi-biográfica sobre a adolescência tendo como pano de fundo o Cais do Ginjal (Cacilhas/Almada), nos anos 30. O texto faz uma reflexão sobre o processo de crescimento, com laivos de um certo realismo mágico, ao mesmo tempo que retrata a conjuntura social e política da época.

</div>
</div>
</div>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="section">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<p>Romeu Correia (Almada, 1917-1996) foi escritor e dramaturgo. Colaborou em várias publicações como o suplemento cultural de O Comércio do Porto, Vértice, Sílex e Jornal Record, mas foi como ficcionista e dramaturgo que se destacou, inserindo-se inicialmente na corrente Neorrealista.</p>
<p>As suas obras são marcadas por uma forte ligação às fontes da literatura oral popular, e decorrem frequentemente em ambientes como os do circo, das feiras, do teatro de fantoches ou outros grupos marginais à sociedade, aliando, porém, estas características a técnicas dramáticas do teatro de vanguarda. Paralelamente à carreira literária, Romeu Correia foi atleta de competição em atletismo, chegando a ser campeão de boxe amador.</p>
<p>É autor das pecas teatrais Casaco de Fogo (1953), Céu da Minha Rua (1955), O Vagabundo das Mãos de Ouro (1960), Bocage (1965), Cravo Espanhol (1970), entre outras. No género romance assinou obras como Trapo Azul (1948), Calamento (1950), Bonecos de Luz (1961), Tritão (1982) e Cais do Ginjal (1989). Ao longo da sua carreira obteve as seguintes distinções: Prémio da Crítica Teatral (1962), Óscar de Honra da Casa da Imprensa (1962), Prémio da Imprensa Regional (1965), Prémio da Casa da Imprensa (1972), Prémio Académico Ricardo Malheiros (1976) e o Prémio 25 de Abril da Associação de Críticos de Teatro (1984).</p>
<p>Nos últimos anos da sua vida, Romeu Correia foi um dos dramaturgos mais representados por grupos amadores e profissionais de teatro em Portugal.</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
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		<title>António dos olhos tristes + Um girassol chamado Beatriz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 00:08:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="layoutArea">
<div class="column">

Eduardo Olímpio é uma espécie de representante de uma tribo ameaçada – os alentejanos, enquanto produtores e defensores de patrimónios e tradições postos em causa.
Quantas oliveiras e sobreiros milenares foram arrancados dos nos- sos campos, desfigurando a paisagem?

Onde, a diversidade biológica, das ervas e flores aos insectos, que irrompiam pela Primavera entre árvores?

***

“António dos Olhos Tristes” e “Um Girassol Chamado Beatriz”, ao nível de “A Maravilhosa Viagem de Nils Holgerson Através da Suécia” da Nobel Selma Lagerlöf são textos encantatórios, de um imaginário marcante que dignifica a caminhada humana, com uma atmosfera poética que eterniza o autor e o seu olhar criativo. [LUÍS FILIPE MAÇARICO]

</div>
</div>
</div>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="section">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<p>EDUARDO OLÍMPIO Estulano Espada – nasceu em Alvalade do Sado a 24 de Janeiro de 1933. Depois de um longo período de &#8220;experimentador de profissões&#8221;, de onde se destacam as de caixeiro, jogador de futebol, segurança, rececionista, livreiro, tradutor e editor, dedica-se à escrita a tempo inteiro, sendo autor de romances, crónicas, poesia, literatura infantil e letras para cantigas.</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
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		<title>«En Las Selvas Vive Amor» – Relações Sociais e Humanas em El Pastor de Fílida, de Luis Gálvez de Montalvo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Mar 2024 23:38:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<strong>AUTORA:</strong>

<strong><em>Ferreira da Silva </em></strong>(n. 1989) doutorou-se em Estudos Românicos pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, em 2017, com uma tese em torno da novela pastoril portuguesa.
As linhas de investigação que tem vindo a desenvolver versam prio­ritariamente sobre as literaturas ibéricas dos séculos xv a xvii, abrangendo géneros tão díspares como a poesia de cancioneiro, a novela pastoril e a poesia épica. Tem-se dedicado também à tradução. Constitui o presente tra­balho uma versão revista e au­mentada da sua dissertação de Mestrado, concluída em 2012.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>SINOPSE</strong></p>
<p>Fruto de uma engenhosa assimilação de tradições, a novela pastoril de Luis Gálvez de Montalvo veicula, de forma discreta mas irrefutavelmente sugestiva, princípios que permitirão não apenas alargar o espectro de possibilidades estéticas de um género particularmente codificado e reiterativo, mas ainda (e sobretudo) brindar as décadas subsequentes com uma fórmula mais maleável e tão adequada às suas circunstâncias como a trilogia das <em>Dianas </em>o fora em relação à época que a viu nascer. Para além de propor um confronto selectivo com uma secular herança literária, <em>El pastor de Fílida </em>explora ainda as potencialidades alusivas da convenção bucólica, impondo-se como retrato (ou auto-retrato) da sociedade cortesã de Quinhentos, algo idealizado, de resto, como o são todos os retratos em tempos optimistas.</p>
<p>No estudo que aqui se apresenta, desenvolver-se-á uma reflexão acerca do hibridismo polifacetado que acabamos de frisar, bem como das suas implicações num contexto poético e ideológico que simultaneamente se assume e se fragiliza. Em última instância, observar-se-á o modo como a proposta aventada por Luis Gálvez de Montalvo, em perfeita sintonia com os valores socio-culturais datáveis a que se subordina, marca uma decisiva inflexão na novela pastoril espanhola do <em>Siglo de Oro</em>, reservando para si, contudo, o privilégio de uma indizível ironia de universalidade.</p>
<p style="text-align: center;">*  *  *</p>
<p>De um modo geral, a obra de Gálvez de Montalvo é mencionada ou até sumariamente discutida em análises mais amplas versando sobre a evolução genológica da novela pastoril ou sobre a expressão transversal de um determinado tópico. As interessantes observações que, nesses trabalhos em que ocupa um lugar secundário, amiúde suscita impõem a urgência de estudar <em>El pastor de Fílida </em>autonomamente, numa tentativa de abranger, de forma (quanto possível) metódica e detida, as inúmeras singularidades que o distinguem.</p>
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		<title>Flores Plantadas em Vasos de Solidão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Apr 2023 00:49:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A novela intitulada, <i>Flores Plantadas em Vasos de Solidão</i>, está centrada nas vivências de Jaime, nascido no Brasil de pais emigrantes portugueses e a adaptação, em Portugal, ao contexto pobre e ao amor, situações ficcionadas conducentes à interiorização duma realidade histórica ocorrida, no nosso país.

- Inicia-se com a viagem de retorno, situação, que nos reporta a um tempo histórico, segue-se a vivência escolar de Jaime e os encontros com uma colega, que contrai matrimónio com um abrasileirado, situação dececionante para o Jaime.
- Entretanto as vivências universitárias de Jaime, a trama do seu amigo Alves, as férias na ilha de S. Miguel e depois na ilha da Madeira e a Antónia, a sua única paixão e o inesperado.
- Porquê Flores Plantadas em Vasos de Solidão? Os principais intervenientes neste percurso estão na flor da idade, termo utilizado na gíria popular, cada qual em contextos diferentes, que são os vasos.
- Entende-se por solidão a distância que separa cada um de si mesmo e não a distância que o separa dos outros, tendo em conta os contextos socioeconómicos e culturais, que foram sendo equacionados ao longo desta novela. - Ao longo do curso intercalaram-se as aulas com Chás Dançantes, Queimas das Fitas, exames, festas em casa de amigos, com destaque para uma relação empática com a Antónia. Foram-se conhecendo e dando conta de que, embora com feitios diferentes tinham interesses e maneiras de pensar semelhantes pelo que a aproximação se foi dando, de uma forma progressiva e suave.
- Apesar de serem colegas do mesmo curso, estavam em turmas diferentes e com o horário tão preenchido, praticamente não se cruzavam, na Faculdade. Todavia, os encontros sucediam-se, em diversos locais.
- Antónia gostava de falar da terra que a viu nascer, sempre estimulada pelo Jaime, que revelava muito interesse, especialmente pelo descobrimento daquela ilha tão misteriosa...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Autora: Idalina Rodrigues. Docente licenciada em Administração Escolar, aposentada, escritora e autora da novela <i>Flores Plantadas em Vasos de Solidão</i>. Obras publicadas: <i>Momentos da Jubilação</i> (2011), <i>Legado do Conde de Ferreira no Algarve</i> (2012), <i>Ao Encontro da Educação/Edifícios Escolares</i> (2014), <i>Cosmopolitismo Algarvio e a sua inserção na Instituição Escolar</i> (2014), <i>Entusiastas com História – menção honrosa</i> (2015), <i>Elmira – menção honrosa</i> (2016), <i>Doutrinas Pedagógicas e Instituições Educativas em Portugal, na Idade Moderna</i> (2022).</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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