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Inscrições Hebraicas em Portugal de Samuel Schwarz

O preço original era: 20,00 €.O preço atual é: 18,00 €.

Os vestígios que os judeus deixaram, em Portugal, foram afectados pela voragem dos tempos. Entre estes apontemos os registos epigráficos, objecto principal desta obra. E daí o relevo que lhes deu Samuel Schwarz. Temos aqui, por exemplo, as pedras tumulares dos almocávares ou cemitérios judaicos, de que se sabe a localização aqui e ali, e que se adivinha na maior parte dos casos. O de Lisboa, situava-se na ribanceira abaixo de Nossa Senhora do Monte (antes ermida de S. Gens). No caso do Porto, permaneceria em Miragaia. Em Évora encontrava-se extramuros, no caminho de Montemor-o-Novo. O de Tomar devia situar-se além do rio Nabão ou no sentido da encosta. (…) (…) Outros vestígios materiais são, como vimos, as lápides das sinagogas, sendo as mais difíceis de interpretar as de Belmonte e de Gouveia. Na primeira havia uma pequena comunidade medieval, que só devia ter crescido com a vinda dos judeus castelhanos. A lápide, que se encontrava no Museu Municipal Francisco Tavares Proença Júnior, em Castelo Branco, e agora está exposta no Museu Judaico de Belmonte data, segundo Samuel Schwarz, de 1297 (…) [José Alberto Tavim]

SAMUEL SCHWARZ nasce em Zgierz (Polónia) a 12 de Fevereiro de 1880 e morre em Lisboa a 10 de Junho de 1953. Forma-se em Engenharia de Minas na Escola Nacional Superior de Minas de Paris, e trabalha como tal no Cáucaso e Azerbaijão, na Polónia, em Ourense (Espanha) e em Alagna-Sesia (Itália). Com o início da primeira Guerra Mundial decide ir até Portugal, país sobre o qual tinha ouvido falar durante a estadia em Ourense. Em 1915 começa a trabalhar nas minas de volfrâmio e estanho em Belmonte e Vilar Formoso. Em paralelo, começa uma carreira de historiador, arqueólogo e de etnógrafo com a publicação de uma obra “Inscrições hebraicas em Portugal” a que se segue a publicação do livro “Os cristãos-novos em Portugal no século XX”, livro que dá a conhecer ao mundo a existência de uma comunidade de marranos na região de Trás-os-Montes. Compra o edifício da sinagoga de Tomar em 1923, e depois de empreender uma série de trabalhos de reabilitação, apela à criação do Museu Luso-Hebraico Abraão Zacuto de Tomar. Publica numerosos trabalhos relacionados com o judaísmo em Portugal sendo o último dos seus trabalhos, publicado em 1959, uma “História da Moderna Comunidade Israelita de Lisboa”. [João Schwarz]

Peso 0,350 kg
Dimensões (C x L x A) 1 × 16 × 23 cm

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