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	<title>Património Cultural &#8211; Edições Colibri</title>
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	<title>Património Cultural &#8211; Edições Colibri</title>
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		<title>Arrayollos – Revista de Cultura do Município de Arraiolos N. º7</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Manuel]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Jul 2025 17:25:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
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<div class="column">

A revista Arrayollos tem mostrado que a nossa política assenta num ideal de competência e de valorização da nossa história, tradições e cultura, sem que a aparência superficial se sobreponha àquilo que são as nossas convicções ou o que consideramos ser verdadeira- mente importante.

Este número 7 da Arrayollos vai, pois, no sentido da relevância temática dos conteúdos, dando luz este ano, entre outros importantes estudos que aqui publicamos, a investigações relacionadas com dois dos mais relevantes projetos que temos em curso: os estudos relacionados com a figura de Dordio Gomes e o conhecimento sobre a música filarmónica no Alentejo e em especial no nosso concelho.

[Sílvia Pinto – Presidente da Câmara Municipal de Arraiolos]

</div>
</div>
</div>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<p>Directora: Sílvia Pinto (Presidente da Câmara Municipal de Arraiolos)</p>
<p>Coord.: Rui Miguel Lobo</p>
</div>
</div>
</div>
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		<item>
		<title>Roteiro Histórico de uma Lisboa Africana – Séculos XV-XXI (3.ª ed.)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Helena Gil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jul 2024 11:02:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Lisboa, cidade de tantos vales e colinas quantos os mitos que envolvem a sua história e as populações que a inventaram, estende-se ao longo do Tejo, no lugar onde o rio termina o seu percurso por terras ibéricas e mergulha no oceano Atlântico.

Lisboa nasceu na colina do Castelo de São Jorge, onde um povoado da Idade do Bronze deixou os seus vestígios, que cruzaram com muitas outras marcas gravadas por gregos, fenícios, lusitanos, romanos, visigodos, árabes, judeus e cristãos. Um longo caminho de gentes e de culturas, de estórias e de lendas, de deuses e de heróis que, como Ulisses o fundador mítico da cidade – Olisipo – que lhe deve o nome, construíram e reconstruiram este espaço urbano.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Isabel Castro Henriques nasceu em Lisboa em 1946, tendo-se licenciado em História em 1974, na Universidade de Paris I – Panthéon-Sorbonne. Em 1993, doutorou-se em História de África na mesma universidade francesa, com uma tese consagrada ao estudo da Angola oitocentista, numa perspectiva de longa duração. Professora Associada com Agregação do Departamento de História da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, introduziu os estudos de História de África em 1974, orientou teses de mestrado e doutoramento e ensinou durante quase 40 anos História de África, História do Colonialismo e História das Relações Afro-Portuguesas, desenvolvendo hoje a sua investigação histórica sobre África e sobre os Africanos no CEsA/ISEG-Universidade de Lisboa. Além de trabalhos científicos de natureza diversa, como projectos de investigação, programas museológicos, exposições, documentos fílmicos, colóquios e congressos, seminários, conferências, publicou dezenas de artigos e livros centrados nas temáticas históricas africanas.</p>
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		<title>Saberes Nómadas</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/saberes-nomadas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 01:22:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Rostos Graníticos &#8211; Relatos da povoação de Cabeçudos</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/rostos-graniticos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 01:21:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="layoutArea">
<div class="column">

As personagens, que aqui apresento, tiveram, regra geral, vidas duras, de privações materiais. Muitos garantiram o seu sustento trabalhando de sol a sol, porque "o dia em que se não come é um dia a menos para a morte". Ostentavam nas suas faces as marcas do tempo e do trabalho árduo: eram rostos enrugados e retalhados, que se assemelhavam aos trilhos que percorreram, olhos fundos e lábios encolhidos devido à falta de dentes. Os sulcos nos rostos, a tez escura que ostentavam foram, durante décadas, expostos à in- clemência do excesso de exposição ao sol e ao frio. Faziam lembrar o granito com os seus veios e a sua textura. Estas faces duras faziam jus aos locais onde sempre viveram e trabalharam arduamente, as courelas e as hortas, recortadas por perfis graníticos no horizonte.

* **

Toda a zona onde decorrem os episódios aqui apresentados é, em termos geológicos, granítica, com afloramentos rochosos de grande e pequena dimensão, deixando, aqui e ali, espaços generosos e libertos que constituem zonas planas de prados, que permitiam a agricultura de subsistência. Apesar de apresentar um aspeto, para quem observa de longe, algo árido, a vertente norte do concelho de Marvão é rica em imensas fontes e nascentes, cuja água brota do meio dos rochedos o que permite a existência de muitas hortas, onde se cultivava de tudo um pouco.

A existência destes proeminentes rochedos por todo o lado põe o imaginário a funcionar. Há pedras que parecem rostos, animais e bancos com encosto para quem for contemplativo e se quiser sentar a apreciar este maciço pedregoso, repleto de esculturas naturais, quiçá, esculpidas por uma força maior no início da formação do planeta.

</div>
</div>
</div>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="section">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<p>Hermínio Manuel Batista Felizardo, natural de Cabeçudos, freguesia de Santo António das Areias – Marvão, é licenciado em Artes Plásticas – Escultura pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto. Docente do terceiro ciclo e secundário de Educação Visual e Desenho. Tem mantido atividades ligadas às Artes Plásticas: Escultura, Pintura, Desenho, Humor gráfico, Ilustração e Banda Desenhada. Foi homenageado, em 2004, na Tertúlia de Banda Desenhada de Lisboa, dinamizada por Geraldes Lino. Ganhou o primeiro prémio do certame internacional “Moura BD – 2011” na modalidade de “cartoon”.</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Pretérito Presente &#8211; Para uma teoria da preservação do Património Histórico-Artístico</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/preterito-presente/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 01:15:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="layoutArea">
<div class="column">

Este pequeno livro é fruto de alguma experiência; de anos de consagração à investigação e ao ensino da História da Arte a estudantes de História, de Arquitectura e de Escultura; de reflexão sobre questões ligadas à política de preservação do acervo histórico-artístico; de contactos com problemática afim em outros países; de algum conhecimento da situação em que se en- contra o património nacional dos bens culturais, da leitura de textos especializados (teoria, legislação, técnicas, acordos, convenções e recomendações internacionais), do conhecimento das dificuldades com que deparam os serviços oficiais encarregados da salvaguarda do referido acervo; do convívio amiudado com populações de zonas rurais de várias regiões do país; da avaliação do peso da máquina burocrática portuguesa; do conhecimento dos processos de actuação de certa “inteligentzia” lisbonense; de troca de im- pressões com especialistas estrangeiros; do conhecimento dos resultados positivos ou negativos obtidos na aplicação de certos dispositivos de salva- guarda na Europa e na América do Sul.
[JORGE HENRIQUE PAIS DA SILVA]

</div>
</div>
</div>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="section">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<p style="text-align: left">Dr. JORGE HENRIQUE PAIS DA SILVA, licenciado em Ciências Históricas e Filosóficas, foi professor liceal até 1958; professor da Escola Superior de Belas-Artes do Porto em 1958-59 e 1965-66; encarregado do Curso da Faculdade de Letras do Porto em 1965-66; assistente da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa em 1966-67 e professor de História de Arte da mesma Faculdade desde 1966. Foi ainda professor da Escola Superior de Belas-Artes do Porto em 1970-71. E seu director. É autor de numerosos estudos sobre História de Arte. Nomeadamente:</p>
<p style="text-align: left">• 1975 • Sobre a arquitectura maneirista do Noroeste de Portugal, in «Nova Terra», 14- viii e 11 -ix. • 1974 • História urbana de Cascais in «Inquérito e análise para uma proposta de remodelação da baixa de Cascais», Lisboa. • 1972 • Paço dos Duques em Guimarães, in Palácios Portugueses, s.e.i.t., Lisboa (prémio José Figueiredo). A arquitectura in «Retábulo de Santa Auta», – Instituto de Alta Cultura, Centro de Estudos de Arte e Museologia, Lisboa. • 1970 • Mário Chicó in «Mário Tavares Chicó», in memoriam», Évora • 1969 • Rotas artísticas no reinado de D. Manuel I, in «Panorama», iv, 32, Lisboa. • 1966 • Aspectos da Arquitectura Maneirista do Noroeste de Portugal, in iv Colóquio Internacional de Estudos Luso-Brasileiros, Boston, Nova Iorque. • 1965 • A arquitectura portuguesa na segunda metade do século xvi e os seus prolongamentos in «Catálogo da Exposição Aspectos da Arquitectura Portuguesa» (1550-1950) Rio de Janeiro.</p>
<p style="text-align: left">Participou em diversos colóquios e congressos, em Portugal e no estrangeiro, sendo, em alguns deles, seu organizador.</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Património e Turismo &#8211; O Poder da Narrativa</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/patrimonio-e-turismo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 01:11:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<i>Património e Turismo - O Poder da Narrativa</i> é um trabalho que inaugura um conjunto de reflexões associadas aos modos como se constroem narrativas e imagens animadas, como se fabricam significados espácio-temporais, capazes de organizarem um sentido da ordem ou de proporcionarem percursos de deriva, dando forma a espaços emblemáticos que se oferecem aos visitantes.
Transita, depois, para uma incursão nas problemáticas atuais das relações do turismo com o património, com a cultura, o desenvolvimento e o modo como o património se refrata, enquanto objeto de apropriação, valorização e utilização pelo turismo, culminando na discussão sobre a sustentabilidade patrimonial, matéria de importância vital para decisões de suporte a políticas de ludificação dos territórios.
A produção deste trabalho tem como corolário a garantia de um convite ao público para que se envolva e abrace o património, como um importante elo de ligação entre gerações, no processo de transmissão da herança cultural. Mas também procura chamar a si o entusiasmo do mundo académico, o fervor dos técnicos envolvidos com a cultura ou com o planeamento turístico.
Na verdade, visa-se contribuir para que cumpra a sua utilidade imaterial mais evidente que é a de proporcionar o conhecimento preponderante de uma temática relativamente recente, capaz de interpelar o sentimento, o pulsar da vida cultural, de despertar a adesão, de mobilizar a consciência, de ajudar, através dela, a entender o sentido que os homens imprimem à sua existência.
[o Autor]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>José Manuel Figueiredo Santos doutorou-se em Sociologia da Cultura, pela Universidade Nova de Lisboa, no ano de 2002. É professor coordenador na Escola de Gestão, Hotelaria e Turismo – Universidade do Algarve e investigador convidado do Centro de Estudos de Comunicação e Linguagens.</p>
<p>Na sua obra, destacam-se: <i>Modernidade e Gestão da Velhice</i> (1998), <i>Turismo Mosaico de Sonhos</i> (2002), <i>Turismo Agridoce – Formas de Visão e Divisão</i> (2007), <i>Turismo Residencial &#8211; Modos de Estar noutro lugar</i> (2011) e <i>Sociologia – Um olhar sociológico sobre o mundo</i> (2016).</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Património Artístico no Alentejo Central</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/patrimonio-artistico-no-alentejo-central/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 01:11:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[«(…) Esta compilação de textos aqui reunidos em livro resulta desse exercício existencial, decerto encantatório, de busca e análise em torno do património artístico alentejano. Mas também o vejo e sinto como ponto de encontro: de saberes, de reflexões, de cumplicidades. Trabalho nunca fechado. Nunca garantido. Apenas espaço aberto de partilha, talvez de algum caminho andado. E nesse caminho andado, ainda que em passo solitário, nunca estive só. Porque nunca estamos sós quando nos esforçamos para acrescentar ao conhecimento histórico alguma palavra honesta e solidária»
[Francisco Bilou]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Francisco Bilou (Évora, 1960) é licenciado em História, Ramo Património Cultural (1999) e mestre em Arqueologia &amp; Ambiente (2009) pela Universidade de Évora. Depois de uma década ligado à ilustração e ao design gráfico nos quadros municipais da Câmara de Évora, passou à carreira de técnico superior, em 1999, nas áreas do Turismo, Património e Cultura.</p>
<p>Dedica o seu tempo livre à investigação histórica, particularmente nos temas da hidráulica romana e da História da Arte do século XVI, a que concilia com a sua atividade e primeira formação profissional na área da ilustração e desenho artístico. É autor de vários livros e artigos sobre história local e de promoção do património cultural alentejano alguns dos quais ilustrados e destinados ao público infantojuvenil.</p>
<p>Mantém colaborações regulares com revistas temáticas e generalistas e uma crónica mensal sobre património histórico luso-espanhol na revista extremeña <i>Grada</i>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Deuses em Cena</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/deuses-em-cena/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 00:40:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Concelho de Tondela &#8211; Heráldica, História, Património</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/concelho-de-tondela/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 00:36:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Foi com grande emoção que aceitei escrever algumas linhas de introdução à presente obra, uma vez que ela é da autoria do meu querido e saudoso amigo Luís António Gaia de Paiva Raposo Ferros, Conde de Felgueiras, de seu filho Manuel que conheço desde que nasceu, e, bem assim, do meu ilustre confrade Dr. Rui do Amaral Leitão, amigo de longa data também. A tarefa apresenta-se facilitada uma vez que rapidamente o leitor se apercebe estar perante uma obra de grande qualidade, cuidada na apresentação e de utilíssima informação que não pode ser recolhida, como conjunto, de outras obras já conhecidas. Começa por um enquadramento histórico notável sobre a heráldica e ciências conexas, e prossegue por um inventário geral de cariz exaustivo das representações da ciência heróica no concelho de Tondela, sempre acompanhadas de estudo genealógico alusivo sempre que se trate da heráldica família, ou de uma descrição histórica no caso da heráldica de domínio ou da heráldica autárquica, contendo, cada artigo, uma referência bibliográfica adequada. […]

A grande modernidade da obra vai para a excelente reportagem fotográfica, integrando-a em todos os artigos que compõem este notável elenco, permitindo, assim, uma visualização de pormenor de outra forma impossível, como também para a referência são por GPS de todos os monumentos descritos, permitindo assim, o fácil acesso ao viajante e ao investigador. Esta circunstância, transforma este inventário num verdadeiro roteiro de interesse turístico e académico e devia criar um padrão sistemático para obras vindouras da mesma especialidade ou de especialidades afins. [do Prefácio de António Costa de Albuquerque de Sousa Lara]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Autores:<br />
Luís António Gaia de Paiva Raposo Ferros nasceu a 29-1-1936 em São Jorge de Arroios, Lisboa, cidade onde faleceu a 26-1-2012. 3.º Conde de Felgueiras por casamento. Membro da Associação dos Arqueólogos Portugueses, do Instituto Português de Heráldica, da Sociedade de Geografia de Lisboa, da Academia Portuguesa de Ex-líbris, sócio fundador da Academia de Letras e Artes de Cascais. Foi comendador de graça, com placa, da S. M. Ordem Constantiniana de São Jorge de Nápoles e Vice-presidente da Direção da Associação dos Cavaleiros Portugueses da Ordem Constantiniana de São Jorge de Nápoles, Cavaleiro da Ordem Equestre do Santo Sepulcro de Jerusalém, e da Ordem de São Maurício e São Lázaro da Casa de Saboia. É de referir a grande quantidade de obras que produziu para si e para a sua família, destacando-se as pinturas feitas para o seu Paço de Molelos, nomeadamente os escudos de brasão de armas referentes às quebras de varonia na linha genealógica dos senhores do mesmo paço, assim como desenhos heráldicos, e não só, feitos para serem abertos em salvas de prata, ou em anéis. São também de sua autoria alguns desenhos para diversas instituições, onde se destacam: – Os desenhos de armas, bandeiras e selos, das Câmara Municipais de Vagos e Velas, o Brasão de Armas da Polícia Judiciária Militar, ou o logotipo da Estalagem de São Filipe, em Setúbal.</p>
<p>Manuel Roque de Magalhães e Menezes Ferros nasceu em Lisboa, São Jorge de Arroios, a 5-1-1973. Filho de Luís António Gaia Paiva Raposo Ferros, coautor deste livro, e de D. Maria Manuela Sarmento de Magalhães e Menezes (Felgueiras). Licenciado em História pela Universidade Lusíada de Lisboa, deixou a capital para se instalar no Paço de Molelos, propriedade da sua família, em 1998, altura em que se iniciaram grandes obras de restauro e reabilitação do mesmo edifício. Desenvolve atualmente na Quinta do Paço de Molelos um projeto de agricultura biológica. Membro do Centro de Estudos Pré-históricos da Beira Alta. Investigador de história, tem vindo a colaborar com artigos para a imprensa local, sendo esta a primeira obra que vê publicada com o seu nome incluído.</p>
<p>Rui Alberto do Amaral Leitão nasceu em Muna em 11-11-1937. Licenciado em Ciências Físico-Químicas e em Ciências Matemáticas pela Faculdade de Ciências da Universidade Clássica de Lisboa exerceu, entre outros, os cargos de Subdiretor-Geral, Diretor-Geral e Secretario-Geral na Secretaria de Estado e no Ministério da Cultura (1980-1998), encontrando-se atualmente na situação de Funcionário Público aposentado. Após a sua aposentação exerceu ainda o cargo de Presidente do Fundo Remanescente de Recuperação do Chiado, que reabilitou parte significativa daquele bairro nobre da cidade de Lisboa. É Sócio Efetivo de Número do Instituto Português de Heráldica, Académico correspondente da Academia Nacional de Belas Artes, Sócio Efetivo da Sociedade de Geografia de Lisboa, do Grémio Literário, da Academia Portuguesa de Ex-Libris e da Associação Portuguesa de Genealogia da qual é Vice-Presidente da Direção. Por serviços prestados, foi nomeado Cavaleiro da Ordem de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa, Cavaleiro de Jure Sanguinis da Sagrada e Militar Ordem Constantiniana de São Jorge e Cavaleiro da Ordem Equestre do Santo Sepulcro de Jerusalém.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>(A) Riscar em Povoa e Meadas… a Cores</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/ariscar-em-povoa-e-meadas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Mar 2024 23:38:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Ao contrário da experiência de Castelo de Vide (“(a)Riscar em Castelo Vide”), Luís Pedro Cruz não faz desta uma contada história de percurso. Neste caso, indo talvez mais longe, faz deste lugar de Póvoa e Meadas um lugar de inscrição. Inscreve-o no tempo e no espaço, ou, dito de outra forma, nos tempos e nos espaços: os que lhe são contados e abertos pela inúmera memória dos seus habitantes.

Se é verdade que pelo desenho inscreve a existência das casas, das fontes, das praças e dos presentes lugares em volta, já pelas vozes inscreve em inexistentes lugares as ‘impresentes’ casas e a incerta memória das gentes que as criam.

Dizendo a linguagem simples de um discurso muito directo, por um imediatismo de palavras mais ‘terra-a-terramente’ entendíveis, os testemunhos vão viajando como nos sonhos que por vezes não fazem sentido e nos sonhos são aceites.

(…)

Espreitemos então para este livro com a enigmática curiosidade com que espreitamos por uma janela que tudo nos mostra, abrindo por fim a porta da rua para sair e entrarmos fascinados por ele adentro como quem regressa de nós – e inventa o mundo.

[do Prefácio de Rui Casal Ribeiro]
<p style="text-align: right"></p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Luís Pedro Cruz, colheita de 59, e à “Parede” chama-lhe a sua terra. Arquiteto no Alentejo, fascinado pela paisagem que o cerca, desenhador compulsivo e desorganizado, sem grande paciência, traço rápido que funciona por sucessivas aproximações à realidade sem nunca lá chegar e com o erro bem à vista (aliás, mais do que isso não lhe peçam, porque cada um faz o que sabe!). Capta sítios sem deixar pela metade. É solitário, talvez até tímido e, por isso, usa o desenho para chegar aos outros sem dar a cara. Quando quem olha interioriza o desenho e a partir do registo fala de si, do que viveu, e com os outros – objetivo conseguido!</p>
<p>Ultimamente faz livros: primeiro um calhamaço “A Reabilitação e Autenticidade – Consequências no Tecido Urbano” e, depois, “(a)Riscar” por aí: primeiro “em Castelo de Vide”, à custa de desenhos (d)escritos e, agora, “em Póvoa e Meadas&#8230; a cores”.</p>
]]></content:encoded>
					
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