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	<title>Tradições Populares &#8211; Edições Colibri</title>
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	<title>Tradições Populares &#8211; Edições Colibri</title>
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		<title>Arronches &#8211; A Terra onde não Chovia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Manuel]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 17:05:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Ao folhear as páginas do livro do meu amigo José Botelheiro, somos convidados a mergulhar numa viagem pelas ruas, pra­ças, esquinas, da nossa vila, onde cada pedra parece guardar memórias de pessoas que, com os seus sonhos moldaram es­tes lugares… Imagino as famílias que ali viveram, trabalhando duro para construir uma comunidade unida com forte sentido de pertença… imagino os risos que ecoaram pelas ruas em tempo de festa e romaria e também lágrimas em busca de um consolo. Imagino as histórias dos encontros, as conversas ao entardecer, as mãos calejadas que ajudaram a erguer as casas e cultivar as terras... fazer história(s)... histórias onde cada personagem, cada lembrança é inspirada nas vidas de pessoas, tecidas com fios de realidade e ficção.

[Daniel Balbino]

* * *

Procurou o autor que se vos apresenta na sua labuta e pesquisa a verificação de factos e elementos decorrentes do seu voluntarismo e amadorismo, da sua escola de vida, da paixão e do prazer de ler e de querer revelar ou partilhar os conhecimentos que porventura assimilou, o de poder deles tirar partido, oferecendo a sua visão, o seu entendimento e ousando expô-los, ainda que de forma aberta, mas pessoal, ficcio­nal e diria que talvez até fantasiosa mas nunca tendenciosa ou desvirtuada destas realidades anunciadas.


Número de páginas: 204
1.ª Edição: Abril de 2026]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Autor: José Botelheiro nasceu em Porto da Espada no ano de 1952. Fez o serviço militar, como voluntário, entrando no ano de 1969, com 16 anos, na Marinha de Guerra Portuguesa.</p>
<p>Trabalha a partir de 1973 nos SUPPA, Pão de Açúcar em Lisboa. Nos pós 25 de Abril abre uma Tabacaria/ Papelaria em Lisboa na Zona de São Bento e colabora, como promotor/comissionista, na divulgação e pro­moção de obras literárias nos “Amigos do Livro“.</p>
<p>Nos princípios dos anos oitenta muda-se para Ar­ronches onde exerce a atividade como gerente/ proprietário, numa mercearia / loja de desporto e artigos de pesca, durante cerca de 20 anos.</p>
<p>A par da sua atividade tem-se envolvido no mundo do associativismo, cooperativo e autárquico, como presidente e cooperante da extinta Cooperativa Tra­balho e Progresso/ Parceria Coop Lisboa.</p>
<p>Foi tesoureiro da Junta de Freguesia de Assun­ção, durante um mandato e deputado municipal, durante vários.</p>
<p>Interveniente e participante na vida local, integrou ainda os órgãos diretivos da Associação dos Bom­beiros Voluntários de Arronches.</p>
<p>No presente, é cronista do &#8220;Notícias de Arronches&#8221; e integra os órgãos sociais do &#8220;Centro de Bem Estar Social de Arronches&#8221;, como Presidente do seu Con­selho Fiscal.</p>
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		<title>Penitentes de Lavacolhos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Manuel]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 15:51:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="layoutArea">
<div class="column">

A Procissão dos Penitentes é um ritual que se realiza na aldeia de Lavacolhos do concelho do Fundão, uma tradição praticada na Sexta-Feira Santa às zero horas, acto com forte simbologia religiosa, pois representa o caminho de Cristo para o calvário, embora todo o seu desenrolar tenha um forte vínculo ao paganismo popular. Esta prática não é organizada nem tem o aval eclesiástico, antes, consiste numa prática espontânea de religiosidade popular enraizada na comunidade local.

(...)

Os Mistérios da Páscoa na Beira são um verdadeiro tesouro de religiosidade popular, um enorme conjunto de tradições religiosas que fazem parte de um património cultural imaterial ímpar.

“Em Lavacolhos, a Procissão dos Penitentes celebra a vida e a morte e é um património cultural imaterial que se mantém vivo graças à estóica vontade do seu povo, que através da sua religiosidade popular, ou simplesmente pelo seu cunho pagão, insiste em preservar as suas memórias afectivas. É de louvar a voluntária entrega deste povo em continuar a alimentar a fornalha da sua identidade, o provimento primordial para o benéfico sentido de pertença da sua comunidade.”

&#160;

Número de páginas: 130
1.ª Edição: Março de 2026

</div>
</div>
</div>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Autor: Paulo Barbosa,<span style="font-size: 16px"> Arquiteto, com pós-graduação em Património Cultural Imaterial pela Universidade Lusófona. Presidente da Junta de Freguesia de Lavacolhos, espaço de singular especificidade humana, mais conhecido como a Terra do Bombo, pretende, com este livro, valorizar e salvaguardar o património cultural local e a memória coletiva enraizada nos seus ancestrais.</span></p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>São Miguel de Acha e a Sua História</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Manuel]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Sep 2025 09:06:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="layoutArea">
<div class="column">

Desde o início que incentivámos o autor a manter vivo o propósito de levar a cabo esta obra, que mais do que um simples registo histórico, representa uma verdadeira homenagem ao legado dos nossos antepassados. Com firmeza e coragem, eles souberam construir, entre dificuldades e esperanças, o caminho que levou ao desenvolvimento da nossa localidade, imprimindo-lhe uma identidade única e um profundo sentido de pertença.

Este livro representa, por isso, um gesto de memória e de gratidão, mas também um contributo inestimável para a compreensão do passado coletivo de S. Miguel de Acha. É um testemunho claro da vontade férrea daqueles que, geração após geração, contribuíram para afirmar esta terra como uma referência na região, não apenas pelo seu património material e imaterial, mas também pelo dinamismo da sua gente.

[Sofia Gonçalves, Presidente da ADEPAC]

São Miguel de Acha, povoação localizada no atual distrito de Castelo Branco, terá consolidado as suas raízes históricas no local então conhecido por Acha, segundo a investigação do autor e o levantamento de fontes predominantes, entre as quais se destacam sepulturas escavadas na rocha e diversos estudos de natureza arqueológica. Por este território sucederam-se ocupações relevantes, desde a presença romana até ao domínio visigótico, seguido do controlo muçulmano, posteriormente afastado no contexto da reconquista cristã, altura em que a região ficou integrada nas terras administradas pela Ordem do Templo. (...)

• Estudar, recordar, registar e interpretar o passado, dignificando-o e honrando os seus protagonistas, constitui um ato essencial para compreender o presente e, a partir dele, projetar um futuro mais sólido e promissor para as gerações de hoje e de amanhã.

[António Trigueiros de Aragão]

</div>
</div>
</div>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Manuel Alberto Pires Ruivo – Natural de S. Miguel de Acha, onde nasceu a 2 de junho de 1955. Iniciou a sua atividade profissional em 1982 no setor financeiro, mantendo sempre uma forte ligação à sua terra natal. Colaborou ativamente na imprensa regional, nomeadamente no jornal eletrónico CulturAche, com crónicas e artigos de investigação dedicados à história local e regional. Realizou trabalho de recolha das tradições, memórias e cultura popular de S. Miguel de Acha, documentando festividades, rituais comunitários e manifestações do sagrado e do profano.</p>
<p>O seu contributo para a preservação da memória coletiva reflete- -se na valorização dos testemunhos orais e no estudo rigoroso das fontes históricas. É licenciado em História, pós-graduado em Ciência Política e mestre em Estudos Portugueses pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Canastras e Canastreiros da Ribeira de Nisa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Manuel]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Aug 2025 09:04:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A arte dos canastreiros e dos cestos poder-se-ia inscrever no artesanato tradicional, mas a Convenção de Paris chegou tarde para os nossos canastreiros e artesãos. A salvaguarda desta arte já não é possível para o presente, os artistas partiram antes de poderem assistir ao justo reconhecimento que mereciam. Justo reconhecimento, em vida, da suar arte e da sua cultura, numa interacção do homem com a natureza, bem distante das actividades, muitas delas prejudiciais, do mundo tecnológico e industrial que, frequentemente, nada respeitam à sua volta – terra, mar e céu – e que poderão tornar insustentável a habitabilidade do planeta.

O Centro Museológico da Arte Cesteira, sediado no Monte Carvalho – Ribeira de Nisa, e este livro pretendem resgatar esta comunidade do esquecimento voraz que o tempo impõe e perpetuar o conhecimento e a arte dos antepassados deste território. A história e a cultura são fundamentais para manter o vínculo entre os que partiram, os presentes e os futuros habitantes, como um fio condutor que se pretende evolutivo, mas com uma matriz que transmite os valores e a sua pertença, de geração em geração, para que os homens e as mulheres desta terra – Ribeira de Nisa – se sintam gratificados e honrados pelo seu passado, dignifiquem o seu presente e ajudem a preparar o caminho para os seus vindouros.
(Fernando Mão de Ferro)]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Coordenação da obra: Raul Ladeira<br />
Colaboração: Cristina Serra; José Carlos Frutuoso; Isilda Garraio; Eliseu Dias da Silva; António Mão de Ferro; Jorge de Oliveira; João H. Castro Antunes; canastreiros e familiares,da Ribeira de Nisa.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Décimas à Senhora da Consolação &#8211; uma prática que resiste em Igrejinha – Arraiolos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Manuel]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Jul 2025 17:17:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="layoutArea">
<div class="column">

Na freguesia de Igrejinha, no concelho de Arraiolos, realiza-se anualmente uma prática poético-religiosa singular no contexto das Festas em honra de Nossa Senhora da Consolação. Trata-se da declamação pública de décimas por homens e mulheres da comunidade, conhecidos como "poetas populares" ou "decimeiros", num ritual que alia devoção e performance oral. Este momento, que ocorreu até há alguns anos atrás em frente ao pendão, realiza-se hoje diante da imagem da santa e com o acompanhamento de uma banda filarmónica, que toca a cada décima terminada, constitui um importante elemento do património imaterial local. As décimas, frequentemente compostas pelos próprios participantes, renovam-se a cada edição, mas conservam traços estilísticos reconhecidos como identitários pela comunidade. Este trabalho propõe-se a valorizar, documentar e analisar esta prática, contribuindo para o seu reconhecimento como expressão cultural relevante e para a construção de um possível acervo - físico ou digital - que preserve a memória desta tradição. A investigação baseia-se na recolha direta de testemunhos e textos poéticos, promovendo uma reflexão sobre a relação entre oralidade, religiosidade popular e identidade local.

***

As décimas à Senhora da Consolação são um dos patrimónios mais genuínos do concelho, mais especificamente da freguesia de Igrejinha, e que gerações e gerações de décimeiros têm trazido até aos nossos dias. É interessante verificar que ano após ano, novos poetas décimeiros participam nesta tradição e que continua a ser o momento alto das festas em honra de Nossa Senhora da Consolação, todos os anos em setembro.

Sílvia Pinto (Presidente da C. M. de Arraiolos)

Número de páginas: 222

</div>
</div>
</div>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="section">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<p>Florêncio António Azinheirinha Cacête é natural de Montemor-o-Novo. É professor do ensino secundário. Desde cedo tem desenvolvido investigação sobre o património histórico local, muito particularmente sobre as tradições, folclore e etnografia do Alentejo. Nos últimos anos, tem desenvolvido alguma investigação na área do Turismo também. É membro da Associação de Folcloristas do Alto Alentejo e Conselheiro Técnico da Federação do Folclore Português. É co-produtor do Cine-Magazine “Vagar” e Coordenador do Projeto Arquivo Di- gital do Cante. É presidente da Associação Alentejo, Terras e Gentes, parceira do Projeto A Musica Portuguesa a Gostar Dela Própria. É membro do IOV &#8211; International Organization of Folk Art. É investigador do CIDEHUS &#8211; Centro Interdisciplinar de História, Culturas e Sociedades da Universidade de Évora, onde integra o Projeto Sharing Memories-Voices of the Community.</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Memórias e Tradições de Santiago Maior – Alandroal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Manuel]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Jul 2025 17:12:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="layoutArea">
<div class="column">

Localizada a ocidente de Alandroal, de cujo concelho é parte integrante, confinou com as freguesias de Santo António de Capelins, Terena (São Pedro), Redondo, Montoito, Reguengos de Monsaraz, Monsaraz e Nossa Senhora de Machede.

(...) Freguesia de solos pobres, terras magras, zonas e espaços bastante acidentados e xistosos, de onde ao longo dos séculos, os seus residentes viveram de uma agricultura de sobrevivência e de uma minipecuária para subsistência.

(...) Diz-se que a população da nossa freguesia e de parte do concelho é de origem nórdica, a qual se fixou na raia alandroalense aquando das invasões bárbaras. Os antropólogos explicam assim, a existência abundante de naturais da freguesia que possuem olhos e cabelos claros.

--,,--
<div class="page" title="Page 1">
<div class="layoutArea">
<div class="column">

Este livro, grande desejo dos últimos quinze anos da vida do meu pai, não é um objecto literário mas antes uma celebração da vida. Vê-lo editado teria sido certamente um dos momentos mais felizes da sua vida.
A ligação à sua terra natal, à génese da sua formação como ser humano, ligação que sempre manteve, mais uma vez é aqui sobejamente demonstrada.

Mas tal permanente ligação não se manifestou apenas por esta escrita, pelo contrário e desde que foi viver para Évora, no dia-a-dia, enquanto pôde e dentro das suas capacidades, sempre ajudou e colaborou com os seus conterrâneos que o procuravam para tal, fosse nas questões de emprego, habitação, saúde ou até na interlocução junto de entidades e poderes públicos ou outros.

Como na sua vida e no seu falar diário sempre juntou memória e sentimento.
Por tudo isto e para além do excelente, único e inigualável pai extremoso e familiar dedicado que sempre foi, mesmo quando já se encontrava com grau de dependência elevado, a edição deste livro a título póstumo é uma homenagem e, afinal, um reconhecido e muito merecido agradecimento, para quem estará sempre junto de nós. De todos!

[Vítor Cotovio]

Número de páginas: 264

</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
<div class="section">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<p>Manuel Inácio Cotovio nasceu em 1932, na Aldeia das Pias, Santiago Maior. Desde muito novo ligado à cultura popular, integrou o grupo de teatro amador e sempre se dedicou às questões da sua terra.<br />
Ao longo da vida manteve colaboração dispersa com a imprensa escrita local e regional. Possuiu talvez o maior espólio particular de literatura de cordel do distrito de Évora.</p>
<p>Viveu em Évora desde 1964, onde faleceu em 29 de Julho de 2024.</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Da Voz Lírica do Alentejo – Contributo para o Estudo da Literatura Oral e Tradicional do Concelho de Reguengos de Monsaraz (vol. II – Anexos)</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/da-voz-lirica-do-alentejo-contributo-para-o-estudo-da-literatura-oral-e-tradicional-do-concelho-de-reguengos-de-monsaraz-vol-ii-anexos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Helena Gil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Sep 2024 16:54:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Da Voz Lírica do Alentejo (Contributo para o Estudo da Literatura Oral e Tradicional do Concelho de Reguengos de Monsaraz) é constituído por dois volumes que, no seu conjunto, formam um estudo sobre os textos líricos da tradição oral do concelho alentejano de Reguengos de Monsaraz, a partir de um vasto corpus recolhido junto da comunidade, através de entrevistas, sem perder de vista o que se publicou até então.

Além disso, a obra propõe, entre outros elementos observados, um guia de recolha, atento às várias etapas do trabalho de campo, uma análise temática e uma proposta de critérios de classiﬁcação da diversidade de subgéneros líricos contemplados no estudo (cantigas, modas, provérbios, expressões populares, rimas infantis, orações, rezas, benzeduras, ensalmos e esconjuros), com o devido enquadramento teórico no panorama das tradições orais portuguesas.

Em suma, pretende-se que este trabalho seja um contributo para a preservação e para a divulgação do Património Cultural Imaterial do concelho de Reguengos de Monsaraz, isto é, um garante da conservação e difusão da memória reguenguense de outros tempos, vista à luz do presente, com «os olhos postos no futuro».

&#160;

<strong>Nº Páginas: </strong> 538

<strong>Capa:</strong>  mole (16x23)]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>LINA SANTOS MENDONÇA é professora do 3.º Ciclo do Ensino Básico e Secundário e investigadora do Centro de Literaturas e Culturas Lusófonas (Universidade de Lisboa), com mestrado e doutoramento na especialidade de Literatura Oral e Tradicional. No âmbito do doutoramento, defendeu a tese <em>Da Voz Lírica do Alentejo </em>(Contributo para o estudo da Literatura Oral e Tradicional de Reguengos de Monsaraz). Nos últimos anos, participou em diversos congressos nacionais e internacionais, com vista a divulgar os seus estudos sobre os textos da tradição oral e sobre as tradições e festividades religiosas do concelho de Reguengos de Monsaraz. Igualmente, publicou vários artigos científicos acerca da Literatura Oral e Tradicional Portuguesa, em revistas e obras da especialidade.</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Dicionário de Ditados (Provérbios) e Frases Feitas (3ª Edição)</title>
		<link>https://edi-colibri.pt/produto/dicionario-de-ditados-proverbios-e-frases-feitas-3a-edicao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Manuel]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 May 2024 18:45:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Para que não se percam saberes ancestrais com valores e significados sempre actualizados do ponto de vista da nossa língua, tanto na forma como no conteúdo, a autora reuniu nesta obra aproximadamente 24.000 ditados dispostos por ordem alfabética. Frases que sintaxicamente encerram verdadeiras lições de filosofia adaptadas às circunstâncias da nossa vivência diária, em que cada um poderá rever conceitos de sabedoria popular e erudita. [José Branquinho]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Deolinda Milhano, Licenciada em Ensino de Português e Francês, diz-se moldada pelas características do Alentejo que muito ama e apegada à cidade de Portalegre que não troca por outra.</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Venho de Lá  – Histórias e Memórias  de Marvão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 22:18:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Uma narrativa entre duas portas: Marvão – Porta de Entrada e Puerto Roque – Por­ta de Saída; mas também a dos lugares da Raia que ensinam, quem aqui habita, a viver com o pé de cada lado da fronteira. Uma viagem entre o real e o imaginário, entre as memórias do passado e as re­flexões do presente conduzem o leitor a conversas de esquina; ao bulício de uma fábrica, à animação de um fim de tarde na taberna, ou nos vários cafés da Avenida 25 de Abril. Histórias que se preenchem de pessoas, de vida, amor, fragilidade, som­bras e morte, resultantes de um processo de escrita que segura e liberta uma parte importante do que sou, do Alentejo que me habita, através de uma linguagem íntima e visual. Um livro que recupera imagens, flashes do passado que se presentificam, a quem por aqui vive, ou passa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Natália Batista nasceu em Santo António das Areias, concelho de Marvão, em 1969. Licenciada em Línguas e Litera­turas Modernas, Estudos Por­tugueses e Alemães, lecionou a disciplina de português no ensino oficial e no ensino pro­fissional. Integrou o núcleo de formadores do CIDAC e lecionou português para Estrangeiros, no ILA.</p>
<p>Em 2003, criou o blogue <a href="http://escre­vemedevagar.pt">escre­vemedevagar.pt</a>, no qual aclara a voz da escrita com o Alentejo colado à pele. Alguns dos seus textos foram publicados, na pla­taforma digital, Capazes. Cola­borou no Número Especial 2021, da Revista IBN Maruan, com o texto “Um Passeio pela Avenida 25 de Abril”.</p>
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		<title>Versos Dispersos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[SergioNeves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 01:30:04 +0000</pubDate>
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