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A Verdade Única e a Heresia de Pensar [2.ª Ed]

O preço original era: 16,00 €.O preço atual é: 14,40 €.

AUTOR:

Carlos de Matos Gomes (1946), oficial do Exército, investigador independente de História Contemporânea, com obra centrada na questão colonial e na polemologia, nas causas das guerras – I Grande Guerra e Guerra Colonial –,  na relação entre a política e a guerra, da guerra com os guerreiros e os povos, dos interesses e dos meios que determinam a guerra e que foram publicados em obras individuais e em co-autoria com o coronel Aniceto Afonso, em obras coletivas, História de Portugal, de João Medina, Nova História Militar de Portugal, de Themudo Barata e Nuno Severiano Teixeira.

Com o pseudónimo de Carlos Vale Ferraz publicou treze romances, entre eles o já clássico Nó Cego e A Última Viúva de África, prémio Fernando Namora. Colabora regularmente na imprensa escrita e em atividades académicas dos Centros de História Contemporânea da Universidade de Lisboa e da Universidade Nova, e com o Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra.

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SINOPSE

A Verdade Única e a Heresia de Pensar reúne textos publicados desde 2011 em várias plataformas eletrónicas, jornais e revistas, excertos de intervenções apresentadas em colóquios ou conferências e de romances de Carlos Vale Ferraz.

A conhecida frase de que a verdade é a primeira vítima da guerra tem um significado perverso: a verdade não é compatível com o exercício do poder! Daí ser tão importante uma informação livre do poder e ser tão tentador para o poder transformar a informação em comunicação e dominar os meios onde se realiza essa operação de mudança de género. A informação moldada sob a designação de comunicação expôs o antagonismo entre a “grande política” e a cidadania. A utilização dos meios de controlo e manipulação das mentes, da arma da comunicação, enquanto opção política para ganhar a adesão de uma maioria de apoiantes não é compatível com a informação leal e com o respeito pelas opiniões da maioria.

(…) como escreveu Etienne de La Boétie em Discurso Sobre a Servidão Voluntária, «o vulgo persegue os próprios interesses particulares e não tem olhos para ver as razões de Estado». Numa democracia, a ‘razão de Estado’ não elimina o direito de todos a saber o que determina as suas vidas, um direito que as elites tomaram para seu uso exclusivo. A ‘razão de Estado’ não pode ser transformada na Verdade Única, nem impedir os cidadãos de Pensar!

* * *

Como podemos enfrentar a principal ameaça à Liberdade, o pensamento único que nos é imposto por métodos mais ou menos subtis, mas sempre perversos? Em que medida somos cidadãos com direitos ou objetos sujeitos a forças que não dominamos? Em que guerras estamos envolvidos e ao serviço de que interesses? Como portugueses, qual a nossa relação com o mundo, com a Europa, com a África, com o nosso passado? Qual será o futuro que nos espera e aos nossos descendentes? Haverá um fim da História, ou um fim da nossa História?

Se um ser humano fosse privado de pensar isso seria o mesmo que possuir uma vida sem existência.

A Verdade Única é a negação da Liberdade de pensar.

Peso 0,350 kg
Dimensões (C x L x A) 16 × 23 cm

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