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	<title>Religião &#8211; Edições Colibri</title>
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	<title>Religião &#8211; Edições Colibri</title>
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	<item>
		<title>Vida de São Teotónio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 01:30:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA["(…) Razões tem a história profana por lhe prestar atenção, pois os seus caminhos e os seus gestos se cruzam com os do rei fundador da nação portuguesa, Afonso Henriques. Motivos tem a comunidade eclesial, representada particularmente pela diocese de Viseu, de recuperar o perfil identitário de Teotónio: contemplativo, num tempo em que parecia que a acção era destino necessário; dedicado aos outros, em comunhão com os mais necessitados, quando parecia que se retirava para o claustro; pronto em repartir o seu conselho, nomeadamente com o rei, não esquecia as suas responsabilidades no interior da comunidade que o escolheu como Superior; identificado com essa comunidade, não deixava de se irmanar com a colectividade que vibrava em torno de um rei que era esperança de tempos novos. Nascido nos alvores da história portuguesa, numa pequena aldeia do rio Minho, Teotónio tem o aroma e o arrojo das origens e o vigor de quem mereceu entrar directamente na eternidade."]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Aires A. Nascimento, n. 1939 (Palhais, Trancoso), tem longo percurso académico: Prof. Catedrático da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, ocupou-se de temas diversos de Filologia (textos e manuscritos) e de História (sentido do tempo), como consta nos ensaios recolhidos em <i>Ler contra o Tempo</i>; atenção particular lhe mereceu a Hagiografia medieval, com as problemáticas da Legenda e do Milagre e as reflexões sobre Imagem e Texto, através de considerações em torno de Iconografia e Iluminura.<br />
Nesse plano se integra a monografia que dedica à Rainha Santa Isabel, &#8220;maior santa, porque rainha, tanto maior rainha, porque santa&#8221; (no trocadilho do P.e António Vieira); merecem-lhe atenção aspetos menos comentados por outros, como é atender a duas Cantigas que o rei D. Dinis terá dedicado à Rainha e como é trazer à colação a sua correspondência epistolar, reveladora de uma personalidade conciliadora em situações de conflitos familiares; presta também atenção ao elogio histórico desenvolvido em ritual académico e atende à iconografia da Rainha Santa: para ilustração desse tema traz à consideração um quadro esquecido na Academia das Ciências de Lisboa, mas atribuído, por tradição, à princesa D. Maria Francisca Benedita, irmã da rainha D. Maria I; aduz-se aqui que esse quadro deve ter pertencido à antiga Galeria de Fr. José Mayne.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Música Católica em Macau no Século XX &#8211; Os Compositores e as suas Obras Vocais num contexto histórico único</title>
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		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 01:06:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA["O trabalho do professor Dai permite-nos conhecer que a música católica surgiu em Macau, desde os primeiros dias como porto comercial. Um sistema cultural relativamente intacto, que constituiu um dos indícios mais importantes e fundamentais da história da música em Macau. [Este livro] é o resultado inevitável do desenvolvimento da música nos tempos modernos.
[Lei Pang Chu (Escritor e ex-diretor de Macao Daily News)]

A música católica em Macau, no século XX, é um importante trabalho de pesquisa da antropologia musical. Este trabalho forneceu detalhes relativos à história do intercâmbio musical Sino-Ocidental e à história do desenvolvimento da música religiosa. Também nos relembra que o desenvolvimento da música em Hong Kong, Macau e Taiwan é fundamental e indispensável para a história da música chinesa. A pesquisa de Dai expandiu o espólio da história musical da China para as comunidades chinesas no mundo.
[Lin Hua (Professor do Conservatório de Música de Shanghai e Compositor)]

Nos meados do século XVI, a música ocidental entrou num florescente período renascentista, orientado pelo saber do Humanismo. A música medieval católica teve um longo processo de formação, desde a monofonia à polifonia (Dai Dingcheng, 2000, p. 148), atingindo a idade de ouro da música modal, na sua forma típica a cappella (sacra ou secular). No mesmo período do século XVI, a cultura musical da China continental desfrutou de uma civilização chinesa bastante diferente, marcada pela música de corte, pela música folclórica, pela música de literato e pela música religiosa (Taoista e Budista). As múltiplas escolas de música formaram uma emocionante paisagem sonora. Na fronteira com o mar do Sul da China, Macau era um pequeno e primitivo porto de pesca, quando recebeu pela primeira vez viajantes Portugueses. Após o ano 1553, os moradores desta aldeia piscatória observaram com curiosidade os novos colonos (Jin Guoping &#38; Wu Zhiliang, 2002, pp. 47-68), mas não esperavam que a cultura da música católica se tornasse uma componente importante das múltiplas culturas de Macau. A partir de então, esta cultura musical não só é uma marca do sincretismo cultural entre a China e o Ocidente em Macau, como constitui também uma das principais origens do movimento de introdução da música ocidental."]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Dai Dingcheng, doutorado em teoria de composição, é professor de Musicologia da Escola de Artes no Instituto Politécnico de Macau (MPI).<br />
A sua investigação abrange desde a polifonia europeia, entre os séculos IX e XVI, até à música contemporânea.<br />
Desde que chegou a Macau em 2003, Dai tem estado envolvido em projetos relacionados com a musicologia urbana.<br />
É membro do Conselho Cultural do Comité de Macau S.A.R. (2013-), membro do Comité da Sociedade de Etnomusicologia da Ásia Pacifica (2008-), Vice-diretor do Comité Nacional do Ensino Académico Superior em Teoria Musical e Composição (2008-), membro do Comité World Choir Council (2012-), membro convidado e especial do Comité Musical da Sociedade da Educação da China (2003-), investigador convidado do Conservatório Central, professor convidado do Conservatório da Música de Xinghai e da Universidade Normal do Sul da China (2005-).<br />
É, também, conselheiro da Orquestra de Macau (2007-), presidente honorário e diretor artístico de várias sociedades em Macau, tais como: Associação Musical de Cheong Hong de Macau e da Orquestra da Música Taoista de Macau.</p>
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		<title>Mãe e Filho</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/mae-e-filho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 01:00:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>João de Deus &#8211; O Santo da Acção Hospitalar</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/joao-de-deus-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 00:56:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Sobre São João de Deus foram-se sucedendo ao longo dos séculos, desde 1585, ensaios biográficos - alguns devotos, outros imaginosos, só alguns analíticos - da acção por ele empreendida em favor dos doentes. Ao celebrarem-se 450 anos do reconhecimento pontifício (Pio V) da Fraternidade Hospitaleira de S. João de Deus (1 de Janeiro de 2022 - 1 de Janeiro de 2023), a que o Papa Francisco se associou, Aires A. Nascimento, com largo currículo científico histórico-hagiográfico, toma à sua conta rever questões histórico-hagiográficas sobre a figura de João de Deus e retomar problemas, sujeitando-os a critérios de verdade, na novidade do que eles representam na assistência hospitalar do seu tempo.

- Estranha o autor que outros não tivessem atinado com a sigla de assinatura usada por João de Deus quando terminava as suas cartas.
- Dá aqui a sua interpretação, não duvidando em reconhecer nessa sigla a expressão de uma vida inteiramente dedicada aos mais abandonados. O que ele grafava como Yfo é, para o autor, um modo de identificação com Cristo, que, segundo a lição paulina, "se fez tudo para todos". João de Deus reduzia a sigla o que, no texto bíblico, em latim, era, por extenso, Yoannes factus omnia omnibus, que, em tradução portuguesa, é "João feito tudo para todos"; assume-se que o vale como redução (ou haplologia, para não repetir e não quebrar a harmonia tripartida do desenho da sigla). Poderá o leitor encontrar aqui também as notas fundamentais da acção hospitalar de João de Deus, em decisões que tornaram o cuidado com os doentes digno de nos revermos no acompanhamento que lhes proporcionamos, não só em cuidados técnicos e medicamentosos, mas também afectivos.
- Dedica-se esta obra a todos os cuidadores dos doentes - domésticos e hospitalares - que têm em S. João de Deus o patrono que merecem.

No funeral de João de Deus incorporou-se gente de várias origens: "gentes infindas, faziam lamentos por ele; não apenas cristãos-velhos, mas mouriscos também, que choravam e iam dizendo, no seu linguajar, o bem e as esmolas e o bom exemplo que a todos tinha dado, e gritavam invocando mil bênçãos". (F. Castro)

A beatificação de João de Deus, teria lugar a 21 de Setembro de 1630, por Urbano VIII; a canonização viria sessenta anos mais tarde, devida a Alexandre VII, em 16 de Outubro de 1691. Para a celebração da sua memória foi indicado o dia 8 de Março, que foi a data do seu falecimento (de quinta para sexta feira), com a idade de 55 anos, em 1550, atravessando meio século em que outros se dedicavam a procurar o Novo Mundo...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Aires A. Nascimento, n. 1939 (Palhais, Trancoso), tem longo percurso académico: Prof. Catedrático da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, ocupou-se de temas diversos de Filologia (textos e manuscritos) e de História (sentido do tempo), como consta nos ensaios recolhidos em <i>Ler contra o Tempo</i>; atenção particular lhe mereceu a Hagiografia medieval, com as problemáticas da Legenda e do Milagre e as reflexões sobre Imagem e Texto, através de considerações em torno de Iconografia e Iluminura.<br />
Nesse plano se integra a monografia que dedica à Rainha Santa Isabel, &#8220;maior santa, porque rainha, tanto maior rainha, porque santa&#8221; (no trocadilho do P.e António Vieira); merecem-lhe atenção aspetos menos comentados por outros, como é atender a duas Cantigas que o rei D. Dinis terá dedicado à Rainha e como é trazer à colação a sua correspondência epistolar, reveladora de uma personalidade conciliadora em situações de conflitos familiares; presta também atenção ao elogio histórico desenvolvido em ritual académico e atende à iconografia da Rainha Santa: para ilustração desse tema traz à consideração um quadro esquecido na Academia das Ciências de Lisboa, mas atribuído, por tradição, à princesa D. Maria Francisca Benedita, irmã da rainha D. Maria I; aduz-se aqui que esse quadro deve ter pertencido à antiga Galeria de Fr. José Mayne.</p>
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		<title>Artur de Oliveira Santos &#8211; Um republicano idealista 1884-1955 &#8211; O Administrador de Ourém no tempos das Aparições de Fátima</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/artur-de-oliveira-santos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 00:31:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Artur de Oliveira Santos é uma das figuras mais controversas dos inícios do século XX, apesar de, injustamente, estar apenas ligado ao papel que teve em 1917, aquando das Aparições de Fátima. Tendo sido um espectador privilegiado do 5 de outubro em Lisboa, ocupou cargos de importante relevância local, tais como Vice-Presidente e Presidente da Câmara e até de Administrador do Concelho de Vila Nova de Ourém (por 4 vezes).

Pertenceu ao Canteiro Latino Coelho da Associação Carbonária Portuguesa e à Loja maçónica Acácia de Lisboa. Com o derrube da Primeira República, envolveu-se em atentados do Reviralho, quer contra a Ditadura Militar, quer contra Salazar. Passou pelas cadeias de Monsanto e Aljube, antes de fugir para Espanha, onde militou nos <i>Budas</i> de Madrid, ligados à Liga de Paris.

Exilado, acabou por se envolver na Guerra Civil espanhola. Beneficiando da amnistia de 1940, regressou a Portugal, mantendo-se politicamente activo. Jornalista de reconhecido valor, dedicaria os seus últimos anos de vida á escrita na imprensa nacional e local, assinando sempre as suas crónicas com o pseudónimo de João de Ourém.

Artur de Oliveira Santos, o célebre administrador de Vila Nova de Ourém, foi durante mais de 100 anos uma figura estigmatizada, ligada apenas ao episódio da <i>prisão dos pastorinhos de Fátima</i>, em 13 de agosto de 1917.

Numa época marcada por mudanças radicais em Portugal (Primeira República e Estado Novo), esta importante figura republicana envolveu-se em polémicas, arriscou a vida pelos seus ideais, praticou atentados bombistas contra a ditadura saída do 28 de Maio de 1926, esteve preso e viveu no exílio, em Espanha. Regressado a Portugal em 1940, viria a apoiar a candidatura de Quintão Meireles à presidência da República em 1951

Número de páginas: 440]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>José Manuel Dias Poças das Neves, licenciado em História pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, tem uma pós-graduação em Ciências Documentais pelo Instituto Politécnico de Tomar e o Mestrado em História Regional e Local, pela Faculdade de Letras da Universidade Clássica de Lisboa. Entre as várias obras já publicadas, salientam-se <i>Fátima dos Inícios do Século XX – A freguesia de Fátima (1900 -1917)</i>; <i>Memórias de Boleiros, uma aldeia de Fátima</i>; <i>A Alma de um Povo – Os 75 anos do Notícias de Ourém (1933-2008)</i>; <i>Quando os sinos tocavam a rebate – Memórias de uma associação centenária, os bombeiros Voluntários de Ourém</i> e <i>O Concelho de Vila Nova de Ourém em 1924</i>. Foi galardoado em 2018 com o Prémio Villa Portela.</p>
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		<item>
		<title>À Procura dos Deuses</title>
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		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 00:05:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="layoutArea">
<div class="column">

Meditando sobre o quadro oferecido pelas relações que o Homem foi estabelecendo com o transcendente ao longo de séculos, o autor interroga-se sobre a origem das religiões, sobre as razões por que germinaram tantos credos aparentemente muito diferentes e sobre os benefícios e os malefícios inspirados por estes.

Julgando que a consulta, cómoda, de livros e de tratados académicos nenhum horizonte novo lhe trariam, decidiu recorrer a um alter ego que, qual peregrino, iria pelo mundo ouvir homens e mulheres que seguem diversas religiões e crenças tentando perceber porque razões adoram os seus deuses.

Para que a viagem pudesse atingir, com rigor, os objectivos que foram apontados ao peregrino, recomendou-lhe que ignorasse a he- rança cultural que transportava que poderia condicionar a sua acção, que não seguisse um guião rígido e que não se munisse nem de livros nem de aparelhos.

Também deveria dispensar os bordões oferecidos por filósofos, religiosos, psicólogos e sociólogos que o pudessem desviar do seu caminho.
Por fim, determinou-lhe ainda que deveria evitar controvérsias sobre temas religiosos porque, para o cumprimento da sua missão deveria respeitar o distanciamento necessário a uma rigorosa isenção.

</div>
</div>
</div>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: 16px">Autor: Alberto Trovão do Rosário</span></p>
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		<item>
		<title>A Congregação do Oratório</title>
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		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 00:04:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[«A congregação do oratório é pouco conhecida da generalidade das pessoas, mesmo das que têm pela Religião, pela Cultura e pela História alguma predilecção. Situação injusta dada a sua importante acção, no campo religioso, mas principalmente no campo educativo, onde foram grandes rivais dos jesuítas, pela positiva. A sua presença na sociedade portuguesa foi curta. Não chegou a 2 séculos. Fundada em 1648, foi extinta juntamente com as Ordens Religiosas na razia de 1834. Embora não fosse uma Ordem, não escapou à sanha liberal anti-fradesca. (...) Não pode ficar esquecido, nem diluído no tempo, o papel desta Congregação na sociedade portuguesa do tempo. O objectivo deste trabalho, modesto na sua amplitude face à importância do tema, é contribuir para a divulgação da obra da Congregação do Oratório em Portugal.
Filipe Néri, um florentino nascido em 1515, fundou em 1551, em Roma, uma confraria para prestar assistência aos peregrinos que visitavam a cidade a que chamou Confraria da Trindade dos Peregrinos e Convalecentes. Mais tarde patrocinou reuniões, que eram chamadas <i>oratório</i>, reunindo várias pessoas em sua casa, num círculo de estudo de assuntos religiosos. Estas reuniões tiveram grande êxito, valendo-lhe a conquista de discípulos e confrades. Desse êxito nasceu em 1565 a Congregação do Oratório, que fundou na Igreja de S. João dos Florentinos, que estava sob seu comando e onde os seus discípulos, que eram sacerdotes, celebravam missa e pregavam.»]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Carlos Calinas Correia formou-se em engenharia eletrotécnica pelo IST em 1957, exercendo seguidamente atividade como projetista em áreas tão diversificadas como redes de distribuição, iluminação pública, instalações industriais e eletrificação de grandes edifícios. Em 1969 transitou para a área de manutenção industrial. Finalizou a sua atividade de engenheiro como gestor de projetos. Simultaneamente, e desde 1962, geriu uma firma de comércio internacional, negócio familiar deixado em herança por seu pai. Exerceu também atividade em profissão liberal e como consultor de diversas empresas. Após a reforma destas atividades dedicou-se à História, que fora sempre um seu &#8220;hobby&#8221;, licenciando-se e obtendo o mestrado em &#8220;História dos Descobrimentos e Expansão&#8221;, com a defesa duma dissertação sobre &#8220;A Arte de Navegar de Manoel Pimentel. (As edições de 1690 e 1712)&#8221;. Tem participado em congressos. Publicou em 2017 <i>A Arte de Navegar na época dos Descobrimentos</i>, em 2018 <i>História dos Descobrimentos – Uma Odisseia Fascinante</i> e em 2021 <i>A Congregação do Oratório</i>. Todas estas obras foram publicadas nas Edições Colibri.</p>
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		<title>Religiosidade Popular no Alentejo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Manuel]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Jun 2010 18:22:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O autor estudou, durante cerca de três décadas, a Festa da Santa Cruz da Aldeia (freguesia de Santiago Maior, concelho do Alandroal, distrito de Évora), que tem como figuras centrais a Mordoma e a Madalena, esta última decalcada da bíblica e enigmática Maria Madalena. Neste livro, os particularismos locais daquela representação de religiosidade popular são integrados e comparados com o fenómeno da religiosidade em geral ao longo do seu devir histórico. Depois, os conteúdos manifestos e latentes daquele rito paralitúrgico são analisados sob as ópticas da Religião Popular, do Simbólico e da Antropologia Psicanalítica. Sendo Maria Madalena a personagem principal da Festa da Santa Cruz da Aldeia da Venda, as suas controversas representações na cultura e no imaginário popular são aqui aprofundadas e analisadas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>João Augusto David de Morais nasceu em Angola mas reside, e exerceu as suas atividades profissionais, em Évora desde 1976. Em Portugal, licenciou-se, doutorou-se e fez a agregação em Medicina, especializando-se, sucessivamente, em Medicina Interna, Infeciologia e Medicina Tropical. Na Bélgica, obteve o <i>master&#8217;s degree</i> em Saúde Pública, no <i>Institut Prince Leopold</i> de Antuérpia. Em Roma, no <i>Istituto di Parassitologia</i> da Universidade La Sapienza, estagiou com a prestigiada geneticista Prof.ª Lia Paggi. Foi Chefe de Clínica e Diretor de Serviço no Hospital do Espírito Santo de Évora. Como Professor Convidado da Universidade de Évora, com a qual colaborou durante 30 anos, lecionou as disciplinas de Ecologia Humana, Parasitologia Humana e Antropologia Aplicada. Tem cooperado em diversos mestrados e cursos de pós-graduação, no país e no estrangeiro. Publicou cerca de 150 trabalhos científicos e vários livros, nas áreas da Medicina, Ecologia Humana, Antropologia Social, Religiosidade Popular e História. Foi galardoado com 15 prémios por trabalhos científicos e agraciado com as medalhas de grau ouro do Ministério da Saúde e da Câmara Municipal de Évora e com a Medalha de Mérito da Ordem dos Médicos.</p>
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