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	<title>978-989-566-471-9 &#8211; Edições Colibri</title>
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		<title>Sobre a Metodologia de Projeto, a Coordenação da Construção e a Qualidade Final da Obra. Dos diagramas de Gantt ao Digital Twin Design na arquitetura</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Manuel]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jan 2025 15:20:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
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<div class="column">

A coordenação e gestão de projeto, termo que aqui significa o trabalho executado desde a preparação da operação até à entrega do edificado ao dono de obra, é uma tarefa que utiliza sistemas de ajuda ao planeamento e ao controlo da qualidade, tempo de execução e custo das construções.

O objeto estudado é a aplicação desses sistemas de ajuda nas tarefas de construção de grandes empreendimentos, consequência da industrialização das economias. A razão do interesse resulta das virtudes comuns: a certificação dos padrões de qualidade, o cumprimento dos calendários e a apetência por uma boa gestão dos recursos de tudo o que é desenhado. Construir melhor, mais rápido e mais barato.

O planeamento das operações existe por arrasto dos modelos de construção associados à revolução industrial: a standardização, a prefabricação, a construção em larga escala de tipologias repetitivas; ainda o forte movimento de urbanização das sociedades, em todas as geografias, desenvolvida a partir da segunda metade do século XX, que conduziu a novos modelos de trabalho na construção, sem os quais seriam improváveis as operações de grandes dimensões. São citadas as redes para o comércio de mercadorias, os edifícios fabris para a construção dos meios de transporte, as refinarias de combustíveis, as plataformas logísticas e todos os outros grandes equipamentos associados às economias industrializadas.

***

Este texto tem como antecedente o trabalho de aprendizagem sobre a matéria, executado para a compreensão dos projetos de grandes dimensões com que fomos confrontados. A sabedoria e a generosidade de alguns mais velhos, a prática profissional em diferentes geografias e a atividade docente guiaram a aprendizagem e o manuseamento das ferramentas. Sabemos que a mudança, nos assuntos sobre os quais escrevemos neste texto, é uma constante; na gestão das grandes operações da construção serão introduzidos novos modelos de trabalho, serão aperfeiçoados alguns dos modelos atuais e abandonados os que, pela ordem natural de renovação das sociedades, se mostrarem inúteis. Aqueles que com estas operações se cruzarem, no desenho, na coordenação e na gestão de projeto, podem contar com essa aliciante dificuldade.

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<div class="column">
<p>Miguel Pais Vieira é arquiteto (ESBAP 1973-1979). Trabalhou durante 28 anos numa das grandes empresas de construção portuguesas. Projetou e acompanhou a execução de obras em Portugal, no Congo Kinshasa, em Moçambique, em Angola e na Alemanha. Defendeu dissertação de mestrado na Escola de Engenharia da Universidade do Minho e realizou provas de doutoramento na Escola de Arquitetura da Universidade de ValIadoIld. Entre 1997 e 2013 lecionou as matérias de Tecnologias e Sistemas Construtivos; primeiro no curso de arquitetura da ESAP / Arvore, no Porto, e depois na Universidade Lusíada, em Lisboa.</p>
<p>Foi investigador no CSG-CEsA – Centro de Estudos sobre África e do Desenvolvimento, sediado no Instituto Superior de Economia e Gestão da Universidade de Lisboa, entre os anos de 2012 e 2019.<br />
Publicou, entre outros, os textos; Construir as Cidades (2010); Cidades em Angola: Construções Coloniais e Reinvenções Africanas (2013) este último em coautoria com Isabel Castro Henriques e Sobre a Qualidade do Desenho de Arquitetura e a Industrialização da Construção (2023).</p>
</div>
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