Antonio Rodríguez Guillén (Aroche 1952), investigador, documentalista e autor de “Bandoleros y Contrabandistas en la Sierra de la Contienda”, com 4 edições em espanhol e agora a 1.a em português.
Este é um estudo da fronteira hispano-lusa ao longo da história e do fenómeno do contrabando a partir do século XVIII, com dois capítulos dedicados à presença do bandoleiro Diego Corriente em Barrancos e à detenção do poeta Miguel Hernández em Moura.
O Antonio Rodríguez Guillén (Chamizó) é também fundador das Jornadas do Património da Serra, colaborador de revistas especializadas, de documentários e debates em televisões e rádios espanholas e portuguesas. Coordenador da Área de Genealogia Onubense. Vice-presidente da Fundação BIOS.
Já publicou “La Guera Civil en Aroche” (1998), “La Romeria de San Mames a través de la fotografía” (1998), “Iglesia Prioral de Sta Maria en Aroche” (2011), “La Mesta y la Devocion a San Mames en Aroche” (2018), “La presencia de Arias Montano en la Sierra de Aracena” (2018), “Semana Santa en Aroche” (2019).
Actualmente trabalha na publicação “Esclavitud en la Sierra Onubense. Siglos XVI- XVIII”.





















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