Rainhas no Portugal Moderno

Casa, Corte e Património




Recomendar livro a um amigo

Sinopse:

A obra começa com uma síntese do que era ser rainha no Portugal Moderno, seguido do papel da “fronteira” na política matrimonial da Casa Real Portugesa nos séculos XVI e XVII. Seguem-se dois textos sobre D. Catarina de Áustria: o seu séquito e a Índia e a assistência aos Homens de Guerra: os «merceeiros» de Belém. O texto que se segue diz respeito às Fidelidades e Memória da Casa Real ao Tempo dos Filipes. Num plano mais amplo referimo-nos às Casas da Família Real, na qual se integrava a Casa da Rainha e daí que o capítulo seguinte aborde o campo dos nobilitados entre cristãos-novos e familiares do assunto ofício. No campo da assistência das rainhas apresentamos dois textos. E não nos esquecemos da Casa de D. Maria Ana de Áustria. Por fim um capítulo dedicado à morte e exéquias das rainhas de Portugal (1640-1754).

Índice:

Nota Introdutória

Ser Rainha de Portugal nos alvores da Modernidade: símbolo, imagem e poder

O papel da “Fronteira” na política matrimonial da Casa Real Portuguesa nos séculos XVI e XVII: o caso de Castelo de Vide

O séquito e a Casa de D. Catarina de Áustria: a Família Real, a Índia e os grupos de poder

Formas de Assistência aos Homens de Guerra: D. Catarina de
Áustria e os «merceeiros» de Belém

A Casa da Rainha D. Maria Ana de Áustria (1708-1754): Hierarquias, Precedências e vias de acesso

Fidelidades, Resistências e Memória da Casa Real Portuguesa ao tempo dos Filipes

Nobilitados entre cristãos-novos e familiares do Santo Ofício: o exemplo das casas da família real

As instituições de assistência das Casas da Família Real: «a misericórdia» e a «graça» régia

Identidade e especificidade no universo confraternal: as confrarias do Espírito Santo da Casa das Rainhas na Época Moderna

Morte e exéquias das rainhas de Portugal (1640-1754)


A AUTORA:
Maria Paula Marçal Lourenço é professora do departamento de História da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, onde defendeu a sua tese de doutoramento em 2000. É membro do Centro de História de Lisboa e Académica de Número da Academia Portuguesa da História. Para além da participação em vários projectos de investigação nacional e estrangeira, é a coordenadora principal da área de Moderna da candidatura de Óbidos a Património Histórico da Humanidade. Recebeu, em Julho de 2005, o Prémio Fundação Calouste Gulbenkian de História Moderna e Contemporânea atribuído à obra “A Casa das Rainhas de Portugal (1640-1754)”.

Detalhes:

Ano: 2012
Capa: capa mole
Tipo: Livro
N. páginas: 170
Formato: 23x16
ISBN: 978-989-689-250-0
Comentários de utilizadores

Não existem Comentários


Adicionar Comentário
carrinho de compras
notícias
23/11/2019
ROSÁLIA – A menina Exposta da Roda, da autoria de Florbela Teixeira
LANÇAMENTO: dia 23 de Novembro de 2019 (sábado), das 16h00 às 18h00, na Biblioteca Municipal de Palmela

20/11/2019
A ILHA É UMA LUPA, da autoria de Maria José Nazaré
LANÇAMENTO: dia 20 de Novembro (4.ª feira) às 18h30, no Espaço UCCLA, em Lisboa

17/11/2019
VERSOS DISPERSOS, da autoria de José da Luz
LANÇAMENTO: 17 de Novembro, às 15h00, no Auditório da União de Freguesias Bispo, Vila e Silveiras. Apresentação: Alice Barreiros

16/11/2019
CASTELO DE VIDE – História e Sociedade (1906 a 1951), da autoria de Mateus da Cruz Maniés (†)
LANÇAMENTO: dia 16 de Novembro (sáb.) às 16h00, na Fundação Nossa Senhora da Esperança, em Castelo de Vide. Apresentação: Professor Doutor Francisco Sepúlveda Teixeira

29/07/2013
Colibri no Facebook
A nossa página no Facebook www.facebook.com/EdicoesColibri

31/05/2013
CONTACTO
Contacto telefónico 21 931 74 99